HIV and adolescents: Guidance for HIV testing and counselling and care for adolescents living with HIV

Novembro 30, 2013 às 2:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Adolescents (10–19 years) and young people (20–24 years) continue to be vulnerable, both socially and economically, to HIV infection despite efforts to date. This is particularly true for adolescents — especially girls — who live in settings with a generalized HIV epidemic or who are members of key populations at higher risk for HIV acquisition or transmission through sexual transmission and injecting drug use. In 2012, there were approximately 2.1 million adolescents living with HIV. About one-seventh of all new HIV infections occur during adolescence.

These guidelines provide specific recommendations and expert suggestions — for national policy-makers and programme managers and their partners and stakeholders— on prioritizing, planning and providing HIV testing, counselling, treatment and care services for adolescents.

 

Webcam Child Sex Tourism – Relatório da Terre des Hommes

Novembro 30, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Rising Internet usage rates and persistent poverty in the developing world have fostered the emergence of a rapidly growing new form of online child sexual exploitation. “Webcam Child Sex Tourism” (WCST) takes place when adults pay or offer other rewards in order to direct and view live streaming video footage of children in another country performing sexual acts in front of a webcam.

Terre des Hommes Netherlands works to end child exploitation and to assist victims around the world. In recent years, they have been overwhelmed by the surging number of child victims of WCST in the Philippines. What started as research into the WCST trade led them to a viable solution to this global problem. They found that the legal framework prohibiting WCST widely exists, but governments are not adequately enforcing their own child protection laws when the victims are located outside of their borders.

This led them to wonder how often WCST actually takes place online. Four Terre des Hommes
Netherlands researchers spent 10 weeks posing as prepubertal Filipino girls on 19 public chat rooms. During that short period, a total of 20,172 predators from 71 countries committed crimes by soliciting the wcst research researchers, whom the predators believed to be minors, for paid webcam sex performances. This report is the most comprehensive study on WCST undertaken to date. However, the findings of the research, while alarming, only provide a small glimpse into how vast the phenomenon of WCST actually is.

If action is not taken, Terre des Hommes Netherlands fear that WCST will spiral as far out of control as the online child pornography industry, which is now a multi-billion dollar international trade that law enforcement agencies cannot reign in.

Pobreza faz com que pais entreguem os seus filhos

Novembro 29, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Leiria de 18 de Novembro de 2013.

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Quero Crescer a Mudar o Mundo – Teatro em Castelo Branco

Novembro 29, 2013 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação, Uncategorized | Deixe um comentário
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A peça narra a história de quatro amigos que desde pequenos viviam na mesma ilha, a Maria, o Justino, a Floribela e a Graça. Um dia estavam todos na vila, e começaram a ouvir uma sirene. Nunca tinham ouvido tal coisa, era um barulho arrepiante, todas as pessoas corriam desesperadas.Os polícias e os bombeiros aconselhavam a população a irem para o cimo da colina, porque tinha havido um sismo e agora vinha um Tsunami. Depois do tsunami passar todos juntos tiveram de unir esforços e recuperar a ilha, e assim construíram uma ilha sustentável, onde as desigualdades sociais deixaram de existir, trabalhavam para o bem comum, passando a respeitar o ambiente e as diferenças de cada um, e a dar valor às pequenas coisas da vida.

Criação de cenário e confeção de figurinos: 2.º Ano do Curso Profissional de Animador Sociocultural
Design Gráfico e produção gráfica: 2.º Ano do Curso Técnico de Artes Gráficas

Produção: Escola Tecnológica Profissional Albicastrense

Para mais informações por favor contactar a escola através Tel.: 272 326 761 // 272 081 096 // 272 082 096 // Fax.: 272 326 762
E-mail: geral@etepa.org

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A Criança e a Pobreza – artigo de opinião de Dulce Rocha na Revista Visão

Novembro 29, 2013 às 3:42 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na revista Visão n.º 1082 (pág. 45) número especial edição solidária de 28 de Novembro de 2013.

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Há falhas na intervenção terapêutica junto dos agressores acompanhados pela justiça juvenil

Novembro 29, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 28 de Novembro de 2013.

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Andreia Sanches

Nove em cada dez têm perturbação psiquiátrica e 31% consomem substâncias, revela estudo.

Aos 16 anos, pouco mais, muitos acumulam duas, três, quatro psicopatologias distintas — perturbações de comportamento, de personalidade, de défice de atenção. Em 31% dos casos o consumo de substâncias está presente. Por serem menores e terem cometido actos graves, qualificados na lei como crime, estão internados em centros educativos ou são regularmente acompanhados por um técnico da Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP). É o retrato da saúde mental destes jovens que é feito num estudo que foi apresentado nesta quinta-feira, em Lisboa.

Mais de nove em cada dez dos que foram entrevistados têm pelo menos uma perturbação psiquiátrica, “o que é um dado astronómico”, diz Daniel Rijo, professor da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, um dos autores do trabalho que integra o PAIPA — Programa de Avaliação e Intervenção Psicoterapêutica no âmbito da Justiça Juvenil, promovido pela DGRSP e cofinanciado pela Comissão Europeia. Isto não significa, contudo, que estes jovens, que o Estado tenta reeducar, estejam necessariamente a ser alvo de um tratamento psicoterapêutico profundo e regular, continua.

Em 85% da amostra — um total de 217 rapazes — a perturbação principal diagnosticada é uma das chamadas perturbações disruptivas do comportamento. “O que quer dizer que é uma perturbação grave, em que o comportamento do sujeito está tão desregulado que ele se mostra emocionalmente instável, impulsivo, sem pensar muito bem nas consequências do que faz, sendo capaz de ser agressivo, sem grande censura e sem grande auto-controlo.”

Mais: “Metade dos jovens têm mais do que um diagnóstico diferente de perturbação, são indivíduos em grande sofrimento e altamente perturbados.”

Na abertura do seminário destinado a debater os resultados do projecto PAIPA, no ISCTE, o director-geral de Reinserção e Serviços Prisionais, Rui Sá Gomes, apresentou a questão, da seguinte forma: são jovens cujas “vulnerabilidades são muito mais vastas do que aquelas de que se fala habitualmente — económicas, sociais, etc…”

Contudo, o sistema nacional de saúde não tem capacidade de resposta, há listas de espera para consultas e não há consenso sobre o próprio modelo de intervenção, foi referido no seminário. “O combate à delinquência juvenil tem de ser feito em parceria entre as autoridades judiciárias e o Serviço Nacional de Saúde. Caso contrário, nunca haverá resultados positivos”, dizia, no início desta semana, Licínio Lima, o subdirector da DGRSP, em declarações à Lusa.

Segundo Daniel Rijo, “os miúdos de alguns centros educativos, próximos de zonas urbanas com mais recursos, como Lisboa, Porto, Coimbra, podem ter acesso a uma intervenção na saúde mental, mas, noutras zonas, é mais difícil consegui-lo” — “Estes miúdos são vistos pela psiquiatria, pela pedopsiquiatria, mas depois não há intervenção psicoterapêutica. Ou seja, não há a continuidade nem a intensidade do acompanhamento que devia haver.”

“Na justiça juvenil, já temos uma intervenção altamente especializada ao nível da educação”, prossegue. “Os centros educativos têm currículos alternativos, cursos adequados, uma componente de formação profissional muito desenvolvida. Falta-nos agora uma intervenção mais forte, mais intensa e mais generalizada da parte da saúde mental.”

Em Setembro, segundo a DGRSP, havia dez centros educativos e 271 jovens internados em regime aberto, semiaberto ou fechado (a Lei Tutelar Educativa prevê que a medida de internamento, decretada pelos tribunais, possa ser executada em diferentes regimes, conforme o caso).

Daniel Rijo diz que “não basta agir só porque o miúdo cometeu um acto com relevância do ponto de vista do sistema de justiça juvenil”. “Há uma necessidade de melhoria do seu funcionamento, a todos os níveis. Por isso é que estes miúdos têm tantos problemas aditivos e de consumo de substâncias, abandono escolar precoce, baixa escolaridade. Falharam muitas coisas na vida destes miúdos, não foi apenas o facto de terem cometido um crime.”

Não esperar pela prisão
De acordo com o estudo feito para o PAIPA, muitos jovens intervencionados acumulam retenções na escola (três em média) e provêm (em 81% dos casos) de classes socioeconómicas baixas. A maioria (77,9%) cometeu crimes contra pessoas.

Com a idade, as perturbações tendem a aumentar. “E quase 50% dos jovens do subgrupo dos que têm 18 anos ou mais já têm uma perturbação anti-social da personalidade, o que significa que já houve uma evolução de uma perturbação de conduta para uma perturbação mais grave e mais difícil de mudar.”

O ideal, é que a intervenção psicoterapêutica se faça o mais cedo possível. “E não estarmos à espera de que eles vão parar à prisão mais tarde para uma intervenção que será progressivamente mais difícil e custosa.”
O estudo A prevalência das perturbações mentais em jovens agressores intervencionados pelo Sistema de Justiça Juvenil Português abrangeu 217 rapazes que foram alvo das duas mais graves medidas tutelares previstas na lei, o internamento e o acompanhamento educativo.

Para além do estudo, a equipa testou um modelo de intervenção psicoterapêutica, que foi ensaiado em 12 sessões, com 17 miúdos, feitas por psicólogos da Universidade de Coimbra e da DGRSP.

Daniel Rijo diz que os primeiros resultados são positivos. “Houve mudança clínica significativa” em 50% a 60% dos casos.

“Actualmente, não há nenhuma definição oficial que permita à priori dizer: é este tipo de intervenção que se deve ter com os miúdos. Nem há um consenso, mesmo entre a comunidade científica, sobre um modelo. Devia haver e há organizações internacionais que estão a fazer alguma pressão no sentido de propor guidelines para a intervenção. Neste momento, cada serviço que está em colaboração com cada centro educativo faz um bocadinho o que entende e sabe fazer. Mas em Portugal não temos muitos serviços especializados para trabalhar com adolescentes com perturbação”, remata o professor universitário.

 

 

Festa das Artes – Crianças e Jovens com Deficiência 2013

Novembro 29, 2013 às 12:38 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No decurso da realização das comemorações oficiais do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P., irá realizar no próximo dia 3 de dezembro de 2013, das 15:00 às 16:30, um evento intitulado “Festa das Artes – crianças e jovens com deficiência”, que decorrerá no Auditório 3, da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

O evento pretende proporcionar uma tarde de diversão para todos os que nela quiserem participar e sensibilizar a população em geral, para o trabalho desenvolvido pelas entidades e instituições que promovem a integração e a inclusão de crianças e jovens com deficiência. Para participar nesta festa, confirme a presença, até ao dia 29 de novembro para leonor.gordinho@inr.msess.pt ou para o telefone 21 792 95 00 (sujeito ao número máximo de lotação do Auditório)

 

A «guerra» dos pais de bebés prematuros

Novembro 29, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 19 de Novembro de 2013.

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Mais de dois milhões de adolescentes vivem com VIH/Sida

Novembro 29, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Açoriano Oriental de 25 de Novembro de 2013.

Mais de dois milhões de adolescentes vivem com VIH e o número de mortes associadas à infeção naquela faixa etária aumentou 50% em sete anos, enquanto diminuía 30% na população em geral, informou hoje a OMS.
Num documento hoje divulgado, em que apresenta pela primeira vez recomendações sobre o VIH direcionadas aos adolescentes, a Organização Mundial de Saúde (OMS) escreve que a população entre 10 e 19 anos tem sido prejudicada pela falta de uma atenção específica no tratamento e prevenção do VIH/Sida.

Esta “falta de um apoio efetivo e aceitável” para os adolescentes resultou num aumento de 50% no número de mortes associadas à sida naquela faixa etária entre 2005 e 2012, período no qual o número de mortes na população em geral diminuiu 30%.

Este aumento deve-se, em primeiro lugar, à fraca prioridade dada aos adolescentes nos planos nacionais de prevenção do VIH, à provisão desadequada de testes acessíveis e à falta de apoio aos adolescentes para que adiram aos tratamentos antirretrovirais, escreve a OMS.

Nas vésperas do Dia Mundial de luta contra a sida, que se assinala a 01 de dezembro, a OMS recorda que todos os adolescentes são vulneráveis ao VIH devido às transições físicas e emocionais e aos comportamentos menos avessos ao risco típicos deste período.

“Os adolescentes precisam de serviços de saúde e apoio desenhados para as suas necessidades. Têm menos probabilidades do que os adultos de serem testados ao VIH e muitas vezes precisam de mais apoio do que os adultos para se manterem nos cuidados de saúde e para continuarem os tratamentos”, diz o diretor do departamento de VIH/Sida da OMS, Gottfried Hirnschall, citado num comunicado da organização.

A vulnerabilidade dos adolescentes ao vírus é particularmente óbvia em zonas com epidemias generalizadas de VIH, como na África Subsaariana.

Cerca de um sétimo de todas as novas infeções por VIH acontecem na adolescência, alerta o chefe do programa de VIH da Unicef, Craig McClure, sublinhando que se não forem eliminadas as barreiras ao diagnóstico e ao tratamento – leis duras, desigualdades, estigma e discriminação que impedem o acesso a serviços como a prevenção, o diagnóstico e o tratamento – “o sonho de uma geração livre de sida nunca se realizará”.

Ao longo da próxima década, alerta a organização, as crianças que hoje vivem com VIH vão tornar-se adolescentes e, enquanto algumas estão já diagnosticadas e a receber tratamento, outras não foram diagnosticadas e/ou não estão a ser tratadas.

Na África Subsaariana, por exemplo, estima-se que apenas 10% dos rapazes e 15% das raparigas dos 15 aos 24 anos saibam se estão infetados com o VIH, alerta a OMS.

A organização recomenda aos governos que revejam as suas leis para facilitar que os adolescentes possam ser testados ao VIH sem precisarem do consentimento dos pais e sugere algumas formas de melhorar a qualidade do apoio aos adolescentes nos serviços de saúde.

“Os jovens precisam de ser mais bem equipados para gerirem a sua infeção por VIH e para tomarem controlo da sua saúde”, diz Elizabeth Mason, diretora do departamento de saúde materna, neonatal, infantil e adolescente da OMS.

“Vimos por exemplo no Zimbabué que, ao desenvolver serviços amigos dos adolescentes, é possível obter bons resultados entre os adolescentes. Apelamos a outros que se inspirem nestes exemplos”, acrescenta

 

Semana da Internet Mais Segura 2014 – actividades para as escolas

Novembro 28, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site da seguranet de 5 de Novembro de 2013.

Semana da Internet Mais Segura irá decorrer de 10 a 14 de fevereiro, associada ao tema ”Juntos vamos criar uma Internet melhor”. Encontra-se disponível a página de apoio e de divulgação das atividades que as Escolas/Agrupamentos se proponham realizar durante esta Semana.

Os responsáveis por estas atividades devem começar por preencher o formulário de registo. A partir daqui, e depois de os seus dados terem sido validados pela coordenação do SeguraNet, poderão começar a registar as atividades. A qualquer momento, podem efetuar alterações. Uma vez terminadas as atividades, poderão proceder a acertos finais e enviar fotografias, vídeos, clips de som, desenhos, etc.

Ainda na página de apoio, poderão encontrar sugestões de atividadesrecursos úteis e variados.

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