Mestrado em Educação e Sociedade

Agosto 31, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

mestrado

Mais informações Aqui

Anúncios

Aumento “substancial” de crianças até aos 8 anos a usar a Internet

Agosto 30, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Notícia do Jornal de Notícias de 29 de Agosto de 2013.

O relatório mencionado na notícia pode ser consultado na Press Release  do EU Kids Online III Portugal de 29 de Agosto de 2013:

Privacidade de crianças pode estar a ser posta em causa pelos pais

Nos últimos cinco anos houve um “aumento substancial” no uso da Internet por crianças até aos 8 anos, segundo um relatório internacional divulgado, esta quinta-feira, e que alerta para um aumento na exposição a riscos nesta faixa etária.

Os investigadores do projeto EU Kids Online, que conta com participação portuguesa, salientam que há cada vez mais crianças até aos seis anos a usarem aparelhos ligados à Internet, como “tablets” ou “smartphones”.

“Houve um aumento substancial do uso da internet por crianças até aos 8 anos. Mas ainda não estão estudados os seus aspetos positivos e negativos”, refere o relatório.

A coordenadora do projeto EU Kids Online em Portugal, a investigadora Cristina Ponte, lembra que tem sido investigada a utilização da Internet por crianças e jovens entre os 9 e 16 anos, mas que falta informação sobre os comportamentos das crianças com idades inferiores.

“As crianças começam a usar a internet cada vez mais cedo e a falta de competências técnicas, críticas e sociais das crianças mais novas pode fazer aumentar o risco”, refere a professora da Universidade Nova de Lisboa numa nota a propósito do estudo, divulgado esta quinta-feira.

Pegada digital

A pesquisa internacional não conseguiu concluir que as crianças com menos de 9 anos tenham capacidade para se envolver com a internet de uma forma segura e benéfica, sobretudo no que respeita à “socialização digital”.

Os investigadores alertam ainda para a exposição das crianças ao risco pela mão dos próprios pais, avisando que deve haver mais cuidado dos educadores com a imagem dos filhos na internet.

Uma das maiores preocupações está relacionada com fotografias e vídeos dos filhos, colocados pelos pais na internet e o possível efeito que essas publicações podem ter na pegada digital das crianças.

“Alguns pais estão a criar nos seus filhos pegadas digitais em sites de redes sociais que podem alterar políticas de privacidade sem autorização dos utilizadores individuais”, alertam os peritos.

Nas recomendações, o relatório internacional sugere que se criem orientações realistas para pais e encarregados de educação sobre o envolvimento de crianças mais novas com as tecnologias digitais e a internet, dirigidas para grupos etários específicos (dos 0 aos 2 anos, entre os 3-4 anos e dos 5-8 anos).

 

 

Maria, a tocadora de harpa

Agosto 30, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Artigo do Público de 23 de Agosto de 2013.

Maria, a tocadora de harpa

O artigo contém o seguinte texto de Andreia Sanches:

Cyberbullying como funcionam os recreios virtuais : “Ela é um lixo. É gorda, feia, horrível. Gozem com ela no Ask dela”

 

 

Pulseiras da PSP salvam crianças

Agosto 30, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Notícia do Sol de 28 de Agosto de 2013.

Este mês, e pela primeira vez, duas crianças desaparecidas na praia reencontraram os pais graças à pulseira do programa Estou Aqui.

Os pais de Tomás, de quatro anos, e de José, de oito, foram os primeiros a testar as pulseiras do programa Estou Aqui – uma iniciativa lançada pelo segundo ano consecutivo pela PSP e que tem como objectivo ajudar pais e educadores a localizar crianças perdidas durante o Verão.

No passado dia 7, Tomás perdeu-se dos pais no areal da praia de Manta Rota, no Algarve. Foi avistado por populares que ligaram para o 112. Através do número cunhado na sua pulseirinha, a PSP contactou de imediato os pais da criança. O reencontro deu-se “entre 15 a 20 minutos”, contou ao SOL Paulo Flor, porta-voz da instituição.

Também este mês, no dia 14, os pais de José puderam reencontrar o filho, que se afastou demais durante as brincadeiras na praia Morena, na Costa de Caparica. Enquanto ligavam para o 112, populares encaminharam a criança para junto do nadador-salvador. A PSP foi contactada e, mais uma vez através do número cunhado na pulseira do menor, informou os pais. Tudo “em menos de dez minutos”.

24 mil pulseiras activadas

Este ano, a PSP investiu ainda mais neste projecto, criado em parceria com a Fundação PT e que pretende “sinalizar no mais curto espaço de tempo junto dos pais uma criança reencontrada”. Ao todo, foram produzidas 50 mil pulseiras (mais 20 mil do que em 2012) e, desde Junho até agora, já foram activadas cerca de 24 mil (no ano passado, tinham sido 8.692). Seis mil crianças estão, no entanto, em lista de espera, já que à PSP chegaram mais de 30 mil pedidos de adesão.

Apesar de algumas mudanças no design e no material (tem mais algodão), a pulseira é praticamente igual à do ano passado. E o serviço – destinado a menores entre os dois e os dez anos – continua a funcionar da mesma maneira: a cada criança é atribuída uma pulseira que tem uma chapa com um número de identificação. Este fica associado ao nome e contacto dos pais – informações incluídas numa base de dados a que só a PSP tem acesso.

Uma das novidades desta edição é que os agentes da PSP distribuíram pela primeira vez pulseiras a crianças estrangeiras que chegam diariamente aos aeroportos de Faro e de Lisboa.

Admitindo que esta é “uma missão altruísta, que não tem qualquer retorno financeiro para os parceiros envolvidos”, o subintendente Paulo Flor – que não quis adiantar os custos relacionados com a execução das pulseiras – garante que a intenção é a de manter o programa: “Percebemos, pela procura, que estamos perante uma solução que beneficia os pais, as crianças e a própria força de segurança”.

O programa termina no próximo dia 27 de Setembro, mas a PSP vai conservar os dados até ao final do ano, “para garantir que alguma criança que seja vista ainda com pulseira possa ser identificada na base de dados”, acrescenta Paulo Flor.

sonia.graca@sol.pt

 

 

 

Se as pessoas forem autênticas, as coisas podem mudar de direcção

Agosto 29, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Artigo do Público de 16 de Agosto de 2013.

Se as pessoas forem autênticas, as coisas podem mudar de direcção

O artigo contém o seguinte texto:

Publicidade influencia menos do que recomendações dos amigos O que dizem os estudos e os especialistas sobre temas que marcam a adolescência? Hoje fala-se de consumos culturais

Regresso às aulas: o que gastamos e como podemos poupar – Vídeo

Agosto 29, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Vídeo publicado no site do Público no dia 25 de Agosto de 2013.

Ver o Vídeo Aqui

aulas

 

 

Educação para a Sexualidade e a Escola

Agosto 29, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

sexualidade

Mais informações Aqui

 

O nosso maior receio é cometer os mesmo erros dos nossos pais

Agosto 29, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Artigo do Público de 15 de Agosto de 2013.

O nosso maior receio é cometer os mesmos erros dos nossos pais

O artigo contém o seguinte texto:

Na escola, o melhor de tudo são os colegas? O que dizem os estudos e os especialistas sobre temas que marcam a adolescência? Hoje fala-se da relação com a escola

 

Examining Neglected Components in Combatting Sexual Exploitation of Children – ECPAT International’s Latest Journal

Agosto 28, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

exami

Men make up the over­whelm­ing major­ity of those who sex­u­ally abuse chil­dren, with some research sug­gest­ing that they account for more than 90% of child sex offend­ers. The mass-media, with their sen­sa­tional pre­sen­ta­tion of sex­ual abuse against chil­dren, often nur­ture a stereo­typ­i­cal view of child sex offend­ers as deviant old men and this has influ­enced pub­lic dis­course on the topic. In real­ity, men who abuse chil­dren come from every income bracket, social class and age. Some of these men can be con­sid­ered pae­dophiles while oth­ers are sit­u­a­tional offend­ers, mean­ing they do not have a true sex­ual pref­er­ence for chil­dren but engage in sex with chil­dren because the oppor­tu­nity arises.

As gen­er­al­i­sa­tions about the per­pe­tra­tors of child sex­ual exploita­tion can be mis­lead­ing, ECPAT has devel­oped a num­ber of ini­tia­tives to engage the male pop­u­la­tion in the pre­ven­tion of CSEC. By ensur­ing that males are aware of the actions of a small frac­tion of men, all men and boys can be part of the solution.

ECPAT International’s lat­est tech­ni­cal jour­nal explores two aspects of the com­mer­cial sex­ual exploita­tion of chil­dren that remain unad­dressed: the hid­den demand for the com­mer­cial sex­ual exploita­tion of chil­dren and the impor­tance of a pro­tec­tive con­tin­uum of care for child vic­tims of sex­ual exploitation.

Down­load ECPAT’s lat­est jour­nal here.

 

Proteja o seu filho do sol

Agosto 28, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Texto publicado no site crescer.sapo.pt

Todos os cuidados para que os dias de calor à beira-mar deixem apenas boas recordações

A pele das crianças é mais fina e delicada do que a tez de um adulto. Tem, na verdade, uma menor capacidade de produzir melanina, a substância que produz a pigmentação e é responsável pela protecção natural do nosso organismo contra os raios solares.

Por isso bronzeia-se menos, com mais dificuldade. Os cuidados a ter com a exposição solar devem assim ser redobrados face à proteção de um adulto. Para saber mais sobre os cuidados a ter na praia, clique aqui.

Raios perigosos

Os raios ultravioleta UVA e UVB não são totalmente absorvidos pela camada do ozono. Os que atingem as crianças, ainda com uma pele vulnerável, podem ter consequências graves para a sua saúde a longo prazo. Aliás, é logo na infância que começa a contar o relógio biológico em termos do número de escaldões que o indivíduo apanhou ou vai apanhar e que o torna mais susceptível a vir a desenvolver um melanoma.

A quantidade de raios ultravioleta é maior no verão do que no inverno, devido à latitude e forma como incidem sobre a terra. São também mais intensos a meio do dia do que logo pela manhã ou à tarde. Na prática, a avaliação da intensidade dos raios ultravioleta é possível graças a um indicador, o índice ultravioleta que assenta numa escala entre 0 e 12.

Em Portugal, durante o verão, o índice varia consoante as regiões do pais, entre 4 (risco moderado) e 9 (risco muito alto). Assim, no que toca à prevenção é também importante ter em conta o grau de radiação, cuja informação pode ser encontrada no site do Instituto de Meteorologia.

Cuidados com o sol

As crianças têm maior facilidade em apanhar um escaldão, sendo que a queimadura solar origina sintomas perigosos como a dermite, uma inflamação aguda causada pela exposição excessiva.

Para além de garantir que o seu filho não apanha sol entre as 11 e as 16 horas, deve ter em conta que, depois do inverno, o corpo precisa de se voltar a adaptar ao sol.

Nos primeiros dias de praia, aconselha-se o uso de uma camisola de algodão, de um chapéu (de abas largas ou boné com a pala para a frente), para além do fato de banho. Lembre-se que a luz é reflectida também na areia, na água e neve. Por isso, mesmo estando à sombra, ou em dias nublados, a radiação também atinge a pele (as nuvens deixam passar cerca de 80 por cento da radiação).

Assim, quando o seu filho brinca na rua ou jardim não está livre dos efeitos nefastos dos raios solares, sendo importante que use um protetor solar, para além de roupas leves e frescas. Por outro lado, como as estruturas da retina estão incompletas até à adolescência, é fundamental que use óculos escuros quando está ao sol. Escolha um modelo que indique proteção total contra raios UVA e UVB.

Fórmulas infantis

Atualmente encontra à venda protectores solares infantis. Como explica Manuela Cochito, dermatologista, estes «são, sobretudo, feitos com protetores físicos (óxido de zinco e dióxido de titânio) que, sendo protetores minerais, refletem a luz como microespelhos, protegendo assim a pele da criança».

«Como são minerais, envolvem menos riscos de alergias, sendo portanto as fórmulas ideais para crianças, apesar de, por vezes, serem cosmeticamente um pouco pastosos (o que tem vindo a melhorar muito nos últimos anos)», acrescenta ainda.

Na hora de escolher um protetor solar para o seu filho tenha em conta que «os filtros solares devem ter sempre índices superiores a 30, uma vez que os testes que são feitos para determinar o índice ocorrem com quantidades muito superiores aquelas que se colocam habitualmente na pele. Para as crianças com menos de 10 anos devem ser sempre com rotulagem para crianças».

Texto: Mariana Correia de Barros com Manuela Cochito (dermatologista)

 

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.