5 conselhos para que as crianças naveguem em segurança na internet

Julho 7, 2020 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site Up to Kids

Não há dúvidas que as crianças de hoje em dia são as mais “digitais” que nunca, e é quase impossível mantê-las afastadas do computador. Os perigos da rede aumentam ao mesmo tempo que esta cresce, e é muito importante que os pais estejam conscientes da necessidade de uma navegação segura. Para facilitar-lhe a vida, deixamos 5 conselhos que os ajudará minimizar riscos através de uma navegação segura na internet.

1.Computador sempre na sala de estar

Este é um dos melhores conselhos que existem, e dos mais efetivos também. A ideia é que os pais possam ver o ecrã do computador (não significa ler o que o seu filho estiver a ver) enquanto estão no sofá. É uma das medidas de segurança mais efetivas que existem, já que é um “travão” para muitas práticas de risco na internet: uso de webcam com desconhecidos, transferência de software pouco fiável ou perigoso entre muitas outras coisas.

2. Crie usuários independentes para cada membro da família com acessos e níveis e segurança distintos

Deste modo pode evitar a instalação de software não desejado que pode colocar em perigo a integridade do computador e também a do seu filho, evitando que se possa aceder por acidente a contas e serviços não aptos para a sua idade.

3. Instale sempre um software antivirus que inclua o controlo parental

Não há desculpa para não fazê-lo. O Window 10 já o tem, e se tiver outra versão há vários antivírus grátis disponíveis. Basta que o transfira e o configure com base nas suas necessidades.

4. Acompanhe e aconselhe os seus filhos nos registos e nos logins

É melhor que os ajude e ensine os seus filhos a registarem-se nas redes sociais ou portais que queiram aceder. Garanta que supervisiona toda a informação que consta em cada uma delas

5. Com as redes sociais é melhor educar que proibir

A partir de uma certa idade, o nível de independência das crianças aumenta e por isso o melhor é ensinar-lhes a usarem adequadamente as redes sociais e ajudá-los a que tenham mais consciência dos perigos que podem encontrar nelas: que tipo de fotos pode mostrar, não ativar a geolocalização ou a não aceitar amizade de desconhecidos.
Com estes conselhos básicos, os seus filhos poderão dar os primeiros passos na internet em segurança. Mas não se esqueça que a melhor medida de segurança é a supervisão; com um pouco de esforço é possível respeitar a sua privacidade sem deixá-los à mercê dos vários perigos existentes na internet.

Por Selectra Portugal

15 regras para evitar acidentes na piscina: um guia para um verão seguro perto da água

Julho 5, 2020 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Sapo Lifestyle de 22 de junho de 2020.

Nuno de Noronha

O verão é para a maioria das crianças sinónimo de diversão na piscina. Tome nota destas regras.

A melhor forma de evitar acidentes na praia, rio ou piscina é garantir alguns cuidados, que variam consoante a idade das crianças. Até aos 4 anos – ou até a criança aprender a nadar – o mais seguro é usar braçadeiras. A partir dessa idade, coletes e “bolhas” são as opções mais seguras.

O afogamento é uma causa de morte comum, sobretudo em crianças, frequentemente evitável. Bastam 30 centímetros de água para uma criança se afogar. Por isso, ensiná-la a nadar e mantê-la sob vigilância são ações essenciais para evitar afogamento.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o afogamento é um processo fisiológico de aspiração de líquido não corporal por submersão ou imersão, que pode conduzir a falta de oxigénio nos tecidos (hipoxia) e a paragem cardíaca. Ao contrário do que muitas vezes se pensa, o afogamento é um processo e os sintomas associados podem ocorrer várias horas após a criança ser retirada da água, nem sempre com um desfecho fatal.

Tome nota destas 15 regras e conselhos

  1. Coloque limites em redor da piscina

Cerque a área da piscina e feche o acesso com um portão que não possa ser aberto por uma criança. A criança nunca deve permanecer na piscina sem vigilância.

  1. Cuidado com os objetos flutuantes

Deve ter cuidado com a quantidade e tipologia dos objetos dentro da piscina. Não se esqueça que estes podem impedir ou dificultar o processo de emersão. Não atire roupa, toalhas ou outros objetos semelhantes para dentro de água.

  1. Mantenha as escadas desimpedidas

Mantenha os acessos à piscina livres para que quem esteja dentro da piscina consiga sair facilmente, sem esforços acrescidos.

  1. Atenção à sucção

A água da piscina está em constante filtração. Existe um sistema que leva a água ao filtro através dos orifícios espalhados pelas paredes e fundo da piscina. Por vezes, dependendo dos sistemas, estes podem sugar os cabelos da criança e mantê-las submersas. Controle estes espaços.

  1. Diga ao seu filho que não corra na área da piscina

Os pisos ao redor das piscinas são escorregadios. As crianças só devem entrar e sair da piscina através das escadas.

  1. Atenção às armadilhas submersas

Alguns utensílios podem prender pés, mãos ou mesmo as crianças debaixo de água. Algumas escadas possuem espaços que podem prender uma criança. Por isso, fique sempre atento aos detalhes da sua piscina.

  1. Atenção redobrada

É muito importante para o desenvolvimento da criança que frequente a piscina e pratique desportos como a natação. Ainda assim, é preciso manter atenção especial quando crianças estão na água.

  1. Não mergulhar de cabeça na piscina

Aconselhe-o a não mergulhar em piscinas. Tanto a criança como os pais devem observar bem o piso da piscina antes de mergulhar, para evitar colisão com outros mergulhadores ou bater com o fundo do tanque.

  1. A criança deve estar sempre acompanhada

Mesmo que a piscina tenha a presença de um nadador salva-vidas, é útil fazer-lhe companhia e observá-lo enquanto nada até que tenha segurança para estar sozinho. Lembre-se: é impreterível que ensine ou ponha o seu filho a aprender a nadar.

  1. Ensine o seu filho a ser responsável na piscina e a respeitar as suas limitações

A natação deve ser feita somente na profundidade em que se sinta confortável e seguro.

  1. Boias essenciais

O uso das bóias é importante, mas não se esqueça que elas nunca substituem a supervisão de um adulto.

  1. Se a criança comer, não deve nadar

O ideal é que espere pela digestão. Nadar com a barriga cheia pode causar paragens digestivas e outros transtornos.

  1. Não permita brincadeiras violentas na piscina

Como empurrar, jogar à apanhada ou simular afogamentos. Não é aconselhável brincadeiras de lutas ou “cavalinhos” na piscina. Uma pancada na cabeça pode resultar em afogamento.

  1. Mantenha a piscina sempre limpa e saudável

Ensine o seu filho a tomar duche antes de entrar na piscina. Não mantenha comidas ou bebidas nas imediações da piscina. Além de poderem sujar a água, os copos potenciam o risco de vidros partidos no fundo da piscina.

  1. Equipamento de resgate próximo

Tenha sempre o equipamento básico de salva-vidas próximo da piscina. As boias e cordas são recomendadas. Tenha um telefone por perto e, em caso de acidente, ligue para o 112 e dê indicações precisas sobre o local onde se encontra.

Férias no Museu Verão 2020 – Museu Nacional de História Natural e da Ciência – 13 a 24 de julho

Julho 4, 2020 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://museus.ulisboa.pt/pt-pt/node/3154

Vídeo da Audição Parlamentar de Dulce Rocha e de Matilde Sirgado na Comissão de Trabalho e Segurança Social da Assembleia da República

Julho 2, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Audição de Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC), e de Matilde Sirgado, membro da Direção e Coordenadora do Projeto Rua (requerimento do PSD) no dia 30 de junho de 2020 na Comissão de Trabalho e Segurança Social da Assembleia da República.

Visualizar o vídeo da audição no link:

https://canal.parlamento.pt/?cid=4658&title=audicao-de-dulce-rocha-e-de-matilde-sirgado

9 mitos associados às dificuldades de aprendizagem

Julho 1, 2020 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site Up to Kids

9 mitos associados às dificuldades de aprendizagem

Existem vários mitos associados às Dificuldades de Aprendizagem Específicas:

  • uma criança com dificuldades de aprendizagem tem uma inteligência mais baixa?
  • Uma criança que escreve os números de baixo para cima tem dislexia?
  • Só os rapazes têm dislexia?
  • Uma criança com dificuldades de aprendizagem não pode ter boas notas?

Estes mitos dificultam muitas vezes o diagnóstico destas dificuldades na criança e, por conseguinte, o início da sua intervenção terapêutica.

Juntámos alguns dos mitos e perguntas mais frequentes relativamente a este assunto, com o intuito de ajudar pais, professores e todos quantos têm de intervir em crianças com Dificuldades de Aprendizagem.

1.AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICAS SÃO SINÓNIMO DE BAIXA INTELIGÊNCIA

Errado.

Pelo contrário, estudos feitos ao longo da última década demonstram que alunos com Dificuldades de Aprendizagem Específicas têm uma inteligência dentro da média ou mesmo acima da média. O que acontece é que estes alunos apresentam desempenhos abaixo do que seria de esperar tendo em conta o seu perfil cognitivo, em uma ou em mais áreas específicas.

2.TENHO QUE ESPERAR ATÉ AO FINAL DO 2º ANO DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO PARA O MEU FILHO FAZER UMA AVALIAÇÃO EM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICAS

Errado.

Embora um diagnóstico de Dificuldade de Aprendizagem Específica só deva ser formalmente fechado após dois anos de escolaridade formal, não significa que o seu filho não possa ter sinais de alerta antes disso. Nesse caso, deverá ser avaliado e apoiado através de intervenção terapêutica o mais cedo possível. Quanto mais cedo a criança iniciar o processo de intervenção, mais sucesso esta terá.

3.O MEU FILHO ESCREVE A MAIORIA DAS LETRAS E DOS NÚMEROS DE BAIXO PARA CIMA, LOGO, ELE TEM UMA DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICA

Errado.

É comum, tanto no ensino pré-escolar como no início da escolarização, as crianças terem dificuldade em escrever as letras e os números, frequentemente escrevendo em “espelho”, da direita para a esquerda ou de baixo para cima. A maior parte das crianças vai corrigindo estes erros à medida que vai sendo exposta à aprendizagem das letras, da leitura e da escrita. Apenas situações em que não sejam capazes de ultrapassar este tipo de erros sozinhas, poderão ser indicadoras de alguma dificuldade mais específica.

4.AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICAS TÊM CURA

Errado.

As Dificuldades de Aprendizagem Específicas não têm cura, uma vez que resultam de uma disfunção neurológica de carácter permanente. Não são, por isso, uma doença que possa ser curada. No entanto, atualmente já existem diversas estratégias e métodos de intervenção psicopedagógicos que podem ser utilizados em crianças com Dificuldades de Aprendizagem Específica, de forma a ajudá-las a ultrapassar ou a minorar as suas dificuldades. Quanto mais precoce for a implementação destas estratégias, maior a probabilidade dos resultados alcançados serem melhores.

5.NÃO É POSSÍVEL TER SUCESSO ESCOLAR E PROFISSIONAL QUANDO SE TEM UMA DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICA

Errado.

São vários os exemplos de pessoas bem-sucedidas profissionalmente e que têm diagnósticos de Dificuldades de Aprendizagem Específicas (e.g., Dislexia), tais como: Beethoven, Walt Disney, Bill Gates ou Tom Cruise. Quanto mais precocemente o diagnóstico for feito e, por consequência, mais cedo se der início à intervenção, maior a probabilidade de sucesso da criança, quer académica, quer profissionalmente.

6.SÓ OS RAPAZES É QUE TÊM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICAS

Errado.

Apesar de os rapazes serem mais vezes referenciados pelos professores, não existem diferenças significativas entre rapazes e raparigas. O que sucede é que os rapazes são frequentemente diagnosticados mais cedo, geralmente devido a causas comportamentais, uma vez que parecem apresentar maior dificuldade em gerir a frustração nas situações em que as suas dificuldades específicas se tornam mais evidentes.

7.O MEU FILHO TEM UMA DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICA, POR ISSO NUNCA VAI TER BOAS NOTAS

Errado.

Se o seu filho for apoiado através de uma intervenção específica e intensiva, de forma a colmatar as dificuldades causadas pela Dificuldade de Aprendizagem Específica diagnosticada, e se a esta se associar motivação e esforço, bem como suporte dos vários agentes educativos, então estão reunidas todas as condições para que o seu filho seja bem-sucedido, quer académica, quer profissionalmente.

8.SÓ UM MÉDICO PODE DIAGNOSTICAR UMA DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICA

Errado.

As Dificuldades de Aprendizagem Específicas não podem ser encaradas como um problema médico, nem podem ser diagnosticadas por um médico, uma vez que estes não têm conhecimentos de avaliação da leitura, da escrita e do cálculo. Para além disso, não existe medicação que cure as Dificuldades de Aprendizagem Específicas.

9.AS ADEQUAÇÕES CURRICULARES PARA AS CRIANÇAS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICAS SÃO UMA INJUSTIÇA PARA AS OUTRAS CRIANÇAS SEM DIFICULDADES

Errado.

A abordagem de ensino mais justa acontece quando o professor consegue providenciar a cada aluno aquilo que é necessário para que este seja bem sucedido em contexto escolar. Deste modo, as adaptações que os professores fazem são uma tentativa de criar condições equitativas, quer em situação de teste ou num trabalho de casa, e não uma forma de atribuir vantagens aos alunos com Dificuldades de Aprendizagem Específicas. Na realidade, um aluno com Dificuldades de Aprendizagem Específicas terá que se esforçar tanto ou mais que outro aluno, apesar das adaptações individuais.

Centro Sei

Centro de Desenvolvimento e Aprendizagem

Webinar “As Crianças e os Jovens em Isolamento Social” (IAC, ESEC, E&O) 30 junho às 16.00 horas

Junho 26, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) e a UNICID da Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Coimbra (ESE-IPC), em parceria com a Estrelas & Ouriços, promoveram, ao longo de semanas, um estudo para apurar como estão as crianças e jovens a gerir o período de isolamento social. Já se chegou a conclusões e o convite agora é para as conhecer através de um webinar gratuito que vai acontecer a 30 de junho, no Zoom.
O mundo está a passar por uma situação sem precedentes e, por isso, importa saber como as crianças e os jovens estão a viver este momento, sobretudo nas dimensões dos sentimentos e vivências pessoais, familiares e de amizade e também quanto à escola.
Assim, o questionário, dirigido a crianças e a jovens entre os 7 aos 17 anos, desenvolvido pelo IAC, a UNICID da ESE-IPC e a Estrelas & Ouriços, contou com 1529 respostas de Norte, Sul e ilhas e conseguiu apurar algumas conclusões.
Para partilhá-las com todos os participantes e famílias interessadas, no dia 30 de junho, às 16h, pode acompanhar o webinar que vai divulgar os resultados e que conta com profissionais da área social e da educação para refletir sobre a situação atual da infância e adolescência.
Para participar nesta sessão, basta inscrever-se, de forma gratuita, no link https://bit.ly/383rGwK

Novo estudo diz que pessoas até aos 20 anos têm metade das probabilidades de um adulto de serem infetadas com covid-19

Junho 24, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 17 de junho de 2020.

Depois dos 20 anos, a suscetibilidade ao novo coronavírus volta a aumentar mas as crianças e adolescentes até essa idade têm relativamente baixa probabilidade de serem infetadas. Além disso, apenas 21% apresentam sintomas, uma percentagem que chega aos 69% quando a idade ultrapassa os 70 anos

As crianças e adolescentes com menos de 20 anos não têm tantas probabilidades de serem infetadas com o novo coronavírus, uma nova informação que pode revelar-se crucial para os decisores políticos que estão a pensar em reabrir creches e escolas nos primeiros anos de escolaridade. O estudo, desenvolvido pelo Instituto de Higiene e Medicina Tropical de Londres, foi publicado na terça-feira e mostra ainda que, no geral, nestas idades os infetados não apresentam sintomas de covid-19.

O estudo afirma que as crianças têm metade das hipóteses de serem infetadas do que as pessoas com mais de 20 anos e, quando isso acontece, apenas 21% apresentam sintomas, comparando com 69% das pessoas que os revelam acima dos 70 anos.

“Estes resultados têm implicações na crença que o fecho das escolas é uma opção para mitigar a transmissão do SARS-Cov-2, já que esta medida parece ter menos efeito com este vírus, do que aquele que pode ter tido na contenção de outros vírus respiratórios”, escreveram os autores no comunicado que acompanha a publicação do estudo, citado pelo “Washington Post”.

As razões para esta aparente imunidade nos muito jovens não são totalmente conhecidas mas os autores adiantam que pode resultar de uma resposta muito assertiva do sistema imunitário, habituado ao contacto com outros tipos de coronavírus, como o vírus da gripe, ou influenza. Os resultados podem também ajudar a explicar por que razão o vírus não tem provocado o mesmo número de mortes nos países em desenvolvimento que se verifica entre as nações mais desenvolvidas: enquanto as pirâmides demográficas na Europa, América do Norte ou Japão mostram um grande número de população idosa, as de alguns países de África são o inverso, com uma grande concentração de pessoas jovens e uma esperança média de vida menor, o que leva a que haja menos cidadãos mais velhos a serem infetados, e a sucumbir, ao vírus. Cerca de 40% da população da África Subsaariana tem menos de 15 anos se excluirmos a África do Sul.

O estudo, publicado na revista Nature, debruçou-se sobre dados recolhidos na China, Itália, Japão, Singapura, Canadá e Coreia do Sul.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Age-dependent effects in the transmission and control of COVID-19 epidemics

Morte de crianças em piscinas. Associação exige legislação com urgência

Junho 23, 2020 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 20 de junho de 2020.

No espaço de 48 horas morrem duas crianças por afogamento. Presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil questiona: “Como é possível não haver legislação?”

A presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil – APSI defendeu esta segunda-feira a criação urgente de uma legislação para as piscinas que obrigue à sua proteção com uma barreira vertical com pelo menos 1,10 metros.

Sandra Nascimento reagia assim em declarações à agência Lusa à morte de duas crianças com uma diferença de cerca de 48 horas por afogamento em piscinas, sublinhando que nos últimos 6/7 anos morreram em média por ano 10 crianças até aos 18 anos.

Na sexta-feira uma criança com 18 meses morreu vítima de afogamento numa piscina da habitação onde vivia, na Póvoa de Varzim, distrito do Porto. No domingo, um menino de dois anos morreu também vítima de afogamento na piscina de um parque de campismo localizado no Pinhal Novo, no concelho de Palmela, distrito de Setúbal.

“A APSI fica sempre chocada com estes casos. Temos conhecimento de dois casos mortais e outro, de um bebé em Monchique (Faro) que acabou por ser salvo. É uma situação que conhecemos demasiado bem e que acontece de forma repetida todos os anos e com mais incidência nos meses de verão, sobretudo julho, que é o mês onde ocorrem mais afogamentos”, disse.

Sandra Nascimento sublinhou à Lusa que todos os anos a APSI alerta para estes casos e para a necessidade de se criar legislação para as piscinas.

“A nossa primeira reação foi mais uma vez dizer como é que é possível não haver legislação. Estes casos vieram mostrar a necessidade de uma legislação que enquadre e que crie requisitos para as piscinas nomeadamente para a sua proteção”, disse.

A presidente da APSI lembrou que no ano passado a associação enviou uma carta aos partidos com assento parlamentar na qual alertava para o problema, a pedir que o assunto fosse tratado de forma séria e que fosse possível já este verão haver legislação, o que não ocorreu.

“O que nós defendemos é que seja obrigatório a criação de uma barreira física vertical, que pode ser uma vedação, um muro, ou outra solução, desde que crie uma barreira que atrase ou dificulte o acesso da criança ao contacto com a água”, explicou.

De acordo com Sandra Nascimento, a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) defende a barreira vertical como medida mais eficaz e que pode reduzir em 50% a probabilidade de afogamento em crianças com 4/5 anos, pois é nesta idade que acontecem mais afogamentos.

A presidente da APSI disse também à Lusa estar preocupada com a possibilidade de aumento de aluguer de casas com piscina ou apartamentos na sequência da pandemia de covid-19.

“Com as restrições de acesso às praias, muitas famílias vão procurar mais espaços com piscinas, locais onde existem piscinas próximas como casas particulares ou aldeamento turísticos. É muito importante que as famílias façam uma avaliação prévia do espaço que vão aluguer”, frisou.

A APSI recomenda às famílias com crianças pequenas que verifiquem previamente se existe essa barreira nas piscinas, que deve ter pelo menos 1,10 metros.

“Esta separação é muito importante e pode ser uma piscina ou um tanque. Esta barreira deve ocorrer em qualquer plano de água. Nos poços é diferente: devem ter uma tampa pesada e fechada”, disse.

A recomendação da APSI serve também, segundo Sandra Nascimento, para piscinas insufláveis ou pré-fabricadas.

“A piscina insuflável pequena deve ser esvaziada no fim do dia e voltada ao contrário e nas pré-fabricadas deve ser colocada a barreira física”, disse.

Sandra Nascimento recomendou ainda às famílias uma vigilância muito próxima não só a nadar, mas quando as crianças brincam perto de água.

“Nos últimos 6/7 anos por ano a média de mortes é entre 9 e 10 até aos 18 anos e por cada uma que morreu, em média 2/3 terão sido internadas”, disse, acrescentando que os dados relativos a 2018 serão apresentados em breve.

Confinamento deixou marcas nas crianças

Junho 22, 2020 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Euronews de 17 de junho de 2020.

Mil e trezentos milhões de crianças estiveram sem ir à escola nos últimos meses, em todo o mundo. A organização não governamental Save the Children diz que uma em cada quatro crianças manifesta sinais de ansiedade na sequência do confinamento e avisa que o isolamento social e ausência de aulas presenciais podem ter deixado mazelas psicológicas mais sérias, incluindo a depressão.

Em Itália, a herança da Covid-19 é ainda mais pesada. De acordo com dados oficiais do governo, mais de 65% dos menores manifestam problemas comportamentais.

Paolo Petralia, director-geral de um hospital pediátrico de Génova, conta que “nos desenhos que receberam das famílias, as palavras-chave eram “medo” e “mau”. “Estar em casa foi representado com esta palavra ‘mau’,” afirma.

Para Sandra Zampa, a subsecretária do Ministério da Saúde de Itália, os números confirmam que a quebra das rotinas de segurança durante o confinamento teve consequências em muitas crianças”

Há vários relatórios a confirmar este impacto. A Federação britânica de Investigação na Educação revela que cerca de 90 por cento dos professores acredita que os alunos estão muito aquém do conhecimento que deveriam ter adquirido. Estima-se que só no Reino Unido, dois milhões de aunos dedicaram menos de uma hora por dia ao estudo nos últimos meses. A situação agrava-se nos grupos mais vulneráveis.

#MovimentoViverIntensamente – Entrevista de Melanie Tavares do IAC na TSF

Junho 22, 2020 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista da Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança à TSF Pais e Filhos de 18 de junho de 2020.

Ouvir o programa Aqui

https://viverintensamente.com/

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