Programa Infantil das Bibliotecas Municipais de Lisboa – BLX em Abril

Março 26, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Programa BLX-INFANTIL_abr 2018

http://blx.cm-lisboa.pt/

Férias de Páscoa no Museu Coleção Berardo – 26 e 29 de março e de 2 a 6 de abril

Março 19, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://pt.museuberardo.pt/ferias

Não sobrecarregue os seus filhos de atividades (os nossos especialistas explicam porquê)

Fevereiro 24, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Livros | Deixe um comentário
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Sérgio Condeço

Texto do https://www.noticiasmagazine.pt/ de 10 de janeiro de 2018.

Da escola para o futebol, o piano, o inglês e muitas outras atividades, as crianças ficam demasiado ocupadas e sem tempo para terem liberdade, para desenvolverem a criatividade, para fazerem as suas próprias escolhas ou para brincarem. E brincar é oxigénio para os mais pequenos.

Texto Cláudia Pinto | Ilustração Sérgio Condeço/WHO

O tema é debatido recorrentemente e suscita dúvidas. As crianças estão demasiado ocupadas? Têm o tempo todo preenchido e sem alternativa para o que realmente importa para o seu desenvolvimento? Os especialistas acham que sim.

Como noutras áreas de comportamento, não existem fórmulas universais nem regras estanques. Maria José Araújo é professora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto (IPP) e investiga esta área do brincar e do tempo livre há muitos anos.

«As crianças têm de ter oportunidade para brincar e divertir­‑se, visando os propósitos da sua educação e do seu bem­‑estar», explica. E se na teoria isto é algo que se percebe, na prática, com a logística diária, vidas atarefadas, pais à beira de um ataque de nervos entre os afazeres familiares e profissionais diários, tudo se torna mais complexo. «As crianças dependem dos adultos, dos pais, dos educadores, não decidem sozinhas e ficam à espera que alguém lhes dê essa possibilidade», sublinha.

Na maioria das vezes, só querem brincar. É a atividade que melhor conhecem desde tenra idade. Mas, no dia­‑a­‑dia, passam demasiado tempo na escola, chegando a ocupar os finais de tarde com atividades desportivas ou de complemento ao estudo. Resta pouca margem para dar largas à criatividade, tão importante no crescimento. «É fundamental que se perceba que brincar é como respirar para as crianças. Estas só aprendem porque brincam», explica a professora.

Mas o que são afinal os tempos livres? Será que as atividades em que as crianças estão inscritas são consideradas como tal? Afinal, a sigla ATL sugere isso mesmo. «Esta designação deve ser entendida como o tempo em que a criança pode dedicar a atividades não estruturadas.

As estruturadas (inglês, guitarra, ginástica, etc.) são fundamentais para a aprendizagem, em termos intelectuais, sociais, físicos, mas nessas a criança não tem liberdade. Os tempos livres são essenciais para que aprenda a lidar com a frustração», explica Catarina Mexia, psicóloga e terapeuta do casal no Centro de Estudos da Família e Psicoterapia.

Na incessante tentativa de ocuparmos os miúdos, nem sempre recuperamos hábitos mais simples que podem proporcionar verdadeiro tempo de qualidade em família, como fazer um bolo nas tardes frias de domingo. Sem complicar muito. Ou, pura e simplesmente, não fazer nada.

«As crianças não estão habituadas a parar. Não fazer nada é fazer alguma coisa. Para­‑se, respira­‑se, ou pura e simplesmente descansa­‑se», sublinha a psicóloga. Não é incomum ouvi‑las comentar que não têm nada para fazer. Mas, afinal, «o tédio é fundamental para a criança descobrir coisas diferentes para fazer», salienta a médica pediatra do Hospital dos Lusíadas Joana Appleton Figueira.

Além da importância de as crianças terem os seus tempos livres e de não estarem demasiado ocupadas, não é menos relevante deixá­‑las escolher em vez de serem os pais a fazê­‑lo.

«Estamos muito preocupados com a escola, temos uma sociedade hiperescolarizada, e isto não é errado. A escola é fundamental, mas no tempo curricular que está previsto na lei. Nas restantes horas, as crianças, que gostam de fazer muitas coisas, deveriam ter a oportunidade de escolher algumas das suas atividades», defende Maria José Araújo, que, já em 2009, publicava um livro a alertar para esta realidade, intitulado Crianças Ocupadas, editado pela Prime Books (ver caixa).

Nas aulas que leciona, no IPP, dedica uma unidade curricular a esta questão e uma outra relacionada com a motricidade e o bem­‑estar, de forma a alertar os alunos de hoje, educadores de amanhã, para a valorização do tempo livre como algo essencial para a vida das crianças. O objetivo é formar futuros professores sobre a questão do brincar e da ocupação das crianças após o horário letivo.

Quando as atividades nem sempre correspondem ao que a criança deseja, acaba por ser frequente a desistência. É esse, aliás, um dos motivos que levam mais os pais a recorrer às consultas de Catarina Mexia. «A preocupação que aparece mais em consulta é o que se passa com os filhos, porque é que não persistem e desistem facilmente. A questão é que os pais não estão a ouvir os filhos», alerta.

Estarão os pais e as escolas a programar o tempo das crianças de forma rígida e exagerada?

«As atividades organizadas são habitualmente propostas pelas instituições e escolhidas pelos pais. Os estudos provam que quando as crianças escolhem o que fazer, e os pais respeitam essa escolha, as crianças não se cansam tanto e usufruem em pleno», explica Maria José Araújo.

Brincar implica correr, estar ao ar livre, interagir com os amigos e outras crianças. Isto nem sempre é possível em algumas escolas tradicionais. Algumas delas têm espaços condicionados, o que torna também o tempo de recreio mais limitativo.

«A música, a ginástica, o inglês e todas as atividades são realizadas em espaços fechados. As crianças passam de um espaço fechado para outro. No entanto, há muitas escolas e muitas instituições que têm muito cuidado e que fazem um espaço notável ao proporcionarem recreio ao ar livre, idas ao parque, organizam passeios, caminhadas, brincadeiras e jogos no exterior», adianta a professora.

Por vezes, e porque os pais estão a trabalhar e não têm quem vá buscar os filhos à escola ao final do tempo de aulas, a brincadeira é substituída por «salas com poucas funcionárias para o número de crianças e com uma televisão para os manter quietos. Ou então, em ATL que são prolongamentos da escola, com salas semelhantes e onde se fazem trabalhos de casa», sublinha Joana Appleton Figueira.

Na sociedade atual existe ainda uma enorme pressão com os resultados escolares, daí que se incentive o estudo. A típica frase: «Tens de ter boas notas para seres alguém na vida» é claramente identificada por cada um de nós. «As crianças já são “alguém” no momento em que nascem. São pessoas de pleno direito. As preocupações dos pais são legítimas e levam‑nos a organizar as atividades que consideram que poderão vir a proporcionar mais oportunidades e um trabalho aos filhos no futuro. Queremos muito que as crianças sejam responsáveis, mas não desenvolvemos a sua responsabilidade e autonomia. Porque isso pressupõe que brinquem e o façam com os outros», explica Maria José Araújo.

E se lhe disséssemos que a criança está a aprender enquanto o faz? «Brincar é a única forma que a criança tem de aprender quando é pequena, mesmo dentro de uma sala de aula», acrescenta. Percebe­‑se então a quantidade de vezes em que os miúdos reforçam que querem brincar «só mais um bocadinho» e a insistência para que os adultos partilhem o momento.

Não existem receitas milagrosas nem números mágicos. O que pode ser o ideal para uma família, não tem de ser necessariamente para outra. «Para algumas crianças, principalmente as mais velhas, pode não haver muito tempo livre todos os dias, desde que, durante a semana, existam horas disponíveis para ler, conversar com a família e com os amigos. O tempo livre pode ser passado a ajudar os pais com o jantar sem tecnologias ligadas, enquanto conversam, e deve ser proporcionado diariamente às crianças mais novas, sem ecrãs, com poucos brinquedos acessíveis de cada vez (num quarto cheio, a criança nem consegue decidir com o que brincar)», sugere Joana Appleton Figueira.

Mais do que a quantidade de atividades, o tempo deve ser passado com qualidade e, se possível, partilhado com os pais. Com alguma organização mas sem exageros. «Por vezes, é mais útil não programar tanto ao fim de semana e deixar acontecer», conclui Catarina Mexia.

Leituras que ajudam

Numa sociedade contemporânea em que as pessoas estão cada vez mais ocupadas, sobra pouco tempo para se refletir sobre as melhores decisões que se podem (ou devem) tomar no dia­‑a­‑dia. No livro Crianças Ocupadas, a autora procura facultar aos pais um instrumento que lhes permita decidir o que é melhor para os seus filhos.

Crianças Ocupadas, de Maria José Araújo, Prime Books, setembro de 2009, 10,82 euros

 

 

 

 

 

 

 

O quê?… Os adultos não sabem? é um livro que resulta de um trabalho incluído num projeto de educação criativa desenvolvido ao longo de três anos com crianças do 1.º ciclo do ensino básico da escola EBl/JI do Cerco do Porto (Agrupamento de Escolas do Cerco). As crianças tentam explicar, à sua maneira, que precisam que as deixem brincar.

O quê? Os adultos não sabem?, de Maria José Araújo, ilustrações de Catarina Mendes, Prime Books, maio de 2010, 6,90 euros

 

Brincar a dobrar – uma estória de planar – Todos os domingos de novembro no Museu Berardo

Novembro 17, 2017 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://pt.museuberardo.pt/educacao/atividades/brincar-dobrar-uma-estoria-de-planar-todos-os-domingos-de-novembro-15h00

Realizou-se em França a atividade “Copain du Monde 2017” com jovens acompanhados pelo Projecto Rua do Instituto de Apoio à Criança

Julho 28, 2017 às 3:52 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Entre os dias 17 e 23 de julho de 2017, o Secours Populaire Français proporcionou a 5 crianças do IAC Projecto Rua, umas férias inesquecíveis. Fica na memória de todos (entre muitas outras atividades que não cabem nestas linhas) a visita ao Palácio e jardins de Versalhes, o almoço com vista para a Torre Eiffel, um cruzeiro no Sena no afamado Bateau-Mouche, o voo pelos céus de Versalhes em avioneta e tão ou mais importante que as experiências anteriores, os laços que se criaram com crianças francesas e gregas que nos ensinaram (entre outras coisas) a dizer no final destas maravilhosas férias, “merci beaucoup e efcharistó polý” (muito obrigado).

 

 

 

Ciência Viva no Verão em Rede – actividades em todo o país – 15 de julho / 15 de setembro

Julho 14, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2017/

16 sugestões para ocupar as férias de verão dos miúdos

Julho 9, 2017 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do http://observador.pt/ de 21 de junho de 2017.

Raquel Salgueira Póvoas

Pais, está tudo controlado. Vestir a bata e ser cientista, aprender a jogar padel, andar à vela ou fazer teatro são só algumas das atividades que podem entreter os seus filhos nas férias grandes.

As férias dos adultos parecem quase sempre curtas. Já as dos mais novos são sinónimo de muito tempo livre e, claro está, muita energia para gerir também. Para facilitar a vida dos pais, reunimos sugestões para ocupar os tempos livres de norte a sul do país.

O público alvo é exigente, bem sabemos, por isso há atividades para os que preferem o desporto, para os que querem aprender línguas, para os que gostam de estar em contacto com a natureza e até para os que estão viciados em fidget spinners.

NORTE

Estimular a curiosidade e a criatividade das crianças entre os quatro e os 12 anos tendo como ponto de partida o contacto com o museu e o parque é o objetivo da Fundação Serralves para estas férias de verão. Para isso, as atividades preparadas vão desde trabalhar com barro e gesso, semear e tratar de plantas, construir livros, preparar receitas saudáveis ou até descobrir por que razão a fotografia e o desenho são “BFFs” (melhores amigos para sempre, pais distraídos). No total, são 29 as atividades pensadas para as diferentes faixas etárias. Todas as informações sobre o processo de inscrição e respetivos preços podem ser consultadas aqui.

E se a opção for passar um “Verão à Vela”, como o Centro de Vela do Sport Club do Porto sugere? Aprender a velejar vai ser possível, se decidir que é aqui que os seus filhos devem passar parte das férias de verão. Esta atividade acontece em duas semanas do mês de julho, a primeira de 2 a 6, a segunda de 9 a 13, das 9h às 17h30. O custo de cada semana é de 120€ por participante, com almoço incluído. Existem descontos para sócios e para quem se inscrever com um ou mais irmãos.

Desenho, escrita criativa, vídeo, dança e até filosofia. Estas são algumas das áreas abrangidas pelas oficinas de verão do Serviço Educativo da Oficina Vila Flor. Para que serve um museu? É preciso pensar ou o corpo sabe dançar sozinho? O que é manifestar? E como é que isso se faz? São perguntas que vão ter resposta neste programa, de 26 de junho a 14 de julho, em Guimarães. As inscrições podem ser diárias ou contemplar as três semanas. Os preços vão dos 7€ (um dia, sem almoço) aos 135€ (três semanas, com almoço). Todas as informações estão disponíveis aqui.

Longe de computadores, smartphones, televisões, perto da natureza e de aventuras em grupo. Assim são os campos de férias do Parque Aventura Diver Lanhoso, que permitem que os participantes experimentam atividades tais como salto de pêndulo, rappel, slide, caminhadas aquáticas, entre outras. Os campos de férias acontecem de junho a setembro, com programas de sete ou 14 dias.

A escola Edurumos preparou um verão digital para os seus filhos. Longe das redes sociais, numa vertente educativa, há aulas sobre fotografia, junior coder, webdesign, apresentações em prezi, entre outras. O programa de atividades destina-se aos jovens dos sete aos 16 anos e acontece de 3 de julho a 1 de setembro. Cada semana tem o custo de 175€. Todas as inscrições devem ser feitas aqui, até uma semana antes do início de cada curso. Para além do Porto, há uma escola Edurumos em Lisboa.

CENTRO

Aprender inglês não é sinónimo de estar sentado numa secretária, de caderno e lápis na mão, a ouvir a professora — pode ser mais dinâmico que isso. Como? Nos Centros de Ensino de Inglês Helen Doron English aprende-se esta língua através de histórias, música, dança, surf e visitas pedagógicas. Desta forma, junta-se o útil ao agradável: umas férias repletas de atividades divertidas com a continuação do aperfeiçoamento da língua inglesa. As atividades são destinadas a crianças e jovens dos quatro aos 16 anos. Os preços variam entre os 40€ por semana com atividades apenas da parte da manhã, e os 175€ para atividades de uma semana durante todo o dia. Em Coimbra estes campos de férias realizam-se de 3 a 28 de julho. Mas há mais centros: 24 ao todo, de norte a sul do país, que pode encontrar aqui.

Nos campos de férias da Science4You vai ser possível vestir a bata, colocar os óculos e as luvas e ser cientista. Do sistema solar aos vulcões, passando pelas cores, a ilha jurássica e as bolas de sabão gigantes, o entusiasmo será grande a cada descoberta. Os campos de férias científicos da marca portuguesa acontecem de junho a setembro, em diferentes zonas do país. As inscrições podem ser feitas apenas para um dia ou para períodos maiores. Se o seu filho tem entre seis e 13 anos, esta é a oportunidade de o deixar explorar a ciência de forma divertida. Mais informações sobre o programa aqui.

Fidget Spinners. Estão na moda, sim, e provavelmente tem algum aí por casa. E se os seus filhos percebessem como são construídos e qual a mecânica que o suporta? Nos campos de férias de verão The Inventors, esta é apenas uma das atividades em que as crianças têm contacto com a tecnologia, compreendendo-a. Disciplinas como eletrónica, mecânica, programação e animação, e atividades como a programação de arduinos e a construção de pontes, fazem parte do programa. Um dos ateliers acontece em Leiria, mas há outras zonas do país a receber este campo de férias (pode consultar essa informação aqui). Cada semana custa 145€, sendo que os valores variam consoante a opção de refeições incluídas.

SUL

Dentro de portas também há muito para fazer. E se for dentro de museus? Esta é a proposta da COOLture Tours: visitar, jogar, participar em teatros e em quizes em museus e palácios de Lisboa, Cascais e Sintra. Esta é uma das formas que pode encontrar para que os seus filhos conheçam mais sobre a História de Portugal e, desta forma, permitir que viajem no tempo. No Museu Nacional dos Coches, por exemplo, uma rainha leva-as a passear pelo espaço para que conheçam os coches que transportaram reis, príncipes e princesas. É nesse espaço também que se dão casamentos do século XVIII, tendo como protagonistas desta encenação teatral as crianças, claro. Para inscrições e mais informações sobre estas visitas, deve contactar os responsáveis através do Facebook, ou através do e-mail coolturetours@gmail.com.

Também o Serviço Educativo do Museu da Carris preparou atividades para receber os jovens este verão. As profissões e os serviços são os temas deste ano. Assim sendo, haverá uma atividade que faz jus aos transportes públicos da cidade de Lisboa – “O pequeno motorista” -, e as que abordam profissões como enfermeiro, barbeiro, carpinteiro e engenheiro. No fim, há um mini passeio de elétrico e a certificação de “Motorista do ano”. O programa decorre durante o mês de julho, os preços vão desde os 40€ aos 65€. Os horários e inscrições estão disponíveis no site do museu.

Nos diferentes espaços da Fundação Calouste Gulbenkian há, para crianças dos cinco aos 15 anos, atividades de verão de 26 de junho a 8 de setembro, das 10h às 17h30, de segunda a sexta-feira. Aqui, as atividades são variadas. Há as que juntam a arte e a natureza, as que combinam movimento, a performance, o desenho e a voz, as que abordam o mundo da fotografia e até as que incentivam a “refletir e a propor novas maneiras de ver e viver o mundo à nossa volta”. As oficinas são semanais e têm o custo de 95€ (há a opção com almoço, a que acresce 15€ semanais). Mais informações aqui.

Em Monsanto, a escola de equitação Todos a Galope desafia os mais novos a interagir com os cavalos. Para além dos passeios, a escola pretende abordar formas de interação com estes animais que permitam ao participante adquirir competências tais como a responsabilidade de cuidar, saber observar, comunicar, respeitar o outro e trabalhar em equipa, desenvolver a auto-estima, a confiança e a empatia. As atividades começam em junho e terminam em setembro, e têm o custo de 120€ por semana.

Para que o seu filho comece a ir aos fins de semana jogar padel com o pai ou em família, pode optar por proporcionar-lhe aulas no Indoor Padel Center, em Carnaxide. Aqui, com uma equipa de professores e monitores credenciados, os participantes aprendem a jogar ou a aperfeiçoar a modalidade de padel, mas não só. No programa há ainda atividades tais como voleibol, jogos tradicionais, pilates e uma aula de culinária. As atividades para as férias já começaram e prolongam-se até ao fim do mês de julho. Inscrições aqui.

Na Quinta do Pomarinho, em Évora, as atividades com animais e as preocupações ecológicas imperam. E porque tratar de uma quinta tem muito que se lhe diga, todos os participantes vão ajudar nas tarefas diárias: tratar dos animais, da horta e das plantas. Para além disso, há atividades relacionadas com a culinária e as artes plásticas, e há uma piscina. A Quinta do Pomarinho tem também atividades preparadas para crianças com deficiências. Informações aqui.

Fotografia digital, desenhos animados, banda desenhada, webdesign, videojogos, YouTube, cinema digital, animação 3D são algumas das temáticas disponíveis na Flag, para jovens dos sete aos 16 anos. A escola irá transmitir conhecimentos sobre estas temáticas, de forma dinâmica, aos participantes. Cada curso tem a duração de uma semana. As inscrições, bem como o pedido de mais informações, podem ser feitas aqui.

Para crianças dos cinco aos 12 anos, o Mini Hangar propõe atividades artísticas. Tela, papel, terra, barro, fotografia e vídeo são as ferramentas que o seu filho vai ter à mão para se tornar um verdadeiro artista. “Em cada dia uma obra acontece!” . No fim de cada atelier, há uma apresentação final para a família. O valor semanal é de 80€ por criança (com refeição, acresce 25€). O programa completo encontra-se disponível no site HANGAR, Centro de Investigação artística.

fotografias e vídeos do texto no link:

http://observador.pt/2017/06/21/16-sugestoes-para-ocupar-as-ferias-de-verao-dos-miudos/

 

 

 

Quinta Pedagógica dos Olivais – Programa Família – Julho

Julho 1, 2017 às 3:58 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://quintapedagogica.cm-lisboa.pt/

Há Verão no Museu da Nazaré!

Junho 30, 2017 às 10:30 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Há VERÃO no MUSEU!
Nestas férias de Verão, entre os mergulhos e brincadeiras na praia, o Museu da Nazaré convida todas as crianças para uma visita e a participar em atividades onde, de uma forma lúdica e divertida, podem ficar a conhecer melhor a Nazaré, o seu património e tradições.

Mediante marcação prévia. Inscrevam-se já!

+ informação em http://mdjm-nazare.blogspot.pt/2017/06/ha-verao-no-museu-inscricoes.htm

Especial temático férias 2017 – No Museu das Comunicações, verão! Junho, julho e setembro 2017

Junho 24, 2017 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.fpc.pt/pt/?event=ferias-no-museu

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