Cidades inteligentes para crianças – um kit básico para inspirar comunidades e políticos

Setembro 27, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto e imagem do site Portugal Mobi Summit

Urban 95 é a iniciativa de uma fundação holandesa, que pretende disseminar boas ideias para transformar as cidades em lugares mais inteligentes para a população infantil. Há projetos de mobilidade, de agregação de dados em plataformas, de reconversão do espaço público ou de acesso digital a serviços educativos ou de saúde, que podem ser replicados em qualquer canto do mundo.

Imagine que só tem 95 centímetros de altura – a estatura média de uma criança saudável de três anos – e circula sozinho pelas ruas, usando os transportes, os serviços públicos, o comércio ou os espaços de lazer. O que faria de diferente para melhorar a sua cidade? O Urban 95 está sempre a fazer essa pergunta a arquitetos, designers, autarcas ou urbanistas de todos os cantos do mundo.

Com as respostas que recebe de volta, a equipa por detrás deste projeto seleciona as melhores ideias. E as melhores ideias são justamente aquelas que podem ser replicadas em qualquer centro urbano, esteja ele localizado na Europa, na Ásia, em África ou nas Américas.

A iniciativa, lançada em 2016 pela Fundação holandesa Bernard Von Leer, é o que permitiu publicar agora o primeiro kit básico Urban 95 – Ideias para Ação. Mais não é do que um manual para inspirar e influenciar decisores políticos a construírem cidades inteligentes para crianças que tenham menos trânsito e menos pobreza, melhor qualidade de ar, espaços públicos limpos, verdes e seguros.

O guia está disponível online, mas está ainda longe de ser uma obra acabada. Todos os anos, haverá versões atualizadas com os contributos de mais especialistas e também de qualquer pessoa com interesse nessa área.

A finalidade é promover mudanças duradouras nas paisagens das cidades, criando os melhores ambientes para o desenvolvimento motor, físico e intelectual dos mais novos. Hoje, a população infantil a viver nas cidades atinge os mil milhões, segundo os dados da Unicef e, nos últimos 40 anos, o tempo dedicado às brincadeiras diminuiu em mais de 25%, de acordo com a Academia Americana de Pediatria. Cidades carregadas de betão, pais stressados e filhos dependentes de aparelhos eletrónicos criaram gerações cada vez mais afastadas das brincadeiras ao ar livre.

É para contrariar essa tendência dos centros urbanos que a fundação sediada em Haia procura disseminar as melhores ideias para reinventar as cidades, permitindo às crianças andar pelas ruas mais devagar, parando em qualquer lugar para satisfazer curiosidades mínimas, tocando, cheirando e convivendo com gente de todos os feitios e tamanhos.

O kit bem explicado e resumido é um catálogo organizado em quatro áreas-chave – espaço público, mobilidade, serviços públicos para a primeira infância e plataformas de recolha de dados. Não se trata de um manual do género faça você mesmo, é antes o começo de uma boa conversa para originar mais ideias adaptadas às características de cada cidade.

Qualquer pessoa de qualquer parte do mundo pode acrescentar o seu contributo para as próximas edições, enviando as suas sugestões e o seu contacto para o email Urban95@bvleerf.nl. E se, por acaso, até já tem uma ideia que gostava de implementar, mas não faz ideia do que fazer, a equipa da fundação está também preparada para dar uma ajuda através do mesmo contacto.

Ao longo de quase 100 páginas, há 29 ideias para as quatro categoria. Fica aqui 1 exemplo para cada tópico só para aguçar a curiosidade.

1 – Espaço público

Parques infantis pop up – são módulos que podem ser transportados e facilmente montados em jardins, pracetas ou qualquer espaço público. Contêm jogos, livros, pinturas, insufláveis, mini tanques, brinquedos ou o que se quiser.

Na cidade de Amã, Jordânia, dois arquitetos projetaram módulos empilháveis para as crianças a viver em campos de refugiados. Em Camberra, Austrália, uma experiência de oito dias num parque pop up, em Garema Place, aumentou em seis vezes o número de crianças a brincar naquele espaço público.

O conceito é simples e já ganhou muitos adeptos pelo mundo. Há inclusive organizações não governamentais, como a Playground Ideias, que disponibiliza manuais de instruções para qualquer um poder montar um parque infantil.

2 – Mobilidade

Jogos nas paragens de autocarro – transformar as paragens de transportes públicos em lugares divertidos pode trazer muitas vantagens na aprendizagem dos miúdos. O Urban Thinkscape, na Filadélfia, EUA, é um projeto que cria oportunidades para brincar em espaços públicos, incluindo paragens de autocarro com puzzles e projeções de histórias animadas nas calçadas. Em Madellín, Colômbia, há rotas seguras desenhadas para os alunos do pré-escolar que vivem em bairros degradados. As crianças fazem o percurso para as escolas acompanhados de adultos ao mesmo tempo que jogam e ouvem música.

3 – Serviços públicos para a primeira infância

Abordagens personalizadas – embora ainda pouco explorada, a abordagem personalizada com recurso a tecnologias e inteligência artificial tem a vantagem de alcançar uma grande escala com custos reduzidos. Em Telavive, Israel, há uma plataforma digital destinada aos pais com informações sobre serviços e atividades próximos da suas áreas de residência e até partilhas de ideias e boas práticas nos cuidados infantis.

Na África do Sul, o ChildConnect usa mensagens de telemóvel para promover um programa de desenvolvimento da linguagem. Os pais recebem três sms por semana com sugestões de atividades para praticar com os bebés e crianças. A mesma lógica é aplicada no programa MumConnect, que também usa o telemóvel para promover a saúde e bem-estar das grávidas.

4 – Recolha de dados

Plataformas digitais para agregar dados sobre população infantil – As cidades têm muita informação disseminadas por departamentos, direções gerais, regionais, autarquias e outros serviços, contendo informações sobre saúde, infraestruturas ou programas destinados à população infantil que poderiam ser agregadas em plataformas digitais.

Na cidade de Ontário, Canadá, o Child Wellbeing Dashboard, usado na região de Waterloo, informa os pais sobre os planos de expansão de redes de creches e jardins de infância. Em Istambul, Turquia, a Fundação de Estudos Económicos e a Universidade Kadir Has desenvolveram um mapa para localizar bebés e crianças mais vulneráveis, usando os preços dos imóveis como referência para os níveis de pobreza. O mapeamento serve para as autarquias saberem onde devem investir mais em políticas de primeira infância.

Kátia Catulo

1 em cada 5 crianças sofre de ansiedade e de depressão

Setembro 9, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Lucas Metz unsplash

Notícia e imagem do MAGG de 8 de maio de 2019.

por Miguel Lopes

É importante detetar o problema cedo, mas não é fácil em crianças com menos de 8 anos. Um estudo criou um algoritmo que promete ajudar.

A inteligência artificial já não pertence apenas aos filmes de ficção científica e agora está a ser testada com o propósito de detetar sintomas de ansiedade e depressão em humanos — mais especificamente, em crianças com menos de 8 anos.

De acordo com um estudo publicado no “Journal of Biomedical and Health Informatics”, citado pela “EurekAlert”, uma em cada cinco crianças sofre de ansiedade e de depressão. Como as crianças com menos de 8 anos não conseguem dar conta do seu sofrimento emocional, é preciso que os adultos consigam reconhecer o problema e agir depressa. E é aí que este tipo de tecnologia pretende focar.

“A maioria das crianças com menos de 8 anos não é diagnosticada [com este tipo de distúrbios]”, quem o diz é a psicóloga e uma das responsáveis pelo estudo, Ellen McGinnis. “São precisos testes rápidos e objetivos para ajudar as crianças quando elas estão a sofrer”, continua.

Foi então criado um algoritmo capaz de detetar este tipo de sintomas em crianças, onde foram avaliadas 71 miúdos entre os três e os oito anos.

Foi-lhes pedido que inventassem uma história de três minutos que iria ser avaliada por um júri. Depois de 90 segundos, soava uma campainha para apressar e tentar destabilizá-las.

O que os miúdos não sabiam era que o membro do júri era um dos psicólogos a trabalhar no estudo e que tinha como objetivo fazer comentários negativos sobre o que estava a ver.

“A tarefa foi projetada para ser stressante e para levar as crianças a acharem que alguém as estava a julgar”, afirmou Ellen McGinnis.

Além disso, as crianças foram ainda avaliadas através de uma entrevista clínica estruturada que depois foi complementada com um questionário realizado aos pais.

Ao que parece, o algoritmo funcionou de forma rápida e quase perfeita. “O algoritmo foi capaz de identificar crianças com distúrbios com 80% de precisão. Na maioria dos casos, isso foi facilmente comparado com a precisão da lista de verificação dos pais”, revelou o psicólogo e autor do estudo, Ryan McGinnis.

Segundo a mesma investigação, o algoritmo também identificou três características diferentes na gravação das histórias contadas pelas crianças — e que podem estar associadas a vários distúrbios psicológicos. São elas a baixa frequência da voz, a repetição de conteúdo e as respostas agudas ao ouvir a campainha.

Para a psicóloga Ellen McGinnis, o próximo passo vai ser “desenvolver o algoritmo e criar uma aplicação para os smartphones de forma a gravar e analisar os resultados mais rapidamente.” A ideia é alertar os pais o quanto antes para possíveis problemas dos filhos.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Giving Voice to Vulnerable Children: Machine Learning Analysis of Speech Detects Anxiety and Depression in Early Childhood

“Quer mesmo fazer esse comentário?” Instagram tem nova forma de combater o bullying

Julho 23, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 9 de julho de 2019.

Por Gonçalo Teles

Rede social quer que os utilizadores tenham o poder de moderar as suas caixas de comentários, dando-lhes também a possibilidade de “restringir” utilizadores com comportamentos abusivos.

As comunidades online podem ser lugares duros, principalmente no que diz respeito às caixas de comentários. A pensar nisso, o Instagram começa a implementar, a partir desta terça-feira, uma nova forma de tentar controlar e reduzir o número de comentários maliciosos e depreciativos publicados na rede.

O mecanismo é simples e tem duas dimensões: a do agressor a do visado. A primeira linha de defesa do Instagram é ativada quando o agressor tentar publicar um comentário depreciativo.

O Instagram vai utilizar a Inteligência Artificial para analisar o conteúdo do comentário depois da sua publicação e, se o identificar como depreciativo ou rude, vai perguntar ao utilizador: “Quer mesmo comentar isso?”, oferecendo a possibilidade de ‘anular’ o comentário em questão.

A segunda linha de defesa pertence ao utilizador afetado. A ‘vítima’ pode começar por “restringir” a capacidade do ‘infrator’ em comentar os conteúdos da sua autoria: esta opção faz com que os comentários feitos pelo ‘infrator’ sejam visíveis apenas para o próprio.

Qualquer outro utilizador não terá sequer conhecimento de que o comentário abusivo foi feito, a não ser que o utilizador atacado assim o permita. Assim, o utilizador é também o moderador da sua caixa de comentários.

Além disto, se o utilizador restringido enviar uma mensagem ao utilizador que tentou atacar, fica impedido de saber se a mensagem for lida, além de não conseguir ver se a sua ‘vítima’ está online. Com isto, o Instagram espera reduzir o medo que o utilizador atacado possa sentir em denunciar o infrator, diminuindo as linhas de contacto direto entre ambos, bem como o seu impacto.

“É nossa responsabilidade criar um ambiente seguro no Instagram. Esta tem sido uma prioridade importante para nós já há algum tempo e continuamos a tentar compreender e combater melhor este problema”, escreveu no blog do Instagram o coordenador da rede social, Adam Mosseri.

Inteligência artificial na educação: não a ignore, use-a bem! | artigo

Outubro 13, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Texto e imagem do blogue http://blogue.rbe.mec.pt/ de 19 de setembro de 2017.

por Sébastien Turbot* | Fonte: Porvir |

Como a chegada de novas ferramentas e algoritmos pode transformar a experiência mão na massa e tornar a aprendizagem mais profunda e relevante

“A combinação de humanos com máquinas não é o futuro, é o presente”, disse o xadezista russo Garry Kasparov numa recente palestra TED.

E esse “presente” está a transformar o mundo da educação em ritmo acelerado. Com as crianças cada vez mais a usar tablets e a programação a ser incluída nos currículos nacionais por todo o mundo, a tecnologia está a tornar-se parte integrante das salas de aula, tal como o giz e o quadro negro.

Já testemunhámos o aumento e o impacto da tecnologia da educação, especialmente através de uma multiplicidade de plataformas de aprendizagem adaptativa, como Khan Academy e Coursera, que permitem aos alunos aprimorar as suas habilidades e conhecimento.

E agora a realidade virtual (VR, na sigla em inglês) e a inteligência artificial (AI, também em inglês) estão a ganhar força. Um recente relatório do grupo editorial britânico Pearson decifra como a inteligência artificial transformará positivamente a educação nos próximos anos. Segundo os autores do relatório, “o futuro oferece o potencial de ferramentas e apoio ainda maiores. Imagine companheiros de aprendizagem ao longo da vida alimentados por AI que possam acompanhar e apoiar estudantes individuais ao longo de seus estudos – dentro e além da escola – ou novas formas de avaliação que medem a aprendizagem enquanto ela está a ocorrer, moldando a experiência de aprendizagem em tempo real”.

Na verdade, os altos custos continuam a ser um desafio, mas o dia em que as ferramentas de inteligência artificial e realidade virtual serão tão acessíveis quanto os smartphones e os computadores de mesa não está longe.

As máquinas inteligentes estão a desempenhar um papel importante na entrega de conhecimentos personalizados e relevantes aos alunos, onde e quando necessário. Por exemplo, a Content Technologies Inc., uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial baseada nos Estados Unidos, está aproveitando a aprendizagem profunda para entregar livros personalizados. A empresa lançou Cram101 e JustFact101 para transformar livros de texto feitos há dezenas de anos em guias de aprendizagem inteligentes e relevantes, tornando o tempo de estudo eficiente.

Além disso, a aprendizagem agora está-se a transformar numa experiência verdadeiramente imersiva dentro e fora da sala de aula. Como curador de conferência, planeio vivências com atividades imersivas para oferecer aos participantes experiências memoráveis, deixando-os com um forte desejo de voltar no ano seguinte.

E como educador, acredito que a mesma estratégia tem o poder de estimular criatividade, engajamento e resultados de aprendizagem mais fortes entre os meus alunos. Mas, durante décadas, a aprendizagem experimental foi confinada a experiências científicos no arcaico laboratório da escola ou a trabalhos de férias de verão. Mas com realidade virtual e inteligência artificial, a aprendizagem experiencial ou mão na massa tem um significado totalmente novo.

Uma variedade de ferramentas de realidade artificial, incluindo o HoloLens, da Microsoft, Oculus Rift, do Facebook, ou o Google Expedition estão a traduzir aulas tradicionais em experiências de significado do mundo real.

Imagine uma sala cheia de estudantes explorando o naufrágio do Titanic, a ver dinossauros a caminhar ao redor deles, descobrindo a Amazônia ou simplesmente aterrando na lua como astronautas – que salto gigante na educação?!

“Estamos a afastar-nos simplesmente de “aprender” um assunto ou tópico para “sentir” o conteúdo. Essa não é simplesmente uma ferramenta de engajamento ou um truque, ela permite que um aluno explore, experimente ou seja envolvido em algo, como se estivesse realmente presente naquele ambiente ou lugar “, escreveu recentemente Graeme Lawrie, diretor de inovação e extensão na escola Sevenoaks, que fica no Reino Unido.

E os estudantes não são os únicos beneficiários.

Os sistemas de tutoria inteligentes, como o Carnegie Learning ou o Third Space Learning, ajudam os professores a libertar-se da abordagem “tamanho único”. Essas plataformas individuais de tutoria utilizam o big data e ferramentas de análise de aprendizagem para fornecer aos tutores retornos avaliativos em tempo real sobre desempenho, pontos fortes e fracos dos alunos. O retorno avaliativo ajuda os professores a determinar as necessidades exatas de aprendizagem, as falhas em habilidades de cada aluno e fornecer orientação suplementar.

Muitas vezes ouço especialistas dizerem que “a tecnologia piorou os maus professores. Portanto, não há dúvida de que precisamos continuar a investir em formação e desenvolvimento profissional. Nenhuma máquina pode substituir professores humanos, mas pode salvá-los de desmoronar sob pressão. Lembram-se do professor da Universidade de Georgia Tech (EUA) Ashok Goel, que usava o assistente Jill Watson construído a partir de inteligência artificial? Trata-se de uma ilustração de como as máquinas inteligentes ajudarão a transição dos professores do sábio no palco para assumirem o papel de mentores e facilitadores.

Para Thomas Arnett, escritor do Instituto Clayton Christensen, “Em vez de ver o progresso tecnológico como uma ameaça, professores e líderes educacionais devem aproveitar as várias maneiras pelas quais a tecnologia pode melhorar seu trabalho”.

Arnett acredita que a automação ajudará a simplificar as tarefas básicas de ensino e ajudar os líderes escolares a lidar com os principais desafios para a instrução de qualidade – a saber, diferenças na qualidade dos professores, interesses diversos de estudantes e o acumular de expectativas colocadas sobre os professores.

“Inovações que tornam commodity algumas habilidades dos professores também fornecem ferramentas para aumentar a eficácia de professores não-especialistas e especialistas para novos patamares e se adaptarem às novas prioridades de uma força de trabalho e sistema educacional do século 21″, escreve Arnett em seu relatório Teaching in the Machine Age (Ensino na era da máquina).

Neste relatório, Arnett também discute o potencial da inteligência artificial para reconhecer e desenvolver professores de alto potencial. “Os pesquisadores podem identificar os professores com chance de atingir alta qualidade no futuro com base nas observações, em respostas questionários preenchidos por alunos e nas notas das provas, mas são muito menos bem-sucedidos na identificação das características de professores eficientes ou na elaboração de um caminho claro para os preparar e desenvolver”.

E o mais importante, além do domínio do conteúdo, os professores serão capazes de ajudar os seus alunos a desenvolver as tão necessárias habilidades não-cognitivas do século 21, como confiança e criatividade.

A imagem que eu projeto neste artigo pode parecer excessivamente otimista para muitos.

Na verdade, a inteligência artificial e a tecnologia educacional não são uma panaceia para desafios sistémicos. A inteligência artificial pode acabar não sendo o próximo salto gigante na educação e, obviamente, trará o seu próprio conjunto de problemas e desvantagens.

Mas não vamos ignorar os seus pontos fortes inatos que poderiam ajudar a resolver as flagrantes lacunas no ensino e na aprendizagem que estamos a lutar para resolver há décadas.

adapatdo do português do Brasil.

Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!

Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!. (2017). PORVIR. Retrieved 19 September 2017, from http://porvir.org/inteligencia-artificial-na-educacao-nao-ignore-faca-bom-uso/

*Sébastien Turbot é o curador e diretor de programas globais no WISE (World Innovation Summit for Education) da Qatar Foundation. Siga-o no Twitter: @sturbot

 


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