Há jogos tradicionais para redescobrir num novo livro

Agosto 13, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Texto e imagem da Time Out

“Antigamente é que era!” A expressão que os mais velhos insistem em repetir é capaz de receber um revirar de olhos dos miúdos. Mas, desta vez, garantimos que vale a pena viajar no tempo para conhecer as brincadeiras do passado à boleia do novo livro Os Jogos da Minha Infância, que chegou às livrarias mesmo a tempo do Dia dos Avós.

Lembra-se da última vez que jogou à carica? E à macaca ou ao pião, à cabra-cega ou à corda? Há quanto tempo não faz pontaria com um berlinde, malabarismos com um prego na praia ou uma corrida com pneus? No Dia dos Avós, esta sexta-feira, o Palácio Baldaya desafia as famílias a alinharem numa actividade gratuita (mas com inscrição obrigatória) que se chama “Jogos de Ontem, Brincadeiras de Hoje”. A partir das 16.30, alfacinhas maduros e alfaces verdinhas são convidadas a fazer a dança das cadeiras, a atirar bolas a latas e a fazer a corrida de sacos.

Eles não fazem ideia do que é a corrida de sacos porque passam a vida agarrados ao tablet? O novo livro Os Jogos da Minha Infância, da editora Guerra e Paz (112 págs, 9€), dá uma ajuda, descrevendo as regras desta e de outras brincadeiras tradicionais:

“1. Define-se a distância a percorrer e as linhas de partida e de chegada. Cada jogador vai para dentro do seu saco (preferencialmente de serapilheira), mantendo-se na posição vertical, e segura-o com as duas mãos. 2. Ao sinal de partida, inicia-se a corrida dentro dos sacos. Ganha o primeiro a atingir a meta. Quem sair de dentro do saco durante o percurso será desclassificado.” Simples e divertido.

Os Jogos da Minha Infância

Deixamos-lhe mais três jogos tradicionais do livro para brincar com os avós esta sexta-feira ou para aproveitar as férias grandes ao ar livre – e longe, muito longe do tablet.

Macaquinho do Chinês

Para 3 ou mais jogadores.

Procura-se um local com uma parede (ou muro) e livre de obstáculos. Marca-se uma linha de partida paralela à parede, a uma distância de 12-15 metros.
Escolhe-se um dos jogadores para ficar virado para a parede, de costas voltadas para os outros jogadores, enquanto estes se posicionam junto à linha de partida.
Para iniciar o jogo, o jogador junto à parede deve dizer rapidamente “1, 2, 3, macaquinho do chinês!” enquanto bate ritmicamente com as palmas das mãos na parede. Ao mesmo tempo, os restantes deslocam-se o mais depressa possível em direcção à parede.
Assim que o jogador junto à parede acaba de dizer a frase, volta-se para os outros jogadores, tentando apanhá-los ainda em movimento. Por isso, estes devem ter muito cuidado, parando assim que a frase termina, pois, se forem vistos a mexer-se, regressam à linha de partida.
O jogador junto à parede volta-se de novo para esta e repete a frase, enquanto os outros tentam avançar mais, em direcção à parede. Ganha o primeiro que conseguir chegar à parede e tocar nela sem ser visto.

Camaleão

Para 3 ou mais jogadores.

Escolhe-se um jogador para ser o “camaleão”, que ficará a alguns passos de distância dos outros no início do jogo.
Para começar, o “camaleão” grita: “Camaleão!” Os outros jogadores perguntam: “De que cor?”
O “camaleão” responde com a cor que quiser (por exemplo, azul), e corre para apanhar um dos jogadores, enquanto todos fogem, procurando algo que tenha a cor seleccionada. Se tocarem em algum objecto com essa cor, ficam a salvo do “camaleão”, que não os pode apanhar, mesmo que os alcance. O que for apanhado passa a ser o próximo “camaleão”.
Se o “camaleão” responder “cor de burro quando foge” em vez de uma cor, os jogadores devem ficar quietos, não podendo fugir. Neste caso, quem se mexer perde e passa a ser o novo “camaleão”.

Macaca

Para 2 ou mais jogadores.

1. Com o giz, desenham-se 8 quadrados no chão, dispostos e numerados.

2. O primeiro a jogar atira a pedra para a primeira casa. Ao pé-coxinho, salta de casa em casa, sem pisar a que tem a pedra. Nas casas 4 e 5 e 7 e 8, pode pousar os dois pés em simultâneo. Faz o percurso todo até à última casa e regressa, apanhando a pedra. Deve repetir o mesmo processo até chegar ao último patamar.

3. Quem se desequilibrar, tocar nas linhas da macaca, deixar cair a pedra ou não acertar com a pedra na casa do número correcto, perde. Quando um jogador conseguir percorrer todas as casas, deve colocar-se no fim da macaca, de costas, e atirar a pedra para uma casa qualquer. A partir desse momento, apenas esse jogador poderá pisar essa casa e descansar nela. Ganha quem conseguir mais casas.

mais informações no link da editora:

https://www.guerraepaz.pt/pt/inicio/562-os-jogos-da-minha-infancia.html

Portugal a Brincar : Relatório do brincar de crianças portuguesas até aos 10 anos – 2018

Maio 30, 2019 às 8:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Descarregar o relatório no link:

https://estrelaseouricos.sapo.pt/backoffice/files/file_20677_1_1556883880.pdf

Reportagem sobre a 1ª Conferência Estrelas & Ouriços : As crianças portuguesas brincam pouco

Maio 30, 2019 às 8:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do site Estrelas & Ouriços

O encontro estava marcado para as 9.30h, em Cascais, para debater um tema essencial e transversal ao desenvolvimento – como brincam hoje as crianças portuguesas e em que adultos se tornarão amanhã. O painel de oradores foi de luxo, pelo domínio do tema, pela entrega e pelo sentimento comum da urgência de brincar por uma sociedade mais bem sucedida. As conclusões são preocupantes: as crianças brincam em média (apenas) 2 a 3 horas por dia, a maior parte do tempo na escola, pouco ao ar livre e ainda menos com os pais.

“Esta primeira conferência da Estrelas & Ouriços é uma homenagem a todas as crianças”. Assim abriu o evento – que reuniu pais, professores, profissionais de serviços educativos, psicólogos e especialistas das diferentes áreas ligadas ao universo da família e da criança – na Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, pelo diretor-geral executivo da revista, Francisco Camacho. Estava dado o pontapé de saída para um “jogo” cheio de lances fortes e de propostas com potencial vencedor.

Foi o caso de Frederico Manuel Pinho de Almeida – vereador da Câmara Municipal de Cascais com os pelouros da Habitação e Desenvolvimento Social, Promoção de Saúde e Educação – que, depois de se congratular com o facto de a conferência ter aberto o Mês do Brincar em Cascais, partilhou as práticas que a Câmara Municipal de Cascais tem vindo a implementar neste âmbito, nomeadamente o Programa “Crescer a Tempo Inteiro” bem como o alargamento da rede de Ludobibliotecas e Ludotecas (16 e 5 equipamentos respetivamente).

Da prática ao estudo, Rui Mendes, coordenador do “Portugal a Brincar: Relatório do brincar de crianças portuguesas até aos 10 anos – 2018” apresentou este estudo que serviu de ponto de partida para a conferência. O professor da Escola Superior de Educação de Coimbra partilhou o palco com Ana Lourenço, psicóloga do setor de atividade lúdica do Instituto de Apoio à Criança, Madalena Nunes Diogo, diretora geral da Estrelas & Ouriços e Dulce Garcia – a jornalista, autora, editora e mãe brindou o público com uma moderação de debates que oscilou entre provocações saudáveis e interpelações pertinentes para passar a palavra aos oradores.

Brincar: quando, onde, com quem?

Quanto tempo brincam as crianças portuguesas? Onde brincam? Com quem brincam? Como brincam as crianças na Escola? Qual o papel dos brinquedos? Brincar e as tecnologias. Brincadeiras e jogos tradicionais. Estas são as bases do referido estudo – realizado numa parceria entre a Escola Superior de Educação de Coimbra, o Instituto de Apoio à Criança e a Estrelas & Ouriços – que procura não só dar a conhecer quais as tendências relacionadas com o brincar em Portugal, mas também sensibilizar a população para a importância do brincar e da promoção de hábitos de brincar.

Já em 2011 o Parlamento Europeu havia proposto algumas estratégias para que o brincar seja mais valorizado e para que, tanto as crianças como os adultos, possam usufruir ao máximo dos seus benefícios. Assim, esta organização sugere que se promova não só a consciência sobre a importância do brincar, mas que haja também uma mudança de atitudes face a esta atividade. Propõe-se a melhoria nos tempos e espaços que possam promover a brincadeira e a criação de condições para que as crianças arrisquem de forma segura e desenvolvam a sua resiliência.

Com base em inquéritos a cerca de 1.500 pessoas, com 39 anos de média de idades e maioritariamente do sexo feminino (92,6%), o estudo retirou algumas conclusões preocupantes, duas das quais: as crianças brincam pouco – a média é de 2 a 3 horas (25%) por dia – nomeadamente ao ar livre, em contacto com a Natureza, concentrando-se o maior tempo de brincadeira na escola.

Foi neste ponto que Ana Lourenço, do Instituto de Apoio à Criança reforçou a necessidade que sente de voltar ao brincar da infância dos que hoje são pais – o sucesso para uma criança é estar com o outro, brincando. E assim se trabalha a empatia, tão cara à nossa Sociedade.

“A brincadeira não é só necessária como vital”, lembrou Madalena Nunes Diogo, referindo a forma como os parceiros têm acompanhando esta necessidade, indo ao encontro das famílias, com atividades tão diversas que vão da robótica à pintura, e que respeitam disponibilidades físicas, mentais e económicas destas mesmas famílias, a quem a Estrelas & Ouriços há 10 anos serve e facilita a vida, divulgando diferentes tipologias de atividades.

Aquando da reestruturação da revista, em outubro de 2019, a Estrelas & Ouriços teve inclusive a preocupação de dar mais visibilidade à sua secção “Parques e Ar Livre”, depois de auscultar os pareceres, os gostos e as necessidades do público para quem trabalha.

Dos grandes aos pequenos oradores, Beatriz, de 9 anos, João, de 7, e Madalena, de 6, foram unânimes a responder à questão da preferência de brincar ao ar livre. Brincar às escondidas, jogar à bola e brincar com bonecas foram algumas das brincadeiras apontadas pelas crianças presentes na sala.

Famílias, escolas e cidades portuguesas pouco ativas

Carlos Neto foi das primeiras vozes a chamar a atenção dos portugueses para a extrema importância do brincar e para os seus efeitos benéficos no desenvolvimento das crianças. Professor Catedrático na Faculdade de Motricidade Humana (FMH) da Universidade de Lisboa, continua, algumas décadas depois desses primeiros alertas, a ser a figura de referência em Portugal quando se fala de brincar.

Foi da sua boca que ouvimos que tanto as famílias como as escolas e as cidades portuguesas não são ativas, o que contribui diretamente para que as crianças sejam pouco ativas e mais destinadas ao insucesso.

A maioria dos pais, segundo o especialista, não valoriza a parte física do brincar, referindo mesmo que “para os pais, o que entra na escola é só a cabeça e não o corpo todo”. São estes mesmos pais que trabalham demasiadas horas e que não têm tempo para os filhos, embora o desejem – 37 minutos é o tempo diário que lhes sobra; são estes pais que têm medo que as crianças se confrontem com o risco; pais cansados, que dificilmente conseguirão educar crianças saudáveis e felizes, “situação deveras preocupante”.

O que fazer? Apelar ao papel do Estado central e do Estado local para que possa dar maior liberdade aos pais, fomentar uma relação de maior amor entre pais e filhos, fomentar a importância de brincar na rua (nos países nórdicos, independentemente do clima, as crianças brincam 7 a 8 horas lá fora) e evitar “encharcar” as crianças de brinquedos, nomeadamente para colmatar a falta de tempo com presentes.

Em suma, para Carlos Neto, brincar mais significa desenvolver no futuro: maior sentido crítico e uma maior capacidade de resolver problemas, de trabalhar em equipa e de comunicar; melhores competências espirituais e melhores dinâmicas de agir.

É preciso, na opinião do professor e investigador: viver mais devagar, ter tempo para não fazer nada, trabalhar a introspeção, a consciência de si próprio e da Natureza, a dinâmica de superação de forma a que a saúde mental dos adultos possa passar para as crianças a quem deve ser dado todo o tempo e espaço para brincar, “dinâmica biológica” que estamos a encaminhar para uma crise.

Quando a tecnologia se senta à mesa

A abrir a segunda mesa redonda, Rosário Carmona e Costa não perdeu tempo a detetar sintomas e doenças associadas. “Quando os miúdos começam a falhar nas competências humanas, percebemos que podem estar demasiado ligados”, defendeu a psicóloga clínica.

Com alguma tensão (saudável) com a oradora anterior, Jorge Vieira, da Nintendo, afiançou que “antes de falar das novas tecnologias, é preciso falar do nosso papel enquanto pais”. O também pai relembrou a importância que pode ter em matéria de diversão, a família jogar em conjunto.

Onde também se pretende que a família se junte é na cozinha, como sugeriu Ana Leonor Perdigão, responsável pela Unidade de Nutrition, Health and Wellness da Nestlé Portugal. Associar emoções positivas aos alimentos é fundamental, mas também perceber de onde vêm e confecioná-lo. Esta é uma forma de as crianças se familiarizarem com os alimentos ainda antes de lhes chegarem ao prato.

“As crianças que são envolvidas na confeção dos alimentos são mais disponíveis para comer e experimentar coisas diferentes”, defende a nutricionista. Levá-las ao supermercado – onde acontecem “explosões de sabores e aromas” – pode ser também uma hipótese de criar um momento lúdico, ao mesmo tempo que se vai ao encontro da logística lá de casa.

Dicas muito interessantes a reter sem o mínimo objetivo de causar angústia nos pais. Foi Domingos Amaral quem trouxe a palavra para cima da mesa para referir que, hoje em dia, e é algo que observa no exercício do seu cargo de presidente da direção da Escola Avé Maria, os pais vivem cada vez mais angustiados com o que de mal possa acontecer aos seus filhos. Mas o que fazer? «Deixá-los brincar. A vida é risco, não há outra maneira de o fazer!».

Depois de um momento de intervenções do público, Lina Varela – da Direção-Geral da Educação fechou a 1ª Conferência Estrelas & Ouriços afirmando que “deve haver complementaridade entre brincar e aprender”.

E assim soou a despedida da Estrelas & Ouriços: “Brinquem sempre!”.

Obs.: A 1ª Conferência Estrelas & Ouriços contou com o apoio de vários parceiros – Maria do Mar, Nesquik, MEO, Associação Mutualista Montepio, RTP, Antena 1 e Casa das Histórias Paula Rego.

 

Ludi’Cidade 2019 – 24, 25 e 26 maio no Porto

Maio 21, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/456543315081214/

 

10 Motivos para brincar à Macaca

Março 11, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Imagem retirada daqui

 

Comemoração do Dia Mundial da Criança no Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas – 1 de Junho, «Romano por um dia» Acesso Gratuito

Maio 13, 2018 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Comemoração do Dia Mundial da Criança
1 de Junho, Sexta-feira | «Romano por um dia» | Acesso Gratuito

Aprender a brincar!

A partir de uma visita às ruínas da villa romana de São Miguel de Odrinhas, as crianças vão entender como se vivia a infância na época romana e encontrar semelhanças e diferenças entre o presente e o passado.

Brincar com os mesmos jogos das crianças romanas – pião, ossinhos, nozes e berlinde – saltar à corda, jogar à cabra cega, fazer corridas com cavalinhos de madeira, vestir uma túnica e usar ao pescoço uma bula, serão as actividades propostas.

Os participantes serão ainda desafiados a aprender os jogos romanos do Alquerque, do moinho e da tábula.

Neste dia tão especial o Museu pretende proporcionar momentos de alegria, emoção, criatividade e partilha. Absolutamente a não perder!

Grupos escolares: Das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00
Famílias: Das 16h00 às 17h30
Acesso: Gratuito, mediante marcação (número de participantes limitado).

Informações e reservas:
Tel.: +351 21 960 95 20
E-mail: dbmu.masmo.divulgacao@cm-sintra.pt

https://www.facebook.com/museuarqueologicodesaomigueldeodrinhas/

 

Ludi’Cidade 2018 – 26 a 28 maio no Porto

Maio 13, 2018 às 6:28 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/147601489427962/

 

Páscoa nas Bibliotecas de Loures – 27 de março a 6 de abril

Março 17, 2018 às 5:34 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-loures.pt/Conteudo.aspx?DisplayId=3972

Ludi’Cidade 2017 – 20, 21 e 22 de Outubro no Porto

Outubro 18, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/AssociacaoLudotecasPorto/

Jogos da nossa infância

Setembro 26, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site https://pumpkin.pt/

Jogo do Mata.

O nome é pouco amigável, mas prometemos horas de diversão. Só precisam de uma bola e de fazer duas equipas com o mesmo número de jogadores. Se for preciso, convidem os amiguinhos, os primos ou desafiem mais adultos a participar. Vão adorar voltar à infância e ainda fazem exercício.

Regras.

O objetivo do jogo é “matar” todos os jogadores da equipa adversária (e tentar não morrer!). Só se pode jogar com as mãos.

O jogo não tem duração definida: quando uma equipa eliminar todos os jogadores adversários, podem recomeçar.

Só precisam de uma bola, preferencialmente mais pequena do que as típicas bolas de futebol.

Delimitem o espaço de jogo em quatro áreas: dois meios-campos e duas áreas mais pequenas no fim de cada lado (área do piolho).

Cada equipa ocupa o seu meio-campo, com excepção do jogador que será o piolho e que ocupará essa área na zona do piolho instalada no meio-campo da equipa contrária.

Os jogadores que estão no meio-campo têm que trocar passes com o piolho. Quando atingirem os 10, e se a bola não cair no chão, podem tentar “matar” um adversário.

Um jogador “morre” quando a bola lhe acerta.

O primeiro jogador de cada equipa a “morrer” substitui o piolho inicial. À medida que outros jogadores vão morrendo, ocupam também a área do piolho, mas já não podem regressar ao meio-campo nem agarrar a bola.

Bota Botilde/Limão.

Quem é que não se lembra da Bota Botilde, a famosa mascote do programa de televisão “1, 2, 3”? Este fenómeno de audiências transversal a todas as idades teve tal impacto que nos anos 80 todas as crianças andavam com a bota botilde no pé… mas não era calçada!

A Bota Botilde era um brinquedo que não só promovia a agilidade e a condição física, como potenciava a vontade de ultrapassar desafios e estabelecer recordes. A mecânica é muito simples: uma corda tem na extremidade uma argola (que se coloca no tornozelo) e na outra tem uma, no caso, bota. A criança só tem que fazer rodar o brinquedo, saltando por cima da corda sem pisar a outra extremidade.

Infelizmente a Bota Botilde já não existe, mas pode encontrar no mercado alternativas mais modernas e igualmente divertidas: Skip It e Argola de Pé para saltar.

Acha que consegue dar mais saltos do que eles?

Jogo do Prego.

Regras.

Vão precisar de um prego com entre 15 a 20 cm de diâmetro, e de um espaço com areia solta onde possam jogar. Podem comprar o prego em qualquer loja de ferragens (o nosso custou 20 centimos).

O objectivo é espetar o prego na areia pelo bico, atirando-o como mandam os desafios:

O prego, depois de atirado à areia, tinha que ficar espetado, e contava como válido, desde que tivesse o topo fora da areia – ou seja, desde que o topo não estivesse em contacto com a areia, o que implicava que não estivesse caído, na horizontal. Se o jogador não fosse bem sucedido, e o prego tivesse caído, passava o “jogo” para o seguinte, iniciando uma nova série com as várias posições indicadas.

Para os jogadores mais avançados há o nível à espanhola, em que a série acima é feita pegando no prego ao contrário, pela cabeça, o que implica uma pirueta no ar antes da aterragem do prego.

Berlinde.

Para jogar ao berlinde não existem leis universais. Os jogos variam de país para país, de cidade para cidade, de rua para rua. Conta a criatividade das crianças e a memória dos pais.

No entanto, os mais comuns são talvez o jogo “dos buraquinhos” ou “dos círculos”: podem cavar vários buraquinhos ou desenhar círculos no chão. Os jogadores devem, com um impulso do polegar, acertar no alvo.  Os jogadores seguintes devem tentar acertar no berlinde dos companheiros, e se conseguirem retirá-los do círculo/buraco, podem ficar com eles.  Vence aquele que ficar com mais berlindes no fim.

Jogo do Fio.

Um fio de lã ou um cordel pesca e temos diversão assegurada durante horas. A sequência de movimentos parece infinita e é muito desafiante tentar ter uma nova ideia para passar o fio para as nossas mãos sem destruir as formas anteriores.

Os miúdos rapidamente aprendem e adoram!

Talvez seja difícil entender com as palavras, mas o vídeo dá algumas pistas. Conseguem reproduzir?

Macaquinho do chinês.

Um jogo divertido para fazer em qualquer lugar (até numa piscina!)

Junto e de frente para uma parede está um jogador, de costas voltadas para os outros participantes. Este jogador vai dizer “um, dois, três, macaquinho do chinês”

Enquanto esta frase é dita os jogadores deslocam-se o mais depressa possível para a parede.

Quando o jogador terminar a frase volta-se para os participantes do jogo.

Os jogadores que forem apanhados em movimento regressam ao ponto de partida.

Ganha o primeiro que conseguir tocar na parede ou no jogador da frente sem ser visto.

 

 

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