30 anos da Convenção sobre os Direitos da Criança – 29 de outubro de 2019 na Fundação Calouste Gulbenkian

Agosto 1, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

O programa da conferência será divulgado posteriormente.

Portugal em 2.ª lugar na proteção dos direitos da criança.

Junho 6, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia do SNS de 31 de maio de 2019.

Portugal está no 2.º lugar no Top 10 do KidsRights Index (índice de proteção dos direitos da criança), de acordo com o relatório de 2019 da organização internacional dos direitos da criança KidsRights, em parceria com Universidade Erasmus de Roterdão, divulgado no âmbito da Convenção dos Direitos da Criança. Nas questões de saúde, Portugal ocupa a 3.ª posição.

KidsRights Index é um indicador que classifica a adesão dos países, a nível mundial, às recomendações e esforços na melhoria dos direitos das crianças. O ranking global anual dos desempenhos dos países em relação aos direitos das crianças avaliou, em 2019, um total de 181 países, sendo que as cinco primeiras posições ficaram para Islândia, Portugal, Suíça, Finlândia e Alemanha, respetivamente.

A análise assenta em 23 indicadores, 16 quantitativos e sete qualitativos, agrupados em cinco domínios: direito à vida, direito à saúde, direito à educação, direito à proteção e criação de um ambiente favorável ao cumprimento dos direitos da criança.

A pesquisa baseia-se em dados dados quantitativos publicados e regularmente atualizados pela Unicef e dados qualitativos publicados pelo Comité dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) para todos os países signatários da Convenção sobre os Direitos da Criança da ONU.

Sobre a KidsRights

KidsRights é uma organização não-governamental internacional que promove o bem-estar e defende os  direitos de crianças em situação de vulnerabilidade no mundo todo.

Para saber mais, consulte:

KidsRights Foundation > https://www.kidsrightsindex.org/– em inglês

 

Ciclo de Cinema e Debates Sobre os Direitos das Crianças – FLUP – 24 abril, 22 maio, 6 junho e 27 junho

Abril 22, 2019 às 4:10 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/427672957775849/

 

Exposição dá a conhecer os direitos das crianças… a brincar

Abril 4, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia do Diário de Aveiro de 29 de março de 2019.

Aniversário do IAC: há 36 anos ao serviço da Criança

Março 14, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

No dia 14 de março assinala-se o 36º aniversário da criação do INSTITUTO DE APOIO À CRIANÇA presidido pela Drª. Dulce Rocha. O IAC é uma instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, criada em 1983 por um grupo de pessoas de diferentes áreas profissionais – médicos, magistrados, professores, psicólogos, juristas, sociólogos, técnicos de serviço social e educadores.

Desde 1983 que o Instituto de Apoio à Criança tem sido uma importante realidade ao serviço da criança, da família e da comunidade, especialmente para muitas crianças o suporte que lhes falta, o garante dos seus direitos, interesses e necessidades. Sabemos que não vamos resolver todos os problemas das crianças em perigo, mal-amadas, desaparecidas e exploradas sexualmente e que sofrem tão dolorosamente as consequências de uma sociedade tantas vezes desumanizada e injusta socialmente.

Como dizia o Dr. João dos Santos, sócio-fundador do Instituto de Apoio à Criança “o destino do homem determina-se na forma como é gerado, no calor dos braços que se lhe estendem, na ideologia que o envolve e na liberdade que lhe é proporcionada para imaginar, experimentar e pensar.

http://www.iacrianca.pt/

 

Exposição Itinerante “Crianças no Mundo com Direitos” do IAC – CEDI, inaugura amanhã em Coruche

Dezembro 7, 2018 às 3:30 pm | Publicado em CEDI | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Texto do Facebook da Câmara Municipal de Coruche.

Inaugura amanhã, pelas 10h00, na Galeria do Mercado Municipal de Coruche o programa “SOMOS CRIANÇAS SOMOS SOLIDÁRI@S” constituído pela exposição do Instituto de Apoio à Criança “Crianças no Mundo com Direitos”, Mostra de Educação Artística e Ambiental de várias associações locais e lançamento da campanha de angariação de bens para crianças (livros, brinquedos, materiais didáticos para a prática artística).
A iniciativa conta com o patrocínio oficial da Comissão Nacional da Unesco, a qual contempla a realização de diversos ateliers e atividades no âmbito da Educação Artística e Ambiental – Unesco, com forte enfoque nos direitos humanos e das crianças, e cujos trabalhos artísticos resultantes desses ateliers serão expostos na Galeria Municipal, sendo, portanto, um espaço evolutivo, onde cada criança dará o seu contributo.

Mais informações sobre a exposição no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/recursos-pedagogicos/criancas-no-mundo

 

Direitos das Crianças: Primeiro «currículo» que a escola deve dar é «eu estou cá para ti» – Helena Barreto

Dezembro 3, 2018 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Agência Ecclesia

Notícia e imagem da Agência da Ecclesia de 20 de novembro de 2018.

Professora alerta para a situação de muitos meninos e meninas que hoje ainda vivem privadas dos direitos mais básicos.

Lisboa, 20 nov 2018 (Ecclesia) – A professora Helena Barreto, que tem dedicado vários projetos ao estudo da integração social de crianças, destaca a importância de as escolas privilegiarem mais a parte afetiva da relação, sobretudo quando estão em causa alunos de contextos mais desfavorecidos.

Em entrevista à Agência ECCLESIA, no âmbito do Dia Internacional dos Direitos das Crianças, que se assinala hoje, a docente sublinha que o primeiro “currículo” que os professores devem trabalhar com as crianças é “eu estou cá para ti, eu acredito em ti, tu és capaz”.

Helena Barreto realça ainda que apesar de a Declaração dos Direitos das Crianças ter sido proclamada a 20 de novembro de 1959, e a Convenção dos Direitos da Criança ter sido adotada em 1989, ainda existem hoje “muitas crianças” que “nem sabem da existência dos direitos”.

Meninos e meninas que estão “entregues a elas próprias, que crescem sozinhas, sem ajuda, sem o direito muitas vezes a dizer mãe e pai”.

“Eu tenho-me deparado com situações tão especiais que às vezes me levam a refletir sobre se estas crianças estão mesmo a usufruir dos direitos básicos, como o direito à educação, a aprender, o direito a brincar, acima de tudo o direito à liberdade”, assinala a professora, que defende um maior cuidado do sistema educativo a estas questões.

Para que os docentes, antes de entrarem na parte curricular propriamente dita, tenham tempo para perceber a realidade de cada criança que têm à sua frente, os seus problemas e dificuldades, a sua história, e sobretudo transmitir-lhes o “afeto” de que precisam, para que elas saibam que “têm direito” a isso.

“Eu como professora que tenho que cumprir currículo também, todos os anos faço esta reflexão e deparo-me com esta questão”, admite Helena Barreto, para quem “não há educação sem afeto”.

“Quando integro uma turma, independentemente do tempo que ficar por lá, a minha preocupação é olhar para a criança e caminhar com ela”, acrescentou.

A Convenção sobre os Direitos da Criança foi adotada há 26 anos, no dia 20 de novembro, e para comemorar esta data a UNICEF criou o Dia Internacional dos Direitos da Criança, repleto de ações solidárias, com vista a contribuir para o respeito dos direitos de todas as crianças, em todo o mundo.

“Muitas vezes as crianças procuram na escola a afetividade que não existe em casa”, lamenta a professora Helena Barreto.

A entrevista à docente, no âmbito do Dia Internacional dos Direitos da Criança que se assinala esta terça-feira, pode ser acompanhada esta tarde, a partir das 15h00, no Programa ECCLESIA na RTP2.

JCP

https://www.youtube.com/watch?v=lxWgO0u3Ky8

 

 

“Desigualdade à nascença” é a principal ameaça aos direitos das crianças

Novembro 28, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Notícia do Público de 20 de novembro de 2018.

Natália Faria

Dia Internacional dos Direitos da Criança assinala-se nesta terça-feira. Directora do Pordata lembra que a escola não está a conseguir atenuar as desigualdades “à velocidade necessária” para que determinismos sociais “terríveis” se apaguem.

Da morte à ignorância, passando pela pobreza, quais são as principais ameaças às crianças portuguesas, 59 anos volvidos desde a proclamação da Declaração dos Direitos da Criança, pela Assembleia Geral das Nações Unidas? “A pobreza e a ignorância andam associadas, porque sabemos que o sucesso escolar e o desempenho das crianças não são indiferentes ao meio em que nascem”, responde a demógrafa Maria João Valente Rosa.

Da morte à ignorância, passando pela pobreza, quais são as principais ameaças às crianças portuguesas, 59 anos volvidos desde a proclamação da Declaração dos Direitos da Criança, pela Assembleia Geral das Nações Unidas? “A pobreza e a ignorância andam associadas, porque sabemos que o sucesso escolar e o desempenho das crianças não são indiferentes ao meio em que nascem”, responde a demógrafa Maria João Valente Rosa.

Eliminar esta “desigualdade à nascença” das crianças deve surgir no primeiro lugar da lista de prioridades dos decisores políticos em Portugal, país em que “subsistem determinismos sociais que impedem que todas as crianças estejam em iguais circunstâncias na sua trajectória”, defende a também directora do Pordata – portal estatístico da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Em Portugal, a pessoa tem mais sorte ou mais azar consoante o sítio e a família em que nasce: os rendimentos e o capital social de que esta dispõe… E não pode ser. A sorte e o azar não podem continuar a ser os determinantes na trajectória das nossas crianças, e nós, enquanto adultos, não podemos permitir que a trajectória de uma criança seja determinada, por exemplo, pelo azar de ter nascido num meio que não valoriza suficientemente a escola”, aponta Maria João Valente Rosa.

A questão está assim em saber se a escola – principal nivelador social – “está a contribuir como devia para atenuar as desigualdades e se está a fazê-lo à velocidade necessária para que estes determinismos terríveis se apaguem”, acrescenta a directora do Pordata, para concluir que não: “Continuamos a ser muito marcados pelo insucesso escolar e o insucesso não é algo que aconteça por acaso”, acusa, para lembrar, por exemplo, que, em 2017, 13% das crianças e jovens “já não estavam a estudar mas não tinham completado o secundário”.

Se recuarmos a 2001, a taxa de abandono escolar precoce era de 44,3%. Muito foi feito, portanto. E muito mais há a fazer. “A reincidência no insucesso escolar é muito importante e a retenção é algo que mancha a trajectória escolar. Não defendo que todos tenham de passar de ano, mas é preciso aqui um esforço adicional para que as crianças de meios desfavorecidos ou culturalmente mais frágeis consigam acompanhar o ritmo das crianças vindas de outros meios e que beneficiam de outros suportes e apoios.”

Por onde começar? “Podemos começar por olhar para a quebra demográfica como uma oportunidade”, responde ainda Valente Rosa. “Se há menos crianças a chegar à escola, porque nascem menos crianças, podemos começar por reduzir o número de alunos por turma, o que poderia fazer uma enorme diferença na actual dificuldade da escola em acompanhar todos os alunos”, sugere.

Desde há sete anos que as crianças com menos de cinco anos são numericamente inferiores aos idosos com 80 ou mais anos de idade. Actualmente, as crianças e jovens até aos 15 anos de idade representam 14% da população residente, contra os 29% de 1971. Esta diminuição deu-se apesar de a taxa de mortalidade infantil (número de crianças que morre antes de completar um ano de idade) ter diminuído, no que Portugal se tornou, de resto, um exemplo à escala internacional: em 1987 morriam 14,2 crianças com menos de um ano de idade por cada mil nascimentos e 30 anos depois, em 2017, esse número tinha descido para as 2,6 crianças por cada mil nascimentos

Por outro lado, e apesar da diminuição do número de jovens, e do aumento do número de médicos pediatras, que passaram de 1329 em 2001 para 2085 em 2017, Portugal soma 163 municípios, dos 308 existentes, sem nenhum médico pediatra a residir. “Os dados que obtivemos assentam nos locais de residência e é óbvio que um pediatra pode residir num município e exercer noutro”, ressalva a demógrafa. Para assinalar, porém, que há vários municípios contíguos que têm em comum, além das fronteiras, o facto de não disporem de qualquer pediatra. “No Alentejo, por exemplo, Barrancos, Moura, Mourão, Reguengos de Monsaraz e Portel não têm nenhum pediatra”, exemplifica, apontando também o (mau) exemplo do arquipélago dos Açores, onde Corvo, Flores, Graciosa, São Jorge, Faial e Pico não dispõem igualmente de pediatra.

 

 

 

 

Concerto Solidário “Crianças Somos Todos Nós” 35 anos do IAC – Hoje 21.30 no Altice Arena

Novembro 20, 2018 às 2:28 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/concerto35anos/

Concerto Solidário “Crianças Somos Todos Nós” 35 anos do IAC – 20 novembro no Altice Arena

Novembro 14, 2018 às 1:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/concerto35anos/

 

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.