Sabe como deve agir se perder o seu filho na praia? 4 dicas essenciais

Agosto 1, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto e imagem do MAGG de 30 de julho de 2019.

por Catarina da Eira Ballestero

Não entrar em pânico e vestir os miúdos com cores garridas são alguns truques. A MAGG falou com a PSP.

A época de férias é muito antecipada pela grande maioria dos portugueses, com muitos a rumar a sul do País. É certo que existe quem opte por fazer férias fora de Portugal, mas é inegável que a região do Algarve, bem como outras zonas como a Costa Vicentina, se tornam nas preferidas de muitos portugueses.

Ora se a grande maioria dos habitantes do território nacional se concentram nas mesmas regiões, exatamente durante o mesmo espaço de tempo, é natural que a confusão se instale. E as praias, principalmente aquelas com melhores acessos, localização e facilidades, ficam especialmente concorridas nesta altura.

Para além do desconforto de ter alguém no seu espaço pessoal, as praias cheias representam um verdadeiro perigo de segurança para quem tem filhos ou viaja com crianças, principalmente se estas forem mais pequenas. A ideia de perder uma criança no meio de uma multidão é um autêntico pesadelo para os pais, embora não seja uma situação nada difícil de acontecer numa praia cheia, em pleno verão.

Agora que agosto, o mês de eleição das férias de muitos portugueses, está quase a chegar, reunimos alguns conselhos chave da Polícia de Segurança Pública (PSP) para garantir a segurança das crianças na praia, entre outros locais públicos. 

1. Educar as crianças para não se afastarem dos adultos

Tal como para muitas outras coisas, a prevenção é meio caminho andado para evitar situações de perigo. E no caso das crianças e da época de férias, a prevenção foca-se em tentar explicar aos miúdos os perigos de se afastarem dos pais.

“Em primeiro lugar, é preciso educar para que a criança não se afaste do seu grupo/companhia, pois a segurança está neste núcleo”, refere à MAGG o comissário da PSP João Moura, responsável pelas ações de comunicação da PSP, segurança e auto proteção das crianças na época balnear e ainda gestor das redes sociais da instituição.

Para além disso, o comissário refere que a criança deve sempre “manter em linha os pais, educadora ou tutor” e “ser sensibilizada para manter a calma caso se perca”.

2. Memorizar pontos de referência

Seja para adultos ou crianças, uma das primeiras coisas a fazer quando chegamos a uma praia cheia de gente é tentar memorizar ao máximo a zona do nosso chapéu de sol, bem como os outros grupos perto do local onde deixámos as toalhas.

No entanto, e num ambiente em constante alteração, com grupos a chegar e a abandonar o areal a qualquer hora, esta pode não ser a estratégia mais eficaz, principalmente para os mais novos.

“Há várias medidas de segurança e auto proteção que podem e devem ser ensinadas”, salienta o comissário João Moura. O representante da PSP aconselha a que as crianças “usem roupas de cores garridas, que se destaquem” e alerta para a importância dos pontos de referência.

“Combinar de antemão um ponto de encontro e referência — nas praias há alguns marcados, entre os quais os postos do Instituto de Socorro a Náufragos (ISN) — são boas estratégias . Não entrar em pânico e abordar responsáveis da praia é uma boa solução, sejam eles do ISN, segurança privada, Polícia Marítima, PSP ou INEM“, refere o responsável da PSP.

3. As crianças devem dirigir-se a profissionais e não a estranhos

Se alguma vez se perdeu dos seus pais em criança, deve com certeza recordar-se dos momentos de pânico que se seguiram a esse momento, bem como da necessidade de pedir ajuda imediatamente. No entanto, o especialista em segurança recomenda que ensine os seus filhos a procurar profissionais.

“Primeiro, há que ensinar os miúdos a não perderem o discernimento, nem a calma. Depois, é aos profissionais que trabalham na praia, como os nadadores-salvadores, Polícia Marítima, PSP, entre outros, que as crianças podem e devem dirigir-se”, explica o comissário João Moura.

Segundo o representante da PSP, e para que as crianças se sintam à vontade para interagir e pedir ajuda a estas figuras, os pais “devem fomentar uma boa imagem de proximidade das autoridades”.

4. Adultos: não entrem em pânico e reajam de imediato

Sabemos que é fácil falar, sendo outra coisa completamente diferente viver uma situação alarmante como perder uma criança numa praia. Mesmo assim, entrar em pânico é a pior coisa que pode fazer se perder o seu filho de vista.

“É preciso manter a calma e contactar imediatamente com os responsáveis de segurança mais próximos e dar o alerta, quer seja através do 112 ou do número fixo da esquadra local”, explica o comissário da PSP, que elege a pulseira do programa Estou Aqui da PSP como uma mais-valia, “e uma solução de segurança adicional”.

Pulseira Estou Aqui: uma ferramenta eficaz, mas que não significa o relaxe dos pais

As pulseiras da campanha Estou Aqui, uma iniciativa da Polícia de Segurança Pública, já estão disponíveis e são uma ótima ferramenta de segurança adicional para os mais pequenos, principalmente em época de férias.

“Trata-se de uma pulseira única, pessoal e intransmissível, dotada de um código alfa numérico. Em caso de perda da criança, permite um reencontro muito mais célere, direcionado e objetivo com os pais, educadores ou tutores da criança”, explica o comissário João Moura, da PSP.

O registo, sem qualquer custo, pode ser feito no site oficial da campanha, que também é bastante explicativo quanto aos procedimentos desta ferramenta.

No entanto, o comissário João Moura alerta que esta pulseira, “embora seja eficaz, não pode significar qualquer tipo de ‘relaxe’, devendo sim servir para relembrar as medidas de segurança a ter em conta para que uma criança não se perca”.

O programa “Estou aqui” 2019 da PSP, tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe.

O Instituto de Apoio à Criança dispõe da Linha 116 000 SOS-Criança Desaparecida (grátis)

Mais informações:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-sos/sos-crianca-desaparecida

30 anos da Convenção sobre os Direitos da Criança – 29 de outubro de 2019 na Fundação Calouste Gulbenkian

Agosto 1, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O programa da conferência será divulgado posteriormente.

Ação de Formação “Técnicos(as) Trapezistas” Novas Abordagens junto de Crianças, Jovens e Famílias Vulneráveis

Agosto 1, 2019 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Açao formaçao PR

30 de julho – Dia Mundial Contra o Tráfico de Seres Humanos

Julho 30, 2019 às 10:20 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.unodc.org/unodc/ru/human-trafficking/what-is-human-trafficking.html?ref=menuside

Dia dos Avós – histórias para netos e avós, cumplicidade entre gerações -26 julho em Faro

Julho 25, 2019 às 5:43 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.cm-faro.pt/pt/noticias/52614/municipio-de-faro-comemora-dia-dos-avos-com-piquenique-e-animacao-musical.aspx

Ateliers de Verão na Biblioteca Municipal Eng. Jorge Bento – Condeixa – 29 de julho a 30 de agosto

Julho 25, 2019 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações:

https://www.facebook.com/events/467240604040043/

6ª Edição do Prémio de Jornalismo Direitos da Criança em Notícia

Julho 19, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto da CNPDPCJ

6ª Edição do Prémio de Jornalismo Direitos da Criança em Notícia

O Fórum sobre os Direitos das Crianças e dos Jovens convida os/as profissionais dos meios de Comunicação Social portugueses a participar na Edição de 2019 do Prémio Os Direitos da Criança em Notícia.

Nesta 6ª Edição, o Prémio tem o apoio da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

Podem concorrer os trabalhos que tenham sido publicados em Portugal, entre janeiro e dezembro de 2019. A data limite de entrega é 17 de janeiro de 2020.

As candidaturas devem ser feitas através do preenchimento do formulário de candidatura.

Para mais informações consulte os seguintes documentos:

Convite

Contextualização

Regulamento

Orientações para uma Cobertura Jornalística Baseada nos Direitos das Crianças

Pode consultar aqui a lista de premiados da 5ª edição do Prémio de Jornalismo.

E Agora, o que Fazer?

Julho 17, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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E AGORA O QUE FAZER?

Uma menina está a sangrar do dedo, a bola vai para a rua, uma criança não pode jogar com as outras crianças, o menino vê um rapaz roubar na padaria – a questão então é “e agora? O que devo fazer?”.
Para cada uma das dezoito situações, são apresentadas três opções de ação, que estimulam a reflexão, a discussão e o relato das suas próprias experiências.

CONTEÚDO: 18 histórias em imagens (com um tema) cada uma é acompanhada, por 3 cartões de hipóteses (cartas de possíveis ações), um total de 72 cartões ilustrados, em formato 9 x 9 cm.

Mais informações no link:

E Agora, o que Fazer?

31ª edição da Gala Internacional dos Pequenos Cantores – 14 de julho, 11.00 horas na Figueira da Foz e transmissão televisiva pela RTP

Julho 11, 2019 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da Câmara Municipal da Figueira

31ª GALA INTERNACIONAL DOS PEQUENOS CANTORES

Promovida pela Câmara Municipal da Figueira da Foz, a 31ª edição da Gala Internacional dos Pequenos Cantores, realiza-se no próximo domingo, 14 de julho, pelas 11h00, no Centro de Artes e Espectáculos, terá transmissão televisiva pela RTP, e será apresentada por Sónia Araújo. Os participantes irão atuar acompanhados pelo Coro Pequenas Vozes da Figueira da Foz, dirigido pela Maestrina Alexandra Curado, e pela Orquestra Mar & Arte, dirigida pelo Maestro Rui Lúcio.
A Associação Catgym – Escola de Ginástica da Figueira da Foz, abre o espetáculo com um momento musical e de ginástica, e a segunda parte conta com a voz de Sara Carreira.
O Júri será constituído por João Aurélio Sansão Coelho, Jornalista e Presidente do Júri, representante da Câmara Municipal da Figueira da Foz; Paula Duarte, do Instituto de Apoio à Criança; Joana Dias, em representação da RTP/Rádio Zig Zag; Carla Bernardino, Professora de Canto e Técnica Vocal da Escola de Artes do CAE, e Mónica Seabra, aluna do Conservatório de Música David de Sousa. Os prémios a atribuir são: Melhor Letra, Melhor Música, Vencedor Estrangeiro, Vencedor Nacional e Prémio Presença (a atribuir a todos os participantes).

A entrada para este espetáculo é gratuita, mediante levantamento de ingresso na bilheteira do CAE.

Mais informações no link:

http://cae.pt/index.php/programacao/infantil/1392-31-gala-internacional-dos-pequenos-cantores

A maioria das famílias devolveu manuais escolares emprestados

Julho 11, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do site Up to Kids

A maioria das famílias devolveu manuais escolares emprestados

Os directores das escolas constatam o “trabalho escravo” de quem está a avaliar o estado de conservação de milhares de livros. Estes  têm de ser analisados página a página.

A maioria das famílias está a devolver os manuais escolares emprestados. Segundo um balanço dos directores das escolas, que constatam o “trabalho escravo” de quem está a avaliar o estado de conservação de milhares de livros.

Até sexta-feira, as escolas têm de dar por terminado o processo de avaliação do estado de conservação dos manuais escolares que o Ministério da Educação emprestou a mais de 500 mil alunos do 1.º e 2.º ciclos.

No início do ano lectivo, foram distribuídos cerca de 2,8 milhões de manuais que os encarregados de educação tiveram agora de devolver para poder continuar a beneficiar da medida.

“Os professores e funcionários têm estado a receber milhares de manuais. Têm estado a avaliar página a página o estado de conservação. Toda a escola está a trabalhar nisto. É um trabalho escravo”, conta à Lusa Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE).

Também o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, reconhece que este é um trabalho hercúleo, mas considera natural que todos participem no processo de reutilização, caso contrário a medida poderá tornar-se economicamente inviável.

Este ano, a distribuição de manuais aos alunos do 1.º e 2.º ciclos custou cerca de 30 milhões. Para o ano, a iniciativa será alargada a todos os estudantes do ensino obrigatório e custará 145 milhões.

O sucesso da medida está dependente da reutilização dos manuais e este é um processo que só funciona se todos participaram, sublinha Filinto Lima.

Aos alunos foi pedido que estimassem os manuais. Aos encarregados de educação que apagassem o que tinha sido escrito durante o ano lectivo. Às escolas cabe a tarefa de avaliar o estado de conservação e colocar as informações na plataforma MEGA, que depois atribui os vouchers aos alunos.

A três dias do fim do processo, os dois representantes dos directores escolares fazem um balanço positivo do processo de reutilização. Segundo Manuel Pereira, “serão muito escassos os casos em que as famílias não devolveram os manuais, até porque foram todos avisados que não receberiam novos vouchers”.

A ideia é corroborada por Filinto Lima, que acredita que apenas os pais dos alunos mais pequenos poderão optar por ficar com os manuais. “Como recordação dos primeiros livros dos filhos”. Mas também lembrou esses são os manuais mais difíceis de reutilizar. São feitos para os alunos escreverem, desenharem e até colarem autocolantes.

Aumentar a taxa de reutilização

Tirando estes casos, o presidente da ANDAEP diz que já se nota uma maior cultura de reutilização. “Vamos aumentar a taxa de reutilização e de certeza que este é um processo que vai melhorar de ano para ano”, defende, reconhecendo que este ano lectivo apenas 4% dos manuais distribuídos pelo ministério eram em segunda mão.

Também Manuel Pereira fala numa “alta percentagem de reutilização”, mas reconhece que existem livros que “não serão muito estimulantes para quem pega neles pela primeira vez”.

Os professores estão a avaliar caso a caso. A verdade é que nem todos os alunos vivem em apartamentos com todas as mordomias. Há muitos livros com marcas de uso”explica, garantindo que os professores são sensíveis à situação dos alunos e não querem prejudicar quem tentou estimar os manuais durante o ano.

Nas escolas, o processo de carregar os dados dos alunos para o ano lectivo 2019/2020 na plataforma MEGA termina na sexta-feira.

Vouchers

Os vouchers para o próximo ano lectivo serão disponibilizados a partir de 9 de Julho. Para alunos que iniciam um novo ciclo ( 1º, 5º, 7º e 10º anos) estarão disponíveis a partir de 1 Agosto.

Fonte Publico

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