Três Histórias para Crianças – Concerto para Famílias, 17 fevereiro no Teatro Nacional de São Carlos

Fevereiro 12, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://tnsc.pt/temporada-2017-2018-jovens-compositores-portugueses/

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Histórias de Natal e oficina de duendes artesãos – 19 dezembro na Biblioteca de Marvila

Dezembro 15, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Histórias de Natal e oficina de duendes artesãos

PARA CRIANÇAS dos 6 aos 12 anos

Vamos ler histórias de Natal, histórias com sabor a sonhos, com ramadas de alegria e mãos cheias de esperança.

E a seguir vamos construir a magia do Natal. Somos duendes artesãos e fabricamos estrelas e bolas, sinos, maçãs e corações, fitas coloridas, anjinhos divertidos e anjinhos de encantar e outras coisas lindas que vamos inventar.

N.º participantes, máx. : 15

Biblioteca de Marvila
Data: 2017-12-19 às 14:00
Contactos: Tel.: 218 173 000
bib.marvila@cm-lisboa.pt
Observações: Entrada gratuita, mediante inscrição prévia numa das BLX.

Jornadas – Para uma Pedagogia do Imaginário – 22 a 29 Abril em Torres Vedras

Abril 8, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cfetvl.net/

Sábados em Cheio na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures em março

Março 6, 2017 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170220145603332.pdf

Histórias Curiosas, Canções Saborosas… – 11 de março no Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Março 5, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://a-par.org/

Sábados em Cheio em Janeiro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures

Janeiro 6, 2017 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20161229104929360.pdf

StoryTelling. Contar histórias que causem impacto – Formação no ISPA

Dezembro 19, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ispa

Objectivos 

Reconhecer os elementos centrais de todas as histórias Reflectir sobre a criação de novas histórias, capases de alcançar os objectivos aos quais se propõem

Competências 

Ser capaz de contar histórias que causem impacto

Programa 

Noções básicas sobre o poder das narrativas e do StoryTelling Os quatro tipos de personagens de todas as histórias Os três elementos centrais de toda a narrativa Como escolher uma narrativa central para a sua história As duas audiências possíveis para toda a história

Metodologias 

Participativas, nas quais serão partilhadas histórias reais e fictícias, advindas da Literatura ocidental e oriental, palestras TED e TEDx e experiências reais dos participantes dos cursos

Calendarização

Terça, Março 7, 2017 – 18:30 – 22:30

Quarta, Março 8, 2017 – 18:30 – 22:30

Quinta, Março 9, 2017 – 18:30 – 22:30

mais informações:

http://fa.ispa.pt/formacao/story-telling-novo

Dia Universal da Criança: 200 escritores de renome mundial

Novembro 20, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Comunicado de imprensa da https://www.unicef.pt/ de 14 de novembro de 2016.

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Dia Universal da Criança: 200 escritores de renome mundial

juntam-se em prol dos direitos das crianças

Paulo Coelho, Chimamanda Adichie, Christina Lamb e Nuruddin Farah entre os vários escritores de todo o mundo escrevem ‘Tiny Stories’ em que sublinham o que desejam pra as crianças

NOVA IORQUE, 14 de Novembro de 2016 – Mais de 200 escritores de renome entre os quais autores de novelas, dramaturgos e poetas, juntaram-se esta semana numa iniciativa literária global, escrevendo ‘Tiny Stories’ (Pequenas Histórias) com cerca de sete linhas para chamar a atenção para o Dia Universal da Criança e para as injustiças que tantas das crianças mais pobres e mais desfavorecidas do mundo continuam a ter pela frente. A série de pequenas histórias é a primeira iniciativa para assinalar os 70 anos de trabalho da UNICEF para levar ajuda e esperança a todas as crianças.

As pequenas histórias vão ser partilhadas por alguns dos escritores mais aclamados do mundo nas suas próprias redes sociais. A Primeira-dama finlandesa, Jenni Haukio, apresentou o conceito que ganhou uma dinâmica junto de escritores da Ásia, África, América do Sul, Europa, Médio Oriente e Austrália.

“Como escritores temos a capacidade para advogar, e sensibilizar através da simplicidade do storytelling (narrativa). Através desta campanha louvável e necessária, defendemos a protecção dos direitos das crianças deste nosso mundo,” afirmou a conceituada autora nigeriana Chimamanda Adichie.

O grupo de escritores, cujos géneros variam desde contos de fadas à ficção, inclui uma das mais jovens autoras do mundo – Michelle Nkamankeng de sete anos da África do Sul. Escritas em mais de 10 línguas e em estilos diferentes, todas as histórias mostram que os direitos de muitas crianças são ainda negligenciados.

A campanha surge numa altura em que os direitos das crianças estão cada vez mais ameaçados. Mais de 50 milhões de crianças foram desenraizadas das suas casas devido a conflitos, pobreza e alterações climáticas, muitos outros milhões enfrentam uma inimaginável violência nas suas comunidades. Cerca de 263 milhões de crianças não estão na escola e, no ano passado, perto de seis milhões de crianças menores de cinco anos morreram de doenças maioritariamente preveníveis.

“É chocante ver que a vida de tantas crianças continua a ser tão afectada por conflitos, desigualdades, pobreza e discriminação. Espero que estas Pequenas Histórias possam lembrar ao mundo que devemos cumpri os nossos compromissos para com todas estas crianças cujas vidas e futuros estão em jogo,” afirmou a porta-voz da UNICEF Paloma Escudero.

Chimamanda Adichie usou a sua “Tiny Story” para lançar a série hoje, que se prolongará até ao dia 20 de Novembro – data em que se assinala o aniversário da adopção da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança.

Nota: A lista completa dos autores e das suas Tiny Stories está disponível durante esta semana em http://www.unicef.org/tinystories. As pequenas histórias serão também partilhadas nas redes sociais dos autores.

 

Uma história ao adormecer… ou para adormecer

Novembro 6, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto de Mário Cordeiro publicado no http://ionline.sapo.pt/  de 18 de outubro de 2016.

mario

Quem não gosta de ouvir histórias? Quem não gosta de contar histórias? Aprende-se melhor qualquer matéria se for ensinada como se conta uma história, para lá de o enredo poder ser divertido, engraçado, ensinar muita coisa sobre a vida e o percurso de vida, e permitir exercitar a imaginação e a criatividade de pais e de filhos. E é um bom momento em família…

Uma história ao adormecer é uma oportunidade daquelas que não se podem desperdiçar. É uma mistura de ternura, alegria, repouso, encaminhar para o sono e criatividade, e uma excelente ocasião para, estando a criança já deitada, os pais se abstraírem da intrusiva televisão ou do computador, telemóveis e afins, e terem o prazer (e fruí-lo) de estar com os filhos, até porque, inclusivamente, a maioria dos pais referem estar pouco tempo com eles. Além do mais, a história para adormecer é um momento reconfortante, securizante e, portanto, encaminhador para um bom sono… de filhos e de pais.

É já sabido que dormimos melhor quando nos sentimos seguros. A presença dos pais, através da voz e dos códigos interpessoais, ajuda a desenvolver a parte sensível do cérebro, potenciando a tão badalada inteligência emocional. Aliás, é engraçado ver que pai e mãe têm maneiras geralmente diferentes de contar a mesma história: as mães seguem mais o livro e não alteram tanto a voz. Leem, pois (o que já não é nada mau!). Os pais, pelo contrário, talvez dando largas à imaturidade e infantilidade que caracterizam o sexo masculino, inventam e dramatizam, com piadas e vozes teatrais. Não dizem “depois veio o lobo mau”, mas sim “depois, sabes, veio um lobazão enorme, sabes, grrrrrr, com umas dentuças de todo o tamanho; se ele aparecer aqui, a gente dá-lhe um pontapé que ele vai parar ao Japão”.

Por outro lado, do ponto de vista da rotina, em termos de organizar a hora de ir para a cama e ter um sono regular, atendendo a que muitas crianças resistem na hora do deitar, as histórias para adormecer têm um efeito benéfico. A maioria das crianças resistem a ir para a cama por dois motivos: por um lado, o receio de desligar, de perder o controlo, de se entregar ao destino; por outro, porque têm tanta coisa que querem fazer que dormir será encarado como uma perda de tempo. Ainda há os que querem ficar para “deitar os pais”, ou seja, por considerarem que têm tantos direitos como os pais, incluindo a hora de deitar.

Podemos questionar se as crianças de hoje desaprenderam de dormir, eventualmente por excesso de estímulos e pelos horários tardios a que os pais chegam a casa. Não sei se isto acontece mais ou menos agora do que antes, mas sei que os problemas do sono são encarados com maior rigor e é-lhes dada maior importância. Em todas as idades, diga-se. Antes, porventura, fechava-se a porta e a criança que berrasse até adormecer, o que causava desamparos e traumas de vária índole (aliás, alguns pediatras ainda advogam esse “método” que, para mim, é escabroso e trará muitos problemas de desamparo… ou seja, obrigará a outros “divãs” uns anos mais tarde, no gabinete do psicanalista); hoje está-se mais atento às inseguranças infantis, mesmo que por vezes se caia no extremo oposto.

Os horários escolares e laborais e os malfadados TPC não ajudam, acrescidos da intrusividade dos ecrãs e da televisão, que roubam positivamente o tempo todo do serão e ainda ocupam a hora da refeição (se as famílias caírem nessa!). Falando das famílias, aliás, é bom de vez em quando parar para pensar acerca do tempo da sua vida em casa, que pode ser seguramente mais bem organizado, e não consumido com coisas redundantes, sem significado, a ver pela enésima vez as notícias, e atendendo aos ritmos e desígnios dos seus vários elementos.

Curiosamente, as crianças insistem muitas vezes em ouvir as mesmas histórias repetidas vezes, e os contos podem ajudar no sentido de respeitarem o seu limite intelectual e a lidar com a agressividade, a rejeição, os medos, os dilemas, a justiça, a morte e os problemas próprios da idade. Ouvir várias vezes a história é tentar compreender todo o seu enredo e, depois de uma primeira apreciação mais global, ter em atenção os pormenores, que são tão importantes como o tema de fundo. As histórias ensinam-nos muito sobre a vida, o percurso de vida, o bem e o mal, a luta e os conflitos éticos, os medos, etc., mas através de outros heróis que não diretamente a criança. As histórias permitem também aliviar tensões e emoções, e compreender sentimentos e como o mundo funciona, em termos de responsabilidade do que fazemos e do impacto que tem sobre os outros.

Será que um final feliz pode dar a uma criança a segurança de que necessita para dormir com menos angústias? Se sim, como é que depois as ensinamos a lidar com as frustrações do dia-a-dia? Um final feliz dará a certeza de que o bem vence o mal e que a normalidade fica reposta, mas à custa de trabalho, drama, vencendo receios e tendo uma estratégia para a vida. Lidar com a frustração e as contrariedades do dia-a-dia é fundamental, e quase todas as histórias nos ensinam isso, bem como os limites e a ideia de que não podemos ter tudo e que mesmo o que podemos ter não será já. Assim se aprendem a viver as angústias.

Uma outra questão será a de saber como contar histórias aos filhos, antes de dormir, sem que seja uma seca, mas por outro lado sem que se entre num autêntico carnaval. Há um empolgamento que é natural e que não excita, mas diverte. Advogo, pois, que se conte a história com a criança já deitada e pouca luz, para consagrar a mudança do registo que já deve vir de antes da história…

Que temas para as histórias, perguntarão? Bom, a temática vai depender do que elas estiverem a viver na altura e o facto de se privilegiar a história ao deitar prende-se sobretudo com o facto de a família estar mais disponível para desfrutar da companhia uns dos outros e abordar temas do quotidiano, para lá das histórias consagradas dos contos e fábulas infantis.

Qualquer história vale, desde as tradicionais, que devem primeiro ser contadas como foram escritas, ou seja, o bem vence o mal e liquida-o, e depois inventando outras personagens que permitem aos pais enviar recados aos filhos, e a estes, quando se apoderam também da capacidade de delinear enredos, veicularem mal-estares ou até referirem situações pelas quais estejam a passar e que tenham medo de referir abertamente.

As histórias para adormecer são, pois, uma oportunidade e podem ser um momento de gozo, diversão, entretenimento e também de terapia individual e familiar. Vamos a elas?

Pediatra, Escreve à terça-feira

 

 

 

Sábados em Cheio em Outubro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures

Setembro 30, 2016 às 2:01 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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saba

mais informações no link:

http://www.cm-loures.pt/Conteudo.aspx?DisplayId=2317

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