Crianças com Deficiência muitas vezes são Crianças Invisíveis

Julho 10, 2015 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Sessão “Prevenção do fenómeno da discriminação de raparigas e mulheres com deficiência”

Novembro 19, 2014 às 10:47 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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inr

No próximo dia 20 de novembro, das 15:00 às 17:00 horas, terá lugar, no Auditório do INR, I.P., uma Sessão alusiva ao tema “Prevenção do fenómeno da discriminação de raparigas e mulheres com deficiência”.

A sessão contará com a participação das Professoras Doutoras Paula Campos Pinto (Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas), Isabel Cottinelli Telmo (Federação Portuguesa de Autismo), Lutegarda Justo (Fundação AFID), e, na qualidade de moderadora da sessão, a Dra. Sónia Esperto (Conselheira para a Igualdade do MSESS).

Esta ação decorre do Plano Setorial para a Igualdade do MSESS, no âmbito do V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e não Discriminação 2014-2017 (V PNI).

INR

Sede

Av. Conde de Valbom, 63 – 1069-178 Lisboa Tel.: (+351) 21 792 95 00 – Fax: (+351) 21 792 95 96 Serviço de Atendimento: (+351) 21 792 95 00 e-mail: inr@inr.msess.pt

 

Aceitam o meu filho autista no campo de férias?

Agosto 14, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Life & Style do Público de 1 de agosto de 2013.

rui gaudêncio

Por Patrícia Pinto da Silva

Os pais queixam-se de não terem respostas para os seus filhos quando estes têm necessidades educativas especiais.

Esta é uma questão que “num plano de direitos humanos e do ponto de vista social e cultural já não é aceitável”, diz Sara Martins, membro da direcção da Dar Resposta e mãe do Guilherme, um jovem de 13 anos com autismo. Embora a oferta para os tempos livres dos mais novos cresça, as férias das crianças com necessidades educativas especiais (NEE) continuam a ser uma realidade à parte. E o problema é “essencialmente cultural”, reforça a mãe.

“Há pessoas que acham que entre as necessidades especiais não constam os campos de férias”, diz o psicólogo e docente do IPSA- Instituto Universitário José Morgado, já com experiência de 40 anos em educação inclusiva. Ponto com o qual Sara Martins concorda relembrando que actualmente se assiste “a uma falta de consciencialização de que estas crianças e jovens têm o mesmo direito que os outros a aceder a este tipo de pedidos”, para além do facto de que problemas logísticos nas férias todos os pais têm.

Então, por que têm de perguntar os pais destas crianças se aceitam os seus filhos quando nenhum outro pai o tem de fazer? “A dificuldade da inclusão numa actividade de Verão é proporcionalmente directa à dificuldade que nós, pais, vivemos no reivindicar e fazer valer a inclusão dos nossos filhos noutros contextos”, como por exemplo, na escola, explica Sara Martins.

Armazéns sem inclusão

Além das Unidades de Ensino Estruturado introduzidas nas escolas, os campos de férias que incluam apenas pessoas com NEE funcionam como “guetos” que, para Sara Martins são “perfeitos armazéns onde não há inclusão” e onde as crianças são “segregadas do resto dos jovens da sua idade”. Actividades só para meninos com multideficiências, autismo ou trissomia 21 são um retrocesso na caminhada para a plena inclusão, alerta a mãe. A inclusão é todas as crianças poderem brincar com todos e os benefícios estão mais do que provados, reforça.

Ainda assim, David Rodrigues, docente na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa e presidente da Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial, relembra que a organização de actividades por parte de associações que lidem com a deficiência é a “comprovação da dificuldade que os pais têm em colocar os filhos em contextos inclusivos”. E esta oferta é a solução que estas entidades encontram para aliviar os pais, acabando por ser, muitas vezes, as únicas hipóteses que têm.

Contudo, chegadas as férias, as famílias continuam a perguntar às organizações das actividades e campos de férias se aceitam os seus filhos e a resposta continua a ser um redondo “não”. Grande parte desta não-aceitação deve-se ao facto de as entidades pensarem tanto numa readaptação do seu plano de actividades como na inclusão de exercícios terapêuticos. E, no exacto momento em que estas mudanças são feitas, a actividade deixa de ser inclusiva.

Poderá ser necessária uma mudança de pensamento, que actualmente já é visível em algumas iniciativas. O jovem Guilherme já esteve num campo de férias onde fez canoagem, slide, rappel e outras actividades. “Se calhar não fez a quantidade de vezes que os outros fizeram, mas houve o cuidado de criar o ambiente propício para que experimentasse. A adequação muitas vezes passa por isto, não passa por ter actividades diferentes”, conta a mãe Sara Martins, dizendo ainda que não se pode esperar que as crianças, com ou sem necessidades especiais, experienciem as actividades da mesma forma.

Vera Fernandes, membro da administração da sede da UPAJE- União para a Acção Cultural e Juvenil Educativa, menciona que nos campos de férias por eles organizados, sempre que possível, estas crianças fazem as mesmas actividades que todas as outras. “Claro que com um maior número de adultos a apoiar as crianças”, acrescenta.

Este é um apoio adicional que requer sensibilidade e que também se verifica nas actividades desenvolvidas pela cooperativa de solidariedade social TorreGuia, em Cascais. Segundo Ana Cristina Bernardo, directora desta cooperativa, uma das alternativas encontradas para que crianças com deficiência fossem incluídas nas actividades conjuntas foi a de terem “duas crianças com necessidades especiais integradas num grupo de dez”. Explica que este rácio permite “ter os recursos humanos adequados” não sendo “necessário o financiamento adicional nem por parte da autarquia nem dos pais”, já que vêm estabelecendo parcerias com a câmara de Cascais mas também com os agrupamentos de escolas do concelho.

Crianças com rótulos

Mesmo existindo boas práticas, a sociedade continua a colar o rótulo nestas crianças, os pais continuam a lutar para que este se descole e as promotoras de actividades de tempos livres, regra geral, continuam a dizer “não”. Justificações? Infra-estruturas inadequadas, recursos humanos pouco qualificados e pouca verba para assegurar o bem-estar destas crianças.

“A falta de recursos não é desculpa” na medida em que muitos pais se disponibilizam para pagar custos adicionais chegando a apresentar também algumas soluções, avança José Morgado. As instituições têm as suas limitações mas em casos em que, por exemplo, os terapeutas das crianças disponibilizem os seus serviços, as entidades poderiam incluí-los, sugere Sara Martins.

Na pausa lectiva deste ano, o Guilherme está a frequentar a Escola Salesiana de Évora e Sara Martins colocou ambas as questões – custos adicionais e recursos humanos. As respostas foram uma surpresa: “Não vamos cobrar mais dinheiro porque o Guilherme tem deficiência”, aceitando ainda uma primeira visita às instalações com a presença da terapeuta do jovem que explicou a todos como deveriam lidar com o autismo.

Nos casos em que as crianças são aceites, tanto José Morgado como Sara Martins relembram um outro problema: como é feito esse acolhimento. O investigador afirma que “muitas vezes, as crianças estão entregues, mas não estão incluídas”. Sara Martins diz que esta é uma situação idêntica à da escola quando “acha que basta tê-los lá dentro que já é inclusiva”, proferindo depois o discurso de “nós somos inclusivos mas ele não se mistura com os outros, o que é que nós podemos fazer?”. A mãe responde: “Criar estratégias para a inclusão acontecer”.

Férias mas não em guetos

A aceitação das propostas das famílias pode ser um primeiro passo. Sara Martins diz ser necessário regulamentar a inclusão destas crianças nas actividades de tempos livres porque, “assim como a escola não se pode recusar a ter um aluno com deficiência, os campos de férias para funcionarem tinham que ter previstas situações em que acolhiam” estas crianças.

Para David Rodrigues, salvaguardar nos regulamentos esta inclusão seria um avanço claro. Mas as barreiras que se erguem nestes processos são muitas e, na sua opinião, deveria pelo menos estar assegurada a necessidade de uma explicação para anão-aceitação.

Quanto à lei, esta contempla um apoio aos portadores de deficiência nos tempos livres mas essas respostas não são inclusivas acabando por criar os tais “guetos” que Sara Martins critica. “É possível criar-se um quadro de incentivos, de apoios ou de compromissos por parte do Estado português”, parcerias entre autarquias, Instituto Nacional de Reabilitação (INR), ministérios da Segurança Social e da Saúde para que existam “todas as condições de acessibilidade, qualquer que seja a deficiência”, sugere.

O presidente da Pró-Inclusão dá ainda outra sugestão: “podiam ser incentivadas parcerias tanto entre as escolas e instituições de educação especial como com as instituições de tempos livres”, onde se fizesse “um planeamento de modo a que se percebesse quantas crianças são e como seria feita a integração delas”.

Esta preparação (muitas vezes tardia) deveria ser feita com algum tempo para que se “pudesse pensar de uma maneira mais harmoniosa” nas férias destes miúdos.

Texto editado por Luís J. Santos

 

 

Exemplos de boas práticas de campos de férias inclusivos para crianças e jovens com PEA e outras deficiências

Julho 7, 2014 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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exemplos

Levantamento da Associação Dar Resposta. Ver os exemplos no link:

http://www.calameo.com/read/003591298252a89674051

Do levantamento de informação que a Dar Resposta – Associação conseguiu obter junto de alguns Centros de Ocupação de Tempos Livres, destacamos aqueles que não sendo especificamente vocacionados para crianças e jovens com deficiência, promovem atividades que procuram incluir crianças e jovens com e sem deficiência.

Ainda que possam surgir algumas questões que devam ser negociadas, estes são alguns dos Centros que manifestam maior disponibilidade para acolher da forma mais inclusiva possível todas as crianças e jovens, independentemente do seu grau de deficiência e das necessidades que apresentam.

Para reunirmos o maior número possível de exemplos de boas práticas, solicitamos a todos os pais e Encarregados de Educação que partilhem connosco outros exemplos que conheçam, de modo a incluirmos mais respostas em todo o território nacional.

Mãe cria arnês que devolve mobilidade a crianças com deficiências motoras

Abril 18, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Artigo do P3 do Público de 6 de abril de 2014.

clicar na imagem

upsee DR

Norte-americana criou uma espécie de arnês que permite a crianças com deficiências motoras levantarem-se e simularem a passada. À venda a 7 de Abril, o UpSee vai custar 365 euros.

Texto de Ana Maria Henriques

Debby Elnatan, mãe de um menino com paralisia cerebral, criou uma espécie de arnês para que o filho, Rotem, pudesse levantar-se e ver o mundo de uma outra perspectiva. Rotem passou a poder simular a passada estando preso a um adulto e, desta forma, fazer coisas que nunca tinha conseguido antes, num mecanismo que faz lembrar a forma como os pais ensinam os filhos a dançar.

“O UpSee permite que crianças com a mobilidade comprometida se levantem e andem com a ajuda de um adulto”, resume Debby Elnatan, em entrevista por e-mail ao P3. Esta norte-americana de 56 anos a viver em Jerusalém, Israel, resolveu assim atenuar a impotência que sentia por não poder ajudar o filho a levantar-se e caminhar — “Rotem não sabe o que são as suas pernas e não tem consciência delas”, disseram-lhe os terapeutas.

Debby, terapeuta musical, começou por fazer um “arnês primitivo” para Rotem, inicialmente com sandálias de madeira: foi aprendendo com o filho a melhor forma de o ajudar. “Mais tarde também fiz mudanças no meu arnês para que o peso de Rotem fosse suportado pelos meus ombros, deixando as minhas mãos livres para assistir quer Rotem, quer o irmão Shahar”, explica. Várias mudanças depois, o protótipo do Upsee estava encontrado: o arnês de Debby passou a ser um cinto e os passeios com o filho começaram a ser mais frequentes.

Segredo: encontrar o estímulo certo 

“O sucesso do UpSee depende de encontrar o estímulo certo para motivar uma criança a mexer-se”, justifica Debby. Como não tinha interesse em fundar a própria empresa, decidiu procurar um sócio — tarefa que levou vários anos. À venda a partir de 7 de Abril no site da Firefly Friends (e manufacturado pela Leckey), o UpSee vai custar 500 dólares (cerca de 365 euros).

O produto é composto por três peças: um cinto para os adultos usarem, um arnês para as crianças e dois pares de sandálias (um para os adultos e outro para as crianças). Por ter vários tamanhos, pode ser usado por crianças dos 12 meses aos 8 anos.

“É uma revelação para muitas crianças com doenças neuromusculares”, sublinha Debby. “Algumas puderam levantar-se e abraçar os seus irmãos ou irmãs pela primeira vez. Outras acenaram aos vizinhos no seu primeiro passeio a pé pela rua e houve até quem tivesse atravessado o parque de mão dadas com o melhor amigo, também pela primeira vez.”

“Fico emocionada quando vejo o que outras famílias estão a fazer com o UpSee e como dizem que isto mudou as suas vidas”, confessa. “Só fiz o que, para mim, foi natural. Tenho várias outras invenções, esta é apenas a primeira.”

 

 

Guia de Cuidados de Un Nino Con Necesidades Especiales

Janeiro 28, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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guia

Descarregar o guia aqui ou aqui

Apresentação do livro “Amizade sobre rodas” na Livraria Cabeçudos no dia 22 de dezembro

Dezembro 19, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros, Vídeos | Deixe um comentário
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convite

Festa das Artes – Crianças e Jovens com Deficiência 2013

Novembro 29, 2013 às 12:38 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No decurso da realização das comemorações oficiais do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P., irá realizar no próximo dia 3 de dezembro de 2013, das 15:00 às 16:30, um evento intitulado “Festa das Artes – crianças e jovens com deficiência”, que decorrerá no Auditório 3, da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

O evento pretende proporcionar uma tarde de diversão para todos os que nela quiserem participar e sensibilizar a população em geral, para o trabalho desenvolvido pelas entidades e instituições que promovem a integração e a inclusão de crianças e jovens com deficiência. Para participar nesta festa, confirme a presença, até ao dia 29 de novembro para leonor.gordinho@inr.msess.pt ou para o telefone 21 792 95 00 (sujeito ao número máximo de lotação do Auditório)

 

Marco na Rarilândia – versão vídeo do livro infantil sobre doenças raras

Novembro 19, 2013 às 6:00 am | Publicado em Livros, Vídeos | Deixe um comentário
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O livro infantil Marco na Rarilândia foi publicado com o apoio da Missão Sorriso. Os seus objectivos prendem-se com a informação e a sensibilização dos mais novos para a diferença, no geral, e para as doenças raras, em particular. A obra destina-se a crianças do 1.º Ciclo do Ensino Básico e será distribuída por todos os Agrupamentos de Escolas que possuam uma Unidade de Apoio Especializado para a Educação a Alunos com Multideficiência e Surdocegueira Congénita.
Esta é a versão vídeo deste trabalho!

 

Esta mão artificial foi produzida numa impressora 3D

Novembro 17, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do P3 do Público de 11 de Novembro de 2013.

O pai de Leon McCarthy, um menino que nasceu sem os dedos da mão esquerda, desenhou e “imprimiu” uma mão biónica “low cost” para o filho

Texto de Daniel Cerejo/JPN

Foi o pai de Leon McCarthy,  jovem que nasceu sem os dedos da mão esquerda, que desenhou uma mão biónica para o filho. Mas foi a impressão 3D que possibilitou esse sonho, a um custo acessível.

Foi ainda na barriga da mãe de Leon McCarthy que começou esta história com final feliz. Até pode parecer que não, mas sim, tudo acabou bem. Pode parecer que não, porque há 12 anos atrás Leon desenvolvia-se na barriga da progenitora com uma malformação. Os dedos da mão esquerda teimavam, eles sim, em não se desenvolver.

Leon veio ao mundo, cresceu e, até há bem pouco tempo, teve uma infância algo diferente da dos demais amigos. Não podia andar de bicicleta, praticar determinados desportos e fazer algumas actividades que, para qualquer outra pessoa, são consideradas básicas. Paul McCarthy, o pai, acompanhou o crescimento do filho com mágoa. O facto de se ver impotente para dar a Leon aquilo que lhe fazia falta assombrava os seus dias, ou não custasse uma mão biónica — a única coisa que poderia solucionar o problema do filho — cerca de 20 mil euros.

No entanto, depois de várias pesquisas na Internet sobre o tema, Paul encontrou ali o trabalho de Ivan Owen, um inventor que vinha desenvolvendo experiências no campo das próteses tecnológicas, disponibilizando-as online na forma de vídeos e outras instruções, tais como o design das peças. Paul McCarthy não hesitou. Pediu autorização a Ivan, para usar aquelas guias, e começou a desenhar uma mão biónica para o filho.

Depois de concluída essa fase, Paul comprou alguns materiais que pudessem compor a mão e recorreu a uma impressora 3D para a materializar. Os materiais custaram-lhe 7,5 euros, a impressora cerca de 1500. A conclusão é simples: tudo saiu muito mais em conta a Paul McCarthy do que se tivesse recorrido a uma prótese profissionalmente concebida.

Hoje, o pequeno Leon McCarthy é um dos jovens mais idolatrados na escola, onde lhe chamam de “cyborg”, algo que Leon considera “cool”. “Fazer os nossos filhos felizes é a coisa mais recompensadora do mundo, não?”, diz Paul McCarthy, sem dúvida um dos pais mais felizes do mundo, actualmente.

 

 

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