Infografia Dia da Criança 1 de junho – INE

Julho 3, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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descarregar o PDF da infografia no link:

https://www.ine.pt/xurl/doc/294859809

 

 

Planos de ajustamento do FMI podem afetar saúde infantil

Junho 21, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Noticia do http://www.dnoticias.pt/ de 16 de maio de 2017.

Os programas de austeridade do FMI nos países mais pobres podem diminuir a capacidade de alguns pais de garantir a saúde dos filhos, concluiu um estudo científico publicado na segunda-feira e contestado pela instituição financeira.

Realizado por seis universidades, este estudo publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences junta-se a uma vasta literatura sobre os possíveis malefícios da austeridade orçamental promovida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) nos países do sul.

O estudo, que compilou dados de 67 países recolhidos nos anos 2000, afastou a hipótese de uma “causa direta” entre uma degradação dos indicadores de saúde e os planos do FMI, que fornece empréstimos aos Estados em troca de programas de consolidação das finanças públicas.

O trabalho identificou “efeitos contraditórios” que a ação do FMI tem na saúde infantil.

“As intervenções do FMI procuram aumentar a estabilidade económica, o que traz benefícios para a população. No entanto, ao mesmo tempo, as medidas de ajustamento impostas pelo FMI diminuem os efeitos protetores [que o nível] de educação dos pais [tem] na saúde infantil”, escreveram os autores das universidades de Cambridge e Oxford, no Reino Unido.

Assim, os lares onde o chefe de família tem pelo menos um nível de educação primário têm, em termos gerais, mais condições de responder às necessidades dos filhos em termos de acesso à água, nutrição ou vacinação.

Esta capacidade é reduzida nos países sob assistência do FMI, especialmente em meios rurais, indicou o estudo.

De acordo com os investigadores, o nível de escolaridade dos pais reduz os riscos de malnutrição infantil em 38% em épocas normais, mas apenas em 21% quando os países estão a ser apoiados pelo FMI.

Esta diferença está relacionada, de acordo com os investigadores, com a redução das despesas públicas exigidas pelo FMI que “comprime os salários” e provoca perdas de oportunidade de emprego, arriscando-se a limitar a “utilidade (…) de uma educação básica” na capacidade dos pais de garantirem uma saúde melhor aos filhos.

Contactado pela agência noticiosa France Presse (AFP), o FMI criticou o estudo e disse que este falhou em estabelecer uma ligação direta entre os planos de resgate e a saúde infantil.

De acordo com a instituição, os investigadores concluíram “de maneira errónea” que os gastos com a educação diminuem nos países sob assistência do FMI, com consequências nefastas para a saúde infantil.

“As nossas análises mostram que as despesas públicas com a educação aumentaram significativamente nos países de baixos rendimentos, durante a implementação dos programas de assistência do Fundo”, indicou uma porta-voz do FMI em comunicado.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Impact of International Monetary Fund programs on child health

 

 

 

Situação das Crianças em Moçambique 2014 – Relatório da Unicef

Março 30, 2015 às 3:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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2014

descarregar o relatório no link:

http://sitan.unicef.org.mz/

 

Menos 6 mil crianças morreriam na Europa a 15 se todos fossem como a Suécia

Março 28, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 27 de Março de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Health services for children in western Europe

(Basta fazer o registo no site da Lancet de modo a ter acesso a todo o artigo)

Mais de 6.000 vidas de crianças poderiam ser poupadas anualmente se todos os países Europa ocidental tivessem a taxa de mortalidade infantil da Suécia, revela um artigo hoje publicado na revista ‘Lancet’.

Num artigo publicado no âmbito de uma série dedicada ao estado da Saúde  da Europa, os investigadores concluem que, embora a taxa de mortalidade  tenha melhorado muito nos últimos 30 anos nos 15 primeiros países da União  Europeia, ainda há grandes discrepâncias entre eles.

Os cientistas comparam as taxas de mortalidade entre os 15 países e  concluem que, se todos tivessem a melhor taxa de mortalidade infantil, como  a da Suécia, morreriam menos 6.198 crianças todos os anos.

A investigadora que coordenou o artigo, Igrid Wolfe, explicou, em conferência  de imprensa, que as diferenças entre os melhores e os piores se justificam,  porque alguns países não conseguiram adaptar-se às mudanças epidemiológicas.

As principais causas de morte entre as crianças com menos de 14 anos  deixaram de ser as doenças infecciosas e passaram a ser ferimentos, envenenamento,  cancro e doenças congénitas ou neurológicas.

“Os nossos sistemas não se adaptaram a esta mudança”, disse a cientista,  que falava em particular do Reino Unido, que, com uma das piores taxas de  mortalidade dos 15, contribui com quase 2.000 das 6.000 mortes em excesso.

Os autores alertam ainda para a dimensão da pobreza infantil e das desigualdades  na Europa, o que afeta diretamente a saúde, não só na infância, mas ao longo  da vida.

Segundo o artigo, enquanto na Suécia 1,3% das crianças vivem em situação  de pobreza, em Portugal a Unicef estima em 27,4% a percentagem de menores  a viver em lares que não garantem um mínimo de três refeições por dia.

Na sua primeira série sobre a Saúde na Europa, a ‘Lancet’ dedica ainda  um artigo ao envelhecimento da população, estimando que em 2060 haja duas  vezes mais idosos (com mais de 65 anos) do que crianças (com menos de 15).

Os investigadores alertam no entanto que uma sociedade envelhecida não  constitui em si mesma uma ameaça ao Estado social e sublinham que o envelhecimento  da sociedade não deve ser usado como argumento político para justificar  cortes na proteção social.

As estimativas de aumentos nos gastos com saúde devido ao envelhecimento  têm sido exagerados, enquanto outros fatores, como os desenvolvimentos tecnológicos,  têm mais impacto nos custos agregados com a saúde.

Austeridade limita acesso das crianças à saúde e educação Aviso vem do Eurochild

Janeiro 31, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TVI24 de 23 de Janeiro de 2013.

As medidas de austeridade impostas em Portugal estão a limitar o acesso de crianças e famílias a serviços essenciais como a educação e a saúde, revela um relatório da Eurochild, a rede europeia de organizações para a infância.

A Eurochild é uma rede de organizações e pessoas que trabalham pela melhoria da qualidade de vida das crianças e adolescentes, com 116 membros em 35 países europeus.

«A maior evidência do presente relatório é que as condições de vida das crianças de toda a Europa e das suas famílias deterioraram-se muito em comparação com a anterior análise da Eurochild, em 2011», lê-se no relatório, concluído em dezembro do ano passado.

De acordo com a Eurochild, depois de um breve período de medidas de estímulo e expansão da despesa pública para contrariar o primeiro impacto da crise em 2008, a maioria dos governos europeus introduziu medidas de austeridade severas nos últimos anos, «o que representa uma série de ameaças às crianças e às suas famílias».

A organização coloca Portugal no grupo de países onde as transferências sociais têm pouco impacto na redução do risco de pobreza infantil, juntamente com a Bulgária, Grécia, Espanha, Itália, Lituânia, Letónia, Polónia, Roménia e Eslováquia.

Os países deste grupo são também aqueles cujas crianças estão expostas ao risco de pobreza mesmo quando todos ou alguns membros do agregado familiar trabalham.

«O estudo mostra que, desde o início da crise, muitos governos introduziram medidas de corte na despesa social, que são diretamente sentidas pelas crianças e pelas suas famílias», diz a Eurochild.

Acrescenta que isto diminuiu o acesso das crianças aos recursos adequados, limitou o seu acesso a serviços de educação, saúde e bem-estar e restringiu as oportunidades das crianças participarem plenamente na vida familiar e social.

«A crise afetou todos os países europeus, mas em diferentes graus. Nos casos mais graves, os governos da Grécia, Irlanda e Portugal aceitaram pacotes de empréstimos com a troika da Comissão Europeia, Banco Central Europeia e o Fundo Monetário Internacional, na condição de imporem enormes cortes na despesa social», aponta a organização.

A Eurochild alerta que as consequências a longo prazo do desemprego ou das condições de emprego precárias podem ser severas tanto no bem-estar das crianças como dos pais e lembra que a pobreza infantil pode ser evitada, dando como exemplo que há países que conseguem proteger melhor do que outros as suas crianças mais vulneráveis.

De acordo com o relatório, em Portugal, o corte nos benefícios para as crianças entre 2010 e 2012 «foram particularmente severos e tiveram um impacto significativo no rendimento de muitas famílias com filhos».

«As novas e restritivas regras de acessibilidade para os benefícios sociais podem levar a que muitos beneficiários sejam injustamente privados do acesso à assistência social, o que pode igualmente constituir uma importante redução no seu rendimento», lê-se no relatório.

A Eurochild lembra que, comparando com 2011, a taxa de desemprego subiu em 15 Estados membros nos últimos três meses, com os aumentos mais altos registados na Grécia, Espanha, Itália, Chipre, Portugal (+0,5 pontos percentuais, para 15,2%) e Bulgária.

Por outro lado, o desemprego afeta mais de 30% dos jovens em idade ativa na Bulgária, Itália, Portugal e Eslováquia.

Os dados relativos a Portugal foram recolhidos através da Rede Europeia Anti-Pobreza que sublinha que «o desemprego e o corte nos subsídios têm uma influência direta nas oportunidades e nos cuidados infantis».

A mesma organização denuncia «o aumento substancial», nos últimos dois anos, do número de casos de famílias com dificuldades em pagar os seus empréstimos e um aumento do número de chamadas relacionadas com pobreza familiar feitas em 2011 para a linha do Instituto de Apoio à Criança.

 

 

UNICEF Humanitarian Action for Children 2013

Janeiro 28, 2013 às 3:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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unicef

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UNICEF’s Humanitarian Action for Children 2013 highlights the humanitarian situationfaced by millions of children and women and the support required to help their families, communities and national institutions meet their basic needs, promote their well-being and provide them with protection.

UNICEF is appealing for almost US$1.4 billion to assist millions of children, women and men by providing them with nutritional support, health care, water, sanitation, learning spaces and materials, protection services, shelter and information. This support is not only to provide lifesaving emergency interventions, but also to strengthen national preparedness systems and build resilience at community, subregional and national levels, so that avoidable illnesses and deaths are prevented and those affected are able to recover. In partnership with national governments, civil society organizations and other United Nations agencies, UNICEF works in some of the most challenging environments in the world to deliver results for millions of children and women threatened by natural disasters or complex emergencies. Despite challenges and constraints, sustained advocacy, political and financial commitment, and collaboration in 2012 resulted in achievements that need to be built upon and continued into 2013.

The links between child protection and health and survival

Janeiro 17, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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The current global crisis in children’s protection and care is both intrinsically harmful to children and threatens the achievement of other rights and broader development goals. This paper focuses on the inter-dependence between efforts to reduce the exploitation, abuse and neglect of children and global goals on health and survival as articulated by the current Millennium Development Goals (MDGs).

For the mutual benefit of both these areas, the framework that will replace the MDGs in 2015 must both continue to include a focus on health and child survival, and encompass particular goals and indicators on children’s protection.

This paper is part of an inter-agency series on the links between child protection and major development goals. Other papers in the series address subjects including education, population dynamics, climate change and conflict, and growth. This series is part of a global inter-agency campaign to raise the profile of child care and protection in development and humanitarian work, including the post-MDG framework.

Where’s the Controversy in Saving Lives? Vídeo da Gates Foundation

Agosto 23, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Children’s rights for all! Implementation of the United Nations Convention on the Rights of the Child for children with intellectual disabilities

Janeiro 31, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Relatório | Deixe um comentário
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This publication provides an overview of the situation of children with intellectual disabilities in twenty two European countries, with a particular focus on five areas: protection against abuse, family support and (de-)institutionalisation, health, education, and participation of children.

It recommends steps to be taken to remove barriers to their inclusion. The publication is based on a series of Country Reports that paint a rather distressing picture of the situation of children with intellectual disabilities. All of them state that there is very limited evidence on how the rights of children with intellectual disabilities are upheld in the researched countries. The results of the survey show that CRC implementation from the perspective of children with intellectual disabilities is far from satisfactory in all five areas.

While some attention has been paid to education and health, the European countries should focus also on other areas such as abuse and participation of children with intellectual disabilities. Despite progress and positive developments in the area of education and de-institutionalisation, many children with intellectual disabilities continue to be educated exclusively in segregated settings or are placed in long-term residential institutions.

It has been acknowledged by civil society, governments and experts that children with intellectual disabilities are generally at greater risk of becoming victims of psychological and physical violence, sexual abuse and bullying, especially in institutions or at schools. While progress in favour of inclusive education can be seen in many countries, access to mainstream education for pupils with intellectual disabilities is still rather modest. While in Europe access to basic health care is ensured for all children, the Country Reports reveal huge disparities among the EU countries.

The publication ends with recommendations for actions that should be given priority by policy makers at European, national, regional and local levels to ensure equal opportunities for
children with intellectual disabilities.


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