E o silêncio? Também é de Mozart? Oficina de música de David Harrison no CCB

Janeiro 17, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O que é que faz com que as notas, ritmos e harmonias escolhidas por mozart nos levem a responder que aquela música só pode ser de mozart? Na companhia de três músicos incríveis, através de atividades interativas, enérgicas e criativas, vamos responder a esta pergunta e vamo-nos apropriar da “matéria-prima“ de que a música de mozart é feita para criar nova música com temas antigos.

23, 24, 25 e 26 Jan 2012 – 10:00
27 e 29 Jan 2012 – 15:30
28 Jan 2012 – 11:30

Oficina para miúdos
Dos 6 aos 12 anos | 1.º e 2.º Ciclos

De 23 a 26 de janeiro para escolas
De 27 de janeiro para escolas

De 28 de janeiro às 11:30 para familias
De 29 de janeiro às 15:30 para familias

 Espaço CCB/Fábrica das Artes

 Preços
Semana 3,20€
Fim de semana 5,35€  

 Elizabeth Davis percussão
Anabela Malarranha flauta
Pedro Monteiro trompete
Vítor Faria trombone 

 Se tocar um instrumento, traga-o para esta oficina.

INSCRIÇÕES 
As inscrições devem ser feitas pelos telefones +351 213 612 899/ 898 ou pelo fax +351 213 612 859. 
fabricadasartes@ccb.pt
Contactos > Maria José Solla | Manuel Moreira | Tânia Guerreiro
Todos os dias úteis das 11:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00.  

Conferência – Impacto da Pobreza no Desenvolvimento da Criança

Janeiro 17, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Ciclo de Conferências Doutorais em Estudos da Criança 2011/12
 “O conferencista convidado é o Prof. Doutor Franz Peterander, da Maximilians Ludwig Universitä München, Faculty of Psychology and Educational Sciences, que vai apresentar a temática “Impacto da Pobreza no Desenvolvimento da Criança”.”  20 de Janeiro, 2012.

Instituto de Educação
Doutoramento em Estudos da Criança
E-mail:  sec-dout@ie.uminho.pt

Crianças vêem mais imagens de cariz sexual nas bancas dos jornais do que na Internet

Janeiro 17, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 5 de Janeiro de 2012.

Por Lusa

As crianças portuguesas vêem mais imagens de cariz sexual nas bancas dos jornais do que na Internet, disse hoje à agência Lusa a investigadora Cristina Ponte, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Os dados da investigação em que participou para chegar a este e outros resultados serão publicados no livro “Crianças e Internet em Portugal”, a lançar no dia 6 de Fevereiro, véspera do Dia Europeu da Internet Segura.

O livro espelha, de forma mais aturada, os resultados obtidos para Portugal num inquérito europeu, no âmbito do projecto “EU Kids Online”, afirmou Cristina Ponte.

De acordo com a investigadora, Portugal tem a maior taxa de computadores portáteis entre a população mais jovem, devido à generalização dos programas e-escolinha (Magalhães) e e-escola, mas o uso é dos mais reduzidos em termos europeus, devido aos custos das telecomunicações.

“Têm uma pen com um plafond e quando acaba torna-se caro recarregar”, explicou.

Dai que Portugal seja um dos países onde os alunos procuram mais espaços com Internet (gratuita), como as bibliotecas, onde acabam por fazer trabalhos.

Foram analisadas mil respostas de crianças portuguesas, dos nove aos 16 anos e analisados os riscos sexuais.

Cerca de um quarto (24 por cento) das crianças e jovens afirmaram ter visto imagens de cariz sexual no último ano, dentro e fora da Internet, com predominância para os rapazes.

Os valores daqueles que viram as imagens aumentam com a idade, havendo 37 por cento de jovens de 15 e 16 anos que as observaram no último ano. Este é o maior grupo, embora 14 por cento dos adolescentes de 13 e 14 anos as tenham visto esporadicamente.

A Internet é a fonte de imagens de cariz sexual para cerca de metade dos jovens que as viram on-line ou off-line (13 por cento do total), a par da televisão ou filmes.

“As crianças mais novas vêm mais este tipo de imagens em revistas ou livros ou através da televisão ou filmes”, segundo o estudo.

O telemóvel, através de sms ou mms, ou o bluetooth, são os veículos mais populares entre os mais velhos: 24 por cento e 21 por cento dos jovens com 13 e 14 anos e 18 por cento e 20 por cento dos 15 e 16 anos, respectivamente.

“Apesar de uma certa dramatização sobre o contacto com conteúdos pornográficos através da Internet, continua a haver outras fontes destes conteúdos, numa cultura crescentemente sexualizada, que também tem as suas manifestações entre a cultura juvenil”, sublinham os investigadores.

O estudo mostrou que o conteúdo sexual com que os inquiridos contactaram foi sobretudo de pessoas nuas (65 por cento) ou a terem relações sexuais (64 por cento), seguindo-se o de imagens genitais (37 por cento) e “apenas residualmente imagens de sexo violento” (9,8 por cento).

“Portugal está entre os países com maior discrepância entre as práticas declaradas de ver imagens sexuais online pelos filhos (13 por cento) e admitida pelos pais (quatro por cento do total)”, revela o estudo.

Diz ainda o estudo que os pais portugueses assumem “um grande desconhecimento sobre esta matéria”, já que 43 por cento dos pais de crianças que tiveram esta experiência optou pela resposta “Não sei”.


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