Palestra “Mediação de Conflitos : Outros Caminhos”

Janeiro 27, 2012 às 7:05 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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IAC-CEDI lança concurso escolar “Se o meu telemóvel voasse”

Janeiro 27, 2012 às 4:00 pm | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC-CEDI, Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança do Instituto de Apoio à Criança é a entidade promotora e organizadora do concurso escolar SE O MEU TELEMÓVEL VOASSE (ideia original do escritor José Fanha)  que decorre a nível nacional entre 1 de fevereiro e 31 de maio de 2012.

Este concurso visa premiar os melhores projetos desenvolvidos no âmbito da temática DIREITO À DIFERENÇA – EU MAIS TU.

Apelando à criatividade das crianças e dos jovens, o projeto pretende contribuir para a defesa da não discriminação consignada no artigo 2º da Convenção Sobre os Direitos da Criança.

O concurso destina-se aos alunos dos estabelecimentos de ensino público e privado que frequentem o ensino básico, secundário e profissional, no ano letivo de 2011-2012. 

Os grupos de alunos constituídos para o concurso devem desenvolver projetos criativos com recurso ao telemóvel (fotografia e/ou filme) ilustrando a temática DIREITO À DIFERENÇA – EU MAIS TU com as seguintes orientações: 

1º, 2º e 3º Ciclos:

Contar uma história através de 6 imagens, fotografias tiradas com telemóvel, unidas por um texto narrativo ou poético complementar.

 Não se procura que o texto explique as imagens ou que as imagens ilustrem o texto, mas que se complementem e se iluminem.

Secundário:

Construir um percurso visual através de um pequeno filme acompanhado por palavras que o iluminem e tornem o seu sentido mais vasto e diverso, a partir de um guião previamente construído. 

 Mostrar a contradição e complementaridade dos contrários e do seu jogo visual, físico e simbólico.

O prémio a atribuir a cada projeto vencedor será no valor de 250,00€ (duzentos e cinquenta euros) distribuído equitativamente pelos elementos que compõem a equipa sob a forma de cheque – prenda.

A escola do grupo vencedor receberá um prémio em livros.

O Banco Português de Investimento -BPI e a Leya patrocinam este concurso.

Para conheceres o projeto do concurso e o respetivo regulamento clica AQUI.

Para te candidatares ao concurso clica no BOTÃO DO CONCURSO QUE ESTÁ À TUA ESQUERDA POR CIMA DO BOTÃO VERDE e acede à Ficha de Inscrição online. 

 CONCORRE, APRENDE E DIVERTE-TE COM OS TEUS COLEGAS!!!

PROJETO E REGULAMENTO DO CONCURSO

 

SOS Criança encaminhou 760 casos de crianças em risco em 2011

Janeiro 27, 2012 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 27 de Janeiro de 2012.

Ouvir as declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) Aqui

Subiram 35 por cento os casos mais complexos de crianças em risco que chegam à linha do Instituto de Apoio à Criança.

A linha SOS Criança encaminhou 760 casos de crianças em risco em 2011, mais 35 por cento em relação a 2010 quando se registaram 565 casos.

Em mais de duas décadas de actividade desta linha, 2011 é o segundo ano com mais casos que obrigaram os responsáveis do Instituto de Apoio à Criança a encaminhar a situação para outras entidades.

As polícias são quem recebe mais casos, mas muitos também são enviados para a Segurança Social, as comissões de protecção de crianças e jovens, as escolas ou os centros de saúde.

Em declarações à TSF, o coordenador da linha SOS Criança explica que este crescimento tão significativo em 2011 se deve essencialmente à maior atenção que a sociedade dá a este tipo de casos.

Manuel Coutinho afirma que «há mais colaboração entre as várias entidades e a sociedade está cada vez menos tolerante para as situações que diariamente podem estar a denegrir os direitos das crianças».

O coordenador da SOS Criança explicou ainda que em todo o ano de 2011 receberam 2864 apelos (em 2010 tinham sido 2982) que levaram aos referidos 760 encaminhamentos para outras entidades por serem situações mais complicadas.

Segundo Manuel Coutinho, estas exigiam um «acompanhamento mais especializado que obrigou também a um trabalho continuado dos técnicos do SOS Criança para perceber o que fazer pela criança e pelo agregado familiar».

Depois de ter sido criada em 1988, a Linha SOS Criança recebeu até agora perto de cem mil chamadas e encaminhou para outras entidades quase 11 mil casos de crianças em risco.

A linha SOS Criança tem como principal objectivo receber denúncias de situações problemáticas a envolver crianças e actuar antes que a situação de risco de concretize.

Nuno Guedes

Polissia – Filme sobre a Brigada para a Protecção de Menores de Paris

Janeiro 27, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Os membros da Brigada para a Protecção de Menores lutam contra inúmeras vicissitudes sofridas por crianças de todos os estratos sociais: pedofilia, abuso infantil, delitos que incluem adolescentes ou prostituição. Cada um deles, à sua maneira, tenta encontrar estratégias de distanciamento nas suas vidas pessoais. Quando uma jovem fotógrafa é enviada pelo Ministério da Administração Interna para retratar a vida daquela unidade, algo vai alterar a dinâmica do grupo.
Um filme dramático realizado pela actriz e realizadora Maïwenn, baseado em casos reais da Brigada para a Protecção de Menores de Paris. Foi o filme vencedor do prémio do júri, na edição de 2011 do Festival de Cannes. PÚBLICO

O filme estreou no dia 26 de Janeiro de 2012.

Texto retirado do CineCartaz

 

Google Portugal lança o Centro de Segurança Familiar da Google

Janeiro 27, 2012 às 11:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Google Portugal vai lançar a 7 de fevereiro, dia em que se comemora o Dia da Internet Segura, o Centro de Segurança Familiar da Google. Este evento decorrerá no Auditório do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva e terá a participação do IAC, enquanto parceiro neste projeto.

Porquê Brincar no Hospital?

Janeiro 27, 2012 às 6:00 am | Publicado em Actividade Lúdica | Deixe um comentário
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O Sector da Humanização do Instituto de Apoio à Criança, disponibiliza o artigo “Porquê Brincar no Hospital?” da autoria de Leonor Santos, psicóloga clínica, psicoterapeuta. Neste artigo, publicado no livro “Brinquedoteca – Uma Visão Internacional”, reflecte-se sobre as características próprias que a actividade lúdica tem em pediatria.

Consulte o artigo aqui.

Quase todos os alunos do 4º e 6º fazem erros de concordância resultados nas provas de aferição foram melhores em Leitura e Estatística

Janeiro 26, 2012 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 16 de Janeiro de 2012.

Por Clara Viana

Apenas 8% dos alunos do 4.º e 6.º ano consegue escrever frases sem erros de concordância. Em ambos os anos de escolaridade, este foi o item das provas de aferição de Língua Portuguesa, realizadas em Maio por cerca de 216 mil estudantes, que obteve a taxa de sucesso mais baixa, revelam os relatórios com a análise pormenorizada do desempenho dos estudantes divulgados sábado pelo Ministério da Educação.

Também na prova de Matemática houve consonância nas dificuldades demonstradas pelos alunos dos dois anos. Só 19% dos estudantes do 4.º e 6.º ano mostraram saber o que é um múltiplo de um número e o que fazer com um problema que envolva este conceito. Os itens que envolviam múltiplos de números foram os que obtiveram piores resultados nas provas de aferição de Matemática.

Na prova do 4.º ano apresentavam-se quatro números, indicando que alguns eram múltiplos de 3, e pedia-se ao aluno que explicasse o que teria de fazer para saber quais deles cumpriam aquela condição. Na do 6.º ano propunha-se um problema, que envolvia múltiplos de 3 e de 5, onde num intervalo entre 30 e 50 os alunos teriam de identificar o total exacto de moinhos em miniatura existentes numa loja.

Nos dois anos, em ambas as provas, os alunos voltaram a coincidir nas perguntas com melhores desempenhos. Na de Língua Portuguesa, mais de 90% acertaram, numa questão de escolha múltipla, na resposta que identificava qual a ideia principal do texto proposto para leitura. A segunda questão com maior percentagem de respostas certas diz respeito à compreensão do número de linhas pedido para a composição. Na prova de Matemática, em ambos os anos, as questões com melhor classificação solicitavam interpretação de informação contida num pictograma: mais de 90% tiveram cotação máxima.

No geral, os alunos mostraram melhores desempenhos na Leitura e na área de Estatística e Probabilidades. Na disciplina de Português, o 6.º ano foi pior na parte da gramática e o 4.º no domínio da escrita. Na Matemática, os piores desempenhos, em ambos os anos, registaram-se na área dos Números e Cálculo.

Falta de sentido crítico

No 6.º ano, os alunos voltaram a revelar particulares dificuldades na resolução de problemas e na compreensão do conceito de fracção. Num dos problemas apresentados perguntava-se quanto dinheiro tinha uma rapariga levado para férias, sabendo-se que na compra de três livros, a seis euros cada, ela tinha gasto 2/5 daquela verba. “Muitos alunos responderam com um total inferior à parte que foi gasta” e continuam a evidenciar “uma preocupante falta de sentido crítico face à plausibilidade das soluções que apresentaram”, frisa-se no relatório do Gabinete de Avaliação Educacional (Gave) do ministério.

“A falta de sentido crítico advém do tipo de ensino que ainda está vigente no país”, constata a presidente da Associação de Professores de Matemática, Elsa Barbosa, em resposta a questões do PÚBLICO.

Quanto à análise dos resultados por área, esta docente considera que os bons desempenhos a Estatística e Probabilidades se devem, sobretudo, ao seu reforço no novo programa, que começou a ser aplicado há dois anos em todas as escolas, e também às acções de formação de professores desenvolvidas no âmbito do Plano de Acção para a Matemática. Antes este tema “era muito pouco trabalhado e, inclusive, era uma das áreas onde os professores do 1.º ciclo tinham mais dificuldades”, explica.

Já os maus resultados na área dos Números e Cálculo devem-se, sobretudo, ao facto de o actual programa ser “mais exigente”. “É preciso tempo para que se alcancem os resultados esperados”, acrescenta.

Por comparação a 2010, a média global nacional das provas de aferição de Matemática desceu de 62% para 58% no 6.º ano e de 71% para 68% no 4.º ano. Nas provas de Língua Portuguesa, as médias nacionais mantiveram-se no 6.º ano (65%) e desceram de 70% para 69% no 4.º ano. No relatório do Gave chama-se a atenção para o facto de os alunos do 6.º ano continuarem a mostrar “uma grande dificuldade em utilizar diferentes tempos verbais do modo indicativo e em converter discurso indirecto em directo”. Quase metade destes alunos também errou na ordenação alfabética de um conjunto de palavras começadas por “C”. No seu comentário sobre a prova do 6.º ano, a Associação de Professores de Português manifestara surpresa pela existência desta questão, “por parecer pouco exigente”.

Ateliê de Marionetas de Dedo e Animação do Livro e da Leitura

Janeiro 26, 2012 às 5:08 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Lançamento do Livro: “Os Meus Pais já não Vivem Juntos. Intervenção em Grupo com Crianças e Jovens de Pais Divorciados”

Janeiro 26, 2012 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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XIX Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental da ASPEA – Aprender fora de portas: percursos de aprendizagem

Janeiro 26, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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