Vídeo da participação de Matilde Sirgado do IAC no programa “Sempre em Dia” da RTP Internacional

Junho 8, 2018 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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A Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, Tesoureira e Membro da Direção do Instituto de Apoio à Criança participou no programa “Sempre em Dia” da RTP Internacional no dia 5 de junho. No programa foram abordados temas relacionados com as crianças desaparecidas, tráfico de crianças, Linha SOS-Criança, Linha SOS-Criança Desaparecida, Equipas de Rua do IAC – Projecto Rua.

Visualizar o vídeo no link em baixo a partir do minuto 08:40 m:

https://www.rtp.pt/play/p4092/sempre-em-dia

 

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Saiba como a linha SOS Criança pode ajudar jovens em risco

Junho 4, 2018 às 4:28 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Vídeo da TVI24 de 1 de junho de 2018.

visualizar o vídeo no link:

http://www.tvi24.iol.pt/videos/sociedade/saiba-como-a-linha-sos-crianca-pode-ajudar-jovens-em-risco/5b11381f0cf29778fd1ffda7

 

Dia Internacional das Crianças Inocentes Vítimas de Agressão – 4 de junho

Junho 4, 2018 às 10:45 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site Secretaria-Geral do Ministério da Justiça

Assinala-se no dia 4 de junho e foi criado pela ONU em 1982 para alertar para o sofrimento das crianças que são vítimas de agressão física, mental e emocional.

Nesta data as Nações Unidas reafirmam o seu compromisso em proteger os direitos das crianças, destacando-se, do seu trabalho desenvolvido nesta área, a Convenção dos Direitos das Crianças de 1989 e a Resolução dos Direitos da Criança de 1997.

Longe de ser um dia de celebração, este é um dia de luto e reflexão. Este dia relembra todas as vítimas infantis de agressão física, mental e emocional, mas também chama a atenção para a necessidade de proteção e de educação das crianças, que se encontram numa fase frágil, de construção de mentalidade, carácter e de valores.

Importa reforçar a ideia que zelar pelas crianças não é uma tarefa exclusiva dos pais, mas também dos parentes, da comunidade, dos profissionais de saúde, dos líderes de modo geral, dos educadores, dos governantes, enfim, da sociedade como um todo.

Em Portugal, o Instituto de Apoio à Criança disponibiliza o serviço SOS-Criança (número nacional:116 111), como serviço anónimo e confidencial, de apoio às Crianças, Jovens, Famílias, Profissionais e Comunidade, de âmbito nacional e internacional. Este serviço tem como objetivo dar apoio à Criança em risco, maltratada e/ou abusada sexualmente, desaparecida, desintegrada na escola, com conflitos com os pais, que se sente rejeitada ou tem ideias suicida, procurando encontrar soluções para estas situações-problema.

mais informações nos links:

http://www.un.org/en/events/childvictimday/

http://www.un.org/en/events/childvictimday/background.shtml

Desaparecidas e alvo de violência

Junho 1, 2018 às 4:28 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Destak de 28 de maio de 2018

Descarregar o relatório citado na notícia a no link:

Figures and Trends Report 2017

 

 

19% das crianças desaparecidas na Europa enfrentam violência e abuso

Maio 28, 2018 às 11:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 25 de maio de 2018.

LUSA

Segundo um relatório da Missing Children Europe, Uma em cada 5 crianças desaparecidas nas linhas de atendimento enfrentaram situações de violência, abuso, negligência e exploração.

Uma em cada cinco crianças desaparecidas na Europa enfrentou situações de violência, abuso, negligência ou exploração, segundo um relatório da organização Missing Children Europe, divulgado esta sexta-feira.

A rede europeia de linhas de atendimento 116 000 existe em 32 países e em Portugal é gerida pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC). Em 2017, esta rede recebeu 188.936 chamadas em toda a Europa e prestou apoio a casos relativos a 5.621 crianças desaparecidas.

De acordo com o relatório lançado para assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, que se assinala esta sexta-feira em todo o mundo, 19% das crianças declaradas desaparecidas nas linhas de atendimento enfrentaram situações de violência, abuso, negligência e exploração. Os jovens em fuga são as principais vítimas, pelas situações a que involuntariamente se expõem “nos seus percursos de fuga” ou “na procura desesperada dos seus sonhos”.

Em 2017, os jovens que fugiram ou foram expulsos de casa constituíram 57,2% dos casos de crianças desaparecidas relatadas às linhas 116 000, mantendo-se como o no maior grupo de crianças desaparecidas em toda a Europa.

O relatório salienta que a maioria das crianças encontradas sem vida eram jovens em fuga e que a percentagem de crianças/jovens que fogem repetidamente aumentou de 15% em 2016, para 16% em 2017. Os raptos parentais constituíram o segundo maior grupo de casos, com 23,2% dos casos.

Em Portugal, os dados do SOS Criança Desaparecida alinham-se com esta realidade, numa proporção ligeiramente superior para os raptos parentais, de 32% (e 51% para as fugas nacionais). Em 2017, 46% das crianças desaparecidas comunicadas às linhas 116 000, foram encontradas ainda nesse ano, um aumento de 4% em relação a 2016.

O relatório destaca também que, apesar de existirem milhares e milhares de crianças migrantes desaparecidas dos centros de acolhimento da Europa, são poucos os casos denunciados quer a estas linhas quer às autoridades policiais.

Segundo a Missing Children Europe, a subnotificação desses desaparecimentos e a falta de clareza sobre os papéis e responsabilidades em relação à prevenção e resposta a esse grupo muito vulnerável de crianças continua a ser uma questão preocupante.

O documento revela ainda que os raptos criminais representaram menos de 1% dos casos registados em 2017, como nos anos anteriores, enquanto os casos de crianças perdidas, feridas ou desaparecidas aumentaram em comparação com o ano passado, correspondendo a 14,3% dos casos.

Um em cada seis casos de crianças desaparecidas tinha natureza transfronteiriça, mostrando a importância da cooperação internacional entre os governos, as linhas 116 000, os tribunais e outras autoridades de proteção da criança, particularmente as autoridades centrais de cada estado membro.

No seu relatório a Missing Children Europe alerta que embora os governos nacionais garantam a maior parte do financiamento das linhas de apoio, as instituições que as gerem queixam-se que não tiveram acesso a financiamento das autoridades nacionais em 2017, pelo que a falta de recursos financeiros e humanos são os principais desafios citados repetidamente.

Segundo a organização, embora estas linhas diretas tenham respondido a mais de 1,2 milhões de chamadas relacionadas com crianças desaparecidas desde 2011, a falta de financiamento estável e contínuo coloca as linhas 116 000 em risco de encerramento.

 

Descarregar o relatório citado na notícia a no link:

Figures and Trends Report 2017

 

 

25 de maio de 2018 Dia Internacional das Crianças Desaparecidas : Comunicado da Missing Children Europe e do IAC

Maio 25, 2018 às 9:55 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Press Release

25 de maio de 2018: Dia Internacional das Crianças Desaparecidas

Crianças desaparecidas na Europa: 19% das crianças desaparecidas enfrentam alguma forma de abuso e exploração.

Por ocasião do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, comemorado a 25 de maio em todo o mundo, a Missing Children Europe lança o seu novo relatório estatístico «Números e Tendências das Crianças Desaparecidas em 2017».

O relatório apresenta a evolução e as tendências dos casos de crianças desaparecidas na Europa tratados pela Rede Internacional de Mediadores Familiares (http://www.crossbordermediator.eu/) e a rede europeia de Linhas de Apoio à Criança Desaparecida disponíveis através do número 116000, atribuído em Portugal ao Instituto de Apoio à Criança , desde a criação desta linha específica em 2004 (no âmbito da diretiva europeia).

Em 2017, a rede de linhas 116 000 recebeu 188 936 chamadas em toda a Europa (http://missingchildreneurope.eu/116000hotline).

19% das crianças declaradas desaparecidas nas linhas de atendimento, enfrentaram situações de violência, abuso, negligência e exploração. Os jovens em fuga são as principais vítimas pelas situações a que involuntariamente se expõem nos seus percursos de fuga ou na procura desesperada dos seus sonhos.

Em 2017, os jovens que fugiram ou foram expulsos de casa constituíram 57,2% dos casos de crianças desaparecidas relatadas às linhas 116 000, tornando-as consistentemente, ano após ano, no maior grupo de crianças desaparecidas por toda a Europa. (Por essa razão, vai ser esse o tema do Encontro da Missing Children Europe – “Runaways: Unseen and unheard”, que este ano terá lugar no dia 6 de junho no Parlamento Europeu).

Os raptos parentais constituíram o segundo maior grupo, com 23,2% dos casos.

Em Portugal, os dados do SOS Criança Desaparecida alinham-se com esta realidade, numa proporção ligeiramente superior os raptos parentais, de 32% e 51% para as fugas nacionais.

Embora as autoridades nacionais informem cada vez mais, e tenhamos conhecimento que existem milhares e milhares de crianças migrantes desaparecidas dos centros de acolhimento da Europa, sendo que muito poucos casos de desaparecimento de crianças migrantes não acompanhadas são, na verdade, denunciadas, quer às linhas 116 000, quer às autoridades policiais.

A subnotificação desses desaparecimentos e a falta de clareza sobre os papéis e responsabilidades em relação à prevenção e resposta a esse grupo muito vulnerável de crianças continua a ser uma questão preocupante.

Os raptos criminais representaram menos de 1% dos casos registados em 2017, como nos anos anteriores, enquanto os casos de crianças perdidas, feridas ou desaparecidas aumentaram em comparação com o ano passado, correspondendo a 14,3% dos casos.

1 em cada 6 casos de crianças desaparecidas tinha natureza transfronteiriça, mostrando a importância da cooperação internacional entre os governos, as linhas 116 000, os tribunais e outras autoridades de proteção da criança, particularmente as Autoridades Centrais de cada estado membro.

Em 2017, 46% das crianças desaparecidas comunicadas às linhas 116 000, foram encontradas no ano, um aumento de 4% em relação a 2016.

Salienta-se que embora tenha havido um aumento significativo no número de jovens encontrados (de 46% em 2016 para 59% em 2017), a maioria das crianças encontradas sem vida eram jovens em fuga.

Por outro lado a percentagem de crianças/jovens que fogem repetidamente aumentou de 15% em 2016, para 16% em 2017, o que nos deve conduzir a uma reflexão urgente sobre os problemas persistentes, quer nas famílias, quer nas instituições de acolhimento.

Na verdade as pesquisas mostram que quanto mais uma criança foge, mais vulnerável se torna, porque é forçada a usar estratégias mais arriscadas para sobreviver, como viver sem-abrigo, mendigar, prostituir-se. Daí que, o fenómeno das fugas esteja muito associado às exploração sexual de crianças.

Embora os governos nacionais garantam a maior parte do financiamento das linhas de apoio, as instituições que as gerem queixam-se que não tiveram acesso a financiamento das autoridades nacionais em 2017, pelo que a falta de recursos financeiros e humanos são os principais desafios citados repetidamente.

Embora estas linhas diretas tenham respondido a mais de 1,2 milhões de chamadas relacionadas com crianças desaparecidas desde 2011, a falta de financiamento estável e contínuo coloca as linhas 116000 em risco de encerramento.

O Instituto de Apoio à Criança, membro da Missing Children Europe, este ano irá realizar a sua XI Conferência sobre Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente no dia 29 de maio no Auditório do Centro de Estudos Judiciários.

©MCE & IAC 2018
Dados e esclarecimentos adicionais disponíveis:
IAC / SOS-Criança
Contacto preferencial – Coordenador, Dr. Manuel Coutinho
21 798 7410/15

Relatório do MCE (clique aqui)

Press Release (clique aqui)

 

Relatório de Atividades / Estatístico SOS Criança 2017

Abril 19, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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descarregar o relatório no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-sos/relatorio-estatistico-anual

Seminário “Filhos, Pais e Avós: Viver (s)em conflito” com a presença de Ana Rita Sousa e Ana Mendonça do IAC, 20 abril em Coimbra

Abril 17, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As técnicas do IAC-SOS-Criança,  DrªAna Rita Sousa e a Drª Ana Mendonça, irão realizar o Workshop 1 – Filhos: “Filho és, Pai serás”.

mais informações no link:

https://www.caritascoimbra.pt/2018/noticias/caritas-coimbra-promove-o-laco-azul-8a-campanha-de-prevencao-de-maus-tratos-a-criancas-e-jovens/

Açorianos recorrem ao SOS-Criança para ‘falar com alguém’ – Entrevista de Manuel Coutinho do IAC

Abril 9, 2018 às 1:30 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Notícia do http://www.diariodosacores.pt/ de 8 de abril de 2018.

Escrito por A Redacção

Manuel Coutinho, psicólogo clínico, Coordenador do SOS-Criança

Diário dos Açores – O SOS-Criança acaba de divulgar os números da actividade de 2017. Relativamente aos Açores o que é que mais destaca?

Manuel Coutinho – O SOS-Criança é um serviço do Instituto de Apoio à Criança, anónimo e confidencial e de âmbito nacional.

Este serviço de prevenção funciona, desde 1988, nos dias úteis entre as 9h00 e as 19h00, através do número telefónico gratuito 116111, do Chat online (www.iacrianca.pt) e do e-mail (soscrianca@iacrianca.pt Este endereço de email está protegido contra piratas.  tem como objectivo:

– Ouvir e dar Voz à Criança; Promover o desenvolvimento harmonioso e integral da criança; Apoiar a Criança e a Família; Prevenir situações problema; Garantir à criança o direito à palavra, protecção em situação de risco e/ ou mau trato, quando privada de afeição, isolada, abandonada, ameaçada de agressão física, sexual, negligenciada ou obrigada a trabalhar prematuramente; Sensibilizar as estruturas comunitárias e a sociedade em geral, para a problemática da criança em risco e em perigo.

No ano de 2017, o Serviço de Atendimento Telefónico SOS-Criança recebeu um total de 1841 chamadas, das quais, 1389 referiram-se a apelos efectivos que resultaram numa intervenção por parte dos técnicos, no sentido de informar, apoiar, orientar e/ou encaminhar os apelantes consoante as situações-problema expostas.

Em termos gerais, constatou-se que os apelos recebidos  pelo SOS-Criança, em 2017, vieram de todas as regiões de Portugal. Sendo a maioria dos apelantes residentes no distrito de Lisboa (26%), no do Porto (20%) e na Região Autónoma dos Açores (8%).

No que diz respeito à Região Autónoma dos Açores, em 2017, destacou-se a problemática “Falar com alguém”. Os apelantes nestas situações, recorrem ao Serviço para receber apoio psicológico, conversar sobre os seus problemas e expor situações da sua vida, procurando no SOS-Criança um suporte que as possa ajudar a ultrapassar as situações.

Há muitas chamadas por causa de casos de pedofilia, mas existem outros casos para os quais é pedida ajuda do SOS-Criança. Certo?

Em 2017, o SOS-Criança recebeu 24 situações de suspeita de abuso sexual e pedofilia. Situações essas que deram origem à abertura de um processo interno e ao respectivo encaminhamento para as autoridades competentes, para que pudessem analisar a veracidade das suspeitas.

O SOS-Criança é um serviço específico para situações inespecíficas. A nível nacional o SOS-Criança, para além da escuta empática que proporciona às crianças, registou um elevado número de  situações de negligência, crianças em risco e em perigo.

Todos temos o dever de apresentar ao SOS-Criança, através do telefone 116111 situações que cheguem ao nosso conhecimento e que possam colidir com a promoção e a defesa dos direitos da criança.

Comparando com anos anteriores qual é a sua percepção relativamente aos Açores? Há mais chamadas agora, mantém-se no mesmo ritmo ou diminuiu?

Em relação à Região Autónoma dos Açores, o número de apelos registados no Serviço SOS-Criança, através da linha nacional de atendimento, com o telefone nº 116111, comparativamente a 2016 diminuiu.

É de salientar que o Instituto de Apoio à Criança, Açores, criado em 1993, tem  entre as suas valências, o número de telefone regional – SOS Criança Açores, 296283383, serviço anónimo e confidencial que tem atendimento entre as 09:00 e as 17:00 e que também dá resposta às múltiplas situações da Região Autónoma dos Açores. O SOS – Criança nos Açores, é uma linha de apoio de situações para a qual, todos poderemos recorrer para fazer denuncias, ou até mesmo, para pedir aconselhamento e orientação.

Com a participação cada vez maior de jovens nas redes sociais certamente que será maior o número de casos de aliciamento, ameaças etc. Como combater este fenómeno?

Temos todos muito a aprender. Há sempre quem possa aproveitar-se “ilicitamente” nas redes sociais dos nossos dados e das nossas informações, em boa verdade, há muitos perigos. Urge prevenir.

As redes sociais têm modificado a forma como nos relacionamos uns com os outros e a sua utilização tem trazido muitos benefícios desde que  utilizadas de forma segura. No entanto, todos temos de ter algumas precauções. Uma das precauções a ter em conta, prende-se com o cuidado que devemos ter em não divulgar informações pessoais, nomeadamente local onde reside, escola ou outros dados que nos possam identificar a nós e à nossa família, etc., principalmente se forem crianças os protagonistas.

As fotografias de crianças não devem ser expostas nas redes sociais. Esta prática pode ser lesiva para a criança. Os pais não  devem divulgar fotografias dos filhos nas redes sociais, devem sim, assegurar o direito à sua imagem e à reserva da intimidade da  vida privada dos seu filhos menores de idade.

Gostava ainda de salientar que por desconhecimento e sem noção  que estas situações podem colidir com os direitos da criança, muitas pessoas fizeram e por vezes, ainda fazem, uma má utilização das redes sociais.

Agora que já todos sabemos o perigo que  corremos, temos de minimizar as  práticas que não são favoráveis ao superior interesse da criança. É tempo de parar, de informar e de proteger de riscos desnecessários todos os utilizadores directos ou indirectos das redes sociais, principalmente as crianças e jovens.

Que mensagem final gostaria de deixar às famílias açorianas?

Ninguém se pode alhear da realidade que actualmente ainda cruza a vida de muitas crianças inocentes. Realidade amarga, dura e cruel, sempre tão injusta e cobarde.

Os direitos das crianças têm de ser sempre uma prioridade.

Através da educação temos de igualar as oportunidades de crescimento e de desenvolvimento saudável das crianças.

Cada um de nós tem de ser atuante.

Ninguém pode silenciar situações que colidam com o Superior Interesse da Criança.

Ninguém se pode esquecer que em pleno século XXI ainda há crianças em risco e em perigo que sofrem em silêncio.

Ainda há crianças que não brincam e que não vêm os seus direitos reconhecidos.

Cada um de nós pode ser o seu defensor, o seu farol de esperança se não permitir que as crianças tenham os seus direitos beliscados ou violados.

jornal@diariodosacores.pt

 

 

Movimento 1 Euro – Apoie o IAC / SOS-Criança

Abril 4, 2018 às 1:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança é uma instituição particular de superior interesse social, sem fins lucrativos, cujo primordial objetivo é contribuir para o adequado desenvolvimento integral da criança.

O SOS-Criança, uma das valências do Instituto reconhecido pelo público em geral, é um serviço de primeira necessidade que surge em 1988 como pioneiro em Portugal que, de forma anónima e confidencial, garante à criança o direito à palavra e à proteção em situações de perigo, tendo por base a defesa e promoção dos Direitos da Criança

Através da Linha SOS-Criança, é possível abraçar as mais diversas problemáticas relacionadas com as crianças e jovens a nível nacional. É uma linha gratuita (116111 – dias úteis das 9h às 19h) através da qual as crianças podem expressar as suas ansiedades, dúvidas e receios, obtendo uma resposta de suporte e de contenção. A Linha SOS-Criança também pretende, acima de tudo, prevenir todas as situações de violência física, sexual, psicológica ou de privação que vitima muitas crianças e jovens. Assim, esta é uma linha que está, igualmente, ao dispor da comunidade, permitindo que qualquer cidadão possa denunciar casos que coloquem em causa a integridade e bem-estar físicos e psicológicos da criança e jovem, o que vem constituir uma solução para os problemas, intervindo, de forma precoce, nas situações que podem prejudicar o seu bom desenvolvimento.

A melhor forma de prevenir o avanço dos maus tratos nas crianças e jovens, é sensibilizar esta população para os seus direitos. Neste sentido, através de ações de sensibilização nas escolas, é possível ir à raiz do problema, contatar com as crianças, perceber as suas necessidades e fragilidades, bem como alertar para o que deve e não deve ser encarado como “normal”, no que toca à sua integridade.

Com o apoio financeiro do “Movimento 1 Euro”, esperamos obter ajuda para a produção do material de divulgação da Linha SOS-Criança nas escolas, de modo a complementar e a enriquecer as nossas ações de sensibilização, distribuindo-o pelos alunos, por forma a cativá-los e a sensibilizá-los para estarem mais atentos aos sinais indicadores de que algo possa estar a perturbar o seu bem-estar e o bem-estar dos que lhes estão próximos. Assim, é possível intervir, cada vez mais cedo, nas problemáticas e evitar que apenas haja atuação quando as situações indesejáveis já se encontrem em estado avançado.

Para poder votar, deverá preencher o formulário online através deste link, onde se encontram as instruções para tal:

http://movimento1euro.com/inscreva-se-aqui

Mais informações:

http://movimento1euro.com/causas/causas-activas

Facebook Movimento 1 Euro

https://www.facebook.com/movimento1euro

 

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