Cyberbullying – Informação da PSP

Novembro 5, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da Polícia de Segurança Pública – Comando Metropolitano de Lisboa

O 𝐂𝐲𝐛𝐞𝐫𝐛𝐮𝐥𝐥𝐲𝐢𝐧𝐠, tal como o 𝐁𝐮𝐥𝐥𝐲𝐢𝐧𝐠, é um fenómeno social que engloba as ações negativas perpetradas de forma repetitiva e prolongada contra pessoas, exercido de forma indireta, através da utilização das tecnologias de informação e comunicação (e-mail, mensagens e/ou redes sociais) para hostilizar e humilhar a vítima.

Como tal, evite colocar na internet, partilhar ou comentar situações onde seja explícito uma situação de 𝐛𝐮𝐥𝐥𝐲𝐢𝐧𝐠 e denuncie sempre!

Se for vítima de 𝐜𝐲𝐛𝐞𝐫𝐛𝐮𝐥𝐥𝐲𝐢𝐧𝐠, denuncie às autoridades reunindo todas as provas necessárias (mensagens de telemóvel, chats ou emails gravados) e não responda ao agressor para não alimentar a situação.

Programa Estou Aqui! Está de regresso

Julho 16, 2020 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 14 de julho de 2020.

O Programa Estou Aqui! Está de regresso. A iniciativa nasceu pelas mãos da PSP, mas ao longo dos anos foi juntando uma série de parceiros –  Fundação Altice, MEO, Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna, Rádio Comercial, Missing Children Europe e do Instituto de Apoio à Criança – para desenvolver o projeto em dois segmentos: crianças e adultos.

A Fundação Altice está envolvida no programa desde a sua primeira edição, em 2012, e é também parceira da versão Estou Aqui! Adultos. Mais tarde, foi a vez da MEO se juntar, em 2014, na sua 3.ª edição. Desde aí, tem acompanhado o programa através dos segmentos MEO e MEO Kids.

O Programa Estou Aqui! Crianças – projeto pioneiro em Portugal – assinala este ano a sua 9.ª edição e tem como objetivo agilizar o contacto com os pais ou educadores no caso das crianças se perderem. Como funciona? Cada criança tem uma pulseira, onde está embutido um código alfanumérico único e intransmissível. É através desse código que a linha de emergência europeia (112) consegue identificar a criança e os respetivos contactos de pais/educadores que estão associados ao número da pulseira.

As inscrições para o ano letivo de 2020/2021 abriram a 24 de junho – com o levantamento de pulseiras  – e terminam no início da próxima edição. Até ao momento, 408 mil crianças foram impactadas pelo programa e só na última edição contou com 77 mil, um aumento face aos 68 mil registadas no ano anterior.

Nuno Carocha, diretor do gabinete de imprensa e RP da PSP explica que, com o atual contexto da saúde pública, a edição de 2019/2020 do programa foi prolongada até 15 de julho. Desta forma, a informação associada às pulseiras distribuídas no ano anterior, continuará válida e acessível para a resolução de uma ocorrência de desaparecimento da criança.

Já foram distribuídas e ativadas mais de 375 mil pulseiras nestes oito anos de programa e Nuno Carocha não tem dúvidas: «Esta iniciativa constitui, claramente, um projeto bandeira da Polícia de Segurança Pública, pois alia alguns dos nossos traços institucionais mais marcantes».

E explica: «Por um lado, simplicidade – sem dispositivos high tech, com um simples código alfanumérico e um backoffice de última geração, conseguimos implementar um projeto de relevante valor acrescentado no sentimento de segurança das famílias. Por outro, eficácia – o desenho do processo de trabalho e do fluxo de informação garantem, desde logo, a salvaguarda da informação de cada família, que só é utilizada se e for necessário e no contexto do Estou Aqui».

E as vantagens não ficam por aqui. De acordo com o responsável, este programa tem demonstrado que a PSP «dispõe da informação necessária a solucionar, algumas vezes em poucos minutos, situações de desaparecimento temporário de crianças em locais de grande lotação (praias, eventos culturais, feiras e outros) que, de outra forma, iriam requerer bastante mais tempo (e preocupação) para a  sua resolução».

Nuno Carocha diz também que a empatia não é descurada «desde logo alicerçada na deslocação à esquadra da PSP por um motivo positivo e desejado: o levantamento da pulseira, a sua ativação e colocação no pulso da criança.

Depois, e sempre que necessário pelo acionamento da pulseira, pela chegada da PSP ao local onde se encontra a criança perdida e sinalizada», chamando a atenção para «o consequente alívio de todos pela rápida e bem-aventurada resolução da situação».

Os testemunhos de quem já aderiu ao programa são positivos: «Foram um descanso durante o período de férias. Sendo mãe de dois rapazes muito energéticos, sabia que se os perdesse de vista a minha primeira reação seria sempre contactar a esquadra indicando o número das mesmas. Felizmente, nunca precisei de as ativar, mas só de saber que os meus filhos as usavam, tive umas férias descansadas», diz Ana, mãe de dois rapazes.
As pulseiras podem ser pedidas a título individual (pais e encarregados de educação) ou por grupos (escolas, campos de férias, ATL, etc.).

MEO Kids Camp

Este projeto iniciado em 2014 vai agora para a 7.ª edição, que decorrerá entre julho e agosto de 2020 (fins de semana por definir) sob o tema ‘acampamento índio’. O programa consiste num pequeno roadshow que já passou por mais de 80 jardins/vilas/praias por todo o país com o intuito de proporcionar aos mais novos (entre 5-15 anos) e em família momentos de diversão e brincadeira, ao mesmo tempo que divulga o programa Estou Aqui! e que sensibiliza para outros comportamentos de risco.

A ideia passa por incutir a ligação com a natureza e com a sustentabilidade, proporcionando momentos divertidos ao ar livre (através de espaços com jogos e brincadeiras) e levando consigo outros parceiros relevantes (Ex. amostras de protetor solar – preocupação com os cuidados a ter com o sol, etc.).

A PSP também participa nesta atividade, havendo a possibilidade de as escolas/pais/educadores se inscreverem no Estou Aqui! e levantarem as pulseiras do programa in loco. Este ano, esta será a única ativação a realizar no âmbito do Programa Estou Aqui!.

Programa Estou Aqui! Adultos

Existe ainda uma versão do Programa Estou Aqui! dedicada ao segmento sénior e dirigida a pessoas que, em função da idade ou de alguma patologia, possam ficar desorientadas ou inconscientes, ainda que momentaneamente, na via pública. Esta versão do Programa conta com o apoio da Fundação Altice.
O programa foi pensado para proteger e dar apoio a quaisquer adultos que possam vir a ser encontrados na via pública em estado de especial vulnerabilidade, permitindo a sua correta identificação e o contacto célere com um familiar. O primeiro contacto é muitas vezes crítico e a urgência com que a pessoa é identificada, pode fazer toda a diferença, sendo dever da polícia procurar todas as alternativas para que esse processo seja rápido, simples e seguro.

https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

Prolongada até 15 de julho a validade das pulseiras da edição Estou Aqui! Crianças de 2019

Junho 25, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Campanário de 24 de junho de 2020.

Devido à crise pandémica, foi prolongada até 15 de julho a validade das pulseiras da edição Estou Aqui! Crianças de 2019.

A partir de amanhã, dia 25 de junho, os pais, tutores ou responsáveis pelas crianças, entre os 02 e os 10 anos de idade, já poderão inscrevê-las na edição 2020 deste programa por intermédio do sítio https://estou.aqui.mai.gov.pt .

Após a inscrição, o requerente terá de deslocar-se a uma das Esquadras da PSP aderente ao programa para levantar a pulseira, previamente ativada pela Polícia.

Cada pulseira distribuída dispõe de um código alfanumérico único que permite que a pessoa que encontre uma criança perdida a sinalize via 112. Essa chamada é encaminhada para a PSP que dispõe dos dados associados à pulseira e, de forma célere, contacta os pais, educadores ou tutores da criança que se encontre perdida, promovendo o reencontro.

O Estou Aqui! Crianças abrangeu em 2019 mais de 77.000 crianças, registando-se 8 ativações, i.e., 8 situações de acionamento da pulseira para garantir a reunião de uma criança perdida com a família.

O programa Estou Aqui! Crianças (EA) é uma iniciativa da Polícia de Segurança Pública, criada em 2012.

Em parceria com a Altice Portugal, através do MEO e da Fundação Altice, Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, Rádio Comercial, Missing Children Europe e Instituto de Apoio à Criança, já foram distribuídas e ativadas mais de 375 000 pulseiras nestes 8 anos de programa.

 

Pandemia trava bullying nas escolas, mas PSP ainda registou 115 casos – Notícia do DN com declarações de Melanie Tavares do IAC

Junho 23, 2020 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 20 de junho de 2020 com declarações da Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança.

Polícia apreende armas em escola de Lisboa durante acção de sensibilização

Fevereiro 5, 2020 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 30 de janeiro de 2020.

Foram registadas 6422 ocorrências no ano lectivo de 2017/2018 — Lisboa é a zona do país com mais problemas. Numa acção de sensibilização contra o uso do tabaco, apreenderam várias armas brancas.

Lusa

Todas as escolas têm problemas, segundo o olhar de equipas da Escola Segura da PSP, que recordam o dia em que uma acção de sensibilização sobre tabaco numa escola de Lisboa se transformou na apreensão de 37 armas. As denúncias de ilícitos em espaço escolar estão a diminuir, mas, mesmo assim, a PSP e a GNR registaram 6422 ocorrências no ano lectivo de 2017/2018. Lisboa é a zona do país com mais problemas: quase 2500 ilícitos chegaram ao conhecimento dos agentes policiais.

As equipas da Escola Segura da 4.º esquadra da PSP estão entre as que têm mais casos, sendo responsáveis por 116 escolas da cidade. A Lusa acompanhou durante um dia duas equipas desta esquadra e constatou que os pedidos de ajuda foram uma constante.

“Há ocorrências que acontecem logo de manhã”, contou à Lusa o chefe João Cunha, coordenador da Escola Segura, a propósito do Dia Internacional da Não Violência e da Paz nas Escolas, que se assinala nesta quinta-feira, lembrando que o trabalho começa às 8h, antes do toque de entrada para as aulas.

À Lusa, o agente Antero Correia desmistificou a ideia de que os problemas acontecem apenas nos estabelecimentos de ensino situados em zonas mais carenciadas: “Todas as escolas têm problemas — umas mais e outras menos — mas, muitas vezes, não passam cá para fora os problemas”.

A ideia é corroborada por João Cunha, que recorda o dia de 2019 em que os agentes foram a uma escola secundária numa zona nobre de Lisboa fazer uma acção de sensibilização junto dos adolescentes para os perigos do tabaco e acabaram por fazer uma grande apreensão de várias armas brancas.

No seguimento desta apreensão, foi realizada uma busca domiciliária a um dos alunos e foram encontradas armas de fogo, entre as quais caçadeiras de canos serrados e revólveres.

No total, desta operação resultou a apreensão de 37 armas.

O chefe João Cunha garante que estas situações “não ocorrem todos os dias” e que o mais grave é perceber “a facilidade de aquisição de armas através de plataformas na Internet”.

Adérito Edengue é um dos alunos daquela escola e garante que o ambiente dentro da escola “é calmo”. O adolescente assume que tem colegas que gostam de fumar canábis, mas considera que isso “não é o problema”.

“No exterior é que é problemático”. Segundo o adolescente de 19 anos, os maiores problemas são provocados pelos estudantes de outra escola do mesmo agrupamento, situada a poucos metros.

“Muitas vezes há conflitos nas escolas e a polícia nunca está presente”, lamenta o jovem, dizendo que já houve casos em que “roubaram e bateram em miúdos do 7.º e 8.º anos”

Escola Segura

Os furtos, ofensas corporais, injúrias e ameaças estão precisamente entre os principais crimes registados na 4.º esquadra, reflectindo um pouco os problemas das escolas de todo o país.

Os oito agentes têm de se desdobrar entre acções de sensibilização e informação nas escolas, que estão previamente agendadas, e os pedidos de ajuda de algumas das 116 escolas que telefonam directamente para os polícias de serviço.

O agente Antero Correia traz no bolso do casaco dois telemóveis sempre ligados: um é da Escola Segura e o outro da Universidade Segura, um projecto-piloto que pretende alargar ao ensino superior o programa que, há 18 anos, começou apenas nas escolas mais problemáticas do país.

Ao longo do dia o telemóvel da Escola Segura de Antero Correia tocou várias vezes: desacatos à porta de uma escola, um furto e um comportamento desadequado por parte de alunos foram algumas das chamadas a que a Lusa assistiu. “Temos de estar preparados para responder às chamadas das escolas, que são constantes”, frisou João Cunha.

O programa Escola Segura abrange mais de oito mil escolas frequentadas por mais de um milhão de alunos.

Entre as missões da PSP estão as acções preventivas junto dos alunos. O dia de Antero Correia e Filipa Gomes começou precisamente numa sala de aula de uma turma do 5.º ano para debater o problema da violência nas escolas.

Durante a acção, cinco alunos acabaram por admitir que já tinham sido vítimas de bullying, outro dos problemas que assola as escolas.

O agente Antero Correia reconhece que houve mudanças na forma de agredir e humilhar: “Em dez anos passou-se do bullying para o cyberbullying”. O que significa que o crime passou a ser mais difícil de detectar, mas, por outro lado, agora há mais provas, porque tudo fica registado.

À Lusa, a delegada de turma Camila Guerra, de dez anos, admitiu que gostaria de ser “uma embaixadora do bullying”, ou seja, alguém sempre disponível para ajudar os colegas.

Para Camila Guerra, as “aulas” com os polícias são muito interessantes e “os temas abordados são sempre importantes”: “Antes falámos do abuso sexual e agora é sobre violência nas escolas”, referiu.

O colega Bruno Fontes Lima diz que já falou sobre estes assuntos com os pais e com a professora, mas admite que quando é a polícia a abordar os temas “parece muito mais sério” e “importante”.

Também a professora e directora de turma Sandra Lourenço acredita nos benefícios da presença da polícia, que tem uma experiência e forma de falar diferentes. Além disso, acrescenta, o facto de os polícias estarem próximos, na sala de aula, é “importante para percebem que os agentes são pessoas que estão do lado deles para os ajudar”.

Apesar de considerar que a escola onde dá aulas não é problemática, Sandra Lourenço reconhece que hoje o ambiente é mais complicado. “Dou aulas há 22 anos e não está nada igual. Está tudo muito diferente”, contou a professora do 2.º ciclo, reconhecendo que “há mais agitação dentro da sala de aula”.

Segundo um inquérito feito às escolas portuguesas pelo professor Alexandre Henriques, especialista em gestão de conflitos, os casos de indisciplina começam a ser visíveis no 2.º ciclo (cerca de 34,2%) mas é no 3.º ciclo que os problemas se agravam: 63,2% dos casos registaram-se entre alunos do 7.º ao 9.º anos.

“A sociedade está extremamente violenta e a escola é um reflexo da sociedade. Os meninos vêm para a escola mais violentos e agressivos”, lamentou a docente Sandra Lourenço.

Vítima de bullying leva arma de fogo para escola em Lisboa “para se proteger”

Outubro 10, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do Observador de 4 de outubro de 2019.

Rapaz de 14 anos disse que “já sofria bullying desde o início do ano letivo” e que por isso tinha levado a arma para a escola para proteção. Agressor de 17 anos foi constituído arguido.

Um aluno “vítima de bullying” levou para uma escola situada na zona de Belém, em Lisboa, uma arma de fogo, que “foi roubada pelo agressor”, anunciou esta sexta-feira o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP.

Após um aluno, vítima de bullying, ter levado para a escola que frequenta uma arma de fogo, pertença de seu pai, foi a mesma roubada pelo seu agressor, tendo este levado a arma para parte incerta. Na sequência de diligências junto da progenitora da vítima foi apurado que o menor teria, sem o seu conhecimento, retirado essa mesma arma de fogo de um interior de um cofre pertencente ao seu pai, onde supostamente estariam duas armas”, refere o Cometlis, em comunicado.

Fonte policial explicou à agência Lusa que a vítima, de 14 anos, levou a arma de fogo para a escola em 20 de setembro, dia em que o alegado agressor, de 17 anos, a roubou durante uma conversa. Contudo, a escola só soube desta situação na quinta-feira, 3 de outubro, quando, após mais um episódio de agressões, o ofendido contou aos responsáveis da escola que “já sofria bullying desde o início do ano letivo” e que por isso tinha levado a arma para o estabelecimento de ensino “para se proteger”.

A mesma fonte acrescentou que o suspeito de 17 anos foi constituído arguido e que foram identificados mais quatro alunos, três dos quais suspeitos de fazerem parte do grupo que cometia o bullying sobre a vítima.

No comunicado, o Cometlis indica que no decorrer de diligências realizadas posteriormente “não foi possível apurar o paradeiro da arma” que havia sido roubada ao menor, “tendo sido constituído arguido o principal suspeito dos factos”. Segundo o Cometlis, as armas do pai da vítima “estariam em situação ilegal”.

Durante uma busca domiciliária foi ainda apreendido um revólver, 40 munições de calibre de 6.35 milímetros (mm), 42 munições de 22 mm e 12 cartuchos de 12 mm. A PSP dá conta de que vai continuar a investigação.

“No âmbito do programa Escola Segura, salienta-se a estreita parceria com as direções dos estabelecimentos de ensino, progenitores e encarregados de educação e próprios menores que, em consonância de esforços, resultam em ações desta natureza daqui prevenindo-se os riscos associados a condutas reprováveis”, pode ainda ler-se no comunicado do Cometlis.

Sabe como deve agir se perder o seu filho na praia? 4 dicas essenciais

Agosto 1, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto e imagem do MAGG de 30 de julho de 2019.

por Catarina da Eira Ballestero

Não entrar em pânico e vestir os miúdos com cores garridas são alguns truques. A MAGG falou com a PSP.

A época de férias é muito antecipada pela grande maioria dos portugueses, com muitos a rumar a sul do País. É certo que existe quem opte por fazer férias fora de Portugal, mas é inegável que a região do Algarve, bem como outras zonas como a Costa Vicentina, se tornam nas preferidas de muitos portugueses.

Ora se a grande maioria dos habitantes do território nacional se concentram nas mesmas regiões, exatamente durante o mesmo espaço de tempo, é natural que a confusão se instale. E as praias, principalmente aquelas com melhores acessos, localização e facilidades, ficam especialmente concorridas nesta altura.

Para além do desconforto de ter alguém no seu espaço pessoal, as praias cheias representam um verdadeiro perigo de segurança para quem tem filhos ou viaja com crianças, principalmente se estas forem mais pequenas. A ideia de perder uma criança no meio de uma multidão é um autêntico pesadelo para os pais, embora não seja uma situação nada difícil de acontecer numa praia cheia, em pleno verão.

Agora que agosto, o mês de eleição das férias de muitos portugueses, está quase a chegar, reunimos alguns conselhos chave da Polícia de Segurança Pública (PSP) para garantir a segurança das crianças na praia, entre outros locais públicos. 

1. Educar as crianças para não se afastarem dos adultos

Tal como para muitas outras coisas, a prevenção é meio caminho andado para evitar situações de perigo. E no caso das crianças e da época de férias, a prevenção foca-se em tentar explicar aos miúdos os perigos de se afastarem dos pais.

“Em primeiro lugar, é preciso educar para que a criança não se afaste do seu grupo/companhia, pois a segurança está neste núcleo”, refere à MAGG o comissário da PSP João Moura, responsável pelas ações de comunicação da PSP, segurança e auto proteção das crianças na época balnear e ainda gestor das redes sociais da instituição.

Para além disso, o comissário refere que a criança deve sempre “manter em linha os pais, educadora ou tutor” e “ser sensibilizada para manter a calma caso se perca”.

2. Memorizar pontos de referência

Seja para adultos ou crianças, uma das primeiras coisas a fazer quando chegamos a uma praia cheia de gente é tentar memorizar ao máximo a zona do nosso chapéu de sol, bem como os outros grupos perto do local onde deixámos as toalhas.

No entanto, e num ambiente em constante alteração, com grupos a chegar e a abandonar o areal a qualquer hora, esta pode não ser a estratégia mais eficaz, principalmente para os mais novos.

“Há várias medidas de segurança e auto proteção que podem e devem ser ensinadas”, salienta o comissário João Moura. O representante da PSP aconselha a que as crianças “usem roupas de cores garridas, que se destaquem” e alerta para a importância dos pontos de referência.

“Combinar de antemão um ponto de encontro e referência — nas praias há alguns marcados, entre os quais os postos do Instituto de Socorro a Náufragos (ISN) — são boas estratégias . Não entrar em pânico e abordar responsáveis da praia é uma boa solução, sejam eles do ISN, segurança privada, Polícia Marítima, PSP ou INEM“, refere o responsável da PSP.

3. As crianças devem dirigir-se a profissionais e não a estranhos

Se alguma vez se perdeu dos seus pais em criança, deve com certeza recordar-se dos momentos de pânico que se seguiram a esse momento, bem como da necessidade de pedir ajuda imediatamente. No entanto, o especialista em segurança recomenda que ensine os seus filhos a procurar profissionais.

“Primeiro, há que ensinar os miúdos a não perderem o discernimento, nem a calma. Depois, é aos profissionais que trabalham na praia, como os nadadores-salvadores, Polícia Marítima, PSP, entre outros, que as crianças podem e devem dirigir-se”, explica o comissário João Moura.

Segundo o representante da PSP, e para que as crianças se sintam à vontade para interagir e pedir ajuda a estas figuras, os pais “devem fomentar uma boa imagem de proximidade das autoridades”.

4. Adultos: não entrem em pânico e reajam de imediato

Sabemos que é fácil falar, sendo outra coisa completamente diferente viver uma situação alarmante como perder uma criança numa praia. Mesmo assim, entrar em pânico é a pior coisa que pode fazer se perder o seu filho de vista.

“É preciso manter a calma e contactar imediatamente com os responsáveis de segurança mais próximos e dar o alerta, quer seja através do 112 ou do número fixo da esquadra local”, explica o comissário da PSP, que elege a pulseira do programa Estou Aqui da PSP como uma mais-valia, “e uma solução de segurança adicional”.

Pulseira Estou Aqui: uma ferramenta eficaz, mas que não significa o relaxe dos pais

As pulseiras da campanha Estou Aqui, uma iniciativa da Polícia de Segurança Pública, já estão disponíveis e são uma ótima ferramenta de segurança adicional para os mais pequenos, principalmente em época de férias.

“Trata-se de uma pulseira única, pessoal e intransmissível, dotada de um código alfa numérico. Em caso de perda da criança, permite um reencontro muito mais célere, direcionado e objetivo com os pais, educadores ou tutores da criança”, explica o comissário João Moura, da PSP.

O registo, sem qualquer custo, pode ser feito no site oficial da campanha, que também é bastante explicativo quanto aos procedimentos desta ferramenta.

No entanto, o comissário João Moura alerta que esta pulseira, “embora seja eficaz, não pode significar qualquer tipo de ‘relaxe’, devendo sim servir para relembrar as medidas de segurança a ter em conta para que uma criança não se perca”.

O programa “Estou aqui” 2019 da PSP, tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe.

O Instituto de Apoio à Criança dispõe da Linha 116 000 SOS-Criança Desaparecida (grátis)

Mais informações:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-sos/sos-crianca-desaparecida

“Estou Aqui”. PSP disponibiliza pulseiras para crianças a partir de sábado

Maio 31, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Programa “Estou aqui” 2019 da PSP, que tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança, Missing Children Europe, SGMAI, Altice, MEO, Rádio Comercial está ativo a partir de 1 de junho.

As pulseiras podem ser pedidas no site:

https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

Notícia da Rádio Renascença de 31 de maio de 2019.

Nova edição do programa “Estou Aqui!” é dirigida a crianças entre os dois e os dez anos.

A PSP lança uma nova edição do programa “Estou Aqui!”. Começa no sábado,1 de junho, e é dirigido a crianças entre os dois e os dez anos.

Através deste programa, os pais podem solicitar uma pulseira com um código alfanumérico que permite, no caso da criança se perder, chegar ao contacto com os pais, educadores ou tutores de uma criança.

As pulseiras são pessoais, intransmissíveis e gratuitas. Podem ser pedidas através da internet e ficam disponíveis em poucos dias na esquadra da PSP selecionada. Os dados são geridos única e exclusivamente pela Polícia de Segurança Pública.

O lançamento oficial do programa é esta sexta-feira, em Belas, e contará com a presença de 150 crianças.

Na edição anterior, que termina esta sexta-feira, o programa permitiu abranger mais de 68.000 menores.

 

Pulseira ajuda criança em Shopping (Vila Real)

Agosto 20, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Correio da Manhã de 1 de agosto de 2018.

Programa “Estou aqui” 2018: reserve já a sua pulseira.

Junho 7, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Programa “Estou aqui” 2018 da PSP, que tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe, está ativo desde 1 de junho.

A Polícia de Segurança Pública e restantes parceiros sabem a importância que o seu filho tem na sua vida.

Desejamos que aproveite ao máximo esta relação e que a Pulseira ESTOU AQUI!® o ajude nessa missão.

O Programa ESTOU AQUI!® foi desenhado para que nunca perca um momento da presença dos seus filhos.

Programa ESTOU AQUI!®

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