Menino morre com otite após pais recusarem medicamentos

Junho 9, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.cmjornal.pt/ de 28 de maio de 2017.

Getty images

Francesco, de sete anos, morreu este sábado. Caso lançou debate. Francesco, um menino italiano de sete anos, morreu este sábado em Ancoma, Itália, com uma otite. Os pais recusaram curar a criança com medicamentos e apenas recorreram à homeopatia, acreditando que se curaria. O menino foi internado na quarta-feira com febres altas e num estado de semiconsciência, avança o jornal italiano Corriere della Sera. O tratamento alternativo tinha afectado as funções vitais de Francesco e o seu débil estado colocou-o em coma. A criança terá sido acompanhada desde os três anos por um homeopata. Já estaria a sofrer dos ouvidos, sem tomar qualquer antibiótico, há cerca de duas semanas. Esta não seria a primeira otite do menino. As anteriores já teriam sido tratadas sem uso de medicamentos. O avô do menino disse à imprensa que terá sido o homeopata, em quem os pais confiavam cegamente, que disse aos pais de Francesco que não seria preciso levar a criança ao hospital. O debate entre os que estão a favor e contra o uso de medicamentos voltou a acender-se em Itália devido ao caso de Francesco.

mais informações:

http://www.corriere.it/cronache/17_maggio_29/bimbo-morto-otite-indagati-medico-genitori-omeopatia-urbino-ancona-c1e9768e-43e1-11e7-b108-f8a0cce08e60.shtml?refresh_ce-cp

http://www.rainews.it/dl/rainews/articoli/bimbo-morto-otite-indagati-genitori-e-medico-809fdaf1-f8f9-4ab8-9062-fc91cde89a15.html

 

 

Senado da Itália aprova projeto de lei contra cyberbullying

Fevereiro 14, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://istoe.com.br/ de 1 de fevereiro de 2017.

Ansa

ROMA, 01 FEV (ANSA) – Por ampla maioria, o Senado da Itália aprovou um projeto de lei para combater o fenômeno do “cyberbullying” no país. Assinado pela parlamentar de centro-esquerda Elena Ferrara, o texto recebeu 224 votos a favor e um contra.   

No entanto, como alguns artigos foram modificados pelos senadores, o projeto precisará ser chancelado mais uma vez pela Câmara dos Deputados, que já o havia aprovado em setembro do ano passado.   

A principal alteração diz respeito à separação da tutela dos menores daquela dos adultos. Segundo Ferrara, os maiores de idade já possuem instrumentos de defesa no código penal, mas a proteção dos mais jovens precisa ser “reforçada”.   

Além de definir o fenômeno do “cyberbullying”, que nada mais é do que o assédio virtual, a iniciativa prevê que o menor possa pedir a remoção de ataques na web aos gestores do site em questão sem que seus pais o saibam. Caso o dono da página ignore a solicitação, o jovem, agora acompanhado pelos genitores, deverá se dirigir às autoridades.   

O texto ainda estabelece medidas de prevenção e educação nas escolas, tanto para vítimas quanto para agressores. Todos os colégios também terão de destacar um professor para monitorar e combater o cyberbullying e colaborar com a Polícia. Adolescentes com mais de 14 anos que cometerem bullying poderão ser convocados a uma delegacia para “procedimentos de advertência”.   

“Estamos satisfeitos pela aprovação do novo texto, que prevê referências específicas aos menores. Torcemos para que a Câmara aprove rapidamente o texto”, disse Fosca Nomis, responsável pelas relações institucionais da ONG Save The Children na Itália.   

Por definição, o bullying é toda agressão ou incômodo com o objetivo de causar o isolamento ou marginalização das vítimas. O projeto tipifica diversos comportamentos dos agressores, desde ofensas até a indução ao suicídio, passando pela violência física. (ANSA)

mais informações nos links:

https://www.savethechildren.it/blog-notizie/approvata-al-senato-la-legge-la-prevenzione-e-contrasto-del-cyberbullismo

http://www.senato.it/leg/17/BGT/Schede/Ddliter/47271.htm

 

Número de crianças que chega sozinha a Itália bate recordes

Outubro 28, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Comunicado de imprensa da http://www.unicef.pt/ de 18 de outubro de 2016.

Ahmed, 13, at an unaccompanied minor shelter in Trabia, Italy, on May 19, 2016. The boys live at Rainbow, a government administered center for unaccompanied boys that provides shelter, food, education and legal help for unaccompanied asylum seekers in Trabia, Sicily. Of the 150,000 migrants and refugees who arrived in Italy in 2015, the vast majority of people are coming from West Africa. In May 2016, since the beginning of 2016, almost 184,500 people have crossed the Mediterranean to seek safety and protection in Europe. Following the significant change in the situation in south-eastern Europe, UNICEF is revising its funding needs and programmatic response to adapt to the needs of refugee and migrant children in Greece, Turkey, Italy and other European countries. One of the main challenges in the current situation is reaching ”invisible” refugee and migrant children, taking dangerous illegal routes and facing heightened risks of abuse, exploitation and trafficking.

© 20160519_UNICEF_ITALY_0019 Ahmed, 13, at an unaccompanied minor shelter in Trabia, Italy, on May 19, 2016.

 

Número de crianças que chega sozinha a Itália bate recordes

ROMA/GENEBRA, 18 de Outubro de 2016 – Três recém-nascidos, duas crianças que nasceram em barcos da guarda costeira italiana no Mediterrâneo Central e uma terceira que nasceu num porto estão entre as mais recentes chegadas de crianças refugiadas e migrantes a Itália, numa altura em que o número de crianças bate todos os recordes, segundo a UNICEF.

Nos primeiros nove meses de 2016 chegaram mais crianças por mar a Itália do que durante todo o ano anterior. Este ano, mais de 90 por cento das crianças viajaram sozinhas enquanto em 2015 a percentagem de crianças não acompanhadas era de 75 por cento. Durante estes nove meses registou-se também um aumento das crianças vindas do Egipto, mas a maioria continua a chegar da África Ocidental.

Entre Janeiro e Outubro deste ano, mais de 20.000 crianças não acompanhadas e separadas das suas famílias chegaram por mar a Itália. Este número já ultrapassa o total de 2015, ano em que chegaram 16.500 crianças, das quais 12.300 não acompanhadas ou separadas das suas famílias.*

Segundo uma equipa da UNICEF no terreno, a situação das crianças refugiadas e migrantes em Itália é cada vez mais desesperante e o sistema de protecção infantil nacional está sobrecarregado.

“Todas as semanas centenas de crianças chegam aqui, cada uma delas com necessidades muito urgentes, desde recém-nascidos frágeis a adolescentes que viajam sozinhos e que não fazem a menor ideia do que esperar num país estrangeiro,” afirmou Sabrina Avakian, especialista de protecção infantil da UNICEF, actualmente na Calábria, Itália, onde se encontra com o objectivo de fazer um levantamento das necessidades das crianças refugiadas e migrantes, em particular das recém-chegadas.

“Algumas das crianças estão extremamente traumatizadas devido à viagem. Elas assistiram a afogamentos, algumas têm terríveis queimaduras químicas causadas pelo combustível das embarcações, os bebés e as suas mães precisam de cuidados específicos no aleitamento, e todos eles precisam de protecção adequada e alojamento. E todo este processo está a demorar demasiado tempo.”

Neste drama diário da vida e da morte no mar, uma mãe nigeriana continua em estado de choque depois dos dois filhos, com três e quatro anos, terem morrido afogados durante a travessia do Mediterrâneo a partir da Líbia. Mais de 3.100 pessoas morreram afogadas só nos primeiros nove meses deste ano no Mediterrâneo, um número que estabelece o recorde mais perigoso do ano. O número de crianças que morreram no mar é desconhecido.

Os três bebés da Eritreia recém-nascidos e a jovem mãe encontram-se bem, tendo as crianças sido registadas e estão actualmente a receber cuidados de saúde na Catânia.

A UNICEF estabeleceu espaços amigos das crianças destinados às crianças mais pequenas em barcos da guarda costeira italiana enquanto uma equipa da agência das Nações Unidas está a prestar apoio psicológico a jovens rapazes e raparigas no momento em que estes chegam àquele país. Juntamente com parceiros como o ACNUR e os serviços sociais italianos, a UNICEF está a trabalhar para acelerar a nomeação de tutores e para melhorar as condições de recepção. O elevado número de crianças estrangeiras levou a atrasos significativos – alguns casos chegam a demorar cerca de um ano – na nomeação de tutores ou na prestação de apoio legal.

* Nota: Até 12 de Outubro, chegaram a Itália 144.000 refugiados e migrantes, segundo as autoridades daquele país. De acordo com OIM e o ACNUR, um total estimado de 20.000 crianças não acompanhadas e separadas chegaram por mar. O total de todas as crianças está ainda por definir. Este ano, as crianças não acompanhadas e separadas contabilizam cerca de 91% de todas as chegas a Itália. Em 2015 chegaram a este país 16.478 crianças, das quais 12.360 (ou seja, 75%) não acompanhadas ou separadas.

 

Se tentas fugir, eles matam-te, se paras de trabalhar, batem-te. Era como no tempo do comércio dos escravos

Julho 19, 2016 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Comunicado de Imprensa da Unicef Portugal de 14 de junho de 2016.

“Se tentas fugir, eles matam-te, se paras de trabalhar, batem-te. Era como no tempo do comércio dos escravos.”

UNICEF alerta para os perigos com que se deparam os adolescentes refugiados e migrantes não acompanhados que fogem para a Europa

GENEBRA, 14 de Junho de 2016 – Mais de nove em cada 10 crianças refugiadas e migrantes que têm chegado este ano à Europa através de Itália não estão acompanhadas, o que leva a UNICEF a alertar para os perigos de abuso, exploração e morte que enfrentam.

ler todo o Comunicado de Imprensa no link:

http://www.unicef.pt/18/site_pr_unicef-alerta_criancas_migrantes_-_perigo_a_cada_passo_do_caminho_2016_06_14.pdf

danger

Descarregar o relatório Danger every step of the way : a harrowing journey to Europe for refugee and migrant children no link:

http://www.unicef.org/media/media_91552.html

Leva crianças no carro e fuma? Em Itália isso pode custar-lhe €500 de multa

Fevereiro 26, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 4 de fevereiro de 2016.

SHAILESH ANDRADE  REUTERS

Parlamento italiano combate os “maus fumadores” em nome do ambiente e da saúde pública. Há multas pesadas previstas para diversos casos.

Há uma polémica acesa em Itália, depois de Parlamento ter aprovado um pacote de medidas de combate aos fumadores indisciplinados. Estes poderão enfrentar multas até 500 euros, punições apertadas que visam diminuir um grave problema da saúde pública italiana.

As novas leis proíbem, por exemplo, que se fume em espaços públicos fechados – escritórios, cafés, cinemas ou instalações médicas. Fumar no carro com crianças ou perto de grávidas passa a ser também alvo de sanção.

Atirar beatas para o chão também é proibido nas cidades italianas, como parte de uma lei separada de combate ao lixo na via pública. Já quem vender tabaco a menores ficará sem licença.

A este combate aos “maus fumadores” junta-se um investimento de 35 milhões de euros na diminuição da extrema poluição do ar que atormenta as grandes cidades italianas – em algumas, até as tradicionais pizzarias foram afetadas, deixando de ser feitas em fornos de lenha para ajudar no combate. Só em Roma são fumados 11 milhões de cigarros por dia, o que se traduz em custos avultados para a poluição e limpeza das ruas da cidade.

As medidas têm inspiração nas leis comunitárias de combate ao tabagismo e, inclusive, vão mais longe do que as aplicadas em Portugal, onde há exceções à norma que proíbe o fumo em espaços públicos.

Os números indicam a existência de 10,3 milhões de fumadores em Itália, perto de 19% da população. Estima-se que ocorram no país entre 700 a 800 mil mortes por ano ligadas ao excessivo consumo de tabaco.

 

 

 

Italiano cria biblioteca sobre rodas para crianças que não têm acesso à leitura

Fevereiro 18, 2016 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site https://catraquinha.catracalivre.com.br de 12 de janeiro de 2016.

biblio

Quando se aposentou, o professor de literatura Antonio de Cava, não quis saber de ficar parado em casa descansando. Ao invés disso, ele decidiu transformar seu amor pelos livros em algo benéfico para centenas de crianças que vivem em aldeias de difícil acesso na Itália.

Assim em 2003 nasceu o “Bibliotemotocarro”, uma biblioteca móvel que possui cerca de 700 livros e que já rodou mais de 500 km em diversas regiões do país. Sem apoio de nenhum órgão do governo ou ONG, a viabilização do projeto é inteiramente de responsabilidade de Cava que possui como único objetivo oferecer opções de leitura às crianças.

biblio2

Como se fosse um caminhão de sorvete, a biblioteca chega aos vilarejos causando grande alarde e entusiasmo com direito à música e muita correria das crianças que adoram a novidade.

“Eu sempre acreditei que as crianças devem ter a oportunidade de aprender coisas interessantes em todos os lugares, não apenas enquanto estão na escola”, afirma Cava.

Via: Razões Para Acreditar

The European Crisis : A Study of the Impact of the Crisis and Austerity on People

Fevereiro 22, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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caritas

Descarregar o relatório em baixo:

The European Crisis : A Study of the Impact of the Crisis and Austerity on People, with a Special Focus on Greece, Ireland, Italy, Portugal and Spain

Caritas Europa is proud to present this comprehensive, timely and in-depth study on the impacts of the economic crisis and austerity policies on the European Union’s most vulnerable people. The Report has a special focus on the five EU Member States most-affected by the crisis – Greece, Ireland, Italy, Portugal and Spain. The report’s findings are grounded not just in empirical research but most importantly in the practical work carried out by Caritas member organisations in the five countries. The report describes very clearly the human impacts of the crisis and of austerity policies, with a special emphasis on people experiencing poverty and social exclusion. It outlines the responses of Caritas organisations

in the five countries as they try to help those who have been worst affected by the crisis. The findings of the report demonstrate beyond any doubt that austerity measures are impacting very negatively on the lives of people in poverty, and driving many more into poverty for the first time.


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