Reduza o risco de afogamento infantil. 10 recomendações que salvam vidas

Setembro 5, 2020 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Sapo Lifestyle

É uma das principais causas de morte nos períodos de férias mas, com as precauções certas, pode ser evitado. Os conselhos da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) que deve seguir para proteger as suas crianças.

Todos os anos, há casos que engrossam as estatísticas. O afogamento infantil, uma das principais causas de morte em território nacional nos períodos de descanso laboral, ocorre rápida e silenciosamente, mesmo em locais pouca água. Muitas vezes, basta uma distração numa fração de segundos, para acontecer o pior. Para o evitar e ter umas férias seguras com os seus filhos na praia, no rio ou na piscina, siga as recomendações da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI).

  1. Informe-se antecipadamente sobre as condições de segurança na água do seu destino por forma a poder pensar em estratégias para proteger a criança.
  2. Ao chegar ao local, inspecione de imediato o espaço. Vede o acesso a piscinas, a lagos, a tanques, ao rio ou ao mar, caso não possa acompanhar a criança na ida ao banho.
  3. Coloque o número de emergência e a morada de férias no telefone. Em caso de emergência, perderá menos tempos a aceder a essa informação.
  4. Escolha praias e piscinas vigiadas e respeite sempre a sinalização. Perto de água, tenha o cuidado de nunca perder as crianças de vista.
  5. Ensine os seus filhos a nadar paralelamente à margem e a não nadarem sozinhos. Também os avise para não mergulharem de cabeça sem saberem a produndidade da água para evitar acidentes.
  6. Despeje toda a água de baldes, alguidares, banheiras e piscinas insufláveis logo após a utilização, sobretudo no caso de ter bebés ou crianças pequenas por perto. No caso das piscinas caseiras, coloque resguardos, se for caso disso.
  7. Jamais deixe uma criança com menos de três anos sozinha na banheira durante o banho. No caso de escorregar, pode cair com a cabeça dentro de água e afogar-se, na impossibilidade de se conseguir levantar.
  8. Aprenda a fazer reanimação cardiorrespiratória para poder agir de imediato e, em caso de paragem por submersão, prolongue-a até a ambulância chegar.
  9. Se os seus filhos não nadam bem, incentive-os a usar braçadeiras, mesmo em zonas de águas paradas, transparentes e pouco profundas.
  10. O colete salva-vidas deve ser sempre usado em águas agitadas ou profundas e, ao andar de barco e/ou durante a prática de desportos naúticos, até pelas crianças que já sabem nadar.

A morte por afogamento é rápida e silenciosa!

Agosto 17, 2020 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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A morte por afogamento é rápida e silenciosa!

De acordo com a APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, nos últimos 15 anos, morreram 238 crianças e jovens por afogamento.

Perto da água, não perca as crianças de vista nem por um segundo

Imagem e texto retirada daqui

Este colar impede que as crianças se afoguem na piscina ou na praia

Agosto 14, 2020 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do NIT de 13 de agosto de 2020.

O Wuanap é uma criação do surfista espanhol Ignacio Cuesta para acabar com a terceira causa de morte acidental no mundo.

texto
Sofia Robert

De acordo com a Associação Para a Promoção da Segurança Infantil, o afogamento em Portugal é a segunda causa de morte acidental nas crianças. O maior problema é que este tipo de acidentes acontece de forma demasiado rápida e silenciosa. No resto do mundo, o afogamento é a terceira causa de morte acidental.

Foi com base nesta estatística que nasceu o Wuanap, um dispositivo inventado pelo surfista espanhol Ignacio Cuesta que já se viu numa situação de afogamento quase fatal há quatro anos, quando estava a surfar na costa da Cantábria, em Espanha. “Todos os anos morrem mil pessoas por dia devido a afogamentos”, refere o criador no vídeo de apresentação do produto.

O Wuanap é um colar de neoprene que se coloca e tira do pescoço através de um felcro. Pode ser usado em qualquer atividade na água, exceto no mergulho. Há tamanhos para crianças (desde os três anos) e para adultos, em várias cores.

E como funciona? O colar salva-vidas tem vários sensores e um algoritmo que se baseia na forma como o nosso corpo se move. O Wuanap ativa-se automaticamente no caso de o utilizador ficar inconsciente, se lesionar no pescoço, ficar preso (numas rochas, por exemplo), tiver um ataque de pânico, uma convulsão (como acontece com a epilepsia), estiver demasiado tempo debaixo de água (na app terá introduzido previamente o seu tempo de apneia) ou ativar o dispositivo à mão.

Assim que é ativado, o colar transforma-se num misto de airbag e bóia, fazendo com que a sua cabeça fique à superfície para que possa respirar, mesmo que esteja inconsciente. Além disso, a app do dispositivo mostra-lhe quanto tempo praticou a sua atividade favorita, quantos metros percorreu e outras informações úteis.

Uma vez aberto, o Wuanap não pode voltar a ser utilizado. O dispositivo será comercializado a partir de maio de 2021. Por enquanto, está em fase de financiamento através da plataforma de crowdfunding Indiegogo.

Até lá, poderá reservar algumas unidades com desconto especial. Um colar para criança fica por 70€ (em vez de 150€) e uma versão para adulto custa 99€ (depois será 280€). O objetivo da campanha é chegar aos 150 mil euros para conseguir colocar o produto no mercado.

A criança aflita na água raramente faz barulho e o seu afogamento ocorre em silêncio – Orientações da DGS para prevenir afogamentos com crianças

Agosto 13, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Imagem e texto da DGS

🔺Tome atenção ao mar🏖
🔺Nunca deixe uma criança sozinha quando ela estiver
próxima de água.
🔺A criança aflita na água raramente faz barulho e o seu afogamento ocorre em silêncio.
Previna os afogamentos, nunca perca de vista as crianças.

Crianças de férias em tempo de pandemia: que cuidados deve ter?

Julho 21, 2020 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Sapo Lifestyle de 29 de junho de 2020.

Susana Krauss

Apresentamos 10 dicas para tornar as férias dos seus filhos mais seguras, em casa ou na rua.

O ano de 2020 tem sido até agora repleto de desafios: após um período de confinamento social implementado como medida de contenção do contágio da Covid-19, vivemos agora numa fase em que as famílias portuguesas tentam, a pouco e pouco, adaptar-se a novas rotinas, quer em casa, no trabalho ou até mesmo ao ar livre.

Mas há coisas que não mudam, tais como os cuidados que devemos ter com as nossas crianças. Com o fim da telescola e a entrada no período de férias de verão, os mais novos passam a estar mais disponíveis para as suas atividades de lazer e, igualmente, mais expostos aos riscos.

Para evitar qualquer tipo de acidente e garantir que os seus filhos se possam divertir com total conforto e segurança, comece por explicar-lhes quais os cuidados a ter dentro e fora de casa.

Mais do que transmitir estes ensinamentos, importa mostrar-lhes como se faz, pois esta é a forma mais eficaz das crianças interiorizarem as recomendações. Importa também contextualizá-las de que passamos por um momento diferente daquele que vivíamos há alguns meses e, por isso, os nossos cuidados de proteção e higienização devem ser redobrados.

Para o ajudar nesta tarefa, a Zurich Portugal preparou um conjunto de 10 recomendações que pode seguir e até mesmo sugerir aos seus familiares e amigos que também tenham crianças em casa.

Dicas para uma maior proteção das crianças em tempo de férias

  1. Assegure-se que a criança está sempre vigiada, sobretudo se a criança ainda não tem idade escolar. Caso tenha de se ausentar, certifique-se que outro adulto está atento à criança;
  2. Consoante o local onde a criança brinca ou faz outras atividades, mantenha sempre o espaço bem iluminadopara que a criança possa ver com total clareza tudo o que a rodeia e, assim, prevenir quedas ou outros acidentes, sobretudo se tem escadas ou declives em casa;
  3. Coloque objetos como facas, garfos, fósforos, isqueiros, medicamentos, produtos químicos, entre outros, fora do alcance da criança, de preferência em armários altos ou trancados. Da mesma forma, evite ter os fios dos eletrodomésticos à vista ou em locais de passagem, e garanta que todas as tomadas têm um protetor instalado;
  4. Para diminuir o risco de queda, opte por tapetes antiderrapantes nas diversas divisões da casa e, simultaneamente, evite que o chão da casa de banho e da cozinha esteja molhado. Mantenha as janelas fora do alcance das crianças, deixando-as fechadas e trancadas e evite colocar sofás e cadeiras perto destas;
  5. Tenha sempre em casa um kit de primeiros socorros,que deverá incluir pensos rápidos, ligaduras elásticas, soro fisiológico, pomada cicatrizante, água oxigenada, betadine, entre outros. Para além disso, anote a morada e os contactos dos hospitais, centros de saúde e postos de atendimento médico próximos do seu local de residência, para a eventualidade de ocorrer uma emergência;
  6. Caso saia à rua com a sua família para dar um passeio, aproveite o momento para ensinar à criança quais as principais regras rodoviárias a seguir enquanto peão, nomeadamente respeitar a sinalização (semáforos e sinais verticais), utilizar sempre os caminhos pedonais, prestar atenção à estrada antes de atravessar a passadeira, entre muitas outras;
  7. Se o passeio implicar a utilização de bicicletas, trotinetes, patins ou skates, importa que a criança esteja sempre protegida com um capacete e até mesmo com umas joalheiras e cotoveleiras, para que o risco de traumatismo seja menor no caso da criança cair.

Se optar por ir à praia ou à piscina, providencie uma boia e/ou umas braçadeiras à criança, para evitar o risco de afogamento. De qualquer forma, ambos os cenários não dispensam uma atenta vigilância da criança;

  1. Se o passeio for de automóvel, certifique-se que a criança viaja com o cinto de segurança corretamente colocado ou que utiliza uma cadeira auto homologada, no caso de ter menos de 12 anos de idade ou uma altura inferior a 1,35 metros. A criança apenas pode viajar no banco da frente com mais de 12 anos ou com a altura mencionada;
  2. Perante o contexto atual, aproveite para explicar à criança quais os cuidados a ter para prevenir o contágio do Covid-19, nomeadamente lavar as mãos com frequência, utilizar o cotovelo para tossir, não tocar na cara e manter uma distância de segurança entre as pessoas, sobretudo com quem não viva na mesma casa.

Pode ainda sensibilizar a criança para usar a máscara respiratória em locais com maior afluência de pessoas. Aos poucos, a criança vai interiorizando estes hábitos;

  1. E se ainda não tem um, por que não fazer um seguro para toda a família lá de casa?

Tomadas todas estas medidas, não se esqueça de reservar tempo para brincar com os seus filhos, participar nas suas atividades e estimular a sua inteligência emocional.

Aproveite para assistirem a uma sessão de cinema em família, cozinharem em conjunto ou fazerem um piquenique no jardim. O mais importante é divertirem-se protegidos.

Este verão, na praia, no rio ou na piscina, ignore o telemóvel. Não ignore a criança

Junho 24, 2019 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Spots de rádio no SoundClound:

– Spot 1:

https://soundcloud.com/tito-de-morais/sets/campanha-de-prevencao-do-afogamento-infantil-spot-1

– Spot 2:
https://soundcloud.com/tito-de-morais/campanha-de-prevencao-do-afogamento-infantil-spot2

Associação alemã apela: “Larguem os telemóveis e vigiem as crianças na água”

Agosto 20, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 15 de agosto de 2018.

Desde o início do ano houve 300 afogamentos na Alemanha, dos quais 20 envolveram crianças, e a Associação Alemã de Salva-Vidas (DLRG) diz que é urgente mudar hábitos para travar o aumento dos números. Aquela que é a maior organização do género a nível mundial estabelece mesmo uma ligação direta entre o número de crianças em risco na água e a distração dos pais com os telemóveis.

O caso mais recente aconteceu na semana passada, quando um menino de sete anos se afogou numa piscina da Baviera.

De acordo com o The Guardian, A DLRG lembra que as piscinas não são parques ou jardins-de-infância e aconselha os pais e avós a largarem os telemóveis e a reforçarem a vigilância.

O representante da organização, que conta com 40 mil salva-vidas voluntários em praias, piscinas e lagos da Alemanha, lamenta ainda a forma negligente como alguns adultos se comportam com as crianças hoje em dia.

Os nadadores salvadores culpam ainda o sistema escolar por não ter aulas de natação obrigatórias para os mais pequenos e lembram que os horários das famílias nem sempre são compatíveis com as aulas de natação dos filhos, o que aumenta o problema.

 

 

Por um verão mais seguro – Mário Cordeiro

Agosto 1, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Mário Cordeiro publicado no i de 31 de julho de 2018.

Todos os verões morrem muitas crianças (e pessoas, no geral), vítimas de acidentes evitáveis. Ficam aqui algumas ideias que vos poderão ajuda a conferir se tudo o que aqui se diz já faz parte da vossa cultura de segurança e das vossas rotinas ou se precisam de “mudar de hábitos”. Tenhamos respeito pelos que morreram por traumatismos, lesões e ferimentos decorrentes de acidentes evitáveis, e tornemos as suas mortes úteis se aprendermos a lição, para não repetir os mesmos erros.

Afogamentos

Portugal continua a ser um país onde as medidas de segurança são frequentemente esquecidas e onde o “facilitismo” acaba por ser a regra. Só que o Diabo não dorme. Quando abrimos os jornais ou ouvimos os telejornais – como tem acontecido ultimamente -, as crianças mortas e feridas devido a acidentes estúpidos e evitáveis entram-nos pela casa dentro.

Desde o início da época balnear, e apesar de o tempo ter estado péssimo para idas à praia e piscina, já são muitos os casos de afogamentos e quase-afogamentos, para lá de todos os casos que tiveram de ir ao hospital por queimaduras solares, golpes de calor e outras coisas no género… e isto, repito, com mau tempo. Se, desta vez, foi uma criança desconhecida, para a próxima poderá ser o nosso filho, se não tomarmos as precauções devidas e continuarmos a considerar que “a nós nada acontece” e que a preocupação com a segurança é “excesso de zelo”.

Podemos mudar isto, ou melhor, temos de mudar isto! Não chega horrorizarmo-nos com os mortos de Pedrógão se, nas piscinas e praias portuguesas, morrem silenciosamente crianças, adolescentes e adultos. Convém relembrar que os afogamentos podem surgir em água doce (piscinas, poços, lagos, albufeiras, rios, praias fluviais) ou salgada e praias de mar. Felizmente, o número só não é maior porque os surfistas, todos os anos, salvam dezenas e dezenas de pessoas.

Há fatores que contribuem para um afogamento: não saber nadar ou, mesmo sabendo, incapacidade para se aguentar numa situação de perigo e de medo; inexperiência; comportamentos de excessivo risco (como nadar para longe); má utilização das boias ou outros elementos; falta de cuidado e de atenção; ignorância do perigo (muitas vezes agravada por uma má avaliação da situação e das condições ambientais); outro tipo de acidentes (como pancadas na cabeça ao mergulhar, traumatismos com remos ou mastros de barcos, etc.); incapacidade de coordenação e atrapalhação na altura da queda à água, ou o desrespeito pelas indicações do nadador-salvador e das bandeiras. Convém relembrar que uma criança de pouca idade pode afogar-se num palmo de água. Sim… em 20 cm de altura!

Chapéus

De preferência um de abas largas, arejado, que proteja o rosto e as orelhas. As radiações solares que se apanham nos primeiros anos de vida são determinantes para o aparecimento de cancros da pele e para o envelhecimento precoce dos tecidos cutâneos, para além das lesões nos olhos que podem causar futuras cataratas. Atenção, pois, às crianças. Ter bom senso aprende-se desde pequenino, sobretudo se as razões forem explicadas às crianças.

Cremes

Relativamente aos mais novos, sempre com fator elevado, de preferência superior a 50 e renovado várias vezes ao longo do dia. Quanto mais clara e sardenta a pele e mais ruivos os cabelos, maior deve ser o fator.

Escolham um creme à prova de água, fácil de aplicar, em spray. Depois da praia, e tomado o banho de água doce, convém aplicar um creme hidratante.

Gastroenterites

O tempo quente é um factor de risco para as gastroenterites provocadas por alimentos deteriorados. Vale a pena, pois, tomar alguns pequenos cuidados: abastecer-se em estabelecimentos com boas condições de limpeza e onde não haja mistura de alimentos, ver os prazos de validade inscritos nas embalagens e o seu estado de conservação, especialmente a carne, peixe, ovos. Não é aconselhável comprar produtos congelados que se apresentem moles ou deformados, pois é sinal que já foram descongelados e voltados a congelar.

Relativamente aos alimentos que sobram, convém conservá-los no frigorífico logo que arrefeçam, de preferência em recipientes herméticos.

Igualmente importante é cozinhar sempre com as mãos bem lavadas e evitar confecionar com ovos crus ou mal passados, por exemplo maioneses e mousses. As saladas e a fruta crua são excelentes alimentos, especialmente apetecíveis nesta época do ano; no entanto, para não se tornarem nocivos, devem sempre ser lavados em água potável e corrente.

Mosquitos, Melgas, etc.

Há crianças que fazem grandes reacções alérgicas às picadas e que, por vezes, têm de ser medicadas no serviço de urgência. Há vários produtos no mercado para o “antes” (sprays, aparelhos de ligar à electricidade, etc.) e para o “depois” (cremes, pomadas). Leve consigo um carregamento e, já agora, não deixe a janela aberta enquanto tem as luzes acesas, nem as tenha no exterior da casa, junto às portas e janelas. É um autêntico convite para os insetos…

Óculos escuros

Os pais usam, as crianças não tanto. Mas as radiações ultravioleta estão na luz, e a luz entra pelos olhos dentro. Além disso, o cristalino dos olhos da criança não filtra estas radiações, até aos 15 anos, tendo como resultado queimaduras irreversíveis da retina.

Se os pais se protegem, então as crianças também deveriam, por maioria de razão, estar protegidas. Não é fácil, requer paciência e persistência, mas que hábito se adquire na infância sem estas virtudes?!

Há várias lojas e farmácias que vendem os óculos. Insistam com as crianças, com convicção. Não se trata de uma moda, apenas de bom senso.

Sol

Um amigo que às vezes é quase um “amigo-da-onça”. A culpa não é dele, mas da estupidez humana que levou à destruição da camada de ozono.

Cremes protetores, fuga às horas com mais radiação (a “hora vermelha” anda pelas 12-16h, mas varia conforme as praias, claro, e há praias onde não se pode estar nas chamadas “horas dos bebés”), enfim, temos de aprender a “dormir com o inimigo”.

Transportes

É obrigatório transportar as crianças corretamente, ou seja, em dispositivos de segurança – cadeiras, assentos, cinto de segurança. Agora também nos transportes coletivos.

Já que vivemos num país que, em termos de estradas e de trânsito, é quase tresloucado, porque não começar já hoje? Transporte o seu filho em segurança. Vai ver que não se arrepende!

Se tomarmos alguns cuidados, as férias vão parecer (e ser) mais tranquilas e a saúde das crianças promovida, em vez de acabarmos num hospital por uma incúria ou um desleixo ao qual só sabemos responder “se eu tivesse feito isto ou aquilo”. Façamos então esse “isto e aquilo” já!

Pediatra

Escreve à terça-feira

 

A praia e a natação. Os riscos de uma criança não saber nadar

Julho 24, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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thumbs.web.sapo.io

Texto e imagem do site Sapolifestyle

Segundo a UNICEF, o afogamento ainda é responsável por meio milhão de mortes por ano, em todo o mundo, continuando a ser a segunda causa de morte acidental nas crianças, apenas ultrapassada pelos acidentes rodoviários.

O facto de a criança não saber nadar é um dos contributos para que este acidente seja mortal. Uma das recomendações da APSI (Associação para a Promoção da Segurança Infantil) para o Governo é que as escolas introduzam um programa de aulas de natação.

A natação para bebés já é recomendada a partir dos três meses, desde que existam condições adequadas para a sua prática. Este contacto antecipado com a água, vai permitir ao bebé ter à vontade, conseguindo também precaver alguns dos comportamentos fóbicos que se adquirem posteriormente, tornando a água um meio cada vez mais natural e de contentamento para se estar.

Depois desta fase, de criar uma relação mais natural com o meio, é instintivo que a fase seguinte de AMA (Adaptação ao Meio Aquático) seja mais espontânea e enriquecedora. Aqui, a criança começa a ter um contacto com a água de maneira mais metodológica, e aprende a adquirir competências de sobrevivência em determinadas situações, sobretudo quando depende só dele, sem ajuda de materiais para se deslocar na água.

É nesta fase que se introduzem algumas das bases fundamentais para uma melhor adaptação ao meio aquático e também para o ensino das técnicas de nado, sendo elas: a flutuação (dorsal e ventral), batimentos de pernas e a respiração com imersão da cara na água. Sem dúvida que a aquisição progressiva destas competências vão dar confiança para que a criança consiga deslocar-se e manter-se à superfície da água.

É essencial nesta fase que a criança aprenda a respeitar e a conhecer alguns perigos que o meio apresenta, quer seja em piscina ou mar, permitindo um controlo maior por parte da criança no meio e perto dele.

Daqui para a frente a evolução tende a ser também técnica, seguindo uma linha metodológica que permite à criança/jovem ter um conhecimento mais aprofundado dos diferentes estilos (crol, costas, mariposa e bruços).

O desconhecimento do meio, e o facto da criança não ter competências base de natação, aumenta muito o risco de acontecerem incidentes no meio aquático.

A natação, e tudo o que a sua aprendizagem envolve, é uma excelente base para a prevenção de riscos ligados ao meio aquático.

Milene Faustino – Personal Trainer Holmes Place Parque das Nações

 

Já está disponível para download o InfoCEDI n.º 71 Segurança Infantil em Meio Aquático

Agosto 24, 2017 às 12:00 pm | Publicado em CEDI | Deixe um comentário
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Já está disponível para consulta e download o nosso InfoCEDI n.º 71. Esta é uma compilação abrangente e atualizada de dissertações, estudos, citações e endereços de sites sobre Segurança Infantil em Meio Aquático.

Todos os documentos apresentados estão disponíveis on-line. Pode aceder a esta publicação AQUI.

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