I Congresso do Brinquedo Português

Julho 5, 2017 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“26, 27 e 28 de outubro de 2017
I CONGRESSO DE BRINQUEDO PORTUGUÊS
Mais informação em:
www.congressodebrinquedoportugues.pt

O Museu dos Biscainhos – Direção Regional de Cultura do Norte em parceria com o Centro Interpretativo do Brinquedo – ADOL organizam o Congresso de Brinquedo Português, entre 26 e 28 de outubro de 2017, no Instituto de Educação da Universidade do Minho e na Casa do Conhecimento em Vila Verde. O período de inscrição no Congresso (sem comunicação) é de 15 de Junho a 15 de Outubro.”

 

Fidget Spinner. Chega a Portugal o brinquedo banido nas escolas dos EUA e Reino Unido

Maio 22, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://observador.pt/ de 13 de maio de 2017.

O Fidget Spinner, o brinquedo que se tornou viral em vários países, chega esta semana a Portugal. São um total de cinco mil unidades que irão ser postas à venda em lojas em todo o país.

As crianças terão de agradecer à AvailableGadget, uma empresa da Maia, que “percebeu o potencial deste produto e decidiu investir no Fidget Spinner, sendo atualmente a única a colocá-lo nas lojas portuguesas”, contou uma fonte da empresa ao Dinheiro Vivo, acrescentando que este brinquedo tem tanta probabilidade de se tornar viral como aconteceu com o Pokémon Go, por exemplo.

 Fidget Spinner. O brinquedo viral que anda a agitar os pátios das escolas

 Nalgumas escolas nos Estados Unidos e Reino Unido, o brinquedo foi proibido por distrair as crianças. O Fidget Spinner é um brinquedo pequeno e com poucas funcionalidades. De várias cores, tem três pontas e um botão que, quando premido, faz com que o brinquedo gire.

O brinquedo agora viral esteve para não chegar ao mercado porque a sua criadora não tinha dinheiro para o comercializar. Agora, a procura é tanta que as lojas de brinquedos estão a ter dificuldade em manter o stock.

 

Colóquio Brincar e os modos de ser Criança – 26 e 27 de maio em Coimbra – Organização do IAC – Fórum Construir Juntos

Maio 18, 2017 às 12:43 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) tem por objetivo principal contribuir para o desenvolvimento integral da Criança, na Defesa e Promoção dos seus Direitos, sendo a criança encarada na sua globalidade como sujeito de direitos na família, na escola, na saúde, na segurança social e justiça.

É convicção do IAC que a promoção do “Direito de Brincar” consagrado no artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança, conduz a um crescimento equilibrado e feliz, já que através do Brincar a Criança atribui significados, comunica, compreende os outros, aprende a respeitar regras, inventa, constrói vezes sem fim, numa reconstrução permanente.

Neste sentido, o IAC-FCJ divulga o Colóquio Brincar e os modos de ser Criança, a decorrer nos dias 26 e 27 de maio, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, em Coimbra.
Este evento tem como principal objetivo refletir sobre o BRINCAR como direito das crianças, como expressão do seu modo de ser e estar, e como estratégia cientificamente fundamentada de educação e de integração social. Iremos procurar despertar o interesse de todos os participantes para a importância da atividade lúdica, dando ao mesmo tempo a conhecer investigações e iniciativas já realizadas, na medida em que elas possam ser inspiradoras para novas ações, por ventura da iniciativa dos próprios formandos.

Mais informações e inscrições através do link: https://sites.google.com/site/brincar2017/

Em anexo segue Cartaz de divulgação e o Flyer com o programa.

Cartaz (pdf)

Programa (pdf)

Segurança das crianças analisada pelo Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia

Abril 27, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 23 de março de 2017.

mais informações na notícia do Joint Research Centre (JRC):

Connected dolls and tell-tale teddy bears: why we need to manage the Internet of Toys

A privacidade e segurança das crianças e famílias podem estar em causa com a proliferação de brinquedos ligados à internet, alerta um relatório do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia, divulgado nesta quinta-feira.

No documento, o centro defende a necessidade de monitorizar e controlar a emergente “Internet dos brinquedos” e destaca como principais áreas de preocupação a segurança e a privacidade, tendo em conta que há novos brinquedos que podem gravar, armazenar e partilhar informações sobre as crianças.

Grande número de brinquedos conectados foram postos à venda nos últimos anos, devendo o volume de negócios deste novo segmento de mercado chegar aos 10 mil milhões de euros até 2020, contra 2,6 mil milhões em 2015.

A “Internet dos brinquedos” surge sob diferentes formas, desde relógios inteligentes a ursos de peluche que interagem com as crianças. Estão ligados à Internet e, em conjunto com outros aparelhos formam a “Internet das coisas”, levando a tecnologia para a casa das pessoas como nunca antes.

Uma equipa de cientistas do centro e especialistas internacionais analisaram as questões de segurança e privacidade e ligadas à socialização decorrentes da ascensão da “Internet dos brinquedos”. E convida, no relatório, os decisores políticos, a indústria, os pais e os professores a estudar a questão em profundidade, para proporcionar uma estrutura que garanta que esses brinquedos são seguros e benéficos para as crianças.

Na área da robótica, diz-se no documento, são cada vez mais os brinquedos robóticos ou com inteligência artificial, embora ainda se saiba pouco sobre as consequências da interacção dos mais jovens com os brinquedos robóticos, sendo possível que representem uma oportunidade, mas também um risco para o desenvolvimento cognitivo, socio-emocional e desenvolvimento moral e comportamental.

Alerta aos pais

Parecendo certo que podem por exemplo ajudar na aprendizagem de línguas estrangeiras, ou em casos como o autismo, também podem aumentar o risco de “bolhas educacionais”, onde as crianças só recebem informação que se ajustam aos seus interesses pré-existentes, como acontece na interacção dos adultos nas redes sociais.

Outra questão levantada pelo relatório diz respeito à forma como os dados recolhidos pelos brinquedos são analisados, manipulados e armazenados. O documento diz que esta não é transparente e representa uma ameaça emergente para a privacidade das crianças.

Lembra o relatório que os dados fornecidos pelas crianças enquanto brincam, como sons, imagens e movimentos registados pelos brinquedos online são dados pessoais, protegidos pela lei.

Outra preocupação registada, esta de mais longo prazo, relaciona-se com o crescimento numa cultura em que seguir, registar e analisar as escolhas diárias das crianças é considerado normal mas pode moldar o comportamento e o desenvolvimento dos jovens.

No relatório apela-se à indústria e aos decisores políticos para criarem uma estrutura que actue como um guia de utilização da tecnologia, forma de ajudar também os fabricantes a enfrentarem os desafios do novo Regulamento Europeu de Protecção de Dados, que entra em vigor em maio de 2018 e que aumenta o controlo dos cidadãos sobre os seus dados pessoais.

O documento apela ainda aos pais que entendam como as crianças interagem com os brinquedos em rede e quais os riscos e oportunidades para o desenvolvimento, além de se informarem sobre as capacidades, funções, medidas de segurança e configurações de privacidade dos brinquedos.

 

 

Colóquio Brincar e os modos de ser Criança – 26 e 27 de maio em Coimbra – Organização do IAC – Fórum Construir Juntos

Março 23, 2017 às 1:09 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) tem por objetivo principal contribuir para o desenvolvimento integral da Criança, na Defesa e Promoção dos seus Direitos, sendo a criança encarada na sua globalidade como sujeito de direitos na família, na escola, na saúde, na segurança social e justiça.

É convicção do IAC que a promoção do “Direito de Brincar” consagrado no artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança, conduz a um crescimento equilibrado e feliz, já que através do Brincar a Criança atribui significados, comunica, compreende os outros, aprende a respeitar regras, inventa, constrói vezes sem fim, numa reconstrução permanente.

Neste sentido, o IAC-FCJ divulga o Colóquio Brincar e os modos de ser Criança, a decorrer nos dias 26 e 27 de maio, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, em Coimbra.
Este evento tem como principal objetivo refletir sobre o BRINCAR como direito das crianças, como expressão do seu modo de ser e estar, e como estratégia cientificamente fundamentada de educação e de integração social. Iremos procurar despertar o interesse de todos os participantes para a importância da atividade lúdica, dando ao mesmo tempo a conhecer investigações e iniciativas já realizadas, na medida em que elas possam ser inspiradoras para novas ações, por ventura da iniciativa dos próprios formandos.

Mais informações e inscrições através do link: https://sites.google.com/site/brincar2017/

Em anexo segue Cartaz de divulgação e o Flyer com o programa.

Cartaz (pdf)

Programa (pdf)

 

 

Com os brinquedos… não se brinca! Entrevista de Marta Rosa do IAC

Janeiro 11, 2017 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista de Marta Rosa do Sector da Actividade Lúdica do Instituto de Apoio à Criança à Maria no dia 18 de dezembro de 2017.

clicar na imagem

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Quando o brinquedo favorito de uma criança é um pneu velho

Dezembro 23, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://observador.pt/ de 17 de dezembro de 2016.

O brinquedo desta criança do Burkina Faso é um pneu velho

O brinquedo desta criança do Burkina Faso é um pneu velho

Um projeto promovido pela Gapminder Foundation revela alguns dos brinquedos favoritos de crianças em vários pontos do mundo. Há pneus velhos, embalagens de plástico e bonecas desfeitas.

São imagens que fazem pensar, sobretudo numa altura como o Natal. A Gapminder Foundation, uma organização não governamental sem fins lucrativos, especializada em análise estatística e que se propõe a promover o desenvolvimento global sustentável, lançou um projeto onde, entre outros aspetos, revela os hábitos de consumo de várias famílias em muitos pontos do globo, desde o tipo de casa em que vivem até às camas onde adultos e crianças dormem. Mas há outros detalhes impressionantes: no Burkina Faso, por exemplo, existem crianças cujos brinquedos favoritos são antigas embalagens de plástico ou simplesmente um velho pneu de camião.

O projeto da Gapminder Foundation, batizado como Dollar Street, mereceu o destaque do Business Insider, que acrescenta alguns dados relevantes, como o facto de 15% das pessoas em todo mundo viverem em casas cujo rendimento mensal médio por adulto é de apenas 39 dólares, cerca de 37 euros.

Em declarações à Business Insider, Anna Rosling Rönnlund, co-fundadora da Gapminder, explicou que, além de querer chamar atenção para as desigualdades gritantes entre a riqueza disponível nos vários países, o objetivo deste projeto é também tornar o “mundo menos assustador”, aproximando as pessoas.

Uma das possibilidades que o Dollar Street oferece é precisamente a de conhecer a história de famílias do Haiti, da Ucrânia ou do Camboja e provar que, independentemente da região onde vivamos, muitos dos desafios que enfrentamos diariamente são os mesmos. “É impressionante ver quão semelhantes são as nossas vidas”, notou Anna Rosling Rönnlund.

 

Bonecos eletrónicos com microfones emissores expõem crianças ao mundo

Dezembro 14, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem da http://www.rtp.pt/noticias/  de 6 de dezembro de 2016.

My Friend Cayla, I-Que e Hello Barbie são os brinquedos testados pelo Conselho de Consumidores Noruegueses que apresentam falhas de segurança

My Friend Cayla, I-Que e Hello Barbie são os brinquedos testados pelo Conselho de Consumidores Noruegueses que apresentam falhas de segurança

Imagine que a boneca ou o robô que comprou para os seus filhos está a transmitir, via áudio, tudo o que se passa lá em casa. E se pensa que é esse o maior perigo desengane-se, porque os brinquedos My friend Cayla Hello Barbie e I-Que estão ligados à Internet. O que significa que qualquer pessoa pode entrar no sistema eletrónico dos bonecos e falar com as crianças, como se de um amigo se tratasse.

Nuno Patrício – RTP

O assunto despertou a atenção do Conselho de Consumidores Norueguês, que analisou as características técnicas de brinquedos ligados à internet, bem como os termos e condições das suas aplicações.

Os resultados provam infrações graves aos direitos das crianças, nomeadamente no que respeita à privacidade dos dados pessoais.

Os bonecos falam através de um sistema de áudio incorporado e ouvem tudo o que se passa à sua volta.

Tudo funciona através dos sistemas Wi-fi ou Bluetooth dos bonecos, que, ligados à Internet ou a um telemóvel de nova geração, se tornam uma espécie de aparelho emissor-recetor vocal, devido a um microfone incorporado no seu interior.

O perigo advém de não sabermos quem poderá controlar as ligações. Ou seja, se houver um hacker ou outro tipo de pessoas mal-intencionadas que tenham acesso ao sistema, podem controlar o que o boneco diz, ludibriar a mente e influenciar a atuação das crianças.

As crianças, ao interagirem com os brinquedos, poderão partilhar informações pessoais.

Daí o Conselho de Consumidores Norueguês – ao qual se associa a Deco – Associação para a Defesa do Consumidor – avisar que os brinquedos My Friend Cayla, I-Que e Hello Barbie falham na proteção, privacidade e direitos dos consumidores mais jovens.

Os brinquedos My Friends Cayla e I-Que são fabricados pela Genesis Toys, com sede em Hong Kong, que se apresenta como a empresa número um do mundo na construção de brinquedos eletrónicos.

A questão é tão delicada que o Conselho de Consumidores Norueguês mandou fazer um vídeo de demonstração dos perigos deste tipo de brinquedos.

Diogo Santos Nunes, jurista da Deco, afirma mesmo que “qualquer pessoa munida de um smartphone, um telemóvel com acesso à internet ou Bluetooth, pode aceder aos próprios brinquedos, que estão a interagir com as crianças”.

O jurista da Defesa do Consumidor refere ainda que as empresas que comercializam este tipo de brinquedos eletrónicos podem utilizar para vários propósitos a informação e a conversa que a criança tem com o equipamento. Por exemplo, para efeitos de marketing. Pode ainda transmiti-los a terceiros, sem que exista qualquer tipo de proibição.

Estes brinquedos, que funcionam através de ligação à internet, possuem microfones incorporados e tecnologias de reconhecimento de fala, permitindo-lhes “conversar” com as crianças que os manipulam.

Partindo do estudo do ForbrukerRadet – Conselho de Consumidores Norueguês – as organizações europeias e norte-americanas de consumidores, alertam para este tipo de produto e manifestam agora as suas preocupações às autoridades competentes.

Venda em Portugal e proteção de dados

Embora este tipo de brinquedos não esteja ainda a ser vendido em Portugal, há sempre a possibilidade de ser adquirido através da venda online, pelos canais comerciais.

Esta facilidade de acesso traz um problema associado, visto a Comissão Nacional de Proteção de Dados, em Portugal, não ter jurisdição sobre este tipo de produtos e não poder atuar em conformidade.

Um problema que o jurista da Deco Diogo Santos Nunes diz ser grave, aproveitando estas empresas o vazio legal dos vários países para onde podem exportar, sem terem de se restringir às leis nacionais.

Em Portugal os brinquedos My friend Cayla e I-Que não se encontram à venda em lojas físicas, mas estão acessíveis aos consumidores através de plataformas online como a Amazon ou Ebay, facto que levou a Deco a alertar a ASAE.

A boneca Hello Barbie ainda não está, por agora, acessível ao mercado europeu.

Bonecos podem recolher preferências

O estudo do Conselho de Consumidores Norueguês demonstra que estes brinquedos eletrónicos com ligação à Internet podem ser veículos publicitários disfarçados.

O jurista da Deco ouvido pelo site da RTP refere que, por exemplo, a boneca, quando estabelece diálogo com a criança, manifesta alguns gostos, através de frases pré-programadas, e dá exemplos, como os filmes da Disney.

“É um marketing completamente escondido e aquilo que se verificou e consta no estudo e nos testes que foram realizados é que a boneca, quando estabelece um diálogo com a criança, vai no fundo manifestando alguns gostos através de frases que foram programadas e estão pré-formatadas na própria boneca, que vai induzindo a criança para gostos, por exemplo para filmes da Disney. Isso é claramente indicador de que existe um acordo comercial entre o fabricante da boneca e a Disney”.

Avaliar antes de comprar

Diogo Santos Nunes é perentório no aconselhamento sobre estes produtos. “De acordo com o estudo que foi feito a estes três bonecos, aquilo que a Deco aconselha é não comprar estes três brinquedos, porque de facto pode colocar em causa a própria segurança da criança. Não só a segurança física mas também a segurança da vida privada. Identificados estes três brinquedos e depois de ter sido realizada esta análise, o melhor é não comprar”, refere o jurista.

Produtos potencialmente perigosos na Internet

Tudo ou quase tudo se pode adquirir através da Internet e os brinquedos testados e considerados perigosos pelas estruturas de proteção dos consumidores também lá estão. Comprar algo, hoje em dia, é tão simples como entrar num site de venda eletrónica e realizar a transação. A RTP foi à procura destes brinquedos e verificou que estão à venda em sites como Argos, Ebay, Tesco e Amazon, com preços atrativos. Mas a última escolha é sempre do consumidor. E antes de comprar o melhor é conhecer o produto a fundo.

ver o vídeo da reportagem no link:

http://www.rtp.pt/noticias/mundo/bonecos-eletronicos-com-microfones-emissores-expoem-criancas-ao-mundo_es967396

 

Brinquedos e brincadeiras de creches : manual de orientação pedagógica

Setembro 17, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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creches

descarregar o manual no link:

http://www.radardaprimeirainfancia.org.br/manual-tecnico-brinquedos-e-brincadeiras-de-creches/

Trata-se de um documento técnico com a finalidade de orientar professoras, educadoras e gestores na seleção, organização e uso de brinquedos, materiais e brincadeiras para creches, apontando formas de organizar espaço, tipos de atividades, conteúdos, diversidade de materiais que no conjunto constroem valores para uma educação infantil de qualidade.

O presente documento foi elaborado pelo Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Básica, visando atender ao estabelecido na Emenda Constitucional nº 59 que determinou o atendimento ao educando em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde e contou com a parceria do UNICEF.

 

Sabe qual o melhor brinquedo científico?

Agosto 31, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto da http://www.paisefilhos.pt/ de 19 de agosto de 2016.

paisfilhos

Um estudo do Centro de Educação Infantil da Eastern Connecticut State University (EUA) concluiu que o brinquedo que mais fomenta o interesse pela ciência nas crianças são os blocos de madeira. Segundo o coordenador do estudo, Jeffrey Trawick-Smith, “as construções fomentam a capacidade de resolver problemas e o pensamento matemático”, sublinhando que aquilo que faz que um brinquedo promova de modo eficaz as habilidades científicas são a simplicidade e o facto de não ter apenas uma utilidade, “o que permite à criança experimentar e explorar”.

 

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