Os brinquedos que dão a mão às crianças da caravana de migrantes

Janeiro 11, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Hannah Mckay

Notícia do Público de 26 de dezembro de 2018.

Na caravana de milhares de migrantes que rumam aos Estados Unidos da América, Hanna McKay, da agência Reuters, encontrou dois mundos: as preocupações dos adultos e as brincadeiras das crianças. Estas, muitas das vezes, caminham sem saber porquê, nem para onde estão a ir. Limitam-se a seguir os pais que procuram asilo e trabalho do outro lado da fronteira mexicana.

Só neste mês, morreram duas crianças imigrantes sob custódia das autoridades fronteiriças norte-americanas. Jakelin Caal, de sete anos, natural da Guatemala, faleceu a 8 de Dezembro num hospital de El Paso, no Texas. Antes da-meia noite que marcava o início do dia de Natal morria o segundo menino, também guatemalteco, Felipe Gómez Alonzo, de oito anos. Agora, o governo norte-americano ordenou check-ups médicos para todas as crianças ao cuidado das autoridades responsáveis pelas fronteiras.

A maioria dos imigrantes que constituem a caravana começou a juntar-se em Outubro e vem das Honduras. Fogem, com os filhos, da violência dos gangs e do Governo. Os mais pequenos trazem consigo os brinquedos que encontram pelo caminho ou que outras crianças lhes deram: como a máquina fotográfica de brincar que Xiomara, uma menina de quatro anos, apontou para a câmara a sério da jovem fotojornalista da Reuters. A menina encontrou a máquina de plástico no chão de um dos abrigos temporários onde pernoitou, em Tijuana, no México. Já em casa, nas Honduras, “ficou o brinquedo favorito”: um ursinho de peluche.

 

Campanha “Brinquedos que tocam o coração” com o apoio do IAC

Dezembro 5, 2018 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações na notícia:
“Brinquedos que tocam o coração” leva milhares de crianças a brincar este Natal

 

 

Brinquedos que tocam o coração: “Queremos promover o direito da criança a brincar” Melanie Tavares do IAC na TVI

Dezembro 5, 2018 às 2:34 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Melanie Tavares, Coordenadora do Departamento de Atividades Lúdicas do Instituto de Apoio à Criança, explicou no Diário da Manhã como os portugueses podem ajudar nesta campanha.

TVI Diário da Manhã de 5 de dezembro de 2018.

Visualizar o vídeo no link:

https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/brinquedos-que-tocam-o-coracao-queremos-promover-o-direito-da-crianca-a-brincar/5c07972f0cf20b592eba84c0

 

 

Brinquedos de plástico podem “esconder” produtos perigosos

Novembro 9, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias

Reciclar é fácil e faz bem ao ambiente, para diminuir o lixo que produzimos. Mas há plástico reciclado, proveniente de equipamentos elétricos e eletrónicos, que contém materiais tóxicos e está a ser usado no fabrico de brinquedos!

O alerta foi feito pela associação ambientalista Zero, depois de um estudo ter analisado 430 artigos em 18 países europeus.

Esta associação portuguesa enviou para análise dois brinquedos (uma guitarra e um tabuleiro de xadrez) e três acessórios de cabelo (pentes e bandolete) e todos continham substâncias químicas perigosas e foi uma guitarra de brincar de Portugal que apresentou o valor mais alto de éteres difenílicos polibromados, que são usados como retardadores de chamas. Estas substâncias são perigosas porque “causam problemas neurológicos e défice de atenção em crianças”.

Do total dos 430 artigos analisados, 109 continham químicos perigosos, por isso, a associação Zero pede à União Europeia que altere a lei que permite que os plásticos reciclados tenham concentrações mais elevadas de substâncias tóxicas do que os plásticos originais. “É urgente que a UE legisle no sentido de proteger os cidadãos e promover uma economia circular não-tóxica”, defende a associação Zero.

Texto: Sandra Alves

Mais informações no comunicado de imprensa da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável

Brinquedos de plástico reciclado contaminados com substâncias tóxicas. Portugal apresenta dos piores resultados ao nível da UE

 

Conferência “A Criança em Portugal, na Idade Média” 9 junho em Estremoz

Junho 6, 2018 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/196317537668206/

 

Diálogo (s) – Igualdade e Direitos Humanos – durante o mês de abril em Seia com a participação de Ana Lourenço do IAC

Abril 5, 2018 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Ana Lourenço do Sector da Actividade Lúdica do Instituto de Apoio à Criança, irá participar no evento “Diálogo (s) – Igualdade e Direitos Humanos” com as seguintes atividades:

Oficina para profissionais “As Famílias e a autonomia das crianças”, no dia 6 de Abril, na Biblioteca Municipal. Oficina com e para pais, ”As Famílias e a autonomia das crianças” na Ludoteca Municipal,  7 de Abril. Oficina com e para pais “Deixem os Brinquedos em Paz, Não são de rapariga nem de rapaz”, 10 de Abril na Casa da Cultura. Oficinas para alunos “Deixem os Brinquedos em Paz, Não são de rapariga nem de rapaz” 10 e 11 de abril nas Escolas dos Agrupamentos do Concelho de Seia.

Brinquedos ruidosos põem em perigo a audição das crianças

Janeiro 15, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.dn.pt/ de 7 de janeiro de 2018.

Joana Capucho

Organização Mundial da Saúde não recomenda níveis de ruído superiores a 85 decibéis, mas há brinquedos que chegam aos 135. Pais devem estar atentos, dizem especialistas

Guitarras, minibaterias, carros, armas e MP3 são apenas alguns dos brinquedos que podem constituir um perigo para a saúde auditiva das crianças. Se o nível de ruído ultrapassar o recomendado, podem conduzir a uma perda gradual da audição, que terá consequências no desenvolvimento global da criança. Agora que o stock de brinquedos foi renovado no Natal, os especialistas aconselham os pais a avaliar o nível de ruído das prendas oferecidas aos mais novos.

“A Organização Mundial da Saúde indica que o nível máximo de ruído permitido por brinquedo é de 85 decibéis (dB), apesar de a norma europeia relativa às propriedades físicas e mecânicas dos brinquedos (EN-71) que, entre outras coisas, fixa o nível sonoro máximo na conceção de brinquedos seguros, definir como limite o valor máximo em 125 dB para brinquedos com fulminantes”, indica a diretora-geral da GAES – Centros Auditivos em Portugal, Dulce Martins Paiva. Apesar de toda a legislação que existe, a responsável acredita que muitos brinquedos ultrapassam o que está recomendado. Uma opinião partilhada pelo pediatra Hugo Rodrigues: “Acredito que as marcas mais conceituadas têm isso em consideração, mas muitos fabricantes não.”

Com a “mesma minuciosidade” com que, por exemplo, avaliam os brinquedos com peças pequenas – que podem causar asfixia -, Dulce Paiva aconselha os pais a “a avaliarem o nível de ruído emitido pelos brinquedos oferecidos aos filhos neste Natal”, porque há casos em que chega aos 135 dB. De acordo com a especialista, isto é “o equivalente ao barulho produzido por uma banda de rock”. “Imagine o que é estar várias horas, diariamente, exposto a este nível de som. Necessariamente tem de haver consequências”, sublinha.

O desenvolvimento do aparelho auditivo pode, segundo Hugo Rodrigues, ficar afetado. “Está a desenvolver-se para responder a uma determinada frequência e intensidade de sons. Se for sujeito constantemente a intensidades muito altas, são ativados constantemente os recetores e provocamos uma desabituação a valores mais baixos. Por isso é que as crianças ficam a ouvir pior, porque desabituam o ouvido a responder a intensidades sonoras mais baixas”, explica o pediatra.

Para a maioria das crianças, quanto mais ruído fizerem os brinquedos, melhor. Até certo ponto, Dulce Paiva diz que o “estímulo auditivo é benéfico, mas também pode representar um risco”.

“O uso continuado de brinquedos musicais, com níveis sonoros elevados, pode provocar, além de dor no ouvido, uma fadiga no nervo auditivo”. Isto pode conduzir “a uma redução da audição derivada de uma lesão profunda das células do ouvido interno”, tal como a “problemas de sono, irritabilidade, dores de cabeça, alterações gastrointestinais, de visão, entre outros”.

Dificuldades de aprendizagem

Além das implicações diretas na audição, Hugo Rodrigues diz que a capacidade de concentração, abstração e resposta da criança pode ficar afetada, já que “fica habituada a muito barulho e precisa de estímulos cada vez mais intensos para conseguir estar atenta”.

Esta perda auditiva nos primeiros anos de vida acaba, segundo Dulce Paiva, por prejudicar “o desenvolvimento global da criança, tanto a nível emocional como social, mas sobretudo ao nível da linguagem. Ao deixar de estar exposta ao estímulo da linguagem existe um desfasamento do seu desenvolvimento linguístico, com repercussões na aprendizagem”. São os pais e os professores quem normalmente detetam que alguma coisa não está bem. De acordo com um estudo divulgado em novembro pela associação norte-americana Sight and Hearing, 18 dos 22 brinquedos que foram testados tinham níveis superiores a 85 decibéis.

O que diz a Deco

Embora não tenha nenhum estudo específico sobre os brinquedos ruidoso, a Deco já emitiu considerações gerais sobre o tema. “A marcação CE é um símbolo colocado nos brinquedos pelos fabricantes: não é uma garantia de segurança para a criança. Daí exigirmos que sejam criados mecanismos que permitam uma avaliação dos brinquedos por parte de entidades independentes”, recomenda, destacando que “persistem fabricantes ou distribuidores que, com frequência, vendem produtos com falhas, por não seguirem padrões de fabrico exigentes ou não exercerem um controlo responsável”.

mais informações no link:

http://www.sightandhearing.org/Services/NoisyToysList%C2%A9.aspx

 

 

 

 

Criança de seis anos torna-se multimilionária por avaliar brinquedos no YouTube

Dezembro 27, 2017 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da http://rr.sapo.pt/ de 13 de dezembro de 2017.

“Ryan ToysReview” é o nome do canal que tornou a criança norte-americana famosa e uma das pessoas mas ricas do mundo, segundo a revista “Forbes”.

Aos seis anos, Ryan tornou-se multimilionário. Como? Dando a sua opinião sobre vários brinquedos no YouTube.

A história começa quando Ryan tinha apenas três anos. Os pais começaram a filmá-lo a abrir as caixas de brinquedos, a brincar com eles e a dizer o que pensava. Os filmes eram colocados no YouTube, onde criaram um canal: o Ryan ToysReview.

Desde então, o número de subscritores foi crescendo e atinge já os 10 milhões, fazendo de Ryan um dos “youtubers” mais bem pagos do mundo, segundo a revista “Forbes”.

Entre Junho de 2016 e o mesmo mês deste ano, a criança arrecadou 11 milhões de dólares brutos (9,3 milhões de euros).

Por questões de segurança, o apelido e a residência de Ryan são mantidos secretos.

Segundo a página de Ryan no YouTube, a família doa a maioria dos brinquedos a instituições de solidariedade depois de avaliados.

 

 

 

Sabe de que forma os brinquedos do seu filho influenciam o seu futuro?

Agosto 28, 2017 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do https://ionline.sapo.pt/ de 16 de agosto de 2017.

Shutterstock

Até a forma como brincamos com a criança assenta em estereótipos.

As meninas costumam brincar com peluches cor-de-rosa e os meninos com carrinhos. Poderão estes hábitos ter impacto no futuro? Estudos dizem que sim: os bebés que brincam com brinquedos que ajudama  desenvolver para uma maior sensação espacial ou que estimulam a confiança física – como carros, robôs, pequenos puzzles, etc – costumam dominar profissões onde estas características são imprescendíveis. Características essas que estão mais associadas ao sexo masculino do que feminino.

Assim, este tipo de empregos costuma ter muito mais homens do que mulheres. Mas será que os pais ou os educadores têm influência nesta situação?

A BBC fez um teste e colocou um bebé do sexo masculino com roupas de menina e vice-versa. Edward passou a ser Sophie e Marnie ‘transformou-se’ em Oliver. Os adultos que interagiram com eles posteriormente não sabiam os seus verdadeiros nomes de julgaram que Sophie era,d e facto, uma menina, e Oliver um menino.

Na experiência é possível ver que os educadores oferecem a Oliver brinquedos como robots, peças para montar, e dão –lhe ainda um triciclo e um pequeno pónei para montar. Já Sophie temd e interagir com fantoches e peluches, brinquedos que não estimulam tanto o desenvolvimento cerebral.

Quando se aperceberam da mudança de roupas e de nome, entenderam que a forma como brincam com as crianças baseia-se também em estereótipos e pode ter uma grande influência no seu desenvolvimento.

 

 

I Congresso do Brinquedo Português

Julho 5, 2017 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“26, 27 e 28 de outubro de 2017
I CONGRESSO DE BRINQUEDO PORTUGUÊS
Mais informação em:
www.congressodebrinquedoportugues.pt

O Museu dos Biscainhos – Direção Regional de Cultura do Norte em parceria com o Centro Interpretativo do Brinquedo – ADOL organizam o Congresso de Brinquedo Português, entre 26 e 28 de outubro de 2017, no Instituto de Educação da Universidade do Minho e na Casa do Conhecimento em Vila Verde. O período de inscrição no Congresso (sem comunicação) é de 15 de Junho a 15 de Outubro.”

 

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