Filme sobre Prevenção das Intoxicações – Um segundo pode durar para sempre – Intoxicações

Dezembro 4, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Crianças mais seguras : Conferência 25 Anos APSI – com a presença da Presidente do IAC Dulce Rocha, 12 outubro em Lisboa

Outubro 9, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Participação da Drª Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na mesa redonda “Segurança: um direito e uma necessidade” pelas 10.00 horas.

mais informações no link:

http://apsi.org.pt/index.php/pt/noticias/172-criancas-mais-seguras-conferencia-25-anos-apsi

APSI lança Guia de Segurança de Produtos para Crianças

Setembro 18, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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visualizar o guia no link:

http://www.apsi.org.pt/guiaprodutoscriancas/index.php?page=guia

 

 

APSI organiza o Dia Nacional da Segurança Infantil no dia 23 de Maio

Maio 22, 2017 às 12:01 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No próximo dia 23 de Maio, a APSI vai organizar pela primeira vez em Portugal o Dia Nacional da Segurança Infantil.

Cascais foi o concelho escolhido para assinalar esta iniciativa que conta com a co-organização da Câmara Municipal de Cascais. Esperam-se cerca de 500 crianças do 1º e 2º ciclo e a presença de mais de 15 parceiros.

Durante o dia, as crianças irão participar e estar envolvidas em diversas atividades relacionadas com a segurança e hábitos de vida saudáveis.

O momento “alto” do evento reunirá todas as crianças e parceiros em torno da junção (simbólica) dos fatores essenciais para a segurança, que para além de ser um direito da criança, é uma condição fulcral para a sua saúde e bem estar.

A iniciativa decorrerá no Parque Marechal Carmona, em Cascais, das 10h00 às 17h00.

Consulte aqui o Programa.

215 crianças morrem por afogamento

Junho 30, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Clique na imagem para aumentar.

Jornal de Notícias de 21 de junho 2016

Curso de introdução ao transporte de crianças no automóvel – 20 de junho em Coimbra

Junho 7, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sem nome

mais informações

hbotte@apsi.org.pt

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Workshop ABC da Segurança “Como transportar o bebé no automóvel” 28 de maio no Porto

Maio 23, 2016 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.apsi.org.pt/index.php/pt/campanhas-e-acoes/eventos-a-60-dias/icalrepeat.detail/2016/05/28/48/-/workshops-abc-da-seguranca-como-transportar-o-bebe-no-automovel?filter_reset=1

APSI lança filme sobre prevenção de queimaduras

Maio 14, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Com o objetivo de sensibilizar as famílias para a importância da prevenção de acidentes com queimaduras, a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) lançou o quarto filme didático da coletânea “Um segundo pode durar para sempre”.

A Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) divulgou um novo filme sobre a prevenção de queimaduras, da coletânea “Um segundo pode durar para sempre”, que sensibiliza e informa as famílias sobre a importância da prevenção de acidentes com queimaduras.

Os três filmes anteriores abordam: a prevenção de acidentes rodoviários, os afogamentos e as quedas em crianças e jovens.

Segundo a APSI, estes filmes têm o objetivo de tornar acessível, a todas as famílias, informação útil e prática sobre a prevenção de acidentes com crianças. São realizados a partir de situações do dia-a-dia, ensinando medidas e comportamentos a adotar para evitar os acidentes com queimaduras.

“As situações retratadas facilitam a identificação dos perigos e a aprendizagem das medidas de prevenção dos acidentes, mesmo por famílias com menor nível de literacia ou cuja língua materna não é o português”, refere a APSI.

Os filmes foram criados para serem visualizados pelas famílias, nas salas de espera dos serviços de saúde (consultas, serviços de urgência, vacinação), podendo ser também um recurso para os profissionais de saúde, nos cursos para a parentalidade, preparação para o parto ou em sessões de educação para a saúde para as famílias e comunidade no geral.

A APSI divulga estes vídeos também nas repartições de finanças e nos serviços da Segurança Social, graças ao apoio da Direção Geral de Impostos e Instituto de Segurança Social.

Os filmes envolveram a participação dos “padrinhos da APSI”, assim como de um “grupo alargado de crianças e adultos”.

Ana Margarida Marques para SAPOLifestyle

Basta haver água para uma criança se afogar

Abril 21, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 7 de abril de 2016.

Global Imagens

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Não é preciso mar ou piscina. Um balde ou um alguidar representam um risco para as crianças.

Um menino de dois anos morreu na terça-feira, no Porto, depois de cair na piscina de casa dos avós. A criança estaria a dormir e ninguém se terá apercebido de que acordara e de que fora para a rua. O perigo estava à espreita: uma piscina. Mas para uma tragédia acontecer basta que haja água, alerta Sandra Nascimento, presidente da direção da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI).

“Recordo-me de um caso de uma criança que morreu na água da demolha do bacalhau”, diz a responsável, para salientar que o perigo está em todo o lado e não apenas na praia ou nas piscinas. Basta um balde ou um alguidar com água. Tudo depende da idade da criança.

As estatísticas comprovam-no: o afogamento é a segunda causa de morte de crianças em Portugal, atrás dos acidentes rodoviários e à frente das quedas. Entre 2002 e 2013, segundo a APSI, morreram 207 crianças e jovens em ambiente aquático e 482 foram internadas na sequência de um afogamento.

Em comparação com as quedas, os afogamentos “não são tão frequentes, mas são mais mortais”, diz Sandra Nascimento. “O afogamento é muito rápido. Acontece em pouca água, em silêncio. Há menos possibilidades de as pessoas reagirem. Quando acontece, muitas vezes é fatal”, repara a responsável da APSI.

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O peso da cabeça da criança é algo em que não se costuma pensar, mas que é essencial num afogamento. A criança pode até já ter alguma mobilidade, mas na água tem muita dificuldade em levantar-se e perde a consciência muito rapidamente. “Ela tem de ser literalmente resgatada”, alerta Sandra Nascimento.

Até a criança ter alguma mobilidade é muito comum o afogamento ser em ambiente de casa. “Uma criança pequena pode afogar-se em menos de um palmo de água”, alerta Sandra Nascimento. Por isso, todo o cuidado é pouco e há que garantir que não se deixam recipientes com água acessíveis à criança. E nunca se deve deixar uma criança pequena sozinha na banheira, por pouco tempo que seja.

“À medida que a criança ganha mais mobilidade começa a ter acesso a outros locais”, salienta Sandra Nascimento. Daí a importância de colocar barreiras físicas (vedações) que impeçam que esta chegue a piscinas, tanques ou a poços, por exemplo. “Entendemos que a proteção mais eficaz são as barreiras verticais. As coberturas das piscinas são complementares à vedação”, afirma a responsável da APSI, lembrando que os poços devem ter tampa e as piscinas insufláveis devem ser despejadas e viradas ao contrário, para impedir a acumulação de águas da chuva.

Ao contrário do que aconteceu entre 2005 e 2010, com uma média de 19,8 mortes por ano, o número de óbitos por afogamento diminuiu no triénio 2011-2013, com uma média anual de 9. E se em 2002, ano em que estes dados começaram a ser monitorizados, se registaram 28 mortes, em 2013, último ano para os quais a APSI tem dados, registaram-se apenas 5.

Segundo os dados da APSI, compilados a partir de informação recolhida na comunicação social, dos 125 casos de afogamentos de crianças e jovens até aos 18 anos noticiados entre 2005 e 2012, a maioria (43) deu-se com crianças entre os zero e os quatro anos. No que se refere ao ambiente em que ocorreu o afogamento, 56 deram-se em planos de água construídos, como tanques, poços e piscinas; e 62 em planos de água naturais, como praias, rios e lagoas. Existem ainda 7 casos de afogamentos que ocorreram em outros locais, como fonte, mina, vala, caixa de esgoto, tina de água, balde e bidão de água.

Ao contrário do que se poderia pensar, a praia não é o perigo n.º1. Quando se desagregam os diferentes locais incluídos em cada ambiente aquático, os rios/ribeiras/lagoas são os planos de água com maior registo de afogamentos (34) seguidos dos tanques e poços (28) e das piscinas (28). A praia é o plano de água com menos registos de afogamentos (28).

Sandra Nascimento não tem dúvidas de que as campanhas da APSI tem contribuído para alertar a população e para a diminuição do número de casos, mas defende que é preciso mais. Mudar a legislação seria o ideal, mas não o conseguindo, fica satisfeita por ver as pessoas mais conscientes dos perigos e do que podem fazer para prevenir afogamentos

 

 

Quedas de crianças. Os casos que foram notícia

Março 1, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Observador de 19 de fevereiro de 2016.

Kevin Frayer Getty Images

Hugo Tavares da Silva

Janelas abertas, poços destapados, um insuflável que voou com o vento. Estes são alguns dos casos em que as quedas de crianças tiveram o pior desfecho.

Distrações, negligência, ou puro acaso aliado à má sorte. Entre 2000 e 2013 registaram-se 109 mortes de crianças em consequência de quedas. Falta juntar a este número os casos de 2014 e 2015, alguns deles noticiados pela comunicação social, que assim ajuda quem estuda estas matérias a “identificar alguns dos padrões de ocorrência deste tipo de acidentes (local do acidente, atividade no momento do acidente, parte do corpo lesionada, produtos envolvidos)”. “Este conhecimento mais aprofundado, que não surge nos dados referentes à mortalidade e internamento, é essencial para uma boa definição de estratégias de prevenção, assim como para o estabelecimento de prioridades de intervenção”, lê-se no relatório publicado pela Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI).

Recordamos aqui alguns casos que chegaram à imprensa nos últimos anos. Todos eles tiveram o pior dos desfechos.

Tinha quatro anos e uma movimentação repentina junto à janela, quem sabe atraído pela cortina, foi trágica. Gonçalo, filho único de um casal que vivia em Gaia, estava a brincar na sala com os familiares por perto. “Foi coisa de segundos. Foi tudo muito rápido, o avô ainda tentou, mas já não conseguiu agarrá-lo”, contou ao Jornal de Notícias o tio da criança. Os bombeiros de Lourosa ainda tentaram a reanimação, mas sem sucesso. Foi em junho de 2015.

Segundo a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), morrem nove crianças por dia vítima de quedas. Entre 2000 e 2013, 109 crianças perderam a vida e mais de 60 mil foram internadas na sequência de quedas. As varandas e as janelas são os elementos mais repetidos nas quedas. Em Portugal, 4% das mortes acidentais que envolvem crianças têm origem em quedas e essa é também a principal razão para a ida às urgências e internamentos das mesmas. Na Europa, os números são igualmente alarmantes: qualquer coisa como 1500 crianças morrem todos os anos na sequência de quedas. O assunto volta a estar na ordem do dia devido à morte de uma criança depois de uma queda do 21.º andar, no Parque das Nações, em Lisboa.

Há sensivelmente cinco anos, a queda de uma manequim brasileira de um 15.º andar encheu as páginas dos jornais. Jeniffer tinha 17 anos e, segundo a história contada pelo Público, a sua vida envolvia traições, festas, álcool e luxo. E violência também — alegadamente chegou a ser agredida pelo namorado — que, aliado ao testemunho de uma amiga da modelo, levantou dúvidas quanto à tese do suicídio. O pai não acreditava nessa possibilidade, mas a mãe admitia ser possível. A queda fatal aconteceu também num prédio do Parque das Nações, tal como a tragédia desta sexta-feira.

Em maio de 2014, Diogo caiu numa caixa de saneamento na aldeia de Viduedo, em Bragança. “Fomos chamados ao local, mas a criança já tinha sido retirada da caixa, por alguém que não os bombeiros e estava em paragem cardiorespiratória”, revelaram os bombeiros de Bragança ao Diário de Notícias. O menino de dois anos acabaria por morrer no hospital. Segundo o JN, a criança estaria a brincar quando caiu na caixa com cerca de 80 centímetros. “Como a criança é muito pequena, facilmente entrou na caixa”, referiu ao JN José Fernandes, comandante dos Bombeiros de Bragança.

“O relatório da APSI revela mais dados sobre as mortes na sequência de quedas entre os anos de 2002 e 2012: foram 74. A maior parte das mortes ocorreram com crianças e jovens do sexo masculino (77%), com idades entre os 15 e 19 anos (34%). As crianças até aos quatro anos representam 31% das fatalidades, enquanto entre os 5-9 anos e os 10-14 representam 19% e 16%, respetivamente.

No Caniço, Funchal, viveu-se um drama semelhante em maio de 2015. Uma menina de oito anos estava a brincar com um insuflável, num parque de estacionamento de um restaurante. O vento levou o insuflável e a criança caiu de uma altura de oito metros. As lesões sofridas eram graves, com múltiplos traumatismos, incluindo um traumatismo craniano, e a criança acabaria por não resistir no Hospital Dr.º Nélio Mendonça, na capital madeirense.

Em janeiro, uma menina caiu de uma altura de 30 metros (12.º andar), em Alfragide, Lisboa. Beatriz vivia com o pai e acabara de chegar de um período de férias com a mãe e avós. Num domingo como outro qualquer, depois de dizer à filha para fazer os trabalhos de casa, segundo conta o Correio da Manhã, o pai não encontrou a filha na sala, restando-lhe procurar no quarto. A janela estava aberta… As autoridades colocaram em cima da mesa então as possibilidades de suicídio e queda acidental. Beatriz tinha 12 anos.

“46% das 109 mortes registadas pela APSI aconteceram devido a uma queda de altura elevada: 22 crianças morreram por uma queda de/ou para fora de edifícios ou outras estruturas, enquanto outras 12 perderam a vida devido a outro tipo de quedas de altura elevada, sendo que nesta categoria estão incluídas as quedas de leito, queda de árvore, queda de penhasco, mergulho ou salto para água (causando traumatismo que não o afogamento).

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, até 90% das mortes por quedas poderiam ser evitadas na Europa, quando falamos, naturalmente, de acidentes. A criação e manutenção de ambientes e produtos seguros para as crianças e jovens são fundamentais para a redução da sua exposição ao risco de quedas graves, diz o relatório da APSI de novembro de 2014.

Sem lei que defina normas para a supervisão das crianças, é exigido aos pais prevenção e bom senso. Estar sozinho aumenta o risco. Veja aqui o Especial do Observador sobre o assunto.

 

 

 

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