O país onde são assassinadas, pelo menos, três crianças por dia

Agosto 1, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia da Visão de 20 de julho de 2018.

Pelo menos três crianças são assassinadas todos os dias no México, país que fechou o ano passado com o número mais elevado de homicídios das últimas duas décadas

“Temos assistido com tristeza e assombro à morte de crianças, de bebés, que acontecem não só quando são noticiados, mas todos os dias”, declarou o chefe do Sistema Nacional de Proteção Integral de Crianças e Adolescentes (SIPINNA) do México, Ricardo Bucio.

“Há pelo menos três homicídios de crianças neste país todos os dias e embora o índice tenha melhorado – em 2010 chegámos aos quatro homicídios diários -, isto não pode ser aceite”, acrescentou.Na quinta-feira, a organização não-governamental Save the Children lançou no país a campanha #SinNiñezNoHayFuturo (Sem crianças não há futuro), que pretende sensibilizar sobre o impacto que os altos níveis de violência têm na infância e na adolescência.

De acordo com a agência espanhola Efe, duas meninas foram assassinadas esta semana nos estados de Tamaulipas e Nuevo León.

Na segunda-feira, Aleida Estrella, de 7 anos, morreu na sequência de 20 facadas, uma delas no pescoço, na cidade de Altamira, no estado de Tamaulipas. Dois dias depois, Ana Lizbeth Polina Ramírez, de 8 anos, foi encontrada morta num terreno abandonado em Ciudad Benito Juárez, em Nuevo León.

De janeiro a novembro de 2017 foram cometidos 23.101 assassinatos no México, avançou no final do ano passado a agência France-Presse.

A criminalidade no país centro-americano começou a aumentar em 2006, quando o Governo liderado pelo ex-Presidente Filipe Calderon declarou guerra aos poderosos cartéis da droga no país.

O novo Presidente mexicano eleito, Andres Obrador, tem como um dos principais objetivos travar a violência no país.

 

“A bebedeira passa, o resto não.” Do coma alcoólico às brincadeiras que acabam mal

Julho 26, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia da TSF de 20 de julho de 2018.

Centenas de menores são assistidos pelo INEM em coma alcoólico todos os anos.

De uma farra com amigos a “uns copos a mais” vai um pequeno passo. De “uma brincadeira que acaba mal” a uma pena de prisão também. Pelo meio, o desafio com que muitos adolescentes já foram confrontados – “não consegues”. Não consegues beber mais depressa do que eu, não consegues beber esta caneca toda de uma vez, não consegues beber mais um shot.

Para quem acha que consegue, fica a lembrança: “O álcool em excesso só te dá excesso de confiança. A bebedeira passa, o resto não”. É a mensagem de uma nova campanha de sensibilização dirigida aos jovens portugueses.

Desde 2015, a venda de álcool é proibida a menores de 18 anos, mas os números falam por si. Em 2017, o INEM assistiu 1270 menores em coma alcoólico . Em 2016, foram 1315 e no ano anterior, 1283.

Segundo o último estudo do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD) relativo ao consumo de álcool em 2016, 89,6% dos jovens de 18 anos inquiridos admitiam beber álcool, 49,6% diziam já ter bebido quatro ou mais copos (se for do sexo feminino) ou seis ou mais copos (se for do sexo masculino) de uma qualquer bebida alcoólica na mesma ocasião e 31,4% a admitia já o ter chegado ao estado de embriaguez.

A par da campanha que o Governo lança esta sexta-feira, o Ministério da Administração Interna vai por em marcha o programa “Noite + Segura” a partir da segunda quinzena de julho, sobretudo nos municípios de Lisboa, do Porto e de Albufeira.

O objetivo é reforçar a segurança em zonas de concentração de estabelecimentos de diversão noturna e aumentar da fiscalização da venda de bebidas alcoólicas a menores.

 

 

INEM atendeu 1270 menores em coma alcoólico no ano passado

Julho 20, 2018 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do Público de 20 de julho de 2018.

“O álcool em excesso só te dá excesso de confiança” é a frase forte da campanha de sensibilização para os jovens que o Governo lança esta sexta-feira. Segue-se a fiscalização à venda de álcool a menores. Secretária de Estado diz que tem que haver “censura social”.

Margarida David Cardoso

É uma receita simples: “uma grande farra” com os amigos, uns “copos a mais” e um “não és capaz” atirado do outro lado da mesa. O jovem levanta-se, sai do bar e parte o vidro de um carro como tinha sido desafiado. Quando se volta a sentar já está numa esquadra a desenrolar o filme de “uma brincadeira que acabou mal”. O enredo da campanha que o Governo lança esta sexta-feira termina com uma conclusão: “O álcool em excesso só te dá excesso de confiança. Nada mais.”

Só no ano passado 1270 menores foram atendidos pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) em coma alcoólico, segundo dados da tutela. “E isto é a ponta do iceberg”, sublinha a Secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto.

O vídeo, que começa a circular esta sexta-feira, faz parte de uma campanha de sensibilização que, para além dos adolescentes e jovens, tem acções dirigidas aos comerciantes. Aos primeiros, serve para “pôr o dedo na ferida” e chamar a atenção para o facto de o excesso de álcool os tornar “mais susceptíveis para a prática de crimes e mais vulneráveis para serem vítimas”, diz Isabel Oneto.

É algo que as forças de segurança vêem com frequência. “Há grupos que se deslocam para vários pontos de diversão nocturna, porque sabem que é mais fácil furtar. Porque as pessoas estão mais desatentas, mais vulneráveis. Muitas vezes nem se apercebem que são vítimas de crime”, retrata. Por outro lado, “há jovens que acabam a noite na esquadra, por causa do excesso de confiança que o álcool lhes deu”. É o risco de virem a enfrentar consequências mais sérias do que uma ressaca: “A bebedeira passa. O resto não”, diz o slogan da campanha.

“O resto fica e pode-lhes marcar a vida”, sublinha a secretária de Estado.

Quem não pode ser alheio a esta questão são os comerciantes e responsáveis de estabelecimentos de diversão nocturna, entende o Governo. “Isto tem que ser levado a sério. Muitos [comerciantes] pensam que se não vendem eles, o jovem vai comprar no estabelecimento ao lado. Não, ninguém pode vender. Temos que conseguir instalar a censura social à venda de álcool a menores”, sublinha Isabel Oneto.

Fiscalização no Porto, Lisboa e Albufeira

É com esse intuito que depois de duas semanas de sensibilização – em que as forças de segurança e autoridades da Saúde vão distribuir 15 mil flyers por jovens, três mil pelos comerciantes – arranca “uma forte fiscalização”. GNR, PSP e ASAE terão como principais alvos bares e discotecas no Porto, Lisboa e Albufeira e as suas proximidades, onde é comum que os jovens se juntem para beber nas primeiras horas da noite. Já depois do fecho dos estabelecimentos as atenções viram-se para as roulottes destas zonas de movida, especialmente em Lisboa.

Os estabelecimentos que facultem, vendam ou coloquem bebidas alcoólicas à disposição de menores arriscam uma coima até 30 mil euros. E, se apanhados em flagrante delito e as autoridades acharem que há risco de este se repetir, os comerciantes podem ver o seu espaço fechado até 12 horas.

Já quando os menores são apanhados num estado de intoxicação alcoólica, as autoridades notificam os pais ou representantes legais. No ano passado, a ASAE conseguiu identificar apenas 12 menores por mês.

A lei mudou em 2015, alargando a proibição de venda a menores de todas as bebidas alcoólicas (antes eram apenas “as brancas”). Em breve também será assim nos Açores, única região onde até agora isso não acontecia, que esta semana aprovou o aumento da idade mínima para o consumo de álcool de 16 para os 18 anos.

Esta campanha de sensibilização é apresenta nesta sexta-feira, no Largo de Camões, em Lisboa, com os ministros da Saúde, da Administração Interna e a secretária de Estado, o presidente da Câmara de Lisboa e o humorista Rui Unas, que dá voz ao vídeo.

 

Programa “Estou aqui” 2018: reserve já a sua pulseira.

Junho 7, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

O Programa “Estou aqui” 2018 da PSP, que tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe, está ativo desde 1 de junho.

A Polícia de Segurança Pública e restantes parceiros sabem a importância que o seu filho tem na sua vida.

Desejamos que aproveite ao máximo esta relação e que a Pulseira ESTOU AQUI!® o ajude nessa missão.

O Programa ESTOU AQUI!® foi desenhado para que nunca perca um momento da presença dos seus filhos.

Programa ESTOU AQUI!®

Abril 2018 – Mês da Prevenção dos Maus Tratos, “Cuidar e proteger ajuda-nos a crescer”

Abril 5, 2018 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

mais informações:

https://www.cnpdpcj.gov.pt/cnpdpcj/eventos-e-iniciativas/mpmti-2018.aspx

 

Vem Pedalar Contra o Discurso de Ódio – 24 de março em Cascais

Março 22, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

mais informações:

http://www.dge.mec.pt/movimento-contra-o-discurso-de-odio-acao-de-24-de-marco

 

#SaferInternet4EU. Há uma nova campanha para a segurança na Internet

Fevereiro 6, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Notícia do https://tek.sapo.pt/ de 6 de fevereiro de 2018.

A propósito do Dia da Internet mais segura, que se assinala hoje em todo o Mundo, a Comissão Europeia anuncia uma nova campanha integrada no plano de ação de educação digital.

Este ano o Dia da Internet mais segura é assinalado em mais de 140 países em todo o mundo, com destaque para os membros da União Europeia, e o propósito é o mesmo dos últimos 15 anos: tornar a Internet um lugar mais seguro e melhor para as crianças e jovens. A organização é da rede Insafe, em conjunto com a INHOPE, a associação internacional das linhas telefónicas da Internet.

Em Portugal decorrem várias iniciativas dinamizadas por diferentes organizações, incluindo o Centro Internet Segura que durante todo o ano desenvolve conteúdos e ações de sensibilização para as crianças e jovens e educadores.

A  Comissária Mariya Gabriel vai lançar hoje uma nova campanha durante uma sessão no Parlamento Europeu, que envolve uma série de iniciativas a desenvolver em 2017 e a alfabetização mediática e a cibernética. O # SaferInternet4EU quer também promover a segurança online, de forma que as crianças, pais e professores estejam mais conscientes das oportunidades e desafios digitais e dos vários recursos disponíveis para apoiá-los.

Esta iniciativa está integrada no Plano de Ação de Educação Digital que foi decentemente adotado por Bruxelas e que promove as competências digitais.

mais informações sobre a campanha no link:

https://ec.europa.eu/digital-single-market/en/news/launch-saferinternet4eu-initiatives-safer-internet-day

Um minuto por dia, vamos fechar a torneira à seca

Novembro 22, 2017 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

mais informações:

http://www.fecheatorneira.pt/

 

28º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança

Novembro 20, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Texto do Facebook da CNPDPCJ

A Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens associa-se, empenhadamente, ao esforço de amplificação da mensagem que a Convenção dos Direitos da Criança corporiza e propõe a adesão de todas as instituições públicas e particulares, entidades com competência em matéria de infância e juventude e Comissões de Proteção de Crianças e Jovens à CAMPANHA NACIONAL “ESTENDAL DOS DIREITOS”.

Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adotaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), que Portugal ratificou em 21 de setembro de 1990. A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais, mas um documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, representando um vínculo jurídico para a promoção e proteção eficaz dos direitos e liberdades nela consagrados.

A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças:

NÃO DISCRIMINAÇÃO
Todos os direitos se aplicam a todas as crianças sem exceção. O Estado tem obrigação de proteger a criança contra todas as formas de discriminação e de tomar medidas positivas para promover os seus direitos.

INTERESSE SUPERIOR
Todas as decisões que digam respeito à criança devem ter plenamente em conta o seu interesse superior. O Estado deve garantir à criança cuidados adequados quando os pais, ou outras pessoas responsáveis por ela não tenham capacidade para o fazer.

PARTICIPAÇÃO
A criança tem o direito de exprimir livremente a sua opinião sobre questões que lhe digam respeito e de ver essa opinião tomada em consideração. Tem o direito de exprimir os seus pontos de vista, obter informações, dar a conhecer ideias sem considerações de fronteiras. (artigos 12.º e 13.º da CDC);

SOBREVIVÊNCIA E DESENVOLVIMENTO
As medidas que tomam os Estados-membros para preservar a vida e a qualidade de vida das crianças devem garantir um desenvolvimento com harmonia nos aspetos físico, espiritual, psicológico, moral e social, considerando as suas aptidões e talentos.

A Campanha Nacional “Estendal dos Direitos” pretende envolver organizações e cidadãos/ãs, através da exposição de mensagens sobre os Direitos da Criança no espaço público, procurando assim:

– Aumentar a consciência pública acerca da Convenção sobre os Direitos da Criança;
– Aumentar a consciência das crianças e jovens sobre os seus direitos;
– Facilitar a integração plena das crianças e jovens no processo de desenvolvimento dos seus direitos.

mais informações no link:

http://www.cnpcjr.pt/tpl_intro_destaque.asp?6552

Um hambúrguer e um adolescente sofrem de bullying. Por qual reclama primeiro?

Outubro 23, 2017 às 3:08 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia do http://observador.pt/ de 23 de outubro de 2017.

A Burger King lançou uma campanha anti-bullying na qual coloca os seus clientes perante dois tipos de maus tratos – o de um hambúrguer e o de um adolescente – para saber qual obtém mais reclamações.

Está sentado numa mesa de um restaurante. Já tem aquilo que pediu e está pronto a desfrutar da refeição. Ao seu lado, tem um adolescente a ser maltratado por um grupo de colegas. À sua frente, tem o seu hambúrguer. Esmurrado. Por qual reclama primeiro?

Foi esta a situação em que os clientes da Burger King foram colocados, durante o mês de prevenção do bullying que se celebra este outubro nos Estados Unidos da América. A campanha da cadeia de “fast food” norte-americana, de nome “Bullying Jr”, apresenta uma situação em que um adolescente e um hambúrguer são ambos vítimas de bullying – o adolescente pelos seus colegas, o hambúrguer por um funcionário. O objetivo era saber por qual os clientes se indignavam primeiros. Os adolescentes, claro, são atores e a situação foi capturada em vídeo graças a câmaras ocultas.

O vídeo refere que 95% dos clientes reclamou primeiro pelo estado do hambúrguer que lhes tinha sido vendido. O funcionário que esmurra o hambúrguer pergunta a um dos clientes se este faria algo caso o tivesse visto a fazer bullying ao hambúrguer. O cliente responde como se fosse algo óbvio – com um “yeah”.

Contudo, os maus tratos ao adolescente não geraram o mesmo tipo de indignação, nem por parte do cliente para quem a situação era óbvia. Apenas 12% das pessoas interveio para impedir que se prolongasse a situação. O vídeo apresenta ainda dados da nobully.org que apontam que 30% de alunos em todo o mundo sofrem de bullying.

Apesar da baixa percentagem de pessoas que decidiram ajudar o adolescente, a campanha destaca as que o fizeram, e deixa uma mensagem de estudantes que passam ou já passaram por isso, inclusive a de uma das pessoas que, tendo passado por isso em criança, enquanto adulto ajudou.

 

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.