Avaliação e intervenção com famílias em risco/perigo – Formação Contínua

Outubro 17, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ava

ISPA » Departamento de Formação Permanente

Objectivos

Compreender a violência de modo ecológico e sistémico

Compreender e avaliar situações de risco e perigo familiar na perspectiva sistémica

Sensibilizar para a importância das narrativas na dinâmica familiar e social das famílias em risco e perigo

Definir estratégias de intervenção multi-sistémica com famílias em risco e perigo

Programa

Módulo 1

A violência familiar de um ponto de vista sistémico (6h) – Modelos de leitura acerca da violência familiar. Significados, manutenção e transformação das dinâmicas familiares violentas: reflexão acerca do papel dos diferentes protagonistas (vítimas, agressores e profissionais). Intervenção sistémica na área da violência familiar

Módulo 2

Avaliação familiar integrada do risco/perigo (6h) – Definições e compreensão do risco e perigo familiar. Os parâmetros de avaliação familiar: perspetiva desenvolvimental sistémica. Técnicas, metodologias e instrumentos de avaliação familiar em contextos de risco e perigo. O relatório da avaliação familiar

Módulo 3 

Intervenção familiar: abordagem narrativa (6h) – Parâmetros de avaliação e elaboração da hipótese sistémica. Perspetiva geral da intervenção familiar em contextos de risco/perigo: especificidades, indicações e contra-indicações. A intervenção terapêutica colaborativa de enfoque narrativo: eixos de intervenção, modelos terapêuticos e técnicas fundamentais. O papel do terapeuta/técnico

Módulo 4

Intervenções multi-sistémicas (6h) – Redes: tipos e avaliação. A (des)construção multi-sistémica do risco: (in)competências dos sistemas em interação. Os múltiplos desafios da intervenção multi-sistémica. O eco-mapa na planificação da intervenção. Estratégias e metodologias de intervenção em rede

Metodologias

Exposição de conteúdos, trabalho e dinâmicas de grupo, role-play, análise e discussão de casos

Duração 

24 horas

Calendarização

Sábado, Novembro 1, 2014 – 10:00 – 13:00

Sábado, Novembro 1, 2014 – 14:00 – 17:00

Sábado, Novembro 8, 2014 – 10:00 – 13:00

Sábado, Novembro 8, 2014 – 14:00 – 17:00

Sábado, Novembro 15, 2014 – 10:00 – 13:00

Sábado, Novembro 15, 2014 – 14:00 – 17:00

Sábado, Novembro 22, 2014 – 10:00 – 13:00

Sábado, Novembro 22, 2014 – 14:00 – 17:00

mais informações aqui

 

IAC-FCJ associa-se à EAPN na Campanha 0% Pobreza

Outubro 17, 2014 às 4:55 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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coimbradois

No âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza que se assinala hoje, dia 17 de outubro, o IAC-FCJ, enquanto associado da EAPN (Rede Europeia Anti-Pobreza) Coimbra, aderiu à Campanha 0% Pobreza, tendo colocado nas suas instalações uma faixa com o objetivo de alertar a população em geral para a necessidade de todos, enquanto comunidade, combatermos a pobreza em Portugal.

 

 

Revisão da Estratégia Europa 2020: uma última oportunidade na luta pela erradicação da pobreza?

Outubro 17, 2014 às 3:54 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.fngis.pt/

forum

 

A 16 de Outubro de 2014, véspera do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, o Fórum Não Governamental para a Inclusão Social (FNGIS) promoveu com os seus membros uma reunião de trabalho tendo como principal tema de reflexão a revisão de meio-termo da Estratégia Europa 2020.

A principal mensagem é da urgência de pôr um termo à crise de credibilidade pela qual passa a Estratégia Europa 2020, precisamente decorrente do seu fracasso no que diz respeito aos objectivos de combate à Pobreza (um dos quais era reduzir pelo menos 20 milhões de pobres até 2020).

Aceda aqui ao comunicado de imprensa sobre esta questão.

Presença de Dulce Rocha no programa “Justa Causa ” RTP Informação dia 17/10 pelas 17.10h

Outubro 17, 2014 às 2:13 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, irá participar no programa “Justa Causa ” RTP Informação dia 17/10 pelas 17.10h.

justa

 

Quase um terço das crianças em risco de pobreza ou exclusão social

Outubro 17, 2014 às 1:05 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do Observador de 17 de outubro de 2014.

Getty Images

Marlene Carriço

Em 2012, 31,6% das crianças com menos de 18 anos estavam em risco de pobreza ou exclusão social. Esse risco para o conjunto da população rondava os 27,4%.

As crianças têm sido as mais afetadas pelo aumento da pobreza ou da exclusão social em Portugal nos últimos anos. De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a propósito do Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, que se celebra esta sexta-feira, quase um terço das crianças (31,6%) entre os zero e os 17 anos estavam, em 2012, o ano mais duro da crise, em risco de pobreza ou a viver em agregados familiares com intensidade laboral muito reduzida ou em situação de privação de material severa.

Além de ser o grupo mais afetado pela pobreza, a população infantil registou o maior aumento do risco de pobreza ou exclusão, tendo passado de uma taxa de 27,8%, em 2011, para 31,6%, em 2012. Olhando para o universo da população portuguesa, o risco era de 27,4%, em 2012, sendo que os mais idosos são os menos penalizados (20,3%).

O INE recupera dados que já tinha publicado em março, sobre a taxa de risco de pobreza que, em 2012, rondava os 18,7% do total de portugueses, acima da média da União Europeia (UE). Também neste indicador, a população infantil está em desvantagem, com uma taxa de 24,4%. Porém, esta pintura não é exclusiva para Portugal. Lê-se no destaque do INE que “a tendência para o risco de pobreza na população infantil ser superior ao da restante população é comum ao observado para a média da UE”, com a diferença de que no conjunto dos países-membros da UE o efeitos das transferências sociais fazia cair em cerca de 14,3 pontos percentuais a taxa de risco das crianças. Já em Portugal o efeito dessas transferências ficava-se apenas por uma redução do risco de 7,3 pontos percentuais.

Numa comparação com 27 estados-membros, Portugal pontua pior também no indicador do risco de pobreza das famílias com crianças dependentes que, em Portugal, é “superior à média da UE”.

Estudar mais afasta famílias da pobreza

O discurso de que estudar compensar não é novo, mas neste dia pode ser empregue com outro sentido. De acordo com os dados do INE, estudar mais reduz a probabilidade de uma pessoa cair em risco de pobreza. O risco de pobreza para uma pessoa com o 12º ano ou uma licenciatura (10,7%), em 2012, ficava-se pela metade do risco de pobreza que enfrentava uma pessoa que só tinha frequentado o ensino até ao 9º ano de escolaridade (21,2%).

E este ganho reflete-se naturalmente na população infantil. O INE conclui que o risco de pobreza para os mais novos diminui com o nível de escolaridade dos pais. E a diferença é muito significativa. Segundo o documento que foi publicado esta quinta-feira, com algumas novidades face ao de Março deste ano, o risco de pobreza para uma criança entre os 0 e os 18 anos cujos pais só tenham o ensino básico era, em 2012, de 37,5%, uma percentagem que cai drasticamente, para os 4,1%, no caso das crianças cujos pais têm, pelo menos, uma licenciatura.

 

 

 

Sistema Nacional de Acolhimento de Crianças e Jovens – Publicação Digital

Outubro 17, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sistema

descarregar a publicação aqui

Numa linha de continuidade e aprofundamento de projetos apoiados nos últimos anos pelo Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano, que começaram por se focar na gravidez na adolescência, no exercício da parentalidade, na deficiência e intervenção comunitária a diversos níveis, procura-se agora dar visibilidade a uma área em que as necessidades e os desafios perante as novas formas e meios de viver a condição de jovem e a transição para vida adulta são muitos e de grande complexidade.

A presente publicação constitui um dos primeiros instrumentos de reflexão e trabalho criado no âmbito desta nova componente iniciada no 2.º semestre de 2012 e a decorrer até 2015.

Trata-se de um documento em que a autora, Maria João Leote de Carvalho, elemento da equipa de acompanhamento técnico da Fundação Calouste Gulbenkian na área das crianças e jovens em risco, com larga experiência neste domínio, tanto como técnica como na qualidade de investigadora, traça um enquadramento sobre o sistema nacional de acolhimento de crianças e jovens. Nele são clarificados os principais conceitos na base da intervenção e apresentados os principais contornos da legislação em vigor. É também caracterizada a população acolhida nos últimos anos, tendo por pano de fundo as principais tendências identificadas a nível europeu neste setor.

Num sistema em que a informação tende a estar dispersa por diferentes fontes, nem sempre de fácil acesso, a sistematização apresentada nestas páginas potencia um maior conhecimento às instituições de acolhimento de crianças e jovens em Portugal, acreditando-se que, pela sua pertinência social e relevância científica, seja um contributo útil para todos os que intervêm nesta área ou sobre ela se interessam.

 

Isabel Mota

Administradora FCG

Os números da pobreza

Outubro 17, 2014 às 12:11 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Gráficos publicados no Público.

Cátia Mendonça e Célia Rodrigues

16/10/2014 – 22:57

(actualizado às 19:12 de 17/10/2014)

Os números que fazem a pobreza em Portugal e no mundo. 

ver todos os gráficos aqui

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Crianças mais expostas à pobreza desde 2010 em Portugal

Outubro 17, 2014 às 12:05 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 16 de outubro de 2014.

Público

Ana Dias Cordeiro

Riscos de pobreza ou exclusão social para as crianças foi sempre maior do que para a população total nos últimos anos, revelam dados do INE no Dia Internacional contra a Erradicação da Pobreza.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defendeu em 2011 que Portugal só conseguiria sair da crise empobrecendo. E o país empobreceu. Os números mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), publicados por ocasião do Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, que se assinala nesta sexta-feira, continuam a revelar isso mesmo.

E não só: mais do que um aumento da pobreza, o que mostram os resultados definitivos do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento realizado em 2013, sobre rendimentos de 2012, é um crescimento ainda mais acentuado da pobreza infantil.

As tabelas disponíveis são de 2012, mas marcam uma tendência de aumento da pobreza que vai manter-se até hoje, ao contrário do que garantiu o primeiro-ministro, já este ano, no Parlamento, de que os níveis de pobreza começavam a estabilizar. Quem o diz é Sérgio Aires, presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza Europa e director do Observatório de Luta contra a Pobreza de Lisboa.

Essa garantia dada pelo chefe do Governo não convence quem trabalha no terreno esta realidade, enfatiza. Para essas pessoas, “estes números [publicados esta quinta-feira] também não são nenhuma novidade”. Porém são “assustadores”, no sentido em que revelam “o quão estrutural é o problema da pobreza”. E comprovam uma coisa: “O futuro não é luminoso. Quando olhamos para as crianças, pensamos na sociedade que vamos ter daqui para a frente.” São elas as mais expostas.

Em Portugal, em 2012, o risco de pobreza passou a atingir 24,4% das crianças, quando essa proporção era de 21,8% em 2011.  Na população total aumentou de 17,9% em 2011 para 18,7% em 2012.

Em sintonia com estes valores, também os relativos à pobreza consistente (que indica quem está simultaneamente em risco de pobreza e em situação de privação material) afectou uma proporção maior de crianças e jovens até aos 18 anos. Em 2013, atingia 15% das crianças e 10,4% da população total. Nesse mesmo ano, uma proporção maior de crianças (29,9%) relativamente à da população total (25%) estava em privação material.

Numa primeira leitura da evolução dos indicadores relativos à pobreza infantil, a professora universitária Maria João Valente Rosa, directora da Pordata – a base de dados sobre Portugal contemporâneo, organizada pela Fundação Francisco Manuel dos Santos – lança uma explicação possível para o agravamento da situação das crianças: a diminuição dos apoios às crianças e às famílias, com as reduções das transferências sociais, que tem vindo a registar-se nestes anos de crise. “É uma questão a levantar”, sublinha. Até porque os casais com três ou mais filhos e as famílias monoparentais são os dois grupos mais vulneráveis”, ainda de acordo com as estatísticas relativas a 2012  publicadas esta quinta-feira. “As transferências sociais têm sofrido uma redução muito acentuada. E são muito importantes para aligeirar as situações de risco de pobreza”, salienta a professora universitária. Se não existissem, a taxa de pobreza em Portugal rondaria os 45,4%, quando actualmente ronda os 18%. “Se o Estado não existisse, cerca de metade da população seria pobre” de acordo com estes parâmetros de medição.

No mesmo sentido, para Sérgio Aires, “os números representam um retrocesso enorme no combate à pobreza” e não apenas em Portugal mas em muitos países europeus, sobretudo a Leste. “Perante estes dados, o desafio que está em cima da mesa para os governantes é alterar esta situação do ponto de vista político. A prioridade dos Estados-membros deveria ser ultrapassar esta situação”, sustenta, sobretudo olhando para a evolução recente. As pessoas que vivem num destes três cenários – em risco de pobreza ou em situação de privação material severa ou em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida – constituem o universo das população em risco de pobreza ou exclusão social. Essas características atingiam 25,3% da população em 2010 e em 2012; passaram a atingir 27,4% da população em 2013.

Em Portugal, a insuficiência de recursos da população em risco de pobreza, igualmente referida como taxa de intensidade da pobreza, também aumentou entre a população em geral, e ainda de forma mais visível entre a população infantil. Além disso, registou-se um agravamento considerável do afastamento desses valores em Portugal e dos registados, em média, na União Europeia.

Baixa qualificação escolar

Mas mais do que isto, Maria João Valente Rosa propõe um olhar atento sobre a extrema vulnerabilidade em que fica uma pessoa com baixa qualificação escolar. E considera que com isto, e quando o debate é sobre as apostas na educação, fica provado que “a escolaridade tem retorno do ponto de vista financeiro”. O aumento da escolaridade “pode ser uma boa protecção relativamente ao risco de pobreza”, sublinha a professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Segundo os dados do INE, “o risco de pobreza diminuiu com o aumento do nível de escolaridade completado pelos pais”. Ou seja: era de pouco mais de 4% para filhos de pais com habilitações académicas de nível superior, de pouco mais de 14% para crianças cujos pais concluíram o secundário ou pós-secundário. E finalmente, esse risco disparava para 37,5% no universo de crianças com pais que não tinham completado pelo menos o secundário.

Esta evolução mostra como “a questão da educação é importante”, reforça Maria João Valente Rosa, mas também ajuda a destapar uma realidade e a retirar dela uma ilação: “Se não é o Estado a dar protecção, tem que ser o indivíduo a encontrar alternativas para sair do ciclo de pobreza”.

 

 

MOVE-TE pela Riqueza que há em Ti! no Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza – 17 de Outubro

Outubro 17, 2014 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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move-te

Mais info.:
setubal@eapn.pt
EAPN Portugal/ Rede Europeia Anti-Pobreza
Av. D. João II, Nº14 – R/C Dtº
2910-548 Setúbal
Tel: +00351 265 535 330 Fax: +00351 265 535 329
www.eapn.pt

Local: Praça do Bocage em Setúbal

Data: 2014/10/17

Hora: 16:00

 

Apresentação pública do projeto – Tráfico de Seres Humanos – (Per)cursos para a Investigação e para a Intervenção – na Universidade Fernando Pessoa

Outubro 17, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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trafico

A Universidade Fernando Pessoa convida-o a participar (entrada livre)

Programa
04 de Novembro – Salão Nobre Universidade Fernando Pessoa
14H30 Abertura Solene
Professor Salvato Trigo, Reitor da Universidade Fernando Pessoa
15H00 Apresentação do Projeto TSH
Doutora Inês Vouga (InComunidade) – “TSH: Prova que Não Cais Nesta Rede”
Professora Ana Isabel Sani (UFP) – Projeto de Estudos Sobre TSH
15H40 Palestras
Doutor Manuel Albano (Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género)
Doutora Rita Penedo (Observatório do Tráfico de Seres Humanos)
Doutora Rita Moreira (Associação para o Planeamento da Família)
Debate
17H00 Encerramento

Organização
InComunidade |
www.incomunidade.org
OPVC – UFP | http://opvcufp.com/

Parceiros
OTSH |
www.otsh.mai.gov.pt/

 


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