A pé para a escola… em segurança! novo relatório da Equipa do Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa

Outubro 2, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

pé

descarregar o documento aqui

mais documentos aqui

O presente estudo pretende, partindo de uma revisão de literatura (capítulo 3) e de estudos de caso (capítulo 4) identificar estratégias para promover uma maior acessibilidade, mobilidade e autonomia da criança enquanto peão, no ambiente rodoviário perto da escola, garantido a sua segurança, através do controlo e gestão do risco de acidente.

Entende-se que promover a autonomia da criança no espaço público e a possibilidade de interação com o mesmo é um elemento muito importante para o seu desenvolvimento, a diversos níveis – cognitivo, social (ex.: socialização com outras crianças, famílias da escola, vizinhos) para além de crucial para a aprendizagem e aquisição de competências de avaliação do risco e competências para lidar com os perigos. Estas aprendizagens, futuramente, serão determinantes nas opções que a criança e as famílias farão nas suas deslocações no ambiente rodoviário e bons preditores da sua autonomia no espaço público.

As crianças mais novas precisam de espaço para brincar juntas e as mais velhas de caminhos seguros para a escola, parques infantis e outros espaços de lazer e diversão7.

 

 

Fado Reguila na Biblioteca do Palácio das Galveias

Outubro 2, 2014 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

fado

Sábado, 16:00, na Biblioteca do Palácio das Galveias!
http://www.fadoreguila.pt/ — com Rosa Fadista e Gato Iscas.

 

Combate à exploração sexual de crianças precisa de novas leis – entrevista de Dulce Rocha do IAC

Outubro 2, 2014 às 3:18 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

Entrevista da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança ao Público no dia 30 de setembro de 2014.

público

Natália Faria

Livro A Exploração Sexual de Crianças no Ciberespaço, da autoria do procurador Manuel Aires Magriço, é lançado esta terça-feira

Portugal precisa de várias alterações legislativas para combater de forma mais eficaz a exploração sexual de crianças na Internet.

“Em Portugal continua a não ser possível fazer pesquisas aleatórias para localizar predadores sexuais, como se faz na Alemanha, por exemplo. E isso reduz as possibilidades”, preconizou ao PÚBLICO a presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC), Dulce Rocha, a propósito do lançamento esta terça-feira do livro “A Exploração Sexual de Crianças no Ciberespaço”, da autoria, do procurador Manuel Aires Magriço.

“É uma obra muito oportuna e necessária. E que poderá funcionar como um manual para os investigadores destes crimes, nomeadamente sobre como preservar a prova informática”, aponta Dulce Rocha.

Desde que a pornografia de menores foi tipificada como crime, em 2007, a Polícia Judiciária investigou 71 pessoas, sendo que apenas cinco destes casos resultaram de investigações desencadeadas em Portugal. “Alguns casos que foram comunicados pela Interpol às autoridades portuguesas não poderiam ter começado a ser investigados cá porque não havia um suspeito concreto”, explica a presidente do IAC.

Numa altura em que os websites com pornografia estão a aumentar, e em que se calcula que são colocadas todos os dias em circulação 200 novas imagens de pornografia infantil, a presidente do IAC diz não compreender por que razão Portugal não transpôs ainda a directiva que o Parlamento Europeu aprovou em Dezembro de 2011 e que prevê sanções mais duras contra as pessoas que abusam sexualmente de crianças ou que acedem a pornografia infantil na Internet.

Na altura, a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, prometeu adoptar “muito rapidamente” aquelas alterações para o quadro legal nacional. E, recentemente, a governante até anunciou a intenção de avançar com o registo de identificação dos condenados por crimes sexuais, mas quanto à directiva, por enquanto nada. “A transposição dessa directiva é urgentíssima”, insiste Dulce Rocha, “entre outras coisas porque prevê a supressão imediata das páginas electrónicas que contenham ou difundam pornografia infantil ou então o seu bloqueio”.

A directiva europeia, adoptada entretanto por alguns dos Estados-membros da União Europeia, vai mais longe. Propõe que a produção de pornografia infantil seja punível com uma pena de pelo menos três anos. E que as pessoas que acedam intencionalmente a um sítio que contenha pornografia infantil sejam punidas com um ano de prisão.

A directiva propunha também a criminalização do aliciamento de crianças através da Internet para fins sexuais (on-line grooming) e do turismo sexual infantil. Ao mesmo tempo, e porque cerca de 20% dos autores de crimes sexuais reincidem após uma condenação, a directiva prevê que uma pessoa condenada possa ser impedida temporária ou permanentemente de exercer actividades que impliquem contactos directos e regulares com crianças”.

 

 

Quadruplicam alunos que têm aulas em casa

Outubro 2, 2014 às 2:29 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Notícia do Sol de 30 de setembro de 2014.

josé sérgio  sol

Joana Ferreira da Costa

Foi o ensino doméstico que impediu Gonçalo, que hoje aos 20 anos estuda no prestigiado King’s College, em Londres, de desistir de estudar no 9.º ano, quando vivia no Porto. “Ele ganhou fobia ao meio escolar, mas foi um inferno até conseguir que passasse a ter aulas em casa porque a escola não aprovava essa opção, apesar de estar prevista na lei”, conta ao SOL Cristina Marinho. Com os outros dois filhos, Lourenço, de 14 anos, e Dinis, de oito, o processo foi mais fácil e um e outro aprendem com professores em casa. Para o mais novo, Cristina até conseguiu que de manhã tivesse aulas no domicílio e à tarde fosse brincar no recreio de um colégio. Uma mudança que mostra a maior abertura e adesão de professores e pais a este modelo de ensino.

Nos últimos quatro anos, o número de alunos em ensino doméstico e individual disparou: no ano lectivo passado, havia 338 crianças e jovens inscritos nestas modalidades, enquanto em 2009/2010 eram apenas 82, segundo dados do Ministério da Educação e Ciência (MEC), a que o SOL teve acesso.

“Houve um boom na procura deste ensino”, reconhece Sofia Gallis, do Movimento Educação Livre (MEL), criado há três anos para ajudar os pais a conhecerem os modelos alternativos.

Segundo a legislação em vigor, é possível ter aulas em casa, dadas pelos pais e professores (ensino doméstico) ou só por explicadores particulares (ensino individual). Obrigatório é que as crianças sejam matriculadas numa escola, onde têm, depois, de realizar provas escritas no final de ciclo.

Sofia Gallis acredita que no futuro mais famílias portuguesas irão optar por esta via, por permitir currículos mais flexíveis e métodos menos rígidos e massificados. “Tenho cada vez mais pais a contactar-nos para dizer que quando os filhos tiverem idade querem iniciar os estudos em casa”, diz Sofia, referindo-se ao facto de a matrícula para o ensino doméstico só poder ser feita a partir do 1.º ano, por ser este o início da escolaridade obrigatória.   ‘Aprender ao seu ritmo’ Foi o que aconteceu com Ana, professora do ensino básico, que este ano, depois do filho concluir o pré-escolar num estabelecimento público no Algarve, decidiu mudá-lo para as aulas domésticas. “Durante o pré-escolar ele entrou em ansiedade, acordava de noite e tinha muitas angústias”, conta ao SOL a professora, que agora, ensina o filho de seis anos sem horários rígidos nem um programa curricular definido: “Ele aprende ao seu ritmo, de acordo com aquilo que mais o estimula. Já sabe ler muitas palavras, mas ainda não quer escrever com caneta, só no computador”. Muitos dos frequentam este sistema de aulas no domicílio são filhos de professores e de outros licenciados. “A maioria dos pais tem formação superior”, diz ao SOL Álvaro Ribeiro, que está a concluir uma tese de doutoramento sobre o tema, tendo inquirido mais de 100 famílias. “São pessoas com um projecto educativo bem definido para os filhos e que acreditam que é melhor conseguido em casa”, adianta o professor da Universidade do Minho.

A falta de sociabilização é, no entanto, uma das maiores críticas a esta modalidade de ensino, porque os alunos são privados de um contacto diário com crianças da mesma idade. Mas para o MEL, os questionários feitos a 40 famílias do movimento mostram precisamente o contrário.

“Há a preocupação de combater o isolamento e muitas famílias organizam-se para fazerem passeios ou visitas de estudo”, nota Sofia Gallis, acrescentando que, nas respostas ao inquérito, os pais salientam que as crianças têm um maior convívio com pessoas de várias gerações. Além disso, alegam os pais, o facto de estudarem em casa não os impede de brincar com outros miúdos, havendo casos como o da professora na Universidade do Porto, Cristina Marinho, que conseguiu que o filho Dinis frequentasse o recreio de um colégio.

Portugal atrai famílias espanholas e alemãs

Portugal é um dos países europeus onde o ensino doméstico (com regras definidas em lei desde 1977) é mais liberal – a par do Reino Unido, Dinamarca, Rússia e Finlândia, por exemplo.

Por isso, é um dos destinos escolhidos por agregados familiares da Alemanha ou de Espanha, onde este tipo de modalidade tem mais restrições. “Temos recebido pedidos de informação de espanhóis, que querem saber as condições de ensino em Portugal e admitem mudar-se para cá”, garante Sofia Gallis. Além disso, segundo o SOL apurou, há famílias de alemães a viver no interior de Portugal, que colocaram os filhos neste tipo de ensino.

De acordo com os dados do MEC, a grande maioria dos 338 estudantes que no ano lectivo de 2013/2014 aprenderam à margem das escolas tiveram pelo menos uma disciplina dada por um familiar. Em todo o país, só 33 alunos frequentaram o ensino individual em que todas as matérias são leccionadas por professores contratados para o efeito.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo havia 28 estudantes nesta situação e outros 149 aprenderam com a ajuda da família. Já no Algarve e Alentejo apenas se verificaram inscrições para o ensino doméstico – 34, no primeiro e 10 no segundo. Esta modalidade cativou ainda 112 crianças e jovens do Centro e Norte do país, onde apenas cinco se matricularam na modalidade em que o currículo é dado por explicadores privados.

“Sinto-me mais bem preparado e com mais interesse no estudo”, diz ao SOL Lourenço, de 14 anos, que desde o 5.º ano estuda em casa com a mãe e vários professores. Tem nove disciplinas e tanto pode ter uma aula num café emblemático no Porto como num centro comercial, o que o ajudou a melhorar as notas. “Subi de quatro para cinco a Inglês, a Matemática e até a Educação Visual”, conta, garantindo não sentir falta dos recreios por conviver com jovens da sua idade nas aulas de artes marciais que frequenta.

Apesar de o MEC não divulgar as classificações escolares destes alunos, a investigação de Álvaro Ribeiro promete ajudar a perceber se este tipo de ensino é eficaz: “Segundo a informação que tenho, na Língua Portuguesa e na Matemática as classificações destes estudantes estão acima da média nacional”, revela o investigador e professor da Universidade do Minho.

joana.f.costa@sol.pt

 

 

 

As Aventuras de Pinóquio – Teatro Infantil na Malaposta

Outubro 2, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

pinoquio

mais informações:

http://www.malaposta.pt/

 

Vídeo de sensibilização para adolescentes sobre violência sexual do Conselho da Europa

Outubro 2, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Recursos do Conselho da Europa

http://assembly.coe.int/oneinfive/video/default-EN.asp

The ONE in FIVE campaign

 

 

 

Sábados em Cheio em Outubro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures

Outubro 2, 2014 às 10:23 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

cheio

Sábados em Cheio é uma iniciativa da Biblioteca Municipal José Saramago, que proporciona animações de leitura para os mais novos. Visa, acima de tudo, criar hábitos de leitura e partilhar experiências, brincando com ou sobre livros em família.

Participe nesta atividade para toda a família, de acesso livre e gratuito, preparada pela equipa residente da Biblioteca Municipal José Saramago. Basta aparecer a partir das 15 horas.

 Consulte aqui o PDF interativo.

Biblioteca Municipal José Saramago

Rua 4 de outubro, nº 19 | 26470-466 Loures

Telefone: 211 151 272

Fax: 211 151 708

Child trafficking : ‘I work morning to night, even longer than Papa’ – video

Outubro 2, 2014 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

image

ver o vídeo aqui

‘I work morning to night, even longer than Papa’, says Nicu, a 9 year old Romanian boy trafficked into the UK in the drama-documentary released by our partner ECPAT UK – Campaigning against child sexual exploitation and trafficking Thousands of children are trafficked into the UK each year. Children trafficked in to the UK experience horrendous abuse and exploitation. If they are lucky enough to escape, they find themselves alone and afraid. These children desperately need someone who can support and protect them. ECPAT is campaigning for all child victims of trafficking to be provided with a guardian. Watch Nicu’s story as a trafficked child victim here: http://bit.ly/1p9RhsS Read about the real case here: http://bit.ly/VClLaF

 


Entries e comentários feeds.