Prevenir ou promover : uma solução para cada criança – livro digital do CEJ

Junho 13, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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A Drª Fernanda Salvaterra do Instituto de Apoio à Criança, escreveu o artigo “Consequências da não adotabilidade da criança” pág. 21.

Descarregar o livro no link:

http://www.cej.mj.pt/cej/recursos/ebooks/familia/eb_PrevenirPromover2019.pdf

Lançamento livro “Crianças e jovens em perigo” 6 junho no Seixal

Junho 4, 2019 às 8:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Eu e o meu Medo – livro infantil sobre a temática das migrações e dos refugiados

Abril 17, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Quando uma menina muda de país e entra para uma escola nova, o seu medo tenta convencê-la a ficar sozinha e assustada.

«Ainda não consigo perceber tudo, mas comecei a reparar que os outros também têm os seus medos…» 

Francesca Sanna, autora do aclamado A Viagem (ed. Fábula, 2018), regressa à temática das migrações e dos refugiados, de forma subtil e delicada.

Eu e o Meu Medo (Ed. Fábula | 40 pp. | 13,99€) é um maravilhoso álbum ilustrado que nos mostra como podemos encontrar amizade e conforto na partilha dos nossos medos. A Fábula disponibiliza as primeiras páginas para leitura aqui.

Livro «Breve História do Direito das Crianças e dos Jovens» vai ser apresentado em Faro – 22 março

Março 21, 2019 às 9:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia da Região Sul de 18 de março de 2019.

O livro «Breve História do Direito das Crianças e dos Jovens», de João Luís Gonçalves, procurador do Tribunal de Família e Menores de Faro, vai ser lançado na próxima sexta-feira, 22, na Casa dos Rapazes, na capital algarvia.

“O direito das crianças e dos jovens é recente. A partir do iluminismo humanista, nos séculos XVII e XVIII, começou a olhar-se para as crianças como seres em formação e não como “pequenos adultos”, como antes eram consideradas. Desde então, a legislação foi profícua em projetos de educação e proteção das crianças”, refere a sinopse do livro.

“Quando ouvimos, em pleno século XXI, casos de bebés encontrados em lixeiras, situações de fome, tráfico, escravatura e até de sacrifícios de crianças, notícias que não são exclusivas dos países menos desenvolvidos, tudo isto nos envergonha enquanto sociedade que se diz civilizada”, acrescenta o autor.

Nesta obra, são presentados alguns pontos de reflexão breves sobre o modo como as crianças e jovens foram considerados ao longo dos tempos e até à atualidade.

A sessão de lançamento da obra decorre no Instituto Dom Francisco Gomes, também conhecido como Casa dos Rapazes, em Faro, na sexta-feira, a partir das 19:00 horas.

João Luís Rodrigues Gonçalves nasceu em 1960, na Madeira. Frequentou o Seminário Maior da Sé, no Porto, entre 1978 e1980, onde concluiu o 2.º ano do curso de Teologia no Instituto de Ciências Humanas e Teológicas do Porto (ICHT).

Participou em missões das Nações Unidas, em Timor-Leste, onde colaborou num curso de formação judiciária para magistrados e defensores públicos.

Foi Procurador Mentor em Díli, no âmbito do UNDP (United Nations Development Programme), e Procurador Internacional pela UNMISET (Missão das Nações Unidas de Apoio a Timor-Leste), no departamento de Serious Crime, que investigou os crimes contra a humanidade dos massacres das milícias praticados em 1999.

Desde dezembro de 2014, é Procurador da República na comarca de Faro.

https://www.edicoesvieiradasilva.pt/livros/ensaio/brevehistoriadodireitodascriancasedosjovens

http://idfgomes.pt/

 

 

 

Acolhimento Residencial e Familiar : Jurisdição da Família e das Crianças – e-book do CEJ

Fevereiro 22, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Descarregar o e-book no link:

http://www.cej.mj.pt/cej/recursos/ebooks/familia/eb_AcolhimentoResidencialFamiliar.pdf?fbclid=IwAR1Pj9-jykdKceI-dNBGsKdEGMDuAO1w5k52Y1qoaxWd9KWm2tb6AuZ6iEw

 

O conto como estratégia pedagógica: uma aposta para pensar e narrar na sala de aula

Fevereiro 17, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o livro no link:

http://www.funlam.edu.co/uploads/fondoeditorial/263_El_cuento_como_estrategia_pedagogica.pdf

Diretrizes para a Reintegração de Crianças

Janeiro 14, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Prefácio

Um futuro livre do medo e da violência é a nobre visão da Agenda para 2030 sobre Desenvolvimento Sustentável, adotada pelas Nações Unidas em setembro de 2015. Baseada na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança e nas recomendações do Estudo das Nações Unidas sobre Violência contra Crianças, a nova agenda global compromete-se a fornecer às crianças um ambiente acolhedor, que propicie a plena realização dos seus direitos e capacidades e inclui um alvo específico – 16.2 – pedindo o fim de todas as formas de violência contra as crianças, sem deixar nenhuma criança para trás. Mas entre os milhões de crianças que já estão sendo deixadas para trás, estão as que são separadas de suas famílias devido à pobreza, aos conflitos ou à falta de acesso a escolas perto de casa. Estas crianças podem ser forçadas a migrar por trabalho, ou viver sozinhas nas ruas, e muitas languescem em acolhimento institucional por anos. A proteção destas crianças separadas contra a violência e o abuso que muitas vezes enfrentam nestas situações difíceis pode ser reforçada pela reintegração de volta em suas famílias. A legislação e as políticas internacionais reconhecem a importância da reintegração de crianças separadas de volta para as famílias e as comunidades, ao mesmo tempo mantendo em mente os melhores interesses da criança. No entanto, faltavam orientações abrangentes sobre o que precisa ser feito. Como resultado, as políticas muitas vezes não são coerentes, as práticas de programação variam em qualidade e os investimentos em reintegração tem sido inadequados. Estas diretrizes são uma ferramenta valiosa para superar esses desafios, para promover um ambiente familiar acolhedor e para reforçar a proteção das crianças. Elas foram desenvolvidas ao reunir os maiores protagonistas em proteção de crianças, para juntar suas experiências e desenvolver orientações práticas e accessíveis sobre a reintegração das crianças e suas famílias. Espero que estas importantes diretrizes sejam amplamente compartilhadas e usadas por todos os níveis governamentais e da sociedade civil, ajudando assim a realizar a visão de um mundo onde cada criança cresça segura em um ambiente familiar acolhedor e livre de violência.

Marta Santos Pais

Representante especial do Secretariado Geral das Nações Unidas sobre Violência contra crianças

Descarregar o documento no link:

https://www.familyforeverychild.org/wp-content/uploads/2016/08/RG_Portuguese_v2.pdf

Manual do Conselho da Europa sobre Crianças Migrantes e os seus Direitos

Janeiro 8, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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This handbook has been developed to equip professionals and volunteers who interact with migrant and refugee children to communicate in a child-friendly way about their rights and the procedures aff ecting them. Through this handbook, professionals and volunteers will understand how to apply international children’s rights in national contexts. The concrete steps outlined in this guide explore how professionals and volunteers can serve the best interests of the child by ensuring the child’s right to information and their right to be heard are effective.

Descarregar o manual How to convey  child-friendly information to children  in migration : A handbook for frontline professionals no link:

https://www.coe.int/en/web/children/-/council-of-europe-launches-handbook-on-child-friendly-information-for-children-in-migration

Um Conto de Natal foi publicado pela primeira vez há 175 anos

Dezembro 25, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 19 de dezembro de 2018.

Joana Marques Alves

Quem não conhece a história de Ebenezer Scrooge.

Faz hoje 175 anos que a editora Chapman & Hall publicou Um Conto de Natal, aquele que viria a ser uma das obras mais conhecidas de Charles Dickens e um dos livros que ainda hoje faz parte das festividades.

Ebenezer Scrooge tornou-se um símbolo do Natal inglês. Na história, publicada a 19 de dezembro de 1843, Scrooge é um homem avarento que detesta a época natalícia. Bob Cratchit, o seu empregado, vive com a mulher e os quatro filhos na pobreza, mas consegue ter sempre um sorriso nos lábios e uma atitude positiva.

Na véspera de Natal, Scrooge recebe a visita do seu ex-sócio, que morreu há sete anos. Jacob Marley avisa-o que é melhor começar a ser boa pessoa, senão acabará como ele: no limbo, num rebuliço eterno, sem descanso. Marley avisa o antigo sócio que receberá a visita de três espíritos que poderão ditar o seu futuro.

O primeiro é o Espírito do Natal Passado, que leva Ebenezer Scrooge até aos momentos em que era jovem e adorava o Natal. Triste com o que estava a recordar, o homem de negócios faz de tudo para voltar ao presente e o espírito acaba por desaparecer.

Depois, surge o Espírito do Natal Presente, que mostra a forma como as famílias celebram o Natal. Uma delas é a de Bob Cratchit – apesar de viverem na pobreza, os Cratchit celebram o Natal de forma feliz e unida. No final da viagem, o espírito revela duas crianças com caras terríveis – a Ignorância e a Miséria – que devem ser evitadas por todos os homens.

Por último surge o Espírito do Natal Futuro, que não diz nada e apenas aponta para a campa de Scrooge, que nem um amigo teve no funeral.

Depois da visita dos três espíritos, Scrooge acorda como um homem novo: começou a gostar do Natal, é generoso com todos e até ajudou o seu empregado, tornando-se um segundo pai para o Pequeno Tim, o filho de Bob que tem graves problemas de saúde.

Esta tornou-se uma das histórias mais conhecidas de sempre. Logo na altura em que saiu, a obra de Dickens foi um best-seller. Foram muitas as adaptações feitas ao longo dos últimos anos – as mais conhecidas são a da Disney (que tem o Tio Patinhas como Ebenezer Scrooge) e a dos Marretas (com o Sapo Cocas no papel de Bob Cratchit).

 

 

 

Pôr os miúdos a ler? “Contem-lhes histórias”, diz Mia Couto

Novembro 6, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Entrevista da Sábado a Mia Couto no dia 22 de outubro de 2018.

Mia Couto diz que é pela oralidade que os pais vão conseguir levar as crianças até aos livros. Com mais uma obra infantil a chegar às livrarias, o escritor explica-nos como cria histórias.

Nunca escreve a pensar que os leitores são crianças. Diz que escreve para “conversar com as vozes” que tem dentro de si. Mia Couto tem um novo livro A Água e a Águia, editado pela Caminho, e com ilustrações Danuta Wojciechowska.

Desta vez, no seu quinto livro infantil, acompanhamos as grandes águias que sobrevoam a terra e pelo meio aprendem-se letras. Mais uma fábula carregada de imaginação e de uma relação próxima com a terra. Lê-se no livro: “Foi então que a mais velha das águias juntou toda a comunidade e perguntou: – Sabem o que é a letra i? Uma disse: é um pau espetado no abecedário. Outra disse: é um dançarino com um chapéu alto.”

Mas numa altura em que os tablets e telemóveis ocupam muitas vezes o lugar principal no entertenimento, como se incentiva à leitura? O escritor, de 63 anos, vencedor do Prémio Camões, em 2013, defende que é primeira pela oralidade, pela rotina de contar histórias, que se vão conquistar os miúdos. Criar o hábito da leitura terá de ser pela sedução.

Como surgiu a ideia para escrever o livro A Água e a Águia?
Os livros não me surgem nunca a partir de uma ideia claramente definida. Não seguem assim um propósito consciente. Deve haver, no início, uma história ainda informe mas com suficiente sedução para que eu queira saber mais. Neste caso concreto, os bichos que tanto fazem correr palavras nas histórias de infância surgiam-me, desde logo, como os donos dessas palavras, dessas letras. Havia portanto uma instigante inversão entre os lugares conferidos ao que é humano e não humano.

Neste livro brinca com as letras, foi uma escolha consciente de ensinar letras?
Não, não houve um propósito didático. Não sei manter essa relação funcional com a escrita. A história pode e deve ensinar se ela for bonita e for capaz de encantar.

Há personagens que resultam melhor em livros infantis do que outras? Por exemplo, usa muitas vezes animais.
Não sou eu que o faço. É pratica velha e comum a todas as culturas a criação e de fábulas para reproduzir saberes e atitudes. Desde sempre os animais nos ensinam a ser mais humanos.

É diferente escrever livros infantis ou para adultos? 
Tenho uma enorme dificuldade em fazer essa distinção. E confesso mesmo que não sei exatamente o que é “escrever para crianças”. Talvez porque toda a escrita tem esse apelo de me remeter para a minha própria infância.

Como escolhe os temas para os livros infantis?
Sou eu que sou escolhido. Acredito que haja autores que fazem um plano e uma construção antecipada da história. Não tenho essa competência. A história vai-se revelando à medida que a escrevo. E enquanto vou escrevendo vou sabendo também mais de mim mesmo.

Quando os escreve imagina um leitor tipo?
Não. Escrevo para conversar com vozes que há dentro de mim.

Hoje é mais difícil pôr as crianças a ler do que quando começou a escrever livros infantis? Porquê?
Não sei comparar. Eu tive sorte, nasci numa casa em que, mais do que um poeta, vivia a própria poesia. Apesar das estantes forrarem as paredes da minha infância, os livros vieram até mim por via de vozes. Eu escutava histórias que os meus pais contavam. E ouvi muito discos com poetas declamando os seus próprios versos. Insisto muito nisto: os meninos chegam à escrita por via da oralidade. Contem-lhe histórias e, mais do que isso, valorizem o seu papel como autores de histórias.

Como é que se tira os miúdos da frente dos tablets e dos telemóveis?
Só por ser por via da sedução. Uma posição normativa – mesmo que se apresente necessária – não resolve o fundo da questão. Muitas das vezes os pais deixaram de estar presentes e deixaram de ter tempo para brincar com os filhos. Não são apenas a leitura e os livros que faltam. É uma relação familiar diferente, mais divertida, mais produtora de encantamentos. Os pais não brincar com os filhos para os divertirem. Devem-se divertir-se na mesma medida. As crianças sentem a incapacidade de os pais retornarem à infância. Vivemos um tempo em que os avós, os tios e toda a família alargada deixou de habitar o mesmo espaço. Há que saber vencer essas ausências por via de outros modos de estar presente.

Qual era o seu livro preferido em criança?
Platero e Eu, de Juan Ramon Jimenez. Porque aquele burrinho que vivia no livro passeava pelos meus sonhos.

Link para o livro:

http://caminho.leya.com/pt/infantil-juvenil/7-9-anos/a-agua-e-a-aguia/

 

 

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