lançamento do livro “Picos e Avelã à Descoberta da Floresta do Tesouro!” 20 novembro no ISCTE

Novembro 19, 2017 às 4:50 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Picos e Avelã à Descoberta da Floresta do Tesouro!

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Re-Flectere: Apresentação Livro + Exposição Fotográfica – 21 novembro em Lisboa

Novembro 19, 2017 às 6:04 am | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Por que as crianças da Dinamarca são mais felizes?

Novembro 17, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Livros | Deixe um comentário
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Notícia do http://revistacrescer.globo.com/ de 6 de novembro de 2017.

Por Juliana Malacarne

No recém-lançado Crianças Dinamarquesas, autoras mostram que a maneira como elas são criadas talvez esteja por trás dos altos índices de felicidade do país nórdico. Veja como colocar tais descobertas em prática na sua casa também.

Abrir a janela de casa e encontrar a rua coberta de neve é uma visão comum para os dinamarqueses. Na maioria das cidades do país, que fica no norte da Europa em uma região conhecida como Escandinávia, as temperaturas ficam abaixo de zero no inverno. O clima pouco convidativo e a baixa incidência de luz solar, porém, não abatem o espírito do povo dinamarquês. Desde que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OECD, na sigla em inglês) criou uma lista para eleger o país mais feliz do mundo, em 1973, a Dinamarca esteve em seu topo quase todos os anos. O que poderia explicar esse resultado? A terapeuta dinamarquesa Iben Sandhal e a psicóloga norte-americana Jessica Alexander apostam que a resposta está na maneira como as crianças dali são educadas.

Com base em pesquisas e observações cotidianas (Iben mora em Copenhague e Jessica é casada com um dinamarquês), as duas escreveram o livro Crianças DinamarquesasO que as Pessoas Mais Felizes do Mundo Sabem Sobre Criar Filhos Confiantes e Capazes (Ed. Fontanar, R$ 34,90). O livro descreve as atitudes de pais e mães daquele gelado país que geram resultados positivos sobre as crianças. E, o que é melhor, como aplicá-las em qualquer lugar do mundo. Em entrevista exclusiva à CRESCER, as autoras ressaltam a importância de elogiar os esforços dos pequenos, sem exagero, e sobre por que ensiná-los a ter empatia desde cedo, entre outras dicas. A seguir, destacamos alguns pontos da conversa.

Elas aprendem a ter empatia

A hora da brincadeira é uma ótima oportunidade também para transmitir lições de empatia, um dos pilares da educação dinamarquesa, de acordo com Iben e Jessica. É comum que surjam conflitos na convivência entre crianças pequenas. Mesmo assim, por aqui, quando o filho se queixa do comportamento de um dos colegas, a primeira reação dos pais é tirar satisfação, seja com a escola, seja com os pais do “briguento”, não? Outros acreditam que é “coisa de criança” e falam para o filho deixar para lá. Na Dinamarca, entretanto, as famílias preferem fazer com que as crianças entendam (ou ao menos tentem entender) as emoções do outro. Sendo assim, dizer: “Ele parece irritado, você sabe o que aconteceu?”, traz resultados melhores do que “Ele está com raiva de quê? Que ridículo!”. “Nem sempre as reações e emoções das crianças fazem sentido para os adultos, mas mostrando que as reconhece, você evita julgamentos e ensina seu filho a lidar melhor mesmo com os sentimento considerados ‘inapropriados’”, diz Jessica.

Elas recebem elogios “reais”

Isso não significa, porém, exagerar na positividade e aplaudir cada conta de adição que seu filho resolve corretamente como se estivesse em frente ao trabalho de um novo Einstein. “Se as crianças são constantemente elogiadas por serem naturalmente talentosas ou dotadas, passam a crer que sua inteligência é fixa e nada pode ser feito para modificá-la”, explica Iben.
Para evitar esse tipo de pensamento, o segredo é valorizar o esforço e não o resultado. Se você disser que um desenho que seu filho terminou rapidamente está incrível (mesmo que note que ele não tenha se concentrado nos detalhes), o elogio não trará nenhum benefício para a percepção que ele tem de seu próprio esforço. Uma saída melhor é perguntar sobre o desenho, ou seja, o que ele estava pensando ou sentindo quando decidiu fazê-lo. Diga: “Adorei como você manteve a concentração e o foco para deixar o desenho lindo”, em vez de “Uau, como você desenha bem!”.

Elas podem brincar livremente

No país onde foi criado um dos brinquedos mais populares da história, o Lego, as crianças não precisam ir à escola antes dos 6 anos, o que mostra o quanto o tempo “gasto” com atividades não estruturadas é reconhecido. Um dos principais desafios de Jessica, acostumada às agendas atribuladas das crianças norte-americanas, foi adotar essa mudança na rotina com os filhos Sophia, 7, e Sebastian, 4. “Me considerava uma mãe preguiçosa por não estar levando as crianças para 1 milhão de cursos ou atividades onde estavam ‘aprendendo’”, afirma. “Mas agora não me sinto mais assim e isso fez muita diferença no meu dia a dia. Não só meus filhos estão mais felizes com a liberdade de poder escolher as brincadeiras como também estou mais contente porque é muito menos estressante.”

Um estudo realizado com crianças em idade pré-escolar em Massachussets (EUA), citado pelas autoras no livro, mostrou que existe uma correlação positiva entre a quantidade de brincadeiras que as crianças participam e sua habilidade de resolver problemas. Por isso, a dica delas é levar os filhos para ambientes abertos, que eles possam explorar livremente, como praias e parques. Outra recomendação nesse sentido é estimular o encontro com crianças de diferentes idades para que umas possam aprender com as outras – e deixar para fazer intervenções somente quando necessário. “Outro dia, meu filho estava correndo a toda velocidade por uma rampa, fiquei me encolhendo de tensão e comecei a gritar para ele parar”, conta Jessica. “Mas meu marido pegou em meu braço e disse: ‘Crianças têm que correr. Se ele cair, caiu, mas crianças têm que correr’. No fim, Sebastian não caiu e ficou exultante consigo mesmo. Temos de confiar nas crianças para que elas aprendam a confiar em si próprias.”

Elas têm tempo de qualidade com a família

Os dinamarqueses têm uma palavra específica no dicionário para definir os momentos aconchegantes compartilhados em família: hygge (pronuncia-se ruga). Nesse período, existem regras bem interessantes, como desligar celulares e tablets, não reclamar à toa, evitar assuntos polêmicos e pensar em jogos em que todos os presentes possam participar independentemente da idade.

Segundo Iben, o hygge é uma escolha consciente que você faz para ter a sensação de estar conectado, de fato, com seus filhos. “Durante muitos anos, tive a oportunidade de pegar minhas filhas na saída da escola. Chegávamos em casa e sentávamos à mesa, comendo lanchinhos e conversando sobre o dia delas. Se fosse inverno, acendia velas e, às vezes, fazia chocolate quente ou chá. Depois disso, lia um conto, até que elas ficassem ‘cheias’ da minha atenção e fossem brincar por conta própria. Aquilo era muito ‘hyggeano!’”, conta a dinamarquesa.

A magia do hygge, uma das tradições mais importantes da cultura dinamarquesa, é que ele não precisa de espaço nem de alguma ocasião específica – e assim como as demais percepções das autoras, pode ser implementado por aqui também. Ainda que dar uma pausa na rotina acelerada para se entregar plenamente aos momentos com aqueles que mais ama não seja tão simples quanto pareça, o povo mais feliz do mundo garante: vale a pena.

Elas não são rotuladas

Um dos principais pontos positivos na maneira dinamarquesa de ver o mundo, de acordo com as autoras, é a importância que dão à linguagem. “As palavras têm poder e, por isso, adoto uma perspectiva otimista/realista sempre”, diz Iben, que é mãe de duas meninas, Ida, 16, e Julie, 14. “Não é ignorar as coisas ruins, e sim reconhecer que o mundo possui várias nuances de cinza além do preto e branco.”

Por exemplo, se depois de tirar uma nota baixa em geografia a criança diz que é péssima na matéria, lembre-a de uma tarefa específica que tenha gostado de fazer, como pintar um mapa, ou algum conteúdo em que tenha ficado interessada. Não negue que ela foi mal na prova nem diga que está tudo bem, mas ressalte que há coisas que podem ser feitas para melhorar o desempenho nas próximas avaliações, como estudar por mais tempo ou focar em exercícios práticos. Além disso, esteja sempre atento para evitar o uso de palavras limitadoras, como “meu filho odeia isso” ou “ele é assim”, pois esse tipo de postura não deixa espaço para a possibilidade de mudança.

 

 

Apresentação do livro “A tartaruga celeste e o menino que chorava música” 14 novembro em Lisboa

Novembro 14, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Informações sobre o lançamento:

http://www.grupoalmedina.net/?q=node/14&eventos_id=2455

mais informações sobre o livro no link:

https://www.wook.pt/livro/a-tartaruga-celeste-e-o-menino-que-chorava-musica-sofia-fraga/20871852

“A Menina do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen, com edição inédita em alemão

Novembro 11, 2017 às 4:37 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia do http://observador.pt/ de 5 de novembro de 2017.

“A Menina do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen, com edição inédita em alemão

O conto “A Menina do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen, foi traduzido para alemão por Isabel Remer e é publicado ainda este mês numa edição bilingue pela Oxalá Editora.

“O livro vai ser lançado oficialmente em meados de novembro. É a primeira vez que o célebre conto da escritora portuguesa é traduzido para a língua alemã”, afirma a editora Oxalá, em comunicado enviado à agência Lusa.

“A Menina do Mar” é “um dos contos infantis mais conhecidos da escritora”. “Há muitos anos que os alunos portugueses o leem na escola” afirma a editora, recordando que a obra faz parte da lista do Plano Nacional de Leitura.

Autora profícua, Sophia de Mello Breyner Andresen morreu em 2004, e os seus restos mortais encontram-se sepultados no Panteão Nacional, em Lisboa.

Além de contos para crianças, como “A Menina do Mar”, Sophia é autora de uma vasta obra poética, teatro e ensaio.

A Oxalá Editora tem sede em Dortmund, na Alemanha, e “age globalmente no mundo lusófono, tendo por detrás a ampla experiência editorial do Grupo Portugal Post Verlag”, conclui o comunicado.

mais informações no link:

https://www.facebook.com/Oxal%C3%A1-Editora-Autores-da-Di%C3%A1spora-700061390123122/

Lançamento do livro Alerta Premika! Risco Online Detetado – 18 de novembro na Livraria Barata em Lisboa

Novembro 7, 2017 às 1:00 pm | Publicado em CEDI, Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Lançamento do livro “Ameaça nas redes sociais! E agora, Marta?”, o primeiro volume da coleção – Alerta Premika! Risco online detetado – um livro infanto-juvenil  do Instituto de Apoio à Criança, apresentado por Cristina Ponte, docente da Universidade Nova de Lisboa e coordenadora do projeto EU Kids Online Portugal.

18 de novembro (sábado) – 16h00 –  Livraria Barata, Lisboa

Junte-se a nós e venha conhecer a Marta, o Manel, o Tiago e a Premika, um ser meio robótico meio humano que tem super poderes e cuja missão, codificada no seu biochip, é: ajudar todas as crianças do mundo a lidar com a tristeza, a frustração, o medo e a solidão, tornando-as mais confiantes em si próprias.

Vamos conversar, também, sobre as “Crianças e a Internet, riscos e oportunidades”.

Contamos com a sua presença e participação!

 

Literacia para os Média e Cidadania Global: Caixa de Ferramentas – E-Book

Outubro 23, 2017 às 6:00 am | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o E-Book no link:

https://www.cidac.pt/files/2114/8597/6548/20170117_LMedia_cor_150dpi.pdf

 

José Fanha e António Torrado escrevem sobre Lousada para alunos do 4.º e 6.º ano – apresentação dos livros 12 outubro em Lousada

Outubro 12, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-lousada.pt/pt/noticias/jose-fanha-e-antonio-torrado-escrevem-sobre-lousada

 

Faculdade de arquitetura da universidade de lisboa lança livro de arquitetura para crianças – 9 outubro

Outubro 5, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Pelas mãos da editora Livros Horizonte chega A Casa do Futuro, um livro único que tem como grande objetivo interagir com crianças e jovens, levando a temática da arquitetura, do urbanismo e do design a diversas idades e realidades. No livro, aproveitando o tema da arquitetura sustentável abordam-se os conceitos da arquitetura e do papel do arquiteto na construção da sociedade atual. A iniciativa deste livro nasceu no Gabinete FAJúnior, um projeto pedagógico de base científica e experimental da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.

Margarida Louro, a autora, nasceu em Lisboa em 1970. Licenciou-se em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (FA-UTL) em 1993, em que é docente desde 1997. É membro efetivo do Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design (CIAUD) desde julho de 2006. Atualmente é coordenadora do gabinete FAJúnior da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.

A ilustradora, Camila Martinho nasceu em São Paulo em 1993. Licenciou-se em Design pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa (FA-ULisboa), em 2015. É finalista do Mestrado em Design de Comunicação da FA-ULisboa. Atualmente é bolseira de investigação no Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design (CIAUD).

A sessão de apresentação do livro acontece no próximo dia 9 de outubro, pelas 11h00 no Auditório Rainha Sonja da Noruega na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. A obra será apresentada pelo Professor Fernando Moreira da Silva.

http://www.livroshorizonte.pt/catalogo/a-casa-do-futuro/

Já não sabe como entreter os miúdos? Estes livros valem minutos (ou mesmo horas) de descanso

Setembro 12, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Texto do http://observador.pt/ de 29 de agosto de 2017.

Ana Dias Ferreira

As aulas estão quase a começar, o problema é o quase. Para entreter os miúdos, reunimos livros de histórias e de passatempos publicados nos últimos meses (incluindo um mistério que usa a matemática).

1. Os Livros do Rei

De David Machado e Gonçalo Viana (Alfaguara). 12,50€

É uma história ao género do “era uma vez” e ao mesmo tempo uma homenagem ao poder da literatura. Em Os Livros do Rei, David Machado (vencedor de vários prémios na categoria infanto-juvenil) apresenta um jovem príncipe obrigado a suceder ao pai quando este morre depois de um terramoto. Para além de colocar a coroa na cabeça, o inexperiente monarca tem de reconstruir todo o reino. Habituado a passar os dias sozinho na biblioteca do palácio, quer fazer uma cidade à semelhança do que leu nos livros de fábulas, aventuras e viagens. Uma visão enigmática até para os melhores arquitetos do reino, mas familiar para quem está habituado a exercitar a imaginação nas páginas de um livro.

2. Capitão Coco & O Caso das Bananas Desaparecidas

De Anushka Ravishankar e Priya Sundram (Orfeu Negro). 12,90€

Há um mistério para resolver e a cena do crime é uma fruteira de onde desapareceram uma série de bananas. Como se isto não fosse suficientemente bizarro, o detetive convocado para esclarecer tudo chama-se Capitão Coco, desloca-se numa mota e orgulha-se de ter uma cabeça brilhante, assim como uma chave que abre todas as fechaduras (ou não). Escrita por duas autoras indianas e apresentado como uma novela gráfica ao estilo de Bollywood, Capitão Coco & O Caso das Bananas Desaparecidas é do mais original que tem aparecido nas estantes de literatura infantil. Para além de misturar técnicas de ilustração, de reservar algumas páginas para momentos musicais e de não poupar no humor, conseguido sobretudo pela personalidade da personagem principal, o livro ainda tem um bónus: para resolver o mistério é preciso fazer algumas contas de matemática. Ou seja, bela forma de rever a matéria.

3. A Menina dos Livros

De Oliver Jeffers e Sam Winston (Presença). 12,90€

Logo no início, em letras muito pequenas, estão os nomes de vários clássicos infantis: Rapunzel, O Feiticeiro de Oz, Hansel & Gretel, Peter Pan, O Polegarzinho, entre muitos outros. Partes dessas histórias são mais à frente transformadas em figuras e cenários, com as palavras a formarem ondas do mar, nuvens, monstros ou estrelas. A Menina dos Livros junta dois artistas — entre eles um dos mais prolíficos autores para crianças, Oliver Jeffers — num bonito e adequado propósito: fazer uma homenagem aos contos de fadas, ao mundo que as histórias constroem e à liberdade da imaginação.

4. Triciclo – Especial de Verão

De Ana Braga, Inês Machado e Tiago Guerreiro (Triciclo). 11€

Chegou sobre rodas em meados de junho recheada de passatempos para as férias. A Triciclo é uma nova micro-editora de pequenas revistas (as chamadas zines) infantis que, depois de um primeiro número, lançou um especial de verão de tiragem limitada e impresso em risografia a duas cores. É assim, em tons de amarelo e azul e com ilustrações dos editores Ana Braga, Inês Machado e Tiago Guerreiro (e que incluem um belo gelado geométrico na capa), que os mais pequenos podem acompanhar as férias em Portugal dos três primos do André (o protagonista que já aparecia no primeiro número) enquanto resolvem passatempos que os levam pela praia, o campo, o museu de História Natural e até um jogo da Supertaça.

Esta edição encontra-se à venda em lojas e livrarias selecionadas, entre elas A Vida Portuguesa do Intendente, Ler Devagar, MAG kiosk, Baobá e Ó! Galeria, em Lisboa; Livraria Gigões & Anantes (Aveiro), Manifesto (Matosinhos) e GATAfunho (Oeiras).

5. Tonton Lulu – Uma aventura de Laurinha e Sulivão

De Nuno Neves e Susana Vilela (Serrote). 12,80€

A terceira aventura de Laurinha e Sulivão leva os dois irmãos até Paris, mais concretamente ao Louvre. É aí, no célebre museu que serve de tecto à Mona Lisa e a outros quadros e esculturas famosas que o avô Bartolomeu Tirapicos trabalha como vigilante. Como se o cenário não fosse já de si excitante, o passado do avô também está cheio de histórias e peripécias. E em plena joia parisiense, Laurinha e Sulivão, os protagonistas desta bela coleção da editora Serrote, podem até tornar-se heróis da República Francesa.

6. Porque Tem a Arte Tanta Gente Nua?

De Susie Hodge (Bizâncio). 15€

Uma tabuleta estrategicamente colocada à frente do escultural David de Michelangelo informa que este livro fala de questões importantes sobre arte. Uma delas está no título — porque tem a arte tanta gente nua? — mas muitas outras são levantadas ao longo das suas 90 páginas (“a arte é tão cara porquê?” e “há estátuas feias?” são apenas duas). De forma direta, com ilustrações originais e muitas representações de obras, Susie Hodge faz ao mesmo tempo as vezes de guia de museu e de professora de História de Arte, atravessando movimentos tão diversos como o Cubismo e o Renascimento e autores tão variados como Rembrandt, Munch, Frida Kahlo, Velázquez e Keith Haring. Interessante mas não maçudo, ou não estivessem os textos partidos em pequenos blocos e o livro salpicado de chamadas que remetem para outras páginas e prometem deixar a curiosidade dos miúdos tão inquieta como as pinceladas de Van Gogh.

7. Maria Trigueira

De Ivone Gonçalves (Kalandraka). 12€

Maria Trigueira é o nome pelo qual é conhecida a avó Maria, uma avó que nasceu na serra e é morena e bonita. Tal como a alcunha, a avó que aqui aparece como menina é indissociável do campo: cresceu no meio das searas de trigo, gosta de ver as estrelas e as suas tranças abanam ao vento “como as espigas”. No entanto, nem a beleza dos montes a faz esquecer o grande sonho de ir ver o mar e boiar na água. Um álbum intimista escrito e pintado a duas cores por Ivone Gonçalves, sobre as coisas simples da vida.

8. Hora de deitar Baltasar!

De Yasmeen Ismail (Booksmile). 11,99€

Ah, a hora de deitar. Ter de ir para a cama quando só apetece continuar a brincar, correr e saltar em poças de lama. Poças de lama? Calma, o protagonista deste livro não é uma criança — parecia, não parecia? — mas sim um cão chamado Baltasar, que foge do dono quando percebe que é hora de fechar os olhos. As parecenças com a rotina noturna de quem tem filhos são muitas, e esse é claramente o objetivo da autora Yasmen Ismail — de quem foi também lançado recentemente Nada! Deixa-te levar pela Imaginação –, o que faz de Hora de Deitar, Baltasar, uma história feita à medida da hora de ir para a cama.

9. Fazer, conhecer, criar — Manual de Aventura

De Anastacia Zanoncelli (Livros Horizonte). 22€

Dirige-se a rapazes e raparigas aventureiros e é um manual de capa dura com centenas de jogos e desafios para explorar a natureza (ou simplesmente o jardim). Desde saber reconhecer insetos e constelações a preparar a mochila para ir acampar, passando pelas regras do código Morse e outros alfabetos secretos, esta obra da italiana Edizioni del Baldo, traduzida este verão para português, vem acompanhada de mais de 1.500 ilustrações e ideias. Um calhamaço perfeito para os arrancar do sofá e aproveitar a vida ao ar livre.

10. Rio Acima

De Vanina Starkoff (Orfeu Negro). 12€

Horizontal, como as águas de um riacho, Rio Acima é uma travessia. Um livro em que todas as personagens seguem num barco, canoa ou batel, e onde o objetivo é que cada um encontre o seu ritmo — quem sabe, melhor ainda, a felicidade. Ao invés do tradicional e esperado azul, a argentina Vanina Starkoff pinta as águas deste rio de um amarelo vibrante e como se isso não bastasse batiza as embarcações que o cruzam com nomes como “Sorriso Bonito”, “Amor de Mãe”, “O Paraíso” e “Escolinha da Felicidade”. No final, e embrulhada numa onda poética e que apela ao sonho, a mensagem desta travessia é tão vibrante como as cores usadas: qualquer coisa como “tá-se bem, a vida é linda e tu também”.

11. A Maratona dos Bichos

De Regina Boratto e Vanda Romão (Caminho).

Como uma espécie de nova versão da fábula da lebre e da tartaruga, A Maratona dos Bichos reúne uma série de animais que resolvem correr a maratona. A ideia parte de três amigos que decidem fazer uma aposta para ver quem é mais rápido e consegue saltar mais obstáculos. O problema é que esses três amigos são o “porquinho gordinho, o urso panda e a tartaruga cascuda”, ou seja, nenhum deles é particularmente veloz ou dado a desporto. Solução? Convidar animais mais lentos, neste caso “o bicho preguiça, o burrinho bufador e o rinoceronte gigante”, para aumentar as probabilidades de vencer. Quem cruzará a meta? É preciso seguir a história, contada em rima, e contar com os imprevistos (e muita poeira).

12. Coleção Tesouros da Literatura

Vários autores (Fábula). De 8,99€ a 11,99€

Uma nova chancela nasceu para recuperar velhos livros. Por velhos entendam-se clássicos, publicados dentro de uma mesma coleção chamada “Tesouros da Literatura”. Os quatro primeiros volumes são A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Júlio Verne, Os Maias, de Eça de Queirós, Contos Maravilhosos, de Hans Christian Andersen, e As Aventuras de Pinóquio, de Carlo Collodi. Todos traduzidos diretamente dos originais (à exceção de Os Maias, bem entendido) e em edições de capa mole e acessíveis. Quem sabe um primeiro passo — ou os quatro primeiros alicerces — para uma rica biblioteca.

13. Emoji, Livro de Atividades

De Natalie Barnes (Jacarandá). 9,90€

Se é difícil convencê-los a largar o telemóvel ou o tablet para pegar num livro, esta última sugestão talvez possa ajudar. São mais de mil autocolantes com emojis de todas as formas e feitios, para colar à frente de expressões, descrever amigos ou preencher camisolas. Há também páginas para desenhar penteados criativos para os conhecidos smilies ou postais para decorar e enviar por correio . A premissa é sempre a mesa: “emojifica tudo”.

 

 

 

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