Porque o mundo se preocupou mais com 12 rapazes tailandeses que por milhões de outras crianças em crise?

Julho 19, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Rachele-Ngabausi, dois anos, ferida pela milícia na República Democrática do Congo, abril de 2018.
Goran Tomasevic / Reuters

Notícia da SIC Notícias de 11 de julho de 2018.

O mundo rejubilou com o resgate de 12 rapazes tailandeses e do seu treinador presos numa gruta durante 18 dias. Foi um drama com um final feliz que movimentou “mundos e fundos” e atraiu imensa atenção mediática. Então porque não acontece o mesmo com tantas outras crises que as crianças atravessam em várias partes do globo?

Crianças Rohingya que fugiram de Myanmar para o Bangladesh e vivem em paradeiro desconhecido, milhares de crianças sírias que fogem da guerra, a fome que ameaça mais de um milhão de crianças do Iémen.

São mais de 1,2 mil milhões de crianças que estão ameaçadas por guerras, pobreza extrema e discriminação de género, segundo a ONG Save The Children.

Os dramas são incontáveis, os conflitos são prolongados e o final feliz tarda a chegar.

Serão estas as principais razões pelas quais a maioria das pessoas não presta tanta atenção a estas crises como a que prestou aos 12 rapazes tailandeses, revela um especialista em política comparada em Londres.

“Esta é uma história humana, com drama, e todos estão a torcer por eles”, disse Brian Klaas, da London School of Economics, à NPR norte-americana.

É um drama humano de curta duração.

“Conflitos que se prolongam no tempo são mais difíceis de motivar as pessoas”, revela Christy Delafield, da ONG Mercy Corps. “Perdem a novidade”.

Há ainda outra razão para que a história com 12 rapazes atraia mais atenção que os 12 milhões de refugiados menores de 18 anos, segundo a ONU.

Quanto mais pessoas estão a sofrer numa crise, mais difícil é para os outros envolverem-se na sua história, explica Christy Delafield.

Quando há muitas mortes numa tragédia, temos tendência a prestar muito menos atenção que a uma outra crise que tenha provocado menos mortos, explica a psicologia.

 

Rede Media e Literacia

Janeiro 27, 2016 às 8:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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A Rede Media e Literacia está a crescer e por isso transformamos o nosso Blog em um Site com o blog dentro. Agora temos muito mais informações, projetos parceiros a nível internacional e nacional, propostas de formações, palestras, consultoria, artigos, notícias do blog e muito mais. Convidamos a explorar  as páginas do novo SITE Rede Media e Literacia.

https://www.facebook.com/redemediaeliteracia/?fref=ts

 

Pais “insensíveis”, filhos mais expostos a maus conteúdos

Outubro 30, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto da Pais & Filhos de 27 de outubro de 2014.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Parental Desensitization to Violence and Sex in Movies

À medida que os adultos ficam cada vez menos afetados por conteúdos audiovisuais “pesados” – como, por exemplo, cenas de violência e sexo no cinema e na televisão – mais riscos correm as crianças de serem expostas a este tipo de materiais, sem qualquer filtro.

Um trabalho realizado pela Universidade da Pensilvânia (EUA) expôs mil adultos, com filhos entre os seis e os 17 anos, a conteúdos audiovisuais deste tipo, com cenas crescentemente chocantes. Os resultados mostram que pais e mães mostraram-se cada vez menos incomodados, à medida que o tempo passava, e também mais permeáveis a deixar os filhos assistirem às imagens perturbadoras.

“Esta rápida mudança de atitude foi surpreendente”, admitiu o líder da investigação, Daniel Romer. “Assistimos a uma ‘dessensibilização’ adulta impressionante”, acrescentou durante uma entrevista dada ao jornal “Pediatrics”. O mesmo especialista diz suspeitar que os crescentes níveis de violência a que se assiste nos filmes para menores de 12 anos têm também este fenómeno na sua base. “As pessoas que classificam as películas podem também estar já a sofrer desta mesma ‘dessensibilização’”, afirmou.

Daniel Romer recorda que a exposição de crianças, em especial antes da adolescência, a conteúdos violentos e sexuais pode ter efeitos no comportamento dos mais novos. Mas reconhece que ainda não é claro se esses efeitos são diferentes conforme o tipo de cenas. “Não é claro se ver um robô a ser destruído ou uma pessoa a ser atingida por um tiro é processado pela criança do mesmo modo. O melhor mesmo será os pais avaliarem bem a que tipo de mensagem querem que as suas crianças fiquem expostas mesmo que, pessoalmente, nem pestanejem perante as imagens”, conclui.

 

 

 

 

Comité sobre os direitos das crianças discute ‎Digital Media‬ e Direitos das Crianças – ver agora a transmissão vídeo em directo

Setembro 12, 2014 às 9:40 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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digital

ver a transmissão vídeo em directo http://www.treatybodywebcast.org/

The Committee on the Rights of the Child, the body of independent experts responsible for reviewing progress made by States parties in implementing the Convention on the Rights of the Child, decided to devote its 2014 Day of General Discussion (DGD) to “Digital media and children’s rights”. The discussion will take place on Friday 12 September 2014 during the 67th session of the Committee in Geneva. The Committee is inviting children and teens (under 18 years old) to share their opinions and experiences before the day. Find out more on this website: http://sm.ohchr.org/1veZr6z You can also participate via Twitter using #DGD2014 and/or Facebook during the event by leaving a comment on this page. The event will be broadcast live via http://www.treatybodywebcast.org/ Stay tuned for more information and spread the word!

Horas passadas frente ao ecrã influenciam bem-estar das crianças

Abril 5, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 2 de abril de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Protective Effects of Parental Monitoring of Children’s Media UseA Prospective Study

Uma equipa de investigadores norte-americanos concluiu que os pais que limitam o tempo que os filhos passam frente ao ecrã do computador ou da televisão ajudam-nas a obter melhor rendimento escolar, ser menos agressivas, dormir melhor e não ter problemas de peso.

O estudo, publicado na revista “Jama Pediatrics”, foi organizado por um grupo de investigadores liderados por Douglas Gentil, psicólogo da Universidade Estatal de Iowa, nos EUA. Envolveu 1323 estudantes de escolas dos estados norte-americanos de Iowa e Minnesota.

O objetivo era saber de que forma o acompanhamento dos pais em relação ao tempo que os filhos passam em frente ao ecrã dos computadores e televisores influencia os resultados demonstrados pelas crianças em termos físicos, sociais e académicos.

Os investigadores sabiam, com base em estudos já elaborados, que as crianças que passam muito tempo frente ao ecrã têm fraco rendimento escolar, dormem mal e ganham peso.

O estudo concluiu que, ao limitar o tempo frente ao ecrã até cerca de duas horas diárias, os pais conseguem que os filhos revelem, a médio prazo, melhores resultados escolares, além de terem um sono mais compensador e não estejam tão sujeitos à obesidade.

Também concluiu que cabe aos pediatras, psicólogos e médicos de família fazerem recomendações aos pais com base científica no sentido de controlarem as atividades dos filhos.

 

As crianças estão reféns do ecrã

Junho 9, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do jornal Expresso de 31 de Maio de 2010.

Por Christiana Martins

Fechadas entre quatro paredes, é em casa que as crianças se sentem melhor e mais seguras. Um estudo mostra como a televisão lhes está a roubar a cultura do espaço público

As crianças não têm tempo próprio e falta-lhes o espaço que deve ser de todos: o espaço público”, afirma Duarte Moreno, autor de uma investigação sobre a relação das crianças com o espaço. “A brincadeira da rua está extinta. Restam os ecrãs de faz de conta, no quarto ou na sala, e esta cultura do ecrã avassala o quotidiano da infância, gerando uma serenidade pouco genuína”, alerta. Meninas entre os 8 e os 9 anos, com mais meios económicos, que preferem ficar em casa compõem um retrato que ajuda a responder, na forma de perfil, à pergunta fundamental da investigação: “Onde te sentes melhor?”. Professor de Educação Física, Duarte Moreno concluiu recentemente na Faculdade de Motricidade Humana a dissertação de doutoramento que aborda esta questão. A pesquisa envolveu 163 crianças, moradoras em Matosinhos, de ambos os sexos e diferentes origens socioeconómicas, entre os 8 e os 9 anos e entre os 11 e os 12 anos. As abordagens foram múltiplas: entrevistas, diários de actividade produzidos pelos miúdos, máquinas fotográficas utilizadas pelas crianças e questionários respondidos pelos pais.

Ausentes do exterior

“As crianças não vivem corporalmente o espaço que as rodeia”, afirma Duarte Moreno. O investigador diz ainda que, “infelizmente, as crianças e os adolescentes não encontram oportunidades suficientes para atingir um nível óptimo de actividade física habitual na sua vida quotidiana”. Sublinhando consequências como a obesidade infantil.

A raiz desta situação parece estar na escassa utilização do espaço público. “No quarto, as crianças adquirem uma soberania precoce sobre a gestão dos seus tempos, regulando as horas da navegação na Internet ou o uso de jogos interditos, submetendo os hábitos de sono a alterações inexplicáveis, com reflexo no dia seguinte, quer nas aprendizagens escolares, quer na qualidade das relações interpessoais”, refere.

“É a casa o lugar onde a maioria das crianças se sente melhor (69%).” É assim que Duarte Moreno introduz a questão sobre os espaços ocupados pela infância. Apenas 10% das crianças que participaram no estudo preferem o parque ou o jardim e 7% a escola. São, sobretudo, as mais novas que escolhem o ambiente domiciliar (40%). São também as que fazem parte de meios socioeconómicos mais favorecidos que preferem ficar em casa. Mas “os elevados níveis de ligação ‘à casa’ poderão significar limites de adaptação ao meio envolvente e maior insegurança aos locais urbanos”.

Pela voz das crianças

A linguagem infantil que surge no trabalho revela como as crianças abordam o seu próprio contexto. “O interior da casa é o lugar onde estou mais seguro e protegido”, “Estou à vontade”, “É confortável” e “Sossegada” são pedaços dos pensamentos infantis ouvidos por Duarte Moreno. Mas há mais: “Posso brincar”, “Tenho lá as minhas coisas”, “Posso ver televisão”, “Posso comer e beber”.

“A vida das crianças tornou-se mais centrada no domicílio. Anteriormente, o espaço da casa era dominado pelos adultos (donas de casa), mas hoje a situação é inversa: o espaço privado da casa alterou-se de espaço adulto para espaço de criança”, explica o autor. No estudo, há três razões fundamentais para que as crianças não explorem os espaços próximos de onde vivem. Em primeiro lugar, a cidade não está preparada para estes moradores: “O planeamento urbano não se ajusta aos interesses das crianças como população muito específica.” As outras conclusões referem que “o automóvel tomou conta do espaço urbano, criando constrangimentos de circulação e de jogo livre” e que “a percepção dos medos sociais, como assaltos, roubos, violações ou raptos, faz com que metade das crianças ouvidas no estudo refiram ter medos em relação à cidade”. Mas, quando inquiridas sobre se já lhes aconteceu algo de concreto, a grande maioria (77%) responde que não. A casa aparece como “o espaço preferido da cidade, o local onde a maioria das crianças se sente melhor”. Para elas, “a casa é o lugar da segurança e do conforto. É lá que está a família e os brinquedos que as ocupam: os diversos tipos de suportes electrónicos que surgem como novidades infindáveis”.

Televisão no quarto

Todas as crianças ouvidas no estudo referiram ter televisão. “É um equipamento de presença inequívoca”, afirma Duarte Moreno. Mas 72% dos inquiridos disseram também ter computador. E, segundo o estudo, “a percentagem mais elevada destas crianças (37%) afirma ver ou interagir em suportes electrónicos (televisão, computador e videogravadores) durante mais de três horas por dia”.

A situação torna-se mais complexa quando 70% das crianças que participaram na pesquisa dizem ter televisão no quarto de dormir. Destas, 66% dizem adormecer a ver televisão. A maior parte (37%) integra meios socioeconómicos mais baixos. “Adormeço a ver e depois acordo de noite e desligo”, afirma um rapaz de 9 anos. Uma menina com a mesma idade diz praticamente o mesmo: “À noite não consigo adormecer sem ver televisão.” O estudo alerta, contudo, que as crianças tendem a deitar-se mais tarde com a presença de televisão no quarto e, como levantam-se sensivelmente à mesma hora, tal reflecte-se na média de sono diário e, por sua vez, no equilíbrio diurno, na aprendizagem escolar, nas atitudes de interacção com as outras pessoas. É importante sublinhar, por exemplo que, “para muitas crianças, o recreio é a única oportunidade para interagir com os seus pares”. Além disso, cerca de 64% das crianças ouvidas nesta pesquisa dizem possuir telemóvel. “Cada vez mais apropriado pelas crianças e induzido pelos adultos, o telemóvel intensifica o controlo parental, esvaindo-se a autonomia e a liberdade da criança”, conclui Duarte Moreno.

Publicado na Revista Única de 29 de Maio de 2010

Pode consultar a tese de Duarte Moreno Aqui

Media Smart explica às crianças as mensagens publicitárias

Abril 18, 2010 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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A Associação Portuguesa de Anunciantes lança terceira fase do Media Smart, um programa escolar de literacia para a publicidade destinado a crianças dos 7 aos 11 anos. Técnicas usadas em campanhas de solidariedade serão analisadas pelos mais pequenos.

É mais um módulo, o terceiro, totalmente dedicado à comunicação não comercial. O Media Smart, programa escolar de literacia para a publicidade nos diferentes media, concebido para crianças dos 7 aos 11 anos, entra numa nova etapa. A Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN), que promove a iniciativa, quer que os mais novos se debrucem sobre o marketing de causas e percebam como funcionam as técnicas usadas em campanhas de solidariedade, nomeadamente as planeadas pelas organizações não-governamentais.

Pretende-se uma abordagem mais dinâmica nas aulas e, por isso, há diversos materiais, incluindo em suporte audiovisual recente, para analisar vários itens relacionados com o tema. O que vai ser feito? Há muito por onde explorar e os alunos terão ao dispor ferramentas para criar um storyboard ou uma campanha multimédia. Primeiro, é preciso apreender conceitos e assimilar alguns temas importantes para depois usar a imaginação. Os mais pequenos tentam perceber como os profissionais da publicidade não comercial trabalham, quais os objectivos inerentes à divulgação de causas para depois arregaçar as mangas e aplicarem conhecimentos adquiridos.

Esta nova etapa do programa da APAN não descura os resultados de dois estudos de avaliação, utilização e notoriedade realizados para avaliar o impacto do Media Smart, que neste momento se encontra implementado em 33% das escolas do 1.º e 2.º ciclos do Ensino Básico. Dados conhecidos, dois anos depois do arranque do projecto, e que foram tidos em conta na hora de desenhar mais uma fase do programa que está já disponível a professores e escolas.

O Media Smart tem já um plano de acções para este ano e que aposta numa maior proximidade com as escolas, através de um reforço de colaboração com o Ministério da Educação, e na promoção da notoriedade conquistada. Em agenda estão oficinas de formação contínua para professores, workshops regulares, uma newsletter digital e uma campanha publicitária para divulgar o programa.

O Media Smart tem como principal objectivo desenvolver competências nas crianças, de forma a que compreendam e interpretem correctamente as mensagens publicitárias, e está a ser bem recebido pela comunidade educativa. A nota dada pelos docentes é positiva: 92% consideram que os materiais disponibilizados são muito interessantes e 86% garantem que tem havido uma boa adesão por parte dos alunos. Mais de 2 300 estabelecimentos de ensino aderiram ao Media Smart e 89% dos professores inquiridos consideram que os materiais do programa são criativos, 95% apelidam-nos de inovadores e 80% garantem que são eficazes.

Num dos estudos efectuados, os docentes adiantam que a Internet, os colegas e os meios de comunicação social são também responsáveis pela notoriedade do Media Smart. Além disso, o Ministério da Educação é referido como uma font_tage importante para a motivação das escolas na adesão ao programa.

O programa da APAN foi lançado em Fevereiro de 2008, altura em que o primeiro módulo foi disponibilizado às escolas públicas e privadas do 1.º e 2.º ciclos. Com esta actividade, a APAN pretende que os alunos mais novos percebam como funciona a publicidade, que aprendam a absorvê-la para que se tornem cidadãos mais responsáveis, conscientes e capazes de fazerem escolhas informadas.

Manuela Botelho, secretária-geral da APAN, está satisfeita com os resultados obtidos e com o reconhecimento conquistado ao longo dos últimos dois anos. “O Media Smart é, neste momento, uma aposta ganha, que reflecte a nossa posição de zelar pelas necessidades específicas deste público-alvo que são as crianças, e a importância da literacia mediática para o desenvolvimento de cidadãos mais bem preparados para viverem num mundo comercial”, salienta, numa nota enviada à imprensa.

educare.pt, em 31 de Março de 2010

Visite o site da Media Smart.

Seminário “Os Direitos das Crianças: promoção, protecção e participação”

Abril 7, 2010 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Irá decorrer nos dias 15 e 16 de Abril de 2010 em Santarém, o Seminário “Os Direitos das Crianças: promoção, protecção e participação” .

Mais informações Aqui

Pupils ‘must manage online risks’

Fevereiro 23, 2010 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Segundo uma notícia publicada no site da BBC no dia 10 de Fevereiro de 2010, os alunos a quem é dada maior liberdade de navegar na internet nas escolas conseguem lidar com maior segurança com os riscos existentes na internet.  Segundo o estudo citado pela BBC, os alunos devem ser responbilizados pelo uso que fazem da internet e devem ser ensinados a usar a internet de um modo seguro em vez de deixaram a responsabilidade nos sistemas que bloqueiam os conteúdos perigosos. Ver a notícia da BBC Aqui e o Relatório Aqui

Geração Móvel e Desafios

Fevereiro 18, 2010 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Já se encontra disponível on-line o livro digital “Geração Móvel e Desafios”, resultante da iniciativa que comemorou o  Dia da Internet Segura a 9 de Fevereiro de 2010, promovida pela Direcção Regional de Educação do Norte. O livro encontra-se disponível Aqui

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