E se o seu filho de 5 anos gastasse 2000€ num jogo?

Outubro 24, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Facebook da Internet Segura de 14 de outubro de 2014.

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Há precisamente um ano falámos do caso de Danny, um rapaz de 5 anos de idade, que instalou no iPad dos pais um jogo gratuito – Zombies vs. Ninjas. Este jogo, como muitas apps disseminadas nos mercados da Apple e Google obtém lucro através da publicidade e à medida que o nível de dificuldade aumenta, aparecem “promoções” para obter um poder novo, mais armas ou não ver publicidades.

Foi com este jogo que Danny pediu ao seu pai o código do seu cartão de crédito, alegando que não tinha de pagar nada. Os pais acederam e deixaram Danny brincar na sala. No dia seguinte, Sharon, a mãe do rapaz, tinha mais de 2000€ para pagar, pelo uso do cartão de crédito. Isto aconteceu por Danny e os pais não perceberem, que a partir do momento em que o cartão de crédito tinha sido inserido, as bombas e armas especiais utilizadas, eram uma aquisição (compra direta) online.

Esta história terminou bem, uma vez que a Apple decidiu indemnizar os pais de Danny e outras famílias que caíram no mesmo erro. Hoje em dia é possível observar no iTunes se o jogo tem ou não as chamadas in-app purchases (compras dentro da aplicação) no seu decorrer. Acompanhe sempre os seus filhos enquanto estes jogam no tablet ou smarphone. Não se esqueça que o que pode parecer apenas mais um botão para uma criança corresponde ao débito de alguns euros para as carteiras dos pais.

Reveja a notícia e o vídeo em: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2285857/Zombies-vs-Ninjas-iPad-app-costs-parents-boy-1-700-extra-charges.html

 

 

Pirilampos e Estrelas – teatro infantil no Cineteatro João Mota em Sesimbra

Outubro 24, 2014 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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pirilampos

DOMINGOS EM FAMÍLIA | TEATRO
De Ana Lúcia Palminha, a partir de António Torrado e Yara Kono

Temos tudo para poder começar a contar! Um livro que grava sons e compõe uma
melodia, uma caixa-paisagem onde alguém há-de ir parar. Desse mesmo livro sai a
historia que acontece no palco e nos leva pela noite a procura do que brilha. E o que e
o que brilha? Decerto que os pirilampos e as estrelas, e tu, e mais tu, terão opiniões
bem diferentes!

M/3
Bilhete criança (até 12 anos): 1,5€
Bilhete adulto: 2,5€

http://www.cm-sesimbra.pt/cineteatro/

 

 

Número de crianças em instituições em Portugal “é uma anomalia sem paralelo na Europa”

Outubro 24, 2014 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do Público de 21 de outubro de 2014.

público

Ana Dias Cordeiro

Por ocasião do 25º aniversário da Convenção dos Direitos da Criança,procuradores, psicólogos, médicos e especialistas de várias áreas estiveram reunidos numa conferência dedicada ao tema Os Direitos da Criança – Prioridade para quando? que terminou esta terça-feira em Lisboa.

Em Portugal, das 8500 crianças retiradas das suas famílias, 8142 estão institucionalizadas. Estes já eram números conhecidos, referentes a 2013 e incluídos no Relatório CASA de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens, da Segurança Social e do Instituto de Segurança Social, que foi publicado em Abril. Mas na Conferência Os Direitos da Criança – Prioridade para quando? organizada em Lisboa pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) foram apresentados numa perspectiva comparativa.

Assim se concluiu que Portugal está no topo dos países da Europa Ocidental, se se considerar a proporção de crianças institucionalizadas. Ou no fundo da lista, se se tiver em conta a percentagem de crianças acolhidas em famílias temporárias: apenas 4%, quando em Espanha 30% das crianças separadas da família estão a viver em acolhimento familiar e em França 66%. Essa percentagem ganha ainda maior expressão no Reino Unido, onde 77% das crianças retiradas à família biológica estão em situação de acolhimento familiar.

O número de crianças em instituições em Portugal, que corresponde a 96% das situações de perigo, “é uma anomalia sem paralelo na Europa”, considerou Manuel Araújo, presidente da associação Mundos de Vida, um dos oradores do painel dedicado ao tema Desinstitucionalização – Os Afectos e os Laços.

“Apenas 4% estão em famílias de acolhimento”, insistiu Manuel Araújo para defender que “é preciso mudar o sistema de protecção” através de uma maior qualificação das respostas e dos recursos, ou seja, explicou depois ao PÚBLICO, através de famílias capazes de proporcionarem um enquadramento e acolhimento de qualidade. É isso que falta em Portugal, referiu. Através de campanhas nacionais, é possível criar uma “bolsa de famílias”, a partir da qual seja depois possível encontrar “a família certa para uma criança” em função das suas necessidades.

“Às vezes é preciso intervir no superior interesse da criança mas o superior interesse da criança não é a institucionalização”, insistiu o fundador da associação com sede em Famalicão, e que entre 2006 e 2014 formou 112 “famílias aptas” para acolher crianças em perigo.

Em última análise, seria possível “não haver institucionalização”, defendeu se por um lado se apostasse na qualificação de respostas, reunindo mais e melhores famílias de acolhimento, ou se, como defendeu por seu lado Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa, existisse “uma política para a família”, que não existe, criticou. “A desinstitucionalização está no trabalho da prevenção”, frisou. “E em não permitir que crianças nasçam em ambiente desfavorável economicamente e afectivamente por gerações consecutivas.”

Os participantes no mesmo painel concordaram pelo menos num ponto: a institucionalização é “uma medida de último recurso”, como disse Eugénio Fonseca, quando outras falharam e essa é a única forma de proteger a criança de uma situação de perigo.

Mas enquanto Manuel Araújo salientou a necessidade de se dar a oportunidade à criança de fazer “uma alfabetização das emoções” através do acolhimento, mesmo que temporário, numa família, Sandra Veiga, representante da Casa Pia, apresentou uma visão quase oposta: “Mais vale uma boa instituição do que uma má família”, disse. responsável garantiu que “a institucionalização já evoluiu muito” no sentido de contrariar “os efeitos nefastos” que podia ter nos seus jovens.

“São crianças que vêm muito traumatizadas e a necessitar de uma intervenção técnica terapêutica”, defendeu a representante da Casa Pia, instituição que já chegou a ter 700 crianças em acolhimento e agora tem 250. Mais do que uma família, “temos de ser profissionais com elas”, privilegiou Sandra Veiga, depis de Manuel Araújo ter dito que “quando uma criança chega a uma família de acolhimento, traz tantas perdas embrulhadas na sua vida”, para realçar a função “reparadora” do afecto de uma família de acolhimento, mesmo que deixando em aberto o regresso dessa criança à família biológica.

A psicóloga clínica Fernanda Salvaterra lembrou que “a separação da família é uma medida extrema”, necessária quando uma família coloca em perigo a criança, que “não deve ser temida pelos profissionais”. E realçou que “o que deve estudar”, nestas situações em que “a separação é exigível”, será “a qualidade da vinculação” na fase seguinte, sendo a solução melhor para a criança “a família adoptiva”. “Só numa família definitiva e estável se faz o bom desenvolvimento da criança”, disse relativamente a casos em que não há perspectiva de a criança voltar a viver com os pais biológicos. Nalguns casos, “as crianças não podem esperar eternamente que os pais se reabilitem”, lembrou.

A professora universitária, que já dirigiu o Serviço de Adopções do Centro Distrital de Lisboa do Instituto de Segurança Social, colocou a tónica nos aspectos negativos de uma institucionalização prolongada, dizendo que as crianças “nunca podem estar 10 anos institucionalizadas”, acentuando que “o investimento emocional que uma família faz numa criança é muito diferente daquele que é feito por técnicos de uma instituição”.

No mesmo sentido, na sessão de encerramento, a procuradora Dulce Rocha, vice-presidente do IAC, concluiu: “Não podemos continuar a ser um país com tantas crianças institucionalizadas.”

 

 

 

Amadora BD – Festival Internacional de Banda Desenhada 2014 + Amadora BD Júnior

Outubro 24, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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amadora

mais informações:

http://www.cm-amadora.pt/amadorabd/2014/

junior

O que fazer quando os filhos dizem palavrões? Desvalorizar

Outubro 24, 2014 às 11:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Diário de Notícias de 24 de outubro de 2014.

clicar na imagem

pala

Violência mata uma criança a cada cinco minutos

Outubro 24, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia da Rádio Renascença de 21 de outubro de 2014.

“Estamos a descobrir que as crianças experimentam a violência na dia-a-dia, em todo o lado”, não apenas em zonas de guerra, afirma a directora para a protecção da infância da UNICEF.

Uma criança morre vítima de violência a cada cinco minutos em todo o mundo, alerta o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Num relatório divulgado esta terça-feira, a UNICEF estima que 345 crianças sejam mortas diariamente em situações violentas.

As regiões em guerra nem são o principal cenário destas mortes. Cerca de 75% dos casos acontecem em países sem qualquer conflito bélico.

“Nós estamos a descobrir que as crianças experimentam a violência na dia-a-dia, em todo o lado”, afirma a directora para a protecção da infância da UNICEF, Susan Bissell.

O relatório denuncia o caso de países em que a redução da mortalidade infantil, conseguida graças a progressos alimentares e na saúde, está a ser revertida pelas mortes violentas.

No Brasil, por exemplo, o número de crianças com menos de cinco anos que morrem de doenças que podem ser prevenidas baixou desde o ano 2000, mas quase 15 mil perderam a vida em situações violentas durante a adolescência.

O perigo está nas ruas, mas não só. Milhares de crianças estão vulneráveis a abusos físicos, sexuais e emocionais nas suas casas, escolas e comunidades.

“A saúde física e mental das crianças está a sofrer danos permanentes todos os dias por causa da violência”, refere a directora de campanhas da UNICEF do Reino Unido.

Leah Kreitzman acrescenta que muitas famílias já nem fazem queixa às autoridades porque sabem que não vão ser ajudadas, o que cria um clima de impunidade.

Exemplo disso é o que se passa no Quénia, onde uma em cada três raparigas e um em cada seis rapazes são vítimas de violência sexual, mas só 1% dos casos são reportados à polícia.

 

 


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