Apresentação do livro “Queres namorar comigo?”

Outubro 21, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Queres namorar comigo?

PARA crianças a partir dos 4 anos, acompanhadas de um adulto Apresentação do livro Queres namorar comigo? fiadeira de Histórias por João Ricardo e Ana Sofia Gonçalves

Vamos conhecer a história de um pequeno caracol que se apaixona por uma girafa de pescoço muito comprido. Será que nesta história de amor improvável, ele conseguirá chegar-lhe ao coração? Iremos conversar com o autor e com a ilustradora sobre o que é namorar e partilhar segredos muito importantes. De seguida, iremos conhecer as ilustrações originais do livro e, com a ajuda da Ana Sofia, aprender uma técnica diferente de colagem tridimensional.

Biblioteca Palácio Galveias – 27 setembro 2014, às 16h Biblioteca Orlando Ribeiro – 25 outubro 2014, às 15h

N.º mínimo de participantes: 5 | N.º máximo de participantes: 30

Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro – serviço Fonoteca

Data: 2014-10-25 às 15:00

Contactos: + INFO e Inscrições: Ana Sofia Gonçalves mail@anasofiagoncalves.com | T: 938 836 988

Observações: Entrada gratuita, mediante inscrição prévia.

 

 

Manuela Eanes quer Malala em Portugal

Outubro 21, 2014 às 1:30 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TVI 24 de 20 de outubro de 2014

malala

Por Élvio Carvalho

Presidente do Instituto de Apoio à Criança revela que ainda não há data

A presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC), Manuela Ramalho Eanes, revelou, esta segunda-feira,  que o IAC está a tentar trazer a co-vencedora do Nobel da Paz 2014, Malala Yousafzai, a Portugal para uma conferência.

«Não sei quando, nem se será no próximo ano, mas estamos a tentar trazer a Malala [Yousafzai a Portugal», disse.

Durante a sessão de abertura da Conferência dos 25 anos da Convenção dos Direitos da Criança, que se realiza hoje e amanhã na Assembleia da República, em Lisboa, Manuela Ramalho Eanes defendeu, em parte, a proposta de lei   de criação de uma lista de condenados por abuso sexual de menores que, a seu ver, «não reúne consenso», mas é necessária.

Lista de pedófilos: Manuela Eanes defende acesso só com autorização de juiz

Outubro 21, 2014 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TVI 24 de 20 de outubro de 2014.

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Manuel de Almeida LUSA

 

 

A presidente do Instituto de Apoio à Criança considera que esta é uma proposta que «não reúne consenso», mas que é necessária para travar «o flagelo» do abuso sexual de crianças. A presidente do IAC diz que a lista deve estar disponível às polícias, mas que o acesso aos pais só deve acontecer com autorização judicial

Por: Redação / Élvio Carvalho

A presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC), Manuela Ramalho Eanes, defendeu, esta segunda-feira, a criação de uma base de dados oficial, confidencial, que permita registar os nomes dos condenados por abuso sexual de menores. Durante a sessão de abertura da Conferência dos 25 anos da Convenção dos Direitos da Criança, que se realiza hoje e amanhã na Assembleia da República, em Lisboa, Manuela Ramalho Eanes defendeu, indiretamente, a proposta de lei que, a seu ver, «não reúne consenso», mas é necessária. «Os Estados Membros devem manter uma base de dados confidencial, sempre confidencial, para seguir estes condenados [e prevenir reincidências], [porque] a pós o cumprimento da pena, uma percentagem elevadíssima de condenados por crimes contra crianças não recupera (…) [São necessárias] medidas  de controlo e vigilância.  Temos de ser cada vez mais exigentes, porque, apesar de todas as medidas já tomadas, a situação continua muito preocupante», disse.

Para Manuela Eanes essas medidas terão que ser «reforçadas» seja a nível de tratamento psicoterapêutico ou de medidas de segurança, consoante «a perigosidade» do agressor».

 Ao contrário do que visa a proposta de lei, que pretende autorizar a consulta da «lista de condenados» por parte de pais junto das autoridades policiais, Manuela Ramalho Eanes diz que esta base de dados deve estar nas mãos da justiça e das autoridades, e se realmente puderem chegar aos pais, só após a autorização de um magistrado. 

A presidente do IAC vai mais longe e considera que esta lista pode servir para que as entidades que trabalham junto de crianças possam requerer os registos criminais dos seus empregados, de forma a prevenir a contratação de indivíduos condenados, e possíveis reincidências.

«Mas tudo isto merece uma profunda reflexão», assumiu a presidente do IAC.

Durante a sua intervenção, Manuela Ramalho Eanes condenou, também, «o flagelo da pornografia infantil na internet», um ato que considera «repugnante», e que é para muitos um negócio que, segundo estimativas, representa lucros cerca de cinco mil milhões de euros.

Na sessão de abertura onde estiveram presentes, também, Joana Marques Vidal, procuradora Geral da República, Helena Vera-Cruz, provedora adjunta da Justiça e Armando Leandro, conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça, a presidente comentou, ainda, os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), sobre a pobreza, e lembrou que de todos os afetados, quem mais sofre são as crianças, pelo que é necessário diminuir os valores atuais.

«Não podemos continuar a permitir que os níveis de pobreza aumentem. (…) Estes números são uma vergonha para a Europa». Eanes lembrou, ainda, várias organizações e personalidades, como Catalina Pestana, que têm lutado pelos direitos e defesa das crianças, pessoas que lutam pelos que ainda não o sabem fazer, «porque as crianças não têm sindicato, nem fazem manifestações nas ruas».

 

 

 

Governo quer simplificar leis sobre adopção para tornar processos mais rápidos

Outubro 21, 2014 às 11:30 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 20 de outubro de 2014.

Enric Vives Rubio

Lusa

Segundo o último relatório de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens, 8.445 estavam em 2013 em instituições de acolhimento.

O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares, anunciou nesta segunda-feira uma simplificação legislativa para os processos de adopção de crianças e jovens para que demorem no máximo um ano.

Pedro Mota Soares falava na Conferência Os Direitos da criança. Prioridade para quando?, promovida pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC), para assinalar os 25 anos da Convenção dos Direitos das Crianças, que decorre em Lisboa até terça-feira.

Segundo o ministro, será feita uma compilação legislativa do processo de adopção numa só lei que seja mais clara e que permita maior rapidez nos procedimentos, tendencialmente não ultrapasse um ano.

Esta medida, adiantou, surge no âmbito do trabalho desenvolvido pelas duas comissões criadas há seis meses para rever o regime jurídico da adopção e melhorar o sistema de protecção de crianças e jovens em perigo.

O ministro adiantou que o arrastamento dos processos de adopção colide com o superior interesse da criança que deixa assim de ser protegido.

As comissões são integradas por representantes dos ministérios da Administração Interna, da Saúde, da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social e por “entidades com intervenção de reconhecido mérito na área da infância e juventude”.

Uma das comissões é coordenada pelo procurador-geral adjunto Francisco Maia Neto e, a outra, pela procuradora-geral adjunta Lucília Gago.

O superior interesse da criança foi também um tema abordado pela presidente do Instituto de Apoio à Criança, Manuela Ramalho Eanes, durante a sessão de abertura da conferência.

Manuela Ramalho Eanes anunciou que o instituto apresentará até ao final do ano uma nova proposta para defender “o superior interesse da criança” e frisou como negativo Portugal ter ainda “um elevado número de crianças institucionalizadas” não estando assim a ser cumprido um dos direitos da convenção: o direito de ter uma família.

“Há ainda demasiadas crianças a viver em instituições, cerca de oito mil, é um excesso”, disse.

“Crianças que não têm condições de viver com as suas famílias biológicas deviam ter a oportunidade de viver em acolhimento familiar, beneficiando de maior carinho e atenção, como têm direito, quando a adopção não for logo possível”, frisou a presidente do IAC.

Segundo o último relatório de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens CASA, 8.445 estavam em 2013 em instituições de acolhimento.

Uma análise de 2006 a 2013 aponta para uma diminuição de 31%. No entanto, o recurso a medidas de colocação institucional ainda se traduz, para muitas crianças e jovens, como a solução tida como a mais adequada, ainda que desejavelmente transitória.

O grupo dos jovens entre os 15 e os 17 anos é o mais representativo (2.839), seguido das crianças entre os 12 e os 14 anos (1.903).

De acordo com o relatório, as instituições de acolhimento, nomeadamente os Lares de Infância e Juventude (LIJ) e Centros de Acolhimento Temporário (CAT) são as respostas que mais representam a prevalência de uma cultura de institucionalização, acolhendo 7.530 (89%) das 8.445 crianças e jovens, em situação de acolhimento.

Em famílias de acolhimento, é reduzido o número de crianças e jovens (374), sendo esta modalidade considerada ainda incipiente, um dado também referido nesta sexta-feira como negativo na conferência que assinala os 25 anos da Convenção sobre os Direitos da Criança.

 

 

 

 

Presidente do IAC quer pedófilos tratados, medida “complexa” para a ministra da Justiça

Outubro 21, 2014 às 10:13 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Porto Canal de 20 de outubro de 2014.

Fonte: Agência Lusa

Lisboa, 20 out (Lusa) — A presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC), Manuela Eanes, defendeu hoje o desenvolvimento de programas terapêuticos para evitar a reincidência dos agressores sexuais, medida que a ministra da Justiça classificou de “complexa”.

Manuela Eanes falava na cerimónia de abertura da conferência “Os direitos da criança — prioridade para quando?”, que decorre em Lisboa, durante a qual recordou que, “após o cumprimento da pena, uma percentagem elevadíssima de condenados por crimes sexuais contra crianças não se recupera”.

Perante isto, a presidente do IAC defendeu um investimento em “adequadas medidas de controlo e vigilância”.

“Temos de ser cada vez mais exigentes, porque, apesar de todas as medidas já tomadas, a situação continua muito preocupante e novos desafios se colocam”, disse, especificando com “o aumento significativo dos sites de pornografia infantil”.

A propósito de mais respostas, Manuela Eanes defendeu a “complementaridade de medidas, seja a nível do tratamento psicoterapêutico, seja a nível de medidas de segurança que levem em conta a perigosidade” do agressor.

Confrontada com esta questão, a ministra da Justiça, que também participou nesta cerimónia, reconheceu que “o tratamento é uma questão muito complexa, porque normalmente tem duas vertentes: uma química e outra psicológica”.

“Muitas vezes é quase impossível assegurar esse tratamento. Não se pode entrar em casa de alguém e obrigá-lo a tomar comprimidos ou a ter apoio psicológico permanente”, adiantou aos jornalistas.

Para Paula Teixeira da Cruz, é preciso “olhar para a vertente do tratamento com todo o humanismo – Portugal foi o primeiro país a abolir a pena de morte — olhando para as liberdades, mas também para os mais frágeis”.

Aos jornalistas, a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, disse que “nada basta para lutar contra o abuso sexual das crianças”.

“Deve haver tratamento e apoio aos agressores sexuais, sempre que isso se justifique”, adiantou.

O psiquiatra Álvaro Carvalho, que coordena o Programa Nacional de Saúde Mental, sublinhou que o tratamento de agressores sexuais “é uma prática que tem defesa há muitos anos”.

“A questão dos abusos sexuais é um funcionamento mental que parece ser da área das compulsões obsessivo-compulsivas. É um processo que os próprios têm dificuldade em controlar, mas é imputável, responsabilizável perante a lei”, lembrou.

O especialista alertou para o facto de, “às vezes, as pessoas quando são presas elaboraram mais a sua capacidade imaginativa, em relação a aproximações de natureza sexual”.

Sobre os resultados deste tipo de terapêutica, Álvaro Carvalho disse serem ainda limitados, mas “indispensáveis de serem tentados”.

Atualmente, especificou, existem dois tipos de tratamentos: a castração química, que é a mais clássica, mas “limitativa, porque as pessoas continuam a ter líbido”.

Em relação ao tratamento psicológico, este apresenta uma eficácia limitada, mas, “dada a gravidade do problema, tudo o que puder ser feito é um garante de uma redução dos casos”.

SMM/GC // MAG

Lusa/Fim

 

A rede que queremos – Manual digital para jovens

Outubro 21, 2014 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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jovens

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The Web We Want – A Rede que queremos é um manual educativo para adolescentes dos 13 aos 16 anos, criado com e por jovens. O conteúdo e a abordagem, pensados para ecoar as necessidades e preferências dos jovens de hoje, visam estimular a reflexão sobre assuntos como a pegada digital, a reputação, os direitos e as responsabilidades na Internet. Simultaneamente, vários exercícios práticos convidam os jovens a partilharem as suas experiências e a investigarem as suas práticas online. Professores, pais e outros educadores poderão encontrar material de apoio sobre os temas e as atividades do manual em www.webwewant.eu , que também serve de plataforma onde os jovens podem apresentar algumas das suas reações pessoais.


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