Aprender a nadar passa a ser currículo escolar na Austrália

Março 5, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia da Sport TV Globo de 23 de janeiro de 2019.

Medida começa a ser implantada este ano

Por Alexandre Pussieldi, SporTV — Rio de Janeiro

Há uma semana, o Blog publicou que a prática da natação pode ser incluída no imposto de renda em Portugal (link). Agora, anunciamos a implantação da aprendizagem do esporte no currículo escolar na Austrália.

Motivo de discussões nos últimos anos, um novo programa passa a fazer parte do currículo escolar nesta temporada. A iniciativa é de Bill Shorten, líder do Partido Trabalhador da Austrália, que confirmou o projeto que prevê um investimento de 46 milhões de dólares australianos, algo em torno de 125 milhões de reais, que vai garantir a implantação do projeto.

A intenção é de que toda criança, ao final dos quatro anos do ensino fundamental, seja capaz de nadar pelo menos 50 metros.

Vale destacar que além de todos os benefícios comprovados do esporte, o que determinou a implantação do programa foram as 250 mortes por afogamento na Austrália no ano passado. Isso foi destacado na manifestação do Primeiro Ministro Scott Morrison, também entusiasmado com o novo projeto.

Não custa lembrar que o Brasil é o terceiro país do mundo com maior número de mortes por afogamento. Nas últimas estatísticas, a projeção é de mais de 6 mil fatalidades anuais.

 

Metade das fotos dos sites de pedofilia são tiradas das redes sociais dos pais

Dezembro 29, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site https://bebemamae.com/

Por: Bruna Romanini

São imagens das crianças fazendo atividades cotidianas que são retiradas do Facebook, Instagram e outras redes sociais

Metade do material encontrado em sites de pedofilia são imagens inocentes de crianças realizando atividades do dia a dia. E pior, estas imagens foram postadas por seus próprios pais em suas contas nas redes sociais, como Facebook e Instagram! Foi o que descobriu uma investigação feita pela Comissão Australiana de Seguranças das Crianças na Web.

Muitas das fotos inocentes estavam em pastas com nomes como “crianças na praia”, “ginástica artística”, entre outras. “Diversos dos pedófilos deixaram claro que obtiveram as imagens vasculhando as redes sociais de pais. As imagens vinham quase sempre acompanhadas de comentários explícitos e perturbadores”, alerta Alastair MacGibbon, um dos responsáveis pela investigação. Esta ação conseguiu remover mais de 25 mil imagens de crianças que eram utilizadas em sites de pedofilia.

A seguir, confira maneiras simples de evitar que criminosos acessem suas fotos e vida pessoal:

  • Ajuste as configurações de privacidade das suas redes sociais. Saiba que tanto o Facebook quanto o Instagram possuem configurações que só permitem que algumas pessoas, seus amigos ou seguidores, vejam as imagens que você posta;
  • Tenha apenas pessoas próximas e confiáveis como amigos ou seguidores nas redes sociais;
  • Converse com seus amigos e familiares sobre os cuidados importantes na hora de postar fotos do seu filho ou de outras crianças;
  • Não publique endereços de moradia, trabalho, creche ou outros nas redes sociais;
  • Caso tenha um blog ou algo parecido, evite publicar fotos do seu filho.

mais informações na notícia:

MEDIA WATCH: Pedophiles recycle millions of photos from social networ

Austrália quer ser o primeiro país a impedir pedófilos de viajar para o estrangeiro

Junho 12, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 30 de maio de 2017.

A Ministra dos Negócios Estrangeiros, Julie Bishop, anunciou a proposta esta terça-feira, durante uma conferência de imprensa no Parlamento LUSA/LUKAS COCH

 

A medida foi proposta pelo governo de Camberra e tem como objectivo proteger crianças de “países vulneráveis” no sudeste asiático.

Catarina Reis O governo australiano anunciou, esta terça-feira, que planeia proibir de viajar para o estrangeiro todos os cidadãos registados por pedofilia no sistema criminal da Austrália. A proposta, que a concretizar-se será uma estreia mundial, vai ser apresentada no Parlamento e visa proteger principalmente as crianças de outros países do sudeste asiático, “mais vulneráveis” a práticas de abuso sexual de menores, noticia o Sydney Morning Herald.

O ministro da Justiça australiano, Michael Keenan, explicou que as leis de prevenção existentes são “completamente inadequadas” e acredita que a Austrália está a debater “a mais forte repressão de sempre sobre o turismo sexual de menores”. “Nenhum país alguma vez tomou uma acção tão decisiva para impedir os seus cidadãos de viajar, muitas vezes para países vulneráveis, para abusar de crianças”, disse o ministro, numa conferência de imprensa no Parlamento de Camberra, nesta terça-feira.

A ministra dos Negócios Estrangeiros, Julie Bishop, entende que a medida permitiria anular os passaportes de cerca de 20 mil pessoas condenadas por pedofilia, que já cumpriram as suas penas de prisão mas que continuam sob controlo das autoridades — 3200 estão sob controlo vitalício, por isso, nunca seriam elegíveis para viajar. Bishop falava na mesma conferência de imprensa que o seu colega da Justiça.

As excepções à aplicação da moção serão definidas com base no parecer e verificação das autoridades australianas, que irão comprovar se os cadastrados não representam um risco para as crianças no estrangeiro e se há razões legítimas — pessoais ou profissionais — para viajarem. O governo acrescenta que estarão isentos todos os indivíduos que deixarem de pertencer à base de dados criminal.

De acordo com dados divulgados pelo executivo australiano, em 2016 aproximadamente 800 predadores sexuais viajaram da Austrália para o estrangeiro. No mesmo ano, os jornais locais noticiaram a história de um australiano, Robert Andrew Fiddes Ellis, condenado a 15 anos de prisão na Indonésia por ter abusado de 11 raparigas naquele país.

Texto editado por Hugo Torres

 

Computers in class ‘a scandalous waste’: Sydney Grammar head

Abril 7, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.theaustralian.com.au de 26 de março de 2016.

Brad Hunter

Natasha Bita

National correspondent

Brisbane

A top Australian school has banned laptops in class, warning that technology “distracts’’ from old-school quality teaching.

The headmaster of Sydney Grammar School, John Vallance, yesterday described the billions of dollars spent on computers in Australian schools over the past seven years as a “scandalous waste of money’’.

“I’ve seen so many schools with limited budgets spending a disproportionate amount of their money on technology that doesn’t really bring any measurable, or non-measurable, benefits,’’ he said.

“Schools have spent hundreds and hundreds of millions of dollars­ on interactive whiteboards, digital projectors, and now they’re all being jettisoned.’’

Sydney Grammar has banned students from bringing laptops to school, even in the senior years, and requires them to handwrite assignments and essays until Year 10. Its old-school policy bucks the prevailing trend in most Aus­tralian high schools, and many primary schools, to require parents­ to purchase laptops for use in the classroom.

Dr Vallance said the Rudd-­Gillard government’s $2.4 billion Digital Education Revolution, which used taxpayer funds to buy laptops for high school students, was money wasted. “It didn’t really do anything except enrich Microsoft and Hewlett-Packard and Apple,’’ he said. “They’ve got very powerful lobby influence in the educational community.’’

Sydney Grammar students have access to computers in the school computer lab, and use laptops at home.

But Dr Vallance regards­ laptops as a distraction in the classroom. “We see teaching as fundamentally a social activity,’’ he said. “It’s about interaction ­between people, about discussion, about conversation.

“We find that having laptops or iPads in the classroom inhibit conversation — it’s distracting.

“If you’re lucky enough to have a good teacher and a motivating group of classmates, it would seem a waste to introduce anything that’s going to be a distraction from the benefits that kind of social context will give you.’’

Academically, Sydney Grammar rates among Australia’s top-performing schools, and is frequented by the sons of Sydney’s business and political elite. Almost one in five of its Year 12 graduates placed in the top 1 per cent of Australian students for Australian Tertiary Admission Rank university entry scores last year.

The school’s alumni includes three prime ministers — Malcolm Turnbull, who attended on a scholarship, Edmund Barton and William McMahon — as well as bush poet Banjo Paterson and business chief David Gonski, the architect of a needs-based funding model to help disadvantaged students.

The private boys’ school, which charges fees of $32,644 a year, routinely tops the league tables in the national literacy and numeracy tests.

Dr Vallance said he preferred to spend on teaching staff than on technology. “In the schools where they have laptops, they get stolen, they get dropped in the playground, they get broken, you have to hire extra staff to fix them, you’ve got to replace them every few years. They end up being massive lines in the budgets of schools which at the same time have leaky toilets and rooves and ramshackle buildings.

“If I had a choice between filling a classroom with laptops or hiring another teacher, I’d take the other teacher every day of the week.’’

Dr Vallance — who will step down as headmaster next year, after 18 years in the job — is a Cambridge scholar, a trustee of the State Library of NSW Foundation and a director of the National Art School.

In 2014 the Coalition government appointed him as a specialist reviewer of the national arts curriculum, which he criticised as “rambling, vague and patronising’’ with “a tendency towards the elimination of rigour’’.

Dr Vallance said yesterday laptops had “introduced a great deal of slackness’’ in teaching. “It’s made it much easier of giving the illusion of having prepared a lesson,’’ he said.

He also criticised as “crazy’’ plans by the Australian Curriculum, Assessment and Reporting Authority to computerise the National Assessment Program — Literacy and Numeracy tests next year.

“That means generations of students will be doing NAPLAN on computers, they won’t be allowed to write by hand, which I think is crazy,’’ he said. “Allowing children to lose that capacity to express themselves by writing is a very dangerous thing.’’

Dr Vallance said Sydney Grammar had been studying the difference between handwritten and computer-typed tasks among boys in Year 3 and Year 5.

“In creative writing tasks, they find it much easier to write by hand, to put their ideas down on a piece of paper, than they do with a keyboard,’’ he said.

Dr Vallance said he was sure people would call him a “dinosaur’’. “But I’m in no way anti-technology,’’ he said. “I love gadgets. It’s partly because we all love gadgets so much that we have these rules, otherwise we’d all just muck about. Technology is a servant, not a master.

“You can’t end up allowing the tail to wag the dog, which I think it is at the moment.’’

Dr Vallance said computers in the classroom robbed children of the chance to debate and discuss ideas with the teacher.

“One of the most powerful tools in education is conversation,’’ he said.

“The digital delivery of teaching materials across Australia has had a really powerful normative effect.

“It’s making it quite difficult for children to learn how to disagree, how not to toe the party line, because they can’t question things — the possibility of questioning things has been taken away from them.’’

Dr Vallance said it was a “really scandalous situation’’ that Australia was “spending more on education than ever before and the results are gradually getting worse and worse’’. He said it cost $250,000-$500,000 to equip a moderate-sized high school with interactive whiteboards, which are only used at Sydney Grammar if teachers request them. “That’s a huge amount of money in the life of a school, that could translate to quite a few good members of staff,’’ he said.

“I think when people come to write the history of this period in education … this investment in classroom technology is going to be seen as a huge fraud.’’

The OECD has also questioned the growing reliance on technology in schools. In a report last year, it said schools must give students a solid foundation in reading, writing and maths before introducing computers. It found that heavy users of computers in the classroom “do a lot worse in most learning outcomes’’.

“In the end, technology can amplify great teaching, but great technology cannot replace poor teaching,’’ the OECD report concluded.

 

 

Más notas na escola? A solução pode estar na alimentação

Outubro 16, 2015 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 30 de setembro de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

A Western Dietary Pattern Is Associated with Poor Academic Performance in Australian Adolescents

Scott Barbour Getty Images

Um estudo científico sugere que os adolescentes com uma alimentação tipicamente ocidental (rica em carnes vermelhas, açúcares e gorduras) têm tendência a ter um desempenho escolar mais fraco.

Marta Gonçalves

Alguma vez pensou que as más notas do seu filho podem estar associadas à alimentação? Pois a solução para um melhor desempenho escolar pode estar no prato. Um estudo divulgado recentemente pela a revista “Nature”, identificou que os adolescentes que ingerem regularmente carnes vermelhas e alimentos ricos em açúcar e gorduras têm um “pobre desempenho académico”.

“Identificámos a dieta ocidental como um fator de risco para um pobre desempenho académico durante a adolescência, um período sensível para o cérebro e uma fase da vida vulnerável no que diz respeito à nutrição”, lê-se nas conclusões do estudo. A dieta ocidental (que de dieta, no sentido mais comum da palavra, não tem nada) é rica em carnes vermelhas, doces, comida com muita gordura, farinhas, bebidas com açúcar e carnes processadas.

Em média, os resultados a matemática, escrita e leitura dos jovens que seguem a dieta ocidental são 7% inferiores aos resultados obtidos pelos adolescentes cuja alimentação é à base de vegetais e cereais integrais. É durante os anos da adolescência que o cérebro atravessa uma fase crítica de alterações e a comida saturada e pobre em nutrientes dificulta esse desenvolvimento.

A investigação teve lugar na Austrália. Ao longo do último ano, os cientistas falaram com centenas de jovens até aos 14 anos, no âmbito do Western Australian Raine Study, um estudo de larga escala sobre gravidez, infância, adolescência e começo da vida adulta. E inclui análises na área da saúde cardiovascular, desenvolvimento muscular, nutrição, sono, saúde mental, etc.

Este estudo australiano, assinado por Anett Nyaradi, Jianghong Li, Siobhan Hickling, Jonathan K. Foster, Angela Jacques, Gina L. Ambrosini e Wendy H. Oddy, não é o primeiro a relacionar a alimentação com o desempenho académico. Em 2008, um estudo canadiano comprovou que comer frutas e vegetais faz com que os jovens alcancem melhores resultados. Mais recentemente, em 2010, uma investigação sueca e islandesa apoiou essa conclusão.

 

 

 

 

 

Austrália vai deixar de pagar subsídios a pais que não vacinem filhos

Outubro 14, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Noticia do Sol de 16 de setembro de 2015.

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O Parlamento australiano começou hoje a examinar um projeto de lei que propõe o fim do pagamento de alguns subsídios aos pais que não vacinem os filhos. 

A proposta do governo conservador deverá ser aprovada sem problemas, uma vez que a oposição trabalhista apoia o texto. 

A taxa de vacinação ultrapassa os 90% nas crianças australianas com idades entre um e cinco anos, de acordo com as estatísticas oficiais. Mas 39 mil crianças com menos de sete anos não são vacinadas devido às objeções dos pais, que consideram as vacinas perigosas para os filhos. 

Em alguns países europeus e nos Estados Unidos, doenças que tinham desaparecido, como o sarampo, reapareceram. Epidemias localizadas de sarampo e tosse convulsa também foram registadas na Austrália. 

“A escolha de não vacinas os filhos não tem qualquer fundamento médico e não deve ser apoiada pelos contribuintes”, declarou, em abril, o antigo primeiro-ministro australiano Tony Abbott. 

Os pais em causa receiam que a vacinação contra o sarampo, papeira e rubéola cause autismo, o que foi desmentido por numerosos estudos. 

A controvérsia data de 1998, quando foi publicado um estudo na revista médica britânica The Lancet que semeou a dúvida no mundo anglo-saxónico, ao estabelecer uma relação entre aquelas vacinas e o autismo. Este artigo foi retirado devido “a irregularidades”, mas as preocupações não diminuíram. 

As autoridades de Camberra esperam, com esta medida, economizar um pouco mais de 500 milhões de dólares australianos (315 milhões de euros) nos próximos quatro anos. 

Lusa/SOL

 

 

 

 

Crianças vêem TV mais tempo do que o recomendado

Fevereiro 4, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site  http://www.infosalus.com  de 22 de janeiro de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Virtually impossible: limiting Australian children and adolescents daily screen based media use

Getty Fuse

Los niños ven la tele más tiempo del recomendado

Los niños que ven más de dos horas al día la televisión son más propensos al sobrepeso, realizan menos actividad física y podrían tener un mayor riesgo de dificultades de atención y aprendizaje durante sus años de adolescencia y el inicio de su vida adulta, según diferentes estudios publicados en el último año.

Y lo cierto es que la cantidad de tiempo que los niños pasan al día usando pantallas, como las de televisores y ordenadores, excede las pautas recomendadas por los expertos, según concluye un estudio publicado en la revista ‘BMC Public Health’. Estas directrices se elaboraron en un momento en el que las tabletas, los teléfonos móviles y otros dispositivos móviles no estaban tan presentes en la vida cotidiana, lo que sugiere que deben reescribirse.

El uso prolongado de las pantallas por parte de los niños está asociado con resultados de salud físicos y mentales adversos, como un mayor riesgo de depresión y ansiedad en las adolescentes. Aunque en el presente estudio no se ven directamente los efectos sobre la salud de los niños, este trabajo parte de una investigación longitudinal que lo hará.

En 2001, la Academia Americana de Pediatría publicó recomendaciones sobre que los niños menores de 2 años no deben estar expuestos a las pantallas y se debe limitar la exposición en los mayores de 2 años a menos de dos horas al día. Estas directrices y la mayoría de los análisis de seguimiento se han basado en preguntar a los niños acerca de su consumo de televisión y videojuegos sin preguntar acerca de otros tipos de medios de pantalla.

Para hacer frente a esto, investigadores de la Universidad de Australia Occidental encuestaron 2.620 niños de entre 8 y 16 años de 25 escuelas primarias y secundarias en Australia. Se mostró a los escolares diferentes tipos de pantalla: iPad, iPod Touch, ordenador portátil, PlayStation Portable (PSP), ordenador portátil y Xbox, y ejemplos de los diferentes tipos de actividades que se pueden hacer con estas pantallas: ver la televisión, el uso de mensajería instantánea, jugar a juegos de ordenador y hacer los deberes.

Luego, se les preguntó acerca de la cantidad de horas que utilizan estos dispositivos, desde que se despiertan hasta que se van a la cama, incluyendo antes, durante y después de la escuela. Encontraron que un promedio del 63 por ciento de los encuestados superó las directrices recomendadas de menos de dos horas.

Los niños ven la tele más tiempo del recomendado El más popular entre todos los participantes fue la televisión, con un 90 por ciento que la vio durante la última semana, seguida por el ordenador portátil (59 por ciento), iPad/tableta (58 por ciento) y teléfono móvil (57 por ciento). Hubo variación en el uso dentro de los grupos individuales de edad: el 45 por ciento de los participantes más jóvenes (a partir de 8 años), superó las directrices, y el 80 por ciento de las personas de 14 a 15 años.

DIFERENCIA POR SEXOS

También hubo una diferencia en el uso de la pantalla por sexos, como señala la investigadora principal, Stephen Houghton: “Como se preveía, los niños eran más propensos que las niñas a superar la recomendación de menos de dos horas jugando con el ordenador, pero no se esperaba que las niñas fueran más propensas que los niños a superar la recomendación de menos de dos horas en las redes sociales, el uso de Internet, y viendo películas en la televisión o DVD”.

“De particular interés es la tasa a la que tienen más probabilidades de superar la recomendación de menos de dos horas para las redes sociales a medida que crecían las niñas. En concreto, a los 15 años de edad de las niñas tenían 15 veces más de probabilidades de exceder la recomendación de un consumo de menos de dos horas en comparación con sus compañeras de 8 años y casi siete veces más que los chicos”.

Este estudio se basa en la información aportada por los participantes sobre la utilización de diferentes tipos de pantallas, pero no investigó su efecto directo en la salud de los niños.”La aparición de dispositivos móviles sugiere que las menos de dos horas al día recomendadas pueden ser ya insostenibles dado el aumento de la participación de los medios de comunicación social y el uso de la pantalla derivado de la escuela. Las directrices para el uso apropiado de pantallas también deben tener en cuenta cómo difiere el uso de pantalla según la forma, la actividad, el sexo y la edad”, concluye Houghton.

 

 

 

Indigenous students skipping school to avoid bullying and racism

Outubro 30, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://theconversation.com de 10 de abril de 2014.

Shutterstock

Nicholas Biddle

Naomi Priest

High-profile cases of racial discrimination on the sporting field and on public transport capture the media’s attention, but we hear less about racism in our schools.

One survey of secondary students across four states found 80% of students from non-Anglo backgrounds, most of whom were from migrant and refugee backgrounds, reported experiencing racial discrimination during their lives. These students also reported that over two-thirds of these experiences of racism occurred at school.

More quantitative data is available in Australia about the experiences of racial discrimination for children and young people from Aboriginal and Torres Strait Islander descent. In a seminar we gave this week at the Australian Institute of Family Studies, we showed that of Aboriginal and Torres Strait Islander people interviewed, 14% of students aged 14 years and under in 2008 were reported by their carers to have been bullied or treated unfairly due to their Indigenous status in the previous 12 months. This rises to 23% for Aboriginal and Torres Strait Islander high school students in non-remote parts of the country.

This might not seem like a large number, but it is significant for several reasons. First, this data is reported by the children’s carers and may therefore miss a number of incidents that students don’t report to their family. Second, when extrapolated across the school career, it is likely that many more Aboriginal and Torres Strait Islander children experience some form of bullying or unfair treatment at some point.

There is growing empirical evidence of the multiple ways in which racism is harmful to the health, well-being, educational and social outcomes of children and young people throughout their lives. It is also an area that significantly overlaps with the Abbott government’s other stated aims. In particular, the prime minister has said:

Getting children to school is the Australian government’s number one priority in Indigenous Affairs.

Experiences of bullying and unfair treatment are a significant factor in explaining school attendance. For those students who didn’t experience bullying or unfair treatment, 7% missed school without permission in the previous 12 months (according to their carer). Among those who did experience bullying or unfair treatment, this rises to 16%. In our presentation, we show that these differences still hold using more sophisticated statistical modelling.

There are many other determinants of attendance. Poor health, for example, is a key predictor of low attendance. But it is also likely to be difficult to achieve attendance targets without children feeling that school is a safe place where their race or ethnicity is not going to adversely affect their treatment.

Moreover, there is compelling evidence that experiences of racism lead to poor child health outcomes for Aboriginal and Torres Strait Islander students, as well as for those from other racial/ethnic backgrounds.

There is much we don’t know about the experiences of racism of school students in Australia. How prevalent are these experiences across different geographical, neighbourhood and school contexts and for students from a range of racial, ethnic, cultural and religious backgrounds? Who are the perpetrators – teachers, their peers, or older/younger students? Are the perpetrators from the same or different racial/ethnic background, age or sex?

What forms of racism are most common – e.g. overt, covert – and in what context – e.g. online, in the classroom, breaktime? How do students respond to these experiences when they occur, and how does this influence their health and education outcomes?

Despite the need for more evidence, it is still worth designing and trialling interventions that build on the evidence that we do have and that work towards countering racism within Australian schools. Such interventions should be evidence-informed and built on theoretical and empirical research, as well as rigorously evaluated. Poorly designed interventions to address racism have been shown to result in negative backlash and to reinforce and strengthen prejudice.

The current debates and proposed changes to the Racial Discrimination Act are complex. One thing is clear though – the act itself will never be enough to prevent and address racial discrimination in Australia.

Such laws may provide protection for the most high-profile cases. They may also have an important role in shaping long-term social norms. But, for the vast majority of people who frequently experience racism, including our school students, other policy interventions need to be considered.

 

 

 

Filhos de homossexuais são tão (ou mais) saudáveis como as outras crianças

Julho 15, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do P3 do Público de 8 de julho de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Parent-reported measures of child health and wellbeing in same-sex parent families: a cross-sectional survey

Robert Galbraith Reuters

Os filhos de casais homossexuais são tão ou mais saudáveis do que as crianças que vivem em contexto familiar heterossexual, conclui um estudo realizado por uma universidade australiana

Texto de Lusa

No que diz respeito à saúde, as crianças criadas em contexto homossexual “estão a sair-se bem, quando não melhor”, do que as que vivem em contexto heterossexual, considera a equipa de investigadores da Universidade de Melbourne, que publicou o estudo na revista médica “BMC Public Health” a 21 de Junho.

Os resultados do estudo australiano, que pretendia “descrever o bem estar físico, mental e social das crianças australianas que vivem com casais do mesmo sexo, e o impacto que o estigma tem nelas”, foram noticiados esta terça-feira pelo jornal “The Washington Post”.

A conclusão “não é propriamente uma novidade” e “confirma” o que já se sabia, que “são mais as semelhanças do que as diferenças entre as crianças que são educadas em contexto hetero e em contexto homoparental”, destaca o psicólogo Jorge Gato, que ajudou a Lusa a ler os resultados.

Todos os estudos já feitos mostram que, “independentemente do método, do tamanho da amostra, daquilo que se estuda, há sempre uma convergência numa maior semelhança do que diferença entre estas duas famílias”, resume Jorge Gato. A “BMC Public Health” é uma revista “idónea”, onde “é difícil publicar”, pois “só” se aceitam “artigos de qualidade”, frisa Jorge Gato, destacando a dimensão do estudo australiano, que recorreu a uma amostra “bastante significativa”.

A equipa da Universidade de Melbourne seguiu 315 casais homossexuais e 500 crianças em toda a Austrália, comparando os seus resultados com os indicadores de saúde e bem-estar da população em geral.

Outra das novidades é que o estudo inclui quase 20% de crianças que vivem com casais homossexuais, amostra geralmente “menos estudada, porque menos disponível”, realça Jorge Gato. “É mais fácil estudar as lésbicas, também porque provavelmente serão a maioria, porque é mais fácil para uma lésbica recorrer a uma inseminação artificial do que a um gay recorrer a uma barriga de aluguer”, explica.

Em indicadores como “comportamento emocional” e “funcionamento físico”, os investigadores australianos não encontraram diferenças entre as crianças em contexto homo e heteroparental, sublinhando que as qualidades da educação e o bem estar económico das famílias são mais importantes do que a orientação sexual dos pais.

Por outro lado, “as crianças que vivem com famílias homossexuais tiveram resultados, em média, 6% melhores em dois indicadores: saúde geral e coesão familiar”, concluiu a equipa liderada pelo investigador Simon Crouch.

A conclusão de que os casais do mesmo sexo podem ser bons pais dá eco aos resultados de investigações já realizadas no passado. Porém, este estudo sugere que os filhos desses casais podem estar em vantagem por não terem um educação tão estereotipada no que respeita às relações e papéis de género. Em declarações à ABC News, Simon Crouch deu como exemplo que os casais do mesmo sexo têm mais probabilidade de partilhar responsabilidades em casa do que os casais heterossexuais. Sair do esquema tradicional dos papéis de género resulta numa “unidade familiar mais harmoniosa”, refere o estudo.

“Quando emergem diferenças [entre filhos de homo e heterossexuais], são geralmente a favor das crianças educadas em contexto homoparental, é o caso aqui também”, nota Gato. “Uma educação não tão estereotipada, mais livre, mais virada para a diversidade” promove o bem estar, corrobora o investigador, acrescentando que, geralmente, os casais homossexuais investem muito nas crianças, porque “foram uma escolha” e “raramente” um “acidente”.

De acordo com o estudo, cerca de dois terços das crianças com pais homossexuais experimentaram alguma forma de discriminação por causa da orientação sexual dos seus pais, mas, “mesmo assim, conseguem ter melhores resultados do que os outros em algumas áreas”, refere Gato.

O estudo sublinha que “nenhum tipo de família é necessariamente melhor do que outro” e que as crianças “podem crescer em contextos familiares muito diferentes”. Resumindo, “não é verdade” que, “como frequentemente se sugere, as crianças de pais do mesmo sexo tenham piores resultados por lhes faltar uma figura parental”, sustenta a equipa, garantindo que “os dados são suficientes para saber o que é bom para as crianças”.

 

 


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