Escola troca cadeiras por bicicletas ergométricas para prevenir obesidade

Outubro 28, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

texto do site http://www.hypeness.com.br

Crianças e adolescentes passam, em média, cinco horas por dia sentados na cadeira da escola assistindo a aulas e fazendo exercícios no caderno. Você já parou para pensar o quanto isso os ensina a serem sedentários? No estado da Carolina do Norte, nos EUA, uma escola resolveu inovar ao trocar as cadeiras da sala de leitura por bicicletas ergométricas.

Todos os dias, os alunos têm um tempo destinado à leitura de livros e revistas. Sabendo que o exercício físico estimula também o cérebro, a escola Ward Elementary, na cidade Winston-Salem, apostou nas bicicletas para prevenir a obesidade, que já atinge cerca de 17% das crianças e jovens norte-americanos, e para melhorar o foco das crianças. O projeto foi batizado de Read and Ride.

O resultado? Tiro e queda! No final do ano, a proficiência de leitura das crianças que utilizaram a bicicleta em vez da cadeira era 50% maior e as crianças se sentiam mais estimuladas à prática de outras atividades físicas.

O projeto, que começou há 5 anos, já foi levado para mais de 30 outras escolas, que adotaram a bicicleta não só nas salas de leitura, mas nas salas de aula. Nesses casos, uma ou duas bicicletas ficam no fundo da sala, disponíveis para quem quiser pedalar enquanto assiste às aulas – perfeito também para os hiperativos, hein?

Todas as fotos © Read and Ride

read and ride

Read and ride2

Seminário Anual da Rede Construir Juntos “Olhar Realidades, Equacionar Mudanças”

Outubro 28, 2014 às 1:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

rede

Inscrição: Gratuita, mas obrigatória

Data limite de inscrição: 30 de outubro de 2014

Enviar para: iac-prua@iacrianca.pt ou iac-pruaars@iacrianca.PT

Instituto de Apoio à Criança – Projecto Rua

Rua António Patrício nº20 2ºesq

1700-049 Lisboa

Telefone: 217 818 590 Fax: 217 818 59

programa e inscrições no link:

http://www.iacrianca.pt/pt/noticias2/633-2014-10-27-17-44-43

Quase 28% das crianças até aos 12 anos acedem à Internet com smartphones

Outubro 28, 2014 às 1:15 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Notícia do Publico de 25 de outubro de 2014.

O relatório mencionado na notícia pode ser descarregado no site da London School of Economics and Political Science (LSE) na notícia:

Parents less likely to monitor their children’s internet use if accessed via smartphones

 

Adriano Miranda

ROMANA BORJA-SANTOS

Em 2010 eram menos de 8% as crianças com estes dispositivos. Relatório Online on the mobile traça fotografia do sector e alerta para alguns riscos.

Jogos, redes sociais ou simples pesquisas. Os motivos para uma criança ou um jovem utilizar um smartphone para aceder à Internet são cada vez mais e estão a mudar o panorama do sector. Desde 2010 que o número de utilizadores da Internet em movimento não pára de crescer, o que também tem reflexos entre os mais novos. Um estudo que acaba de ser publicado indica que em sete países europeus com dados comparáveis, 28% das crianças entre os 9 e os 12 anos utilizam smartphones para aceder à Internet – um número que dispara para os 60% quando os dados dizem respeito aos jovens entre os 13 e os 16 anos.

Os dados fazem parte do novo relatório Online on the mobile: Internet use on smartphones and associated risks among youth in Europe, da rede EU Kids Online, que analisou os riscos que a utilização destes aparelhos acarreta. O trabalho ligou os resultados de um outro inquérito desta rede feito em 2010 com o estudo Net Children Go Mobile, divulgado já em 2014, conseguindo resultados comparáveis para a Bélgica, Dinamarca, Irlanda, Itália, Portugal, Roménia e Reino Unido.

Em 2010, 22% das crianças dos 9 aos 12 anos tinham telemóvel. Agora são cerca de 10%, já que se nota uma transferência para o acesso por dispositivos de nova geração, que na altura eram detidos por menos de 8% das crianças e agora chegam a 28%. No grupo dos 13 aos 16 anos, em 2010 cerca de 38% tinham telemóvel e agora são 19%, mas os outros dispositivos cresceram de 18% para quase 60%. Uma das principais novidades trazida por este inquérito está na constatação de que a utilização destas novas tecnologias está cada vez menos relacionada com os recursos financeiros das famílias das crianças e jovens que participaram no trabalho.

Alguns dos dados encontram-se desagregados por países e indicam que 34% das crianças e jovens portugueses inquiridos tinham um smartphone para uso próprio e 20% um tablet. O valor fica abaixo da média europeia para smartphones (46%), mas é exactamente igual no que diz respeito aos tablets. O valor mais elevado para o primeiro dispositivo é encontrado na Dinamarca (84%) e para o segundo no Reino Unido (29%).

Consoante os resultados, o trabalho agrupa os países em quatro categorias, encontrando-se Portugal entre os que a utilização de telemóveis está dentro da média – mas o valor fica abaixo quando os dados dizem respeito aos dispositivos móveis no geral. No mesmo grupo encontra-se a Eslovénia, Bulgária, Polónia, República Checa e Hungria. Já nos países nórdicos os outros dispositivos móveis são mais utilizados por crianças e jovens do que os tradicionais telemóveis. No Reino Unido, Alemanha e Irlanda os valores estão acima da média em ambos os equipamentos, por oposição aos dados de Espanha, Itália, Roménia e Turquia, que ficam abaixo de todos os outros países.

O relatório Net Children Go Mobile, divulgado neste ano e que analisou 500 crianças e jovens portugueses entre os 9 e os 16 anos, já tinha indicado que, em média, utilizam pela primeira vez a iInternet com 8,6 anos e têm o primeiro telemóvel aos 9,2. O avanço para um smatphone acontece pouco depois, aos 12,3 anos.

Porém, a par com o crescimento da utilização, têm-se também avolumado os riscos a que as crianças e jovens são expostos, por comparação com aqueles que utilizam telemóveis de gerações anteriores ou que utilizam apenas a Internet através de computadores pessoais. As conclusões do trabalho apontam para que muitos dos riscos advenham de ferramentas como georreferenciação, que possibilitam que as crianças facilmente contactem com pessoas que estão próximas da sua escola, casa ou locais de frequência habitual.

Além disso, o inquérito conclui que as crianças mais novas vêem menos riscosonline, mas acabam por ser mais afectadas. As crianças com 9 ou 10 anos que estão online através de smartphones têm mais probabilidade de serem expostas a riscos, alerta o trabalho. A coordenadora do projecto em Portugal, Cristina Ponte, numa nota sobre o estudo afirma que “os utilizadores desmartphones acedem mais à Internet e envolvem-se em mais actividades, e por isso encontram mais riscos”.

Por isso, a professora e investigadora da Universidade Nova de Lisboa sublinha que “os pais das crianças mais novas que usam smartphones devem estabelecer regras claras”, já que “quanto mais nova for a criança, mais os pais se devem envolver”. Uma das principais recomendações é dirigida aos criadores de software e empresas do sector, para que desenvolvam instrumentos fáceis de utilizar e através dos quais os pais consigam monitorizar a utilização que os filhos fazem dos smartphones e tablets.

 

 

Workshop: “Adequações Curriculares Individuais e Estratégias de Diferenciação Positiva para Alunos com NEE”

Outubro 28, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

work

8 de Novembro 2014 (sábado) |  Lisboa – Parque das Nações

A preocupação crescente com a adoção de práticas educativas inclusivas que proporcionem a todos os alunos um ensino de qualidade, obriga a uma reflexão constante, sobre o tipo de medidas e estratégias a implementar no interior da sala de aula, para dar resposta às necessidades individuais e coletivas dos seus alunos. Numa sala de aula inclusiva, impõem-se as práticas de diferenciação positiva, que assegurem aos alunos com Necessidades Educativas Especiais a igualdade de oportunidades, tanto no acesso ao currículo, como na obtenção de sucesso nas aprendizagens e nos resultados escolares.

Diversificar, diferenciar e flexibilizar são, assim, as palavras-chave para vencer os maiores desafios que se colocam aos profissionais, perante a heterogeneidade de situações. Contudo, nem sempre se encontram nas estratégias diversificadas, ou nas práticas mais flexíveis, as respostas às necessidades individuais de cada aluno. Para alguns, só o recurso a adequações de âmbito curricular é que lhes garante as condições necessárias para potenciar o seu funcionamento biopsicossocial e desenvolver as competências esperadas para o seu grau ou nível de ensino.

 

Data e Horário: 8 de novembro de 2014 (sábado), das 10 às 17 h

 

Local: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (Parque das Nações)

 

Objetivos

– Promover a reflexão sobre a necessidade de adequações curriculares individuais, como resposta à diversidade dos alunos no contexto da sala de aula inclusiva;

– Refletir sobre os diferentes tipos e níveis de adequações curriculares individuais;

– Desenvolver competências para a identificação da necessidade de adequações no currículo e/ou nos meios de acesso ao currículo;

– Desenvolver competências para a elaboração de adequações curriculares individuais;

– Refletir sobre práticas de diferenciação pedagógica e de organização e gestão de uma sala de aula inclusiva;

– Identificar fatores ambientais facilitadores da aprendizagem.

 

Conteúdos Programáticos

  1. Conceito de Adequações Curriculares na Educação Especial
  2. Âmbito e Níveis de Adequações Curriculares Individuais
  3. Características das Adequações Curriculares Individuais
  4. Práticas de diferenciação e de flexibilização na organização e gestão de ambientes inclusivos
  5. Tomada de decisão no seio das equipas multidisciplinares:
  6. a) Quais os alunos que requerem adequações curriculares individualizadas?
  7. b) Quais as adequações necessárias para as diferentes problemáticas?
  8. c) Quando se justifica a adequação curricular?
  9. d) Adequações nas Componentes do Currículo ou Adequações nos meios de Acesso ao Currículo?

 

Destinatários

– Educadores e Docentes de todos os níveis e ciclos de ensino

– Docentes de Educação Especial e Intervenção Precoce

– Técnicos Especializados das Equipas Multidisciplinares de Avaliação e Intervenção em Educação Especial.

 

Nº de participantes

35  (Admissão por ordem de chegada da inscrição.)

 

Formadora

  Dra. Maria da Conceição Vitorino Baião

– Professora de Educação Especial. Especialização no domínio Cognitivo e Motor

– Mestranda do Curso de Comunicação Alternativa e Tecnologias de Apoio da Universidade Lusófona

– Formadora certificada pelo Conselho Científico da Formação Contínua de Professores (Universidade do Minho) com experiência de formação em Escolas/Agrupamentos de Escolas e em oficinas de formação dos Centros de Formação Contínua de Professores.

 

Preço de Inscrição

    Até 1 Nov. 2014 – 75 €;   Após 1 Nov. 2014 – 100 €

Possibilidade de efetuar o pagamento através de 2 cheques pré-datados (30 Out. e 30 Nov. 2014).

Nota: O(s) cheque(s) deve(m) ser passado(s) à ordem de Oficina Didáctica e enviado juntamente com a ficha de inscrição.

Em Alternativa, pode efetuar o pagamento por transferência bancária – o nosso NIB é 0010 0000 3333 5050 0012 2. Neste caso, solicitamos que nos envie o comprovativo da transferência, para que tenhamos conhecimento da proveniência do dinheiro (pode ser por email).

Caso a inscrição não seja aceite, os valores pagos serão devolvidos.

 

Organização e Secretariado

Oficina Didáctica     Rua D. João V, nº 6-B (ao Rato)     1250-090 Lisboa     Tel.: 213  872 458 – Email: info@oficinadidactica.pt

Visite   www.oficinadidactica.pt

 

Ação de Sensibilização “Prevenção e Combate à Violência de Género”

Outubro 28, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

sines

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição, pelo que agradecemos o envio de email de inscrição com os dados identificativos (Nome Completo, Escolaridade, Profissão, Instituição de Origem (se aplicável) e email de contacto), até ao dia 05 de novembro de 2014, para o email:

 


Entries e comentários feeds.