Conferência “Violência Doméstica, Maus tratos e Abuso Sexual” – com J. Pinto da Costa e Maria Clara Sottomayor, 25 janeiro no Porto e Live Streaming

Janeiro 19, 2019 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações  no link:

https://www.institutocriap.com/formacao/conferencia-violencia-domestica/

Círculo de Reflexão “Pensar a Saúde Mental” – 30 de janeiro em Soure

Janeiro 19, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.cnpdpcj.gov.pt/circulo-de-reflexao-pensar-a-saude-mental.aspx

 

Mediação Escolar – Uma (outra) forma de psicologia – com Melanie Tavares do IAC

Janeiro 18, 2019 às 12:30 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista da UAL Média à Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, no dia 14 de janeiro de 2019.

Ouvir a entrevista no link:

https://ualmedia.pt/podcast/psicologia-para-todos-mediacao-escolar-uma-outra-forma-de-psicologia/?fbclid=IwAR0kFDbNHQcv1PpctIF79FxKNEbWf6S1TXXL3pVffF5ezKBO023ky9L2Lz4

 

Mesa-Redonda “A Representação da Deficiência no Livro Infantil” – 23 de janeiro em Lisboa

Janeiro 18, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/582234905555384/

 

Os peixes nas redes – Miguel Esteves Cardoso

Janeiro 18, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Miguel Esteves Cardoso publicado no Público de 4 de janeiro de 2019.

O que não há nos livros é o eu. Não estou lá de maneira nenhuma. Só há outras pessoas. O mal das redes sociais é o eu-eu-eu e o meu-meu-meu e o vício de usar os likes como um espelho de tique-tiques.

Estou numa esplanada onde não há rede. Vejo um rapaz com onze ou doze anos de braço esticado a olhar para o telemóvel. Diz sempre “no service“. Faz isto durante uma hora inteira. Não fala com os pais. Não abre um livro. Não olha para a paisagem. Não brinca. Tem sempre a mesma expressão chateada e desiludida. Sente-se que não é a primeira vez que isto acontece.

Eu estou a ler no meu Kindle. Mas parece que estou na Internet. O rapaz deve pensar que eu consegui rede. Na volta, é por causa disso que o desgraçado não desiste.

Passa uma pessoa atrás de mim e percebe que estou a ler. Comentário dela: “Grande seca!” Não compreendi. Respondi: “Não! Estou a ler o…” mas já não deu para acabar. Há décadas que ninguém me pergunta o que estou a ler. Estou habituado.

Depois percebi. A grande maioria das pessoas já não associa a leitura ao prazer. Só pode ser isso. Lêem para estudar, para aprender, porque pensam que lhes faz bem ou dá jeito. Mas não lêem pelo prazer de ler, de ser transportado para outros mundos, onde não sabemos o que vai acontecer – ou sabemos mas gostamos de lá voltar, à procura duma coisa diferente em que não tenhamos reparado.

O que não há nos livros — e é por isso que é um tão grande alívio — é o eu. Não estou lá de maneira nenhuma. Só há outras pessoas. O mal das redes sociais é o eu-eu-eu e o meu-meu-meu e o vício de usar os likes como um espelho de tique-tiques.

O prazer de ler — ficar absorto, desaparecer, ficar pendurado — é uma solidão acompanhada, uma viagem sem fim e sem esforço.

 

 

Os fantoches também amam – visita e oficina para Famílias / Bébes no Museu da Marioneta – 9 de fevereiro

Janeiro 17, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.museudamarioneta.pt/pt/evento/os-fantoches-tambem-amam/

Prémio Carreira ACTIVA Mulheres Inspiradoras 2018, atribuído à Drª Manuela Ramalho Eanes

Janeiro 17, 2019 às 2:40 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Ricardo Santos

Fotografia de Ricardo Santos

Texto do Instagram da Revista Activa

Manuela Ramalho Eanes recebeu o Prémio Carreira no Prémio ACTIVA Mulheres Inspiradoras 2018. Primeira-dama de Portugal entre 1976 a 1986, esta mulher notável foi pioneira a desempenhar um papel ativo na função de mulher de presidente, acompanhando o marido e desenvolvendo paralelamente os seus projetos de ação social. Fez sua a missão de proteger as crianças em perigo: em 1983 fundou o Instituto de Apoio à Criança (IAC), do qual é atualmente presidente honorária. Em 1997 foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e recebeu o Prémio Cidadão Europeu 2015 pelo seu trabalho à frente do IAC, cuja ação foi também reconhecida com o Prémio Direitos Humanos 2014. É descrita como uma mulher doce, extremamente dedicada e empenhada. «Na vida nunca desisto de nada», é a máxima de D. Hélder da Câmara que Manuela Eanes adotou para si.

Alerta Unicef: Violência e inundações aumentam risco de vida de crianças na Síria

Janeiro 17, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 4 de janeiro de 2019.

Perto de 10 mil crianças estão a fugir das inundações; agência da ONU apela às partes do conflito que protejam as crianças; falta de abrigos seguros aumenta o risco de vida.

As crianças continuam a sofrer com a escalada da violência no noroeste da Síria. O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, recebeu relatos alarmantes de que 80 pessoas morreram, incluindo uma criança.

Segundo o Fundo, muitas famílias estão a fugir das suas casas à medida que o conflito se intensifica. Sem lugar para ir, muitos refugiam-se em campos superlotados que abrigam famílias deslocadas.

Grandes inundações afetaram 10 mil crianças em Atmeh, Qah, Deir Ballut, Albab, Jisr Ashughur, entre outras áreas. Expostas ao clima rigoroso de inverno e a temperaturas muito baixas, o Unicef alerta para o risco de vida destas crianças.

Apelo

A agência da ONU avisa ainda que o número de meninas e meninos afetados poderá aumentar com o agravamento do estado do tempo e a escalada dos confrontos.

O diretor regional do Unicef no Oriente Médio e Norte da África, Geert Cappelaere, afirmou que o sofrimento das crianças no noroeste da Síria aumentou “devido à recente escalada de violência, às condições climatericas adversas e à falta de refúgios seguros.”

O Fundo da ONU apela a todas as partes em confronto que protejam as crianças “em todos os momentos” e permitam que “os trabalhadores humanitários cheguem às crianças e às famílias mais carentes.”

Assistência humanitária

O Unicef, juntamente com os seus parceiros no terreno, continua a responder às crescentes necessidades das crianças e respetivas famílias.

Esta quinta-feira, foram enviados 13 camiões com roupas de inverno, combustível para aquecimento, mantimentos e tendas para salas de aula temporárias. Os parceiros do Unicef no terreno também estão a avaliar as necessidades de saúde, de nutrição e de saneamento para prevenir surtos de doenças.

 

Filhos herdam o sofrimento dos pais

Janeiro 17, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Sapo Lifestyle de 4 de janeiro de 2019.

Uma investigação fascinante e surpreendente recuou ao século XIX para perceber o efeito dos traumas e do sofrimento nos descendentes de quem os viveu.

Quem disse que a herança genética se restringe à cor de olhos ou a doenças cardíacas e afins? Uma complexa investigação com descendentes de prisioneiros da Guerra de Secessão, que devastou e dividiu ao meio os EUA no século XIX, vem mostrar que, de alguma forma, a dor fica registada na genética da família.

Durante anos, estudos feitos com animais mostraram que certos fatores ambientais provocam mudanças na informação genética transmitida de uma geração para outra. É como se deixassem marcas que anulam ou insuflam genes, mas sem alterar o ADN. Deste modo, ficou provado que o açúcar ingerido pelos pais pode contribuir para a obesidade dos descendentes ou que a dieta pobre dos avós é capaz de influenciar a saúde dos futuros netos. “Apesar do forte impacto que poderia ter sobre a ciência e a saúde, pouco se sabe sobre esses mecanismos epigenéticos em humanos, e investigar mais implica fazer experiências que a ética condena”, avança um artigo do El País.

É por isso que o referido estudo – que envolveu a análise de perto de 200 mil soldados das forças do Norte nas prisões do Sul durante a guerra civil americana – é tão especial. Os seus autores, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), investigaram a fundo o que aconteceu a esses prisioneiros de guerra depois de deixarem o cativeiro. Graças aos arquivos militares, perceberam se eram ou não casados, onde moravam ou quantos filhos tinham. Também conseguiram saber quando é que os ex-prisioneiros morreram, bem como as suas mulheres e descendentes. E, após essa análise profunda, concluíram que os que haviam passado por lugares terríveis da Guerra da Secessão, como o campo de prisioneiros de Andersonville, na Georgia, tinham vivido menos tempo do que outros veteranos de guerra. “Naquele campo, a fome transformou os homens em cadáveres ambulantes, bem como a proliferação de doenças como o escorbuto, a diarreia e o stress psicológico”, relata a principal autora do estudo, Dora Costa.

Foi possível estudar o DNA de 6500 veteranos de guerra e dos seus 20 mil filhos. Por outro lado, os investigadores analisaram vários fatores, como a situação sócio-económica, a origem, a data de alistamento, o estado de saúde antes da guerra, e compararam a longevidade dos filhos de veteranos que eram prisioneiros com a dos que não eram, percebendo que, nas mesmas circunstâncias e com a mesma idade, os primeiros tinham duas vezes mais hipóteses de morrer. Mas há outros dados que reforçam a tese da base epigenética: dentro da mesma família, as crianças que um prisioneiro de guerra tinha depois de sobreviver ao cativeiro eram até 2,2 vezes mais propensas a morrer cedo do que os seus irmãos mais velhos.

Até agora, as poucas experiências sociais que permitiram estudar a transmissão intergeracional do trauma em humanos tinham sido protagonizadas por crianças. Nos últimos meses da Segunda Guerra Mundial, o norte da Holanda, ainda dominada pelos nazis, foi alvo de uma epidemia de fome. A ausência de alimentos afetou a fertilidade das mulheres, mas o pior veio a seguir: os filhos de mulheres grávidas durante esses meses infernais nasceram com uma média de 300 gramas a menos. Como adultos, a exposição pré-natal à fome reduziu o tamanho do corpo e aumentou a incidência de diabetes e esquizofrenia.

Tais efeitos podem manifestar-se até à terceira geração. Em 2017, um trabalho com uma amostra de 800 mil crianças suecas provou que o trauma de perder um pai ou uma mãe deixa uma marca que os filhos dos órfãos herdam. Os investigadores perceberam que as crianças que ficavam órfãs nos anos anteriores à adolescência tendiam a ter filhos prematuros e com menos peso do que aquelas que não tinham perdido os pais. “É pouco antes da puberdade, nesse período de crescimento lento, que os testículos começam a formar-se e a espermiogénese é programada; trata-se de um momento psicologicamente formativo e, com este estudo, compreendemos que enfrentar um trauma psicológico, como a morte de um pai, pode afetar o nascimento e a saúde dos futuros descendentes”, explicou a coautora deste estudo, Kristiina Rajaleid.

O estudo dos prisioneiros de guerra norte-americanos deixa, todavia, por explicar, um detalhe curioso: o trauma desses anos terríveis só foi herdado pelos filhos – mas não pelas filhas – dos combatentes. Nem os autores do estudo, nem os especialistas consultados, conseguem explicar essa discriminação por sexo.

 

 

Crianças diabéticas forçadas a picadas por falta de dispositivo

Janeiro 16, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 14 de janeiro de 2019.

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