Formação Transitiva para a Infância – Edição de Outono de 2018 – 29 setembro e 6 outubro em Rio Maior

Setembro 8, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Uma iniciativa do Projeto GermInArte – TransFormação Artística para o Desenvolvimento Social e Humano a partir da Infância.
A Formação Transitiva é formada por três módulos de 3 horas cada, perfazendo um total de 9 horas.
Os formandos devem estar presentes nos três módulos de formação. Não é possível fazer inscrições apenas para um ou dois módulos.

LOCAL da FORMAÇÃO:
Biblioteca Municipal de Rio Maior.
Rua Dr. Fernando Sequeira Aguiar
2040-130 Rio Maior

DATAS da FORMAÇÃO:
29 Setembro: 10h00-13h00 (BebéPlimPlim)
29 Setembro: 14h30-17h30 (Colos de Música)
6 Outubro: 10h00-13h00 (SuperSonics)

DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO:
Uma semana antes do início da formação

Mais informações no link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeGIZ5m-ANlP6-6OZ90y24W9Bt5IE8XCEqfFWMbTIgtGPB5JQ/viewform

Inovação na escola e pela escola – Conferência Internacional de Educação, 23 outubro na FCG

Outubro 15, 2017 às 5:43 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://gulbenkian.pt/evento/inovacao-na-escola-e-pela-escola/

Artemanhas de Criação Musical – Artes nas Férias do Verão no CCB

Junho 18, 2017 às 6:30 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Artes nas Férias do Verão ©Manuel Ruas Moreira

Fábrica das Artes | para todas as infâncias

«A música é o tipo de arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo.» Oscar Wilde

Ao longo da semana, vamos viajar pelos cinco continentes, explorando o universo musical das canções e dos instrumentos do mundo inteiro, para nos inspiramos para o processo de exploração, improvisação e criação musical. Sons, ritmos, melodias e harmonias ganham corpo a partir da formação de uma orquestra composta por instrumentos tradicionais e improváveis também.

Vamos entrar num pequeno estúdio para gravar um CD com as nossas criações musicais, tocadas em conjunto por mestres e aprendizes, e finalmente, no último dia, oferecer um concerto no Jardim das Oliveiras.

PS: Caso toques um instrumento musical não te esqueças de o trazer contigo.

Com Afonso Sousa, Cândida Rosa, Inês Pereira, Nuno Cintrão, Nuno Melo

3 a 7, 10 a 14 julho, 2017 | 10:00 às 17:00 (acolhimento a partir das 9:30)

Espaço Fábrica das Artes

6 aos 10 anos

mais informações:

https://www.ccb.pt/Default/pt/FabricaDasArtes/Programacao/Oficinas?a=776

Arte Acessível – 22 de abril na Fundação Calouste Gulbenkian – Venham descobrir a arte em família de forma inclusiva!

Abril 7, 2017 às 11:30 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Segunda edição do dia de Arte Acessivel!
Ativiades inclusivas para todos os tipos de famílias!
Venham passar o dia connosco.
Ficamos à vossa espera
https://gulbenkian.pt/descobrir/arte-acessivel/
(Inscrições para mcrodrigues@gulbenkian.pt e mmendes@gulbenkian.pt)

Cinema de bolso – Oficina de Cinema para famílias na Fundação Calouste Gulbenkian – 25 de fevereiro

Fevereiro 13, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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gulbenkian

Sáb, 25 fevereiro 2017 11:00 h
 O cinema é como a vida, revela o que de mais íntimo guardamos dentro de nós; faz-nos rir, chorar, sentir medo ou inquietação, sonhar e acreditar. Com ele, podemos aprender a olhar para fora, olhar o outro, mas também a olhar para dentro de nós mesmos.

Como seria eu se fosse um filme?

Com esta oficina lançamos o desafio de “olhar para dentro”, tendo como ponto de partida uma obra da exposição Almada Negreiros. uma maneira de ser moderno e o desafio de pensar como me posso “eu” relacionar com ela. A partir deste novo “eu” irei procurar um movimento com o meu corpo, algo simples que me possa levar para além de mim, para um “eu-futuro”, e procurar perceber como posso “eu” e este “eu-futuro” caber num pequeno filme de bolso. Quem sou eu e de que sou feito?

Uma visita focada na interpretação da obra de arte através de leituras cinematográficas em que se parte do olhar sobre o eu e o outro e se cria uma experiência dentro da área do vídeo e da fotografia, desenvolvendo em cada um a descoberta de uma relação pessoal e única com o universo da criação artística.

Conceção e orientação

Margarida Rodrigues, Sofia Martinho

Requer marcação prévia para descobrir@gulbenkian.pt.

Tendo em conta que esta atividade é para famílias, o bilhete de 7,5€ destina-se a uma família.

mais informações no link:

https://gulbenkian.pt/descobrir/atividade/cinema-de-bolso/

 

Arte pelos Direitos da Criança – exposição, ciclo de cinema, música – Espaço Bento Martins em Carnide até 3 de junho

Maio 21, 2016 às 4:06 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/ForumDireitosCriancas/?fref=ts

https://www.facebook.com/boutiquedacultura/

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Epicentro Oficinas para pais e bebés na Culturgest

Fevereiro 25, 2016 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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© Rita Sales

© Rita Sales

Criação e conceção Nuno Figueira, Susana Alves e Rita Sales

Produção Serviço Educativo da Culturgest

Desejámos apresentar o mundo das artes aos mais novos. Para tal, decidimos criar uma série de instalações ou ambientes de luz, som, imagem e nos quais temos também a presença e a interação dos artistas. Para que os novos no mundo possam ser os novos na arte, sentimos vontade de lhes apresentar as nossas artes (ainda enquanto são novas) e como as vemos e queremos partilhar.

Neste conjunto de propostas mensais, não pretendemos esgotar o mundo das artes, nem superar o mundo da educação, mas antes ensaiar uma alternativa de mundo, uma que só as artes possam propor e que, em igualdade de disponibilidade, só a primeira infância possa abraçar.

Famílias:

Sáb 27 e dom 28 de fevereiro;

Sáb 12 e dom 13 de março · 10h30 e 16h

Creches:

Sex 15 de janeiro;

Sex 26 de fevereiro;

Sex 11 de março

Continua no próximo trimestre.

mais informações no link:

http://www.culturgest.pt/arquivo/2016/se/01/epicentro.html

Arte & Comunidade: A Síndrome de Asperger (PEA) no Contexto das Artes – 2 fevereiro na ESEL Lisboa

Janeiro 27, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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asperger

https://www.facebook.com/events/1164941223518151/

 

Seminário Great Art for Little Children (2 sessões) na Escola Superior de Educação de Lisboa

Novembro 20, 2015 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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semina

Inscrições até 23 de novembro

Inscrições limitadas a 25 pessoas por sessão  contacto  tpereira@eselx.ipl.pt

mais informações:

http://www.eselx.ipl.pt/agenda/seminario-great-art-little-children-2-sessoes

O que fazer aos trabalhos artísticos dos filhos?

Setembro 10, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://maegazine.com de 6 de agosto de 2015.

maezine

No final do ano lectivo (Junho/Julho aqui em Portugal) lá chegam as grandes pastas cheias de desenhos. Rabiscos mais ou menos interessantes, que testemunham a aquisição de motricidade fina dos nossos rebentos.

As pastas são feitas de grandes folhas coladas com fita cola, têm uma fotocópia a cores com um sorriso mais ou menos aberto do nosso filho para a identificar e dezenas de desenhos entre o A4 e o A3 (e maiores ainda) lá dentro. Isto quando não trazem também coisinhas feitas com feijões, barro e um sem número de materiais.

É desta forma que a criançada aprende as texturas, as cores, o pegar no lápis, etc por aí fora. Tudo bem documentado – e nós temos a confirmação da boa aposta que fizemos naquela pré-escola.

Quando temos um filho (e muito espaço livre em casa), até dou de barato que podemos guardar tudo. Mas quando o número de filhos aumenta, ou o espaço diminui, o que fazer com tanta obra artística?

Estou neste momento a braços com este dilema – o que deito fora e o que  guardo ?

Como este não é propriamente um problema exclusivo meu, outros já passaram pelo mesmo e escreveram sobre o assunto. Vou por isso traduzir e adaptar o artigo que a Tsh Oxenreider do The Art of Simple escreveu em 2009. Eis as sugestões que ela dá:

Oferece uma parte aos avós

Os avós adoram as coisas feitas à mão pelos netos. Que tal criar um livro com obras de arte dos miúdos para poderem mostrar aos seus amigos ou colegas de trabalho? Sabemos que os avós deliram falar dos seus netos e assim têm uma forma tangível de o fazer.

Usa-o como papel de embrulho ou como cartões

Se a cada 6 semanas estás numa festa de aniversário (as crianças têm uma vida social intensíssima!), poupas dinheiro e desfazes-te dos desenhos se os usares como papel de embrulho, que é também parte do presente! Tens ainda o bónus de encher o teu filho de orgulho por ter sido ele a desenhar 🙂

Emoldura as melhores obras e vai alternando as obras expostas

Designa alguns espaços especificamente para as obras deles, com molduras próprias para o efeito espalhadas pela casa. Pede às crianças para escolherem os seus favoritos e exporem-nos no seu quarto ou espaço de brincadeira. Escolhe tu também algumas das melhores obras e de tempos a tempos vai mudando os desenhos expostos.

Mantém a desarrumação controlada com um quadro específico para o efeito

Se ainda assim tens montes de desenhos de que gostam, experimenta arranjar um quadro (de cortiça, por ex.) que serve unicamente para aí afixarem as obras de arte, tantas quantas quiserem. É da maneira que consegues evitar que se espalhem pela casa toda – ficam todas concentradas nesse quadro.

Guarda as obras numa caixa própria para esse efeito

Muitas vezes o problema não é afixar ou expor as obras, mas sim guardá-las. Queres guardar os seus desenhos para quando os miúdos crescerem (e também para fazeres uma nostálgica viagem ao passado daqui por uns anos). Isso é compreensível e razoável – em teoria. O problema surge quando queres guardar cada coisinha que eles fizeram.

Isso é pura e simplesmente impossível. Ou tens espaço infindo ou vais perder a cabeça a tentar organizar e catalogar as coisas de forma a que seja agradável vê-las. Quando guardas tudo estás a diminuir o valor das obras de arte de que realmente gostas (leste o manifesto frugalista? fala exactamente disto!). A colecção fica assim desvalorizada.

Qual a solução? Arranja uma grande caixa feita em material não ácido onde guardas os desenhos de cada criança. Escreve cá fora o que cada uma contém e não te esqueças de assentar o nome, data e idade de cada criança no verso dos desenhos (achas que vais lembrar-te, mas esquece lá). No final de cada ano faz uma triagem, guarda os que preferes para a posteridade e deita fora o restante. Sem culpas.

Tira fotografias digitais

Se depois destas sugestões todas, ainda te enches de culpa ao desfazer-te das suas obras de arte, aproveita o facto de estarmos na era digital e tira fotografias antes de lhes dizeres adeus. Está bem, ainda é tralha, mas pelo menos não ocupa o espaço físico. Guarda num DVD ou pen ou nuvem, para poderes vê-las mais tarde num suporte digital.

Deita fora e ensina às crianças a importância do desapego

Vamos pôr as coisas como elas são: boa parte dos projectos artísticos das crianças valem pelo processo e não pelo resultado. Não faz mal desfazermo-nos de boa parte dos seus trabalhos. Aliás, da maior parte dos seus trabalhos. Quando guardas apenas aqueles que gostas mesmo, estás a aumentar o seu valor. Quando envolves os teus filhos e os implicas na decisão de guardar ou deixar ir estás a ensinar-lhes a dar um lugar de destaque e de honra ao que gostam e de que não é propriamente grande coisa acumular imenso. Se os queres ensinar a não terem uma vida de acumulação de tralha, começa já por ensiná-los a viver com determinados limites.

Também te vês a braços com estes dilemas? Qual a solução que encontraste?

 

 

 

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