Participação da Dra. Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança no Fórum TSF “Precisamos de leis mais duras para combater a violência doméstica?”

Abril 15, 2019 às 4:12 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Participação da Dra. Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança no Fórum TSF, de 15 de abril de 2019, sobre as alterações legislativas à violência domestica.”.

Ouvir as declarações da Drª Dulce Rocha entre os minutos 1h,12,00 m e 1h, 21,20 m no link:

https://www.tsf.pt/programa/forum-tsf/emissao/forum-tsf-precisamos-de-leis-mais-duras-para-combater-a-violencia-domestica-10797325.html?autoplay=true

Fórum TSF: As escolas estão mais seguras? com a participação de Cláudia Manata do Outeiro do IAC

Janeiro 30, 2018 às 2:58 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Dra. Cláudia Manata do Outeiro do IAC-CEDI (Centro de Documentação e Informação sobre a Criança), participou no “Fórum TSF: As escolas estão mais seguras?” de hoje, no qual falou sobre o trabalho que o IAC desenvolve nas escolas no âmbito da prevenção da violência.

ouvir a emissão no link em baixo. Cláudia Manata do Outeiro participa a partir do minuto 01. 22.05.

https://www.tsf.pt/programa/forum-tsf/emissao/forum-tsf-as-escolas-estao-mais-seguras-9083877.html?autoplay=true

Conversas Pais & Filhos | Segurança e Saúde – 23 novembro no Oceanário de Lisboa

Novembro 19, 2017 às 5:27 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://eventos.globalmediagroup.pt/eventos/conversas-pais-filhos-saude-seguranca/

 

Portugal não avalia trabalho infantil há 15 anos

Junho 12, 2015 às 4:04 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 12 de junho de 2015.

ouvir a entrevista a Fátima Pinto no link:

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=4620122

Reuters

12 de junho, Dia Mundial da Luta contra o Trabalho Infantil. Em Portugal, o fenómeno da exploração de menores não é “controlado” há mais de uma década.

Há 15 anos que o fenómeno do trabalho infantil não é estudado em Portugal. No entanto, a CNASTI, Confederação Nacional de Ação sobre o Trabalho Infantil, não tem dúvidas que existem ainda muitas crianças exploradas.

A CNASTI considera, por isso, urgente fazer um novo estudo, nacional, sobre o problema em Portugal.

A entidade que reúne sindicatos, instituições sociais e católicas sublinha que há mais de uma década que o governo/Estado não avalia o fenómeno.

A presidente, Fátima Pinto, admite que o país teve uma evolução notável nas últimas décadas do século XX, mas o trabalho infantil não desapareceu por completo. Para Fátima Pinto, este flagelo não desapareceu. Há ainda muitas crianças, diz, a trabalhar em Portugal.

Fátima Pinto receia que o aumento da pobreza infantil esteja a potenciar o problema da exploração.

No Dia Internacional Contra o Trabalho Infantil, a OIT, organização Internacional do Trabalho, revela que mais de vinte em cada cem crianças que vivem nos países pobres, entram no mercado de trabalho por volta dos 15 anos de idade.

TSF

 

 

Proteção de crianças: Estado não pode demitir-se das suas funções – Entrevista de Dulce Rocha à TSF

Abril 16, 2015 às 12:04 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, à TSF no dia 16 de abril de 2015.

Ouvir a entrevista no link:

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=4513827&page=-1

As instituições particulares de solidariedade social dizem estar disponíveis para dar apoio permanente às comissões de proteção de crianças em risco e o Governo, aparentemente, tem a intenção de contratualizar esse apoio.

Dulce Rocha, presidente executiva do Instituto de Apoio à Criança, considera positiva a colaboração entre instituições mas adverte que o Estado não pode demitir-se das suas funções.

Ouvida pela TSF, Dulce Rocha diz que a falta de meios não explica os casos mais recentes mas, «se queremos investir na proteção das crianças», é preciso pensar que um dos meios é «investir no reforço técnico das comissões».

O Instituto de Apoio à Criança defende a criação de um plano nacional para a prevenção de maus tratos nas crianças, um plano que garante mais prevenção e formação para que os casos de violência infantil sejam detetados mais cedo.

O Parlamento discute hoje a “Situação das Comissões de Crianças e Jovens”, num debate de urgência pedido pelo Partido Socialista (PS), na sequência da audição do presidente da Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR), na semana passada, igualmente pedida pelo PS para aferir as condições de funcionamento das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ).

 

Quanto mais tempo o bebé for amamentado, mais sucesso terá na vida

Março 19, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do http://lifestyle.publico.pt  de 18 de março de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Association between breastfeeding and intelligence, educational attainment, and income at 30 years of age: a prospective birth cohort study from Brazil

Enric Vives-Rubio

Estudo brasileiro de longa duração encontrou uma ligação entre o tempo de amamentação e a inteligência das crianças.

A investigação realizada no Brasil envolveu 6000 bebés desde 1982 até à idade adulta, de várias classes sociais e ambientes, e descobriu que aqueles que foram amamentados durante mais tempo provaram ser mais inteligentes, passaram mais tempo na escola e ganharam mais do que os que tiveram um período menor de amamentação.

Da amostra inicial, 3500 indivíduos aceitaram ser entrevistados e submetidos a um teste de QI 30 anos depois da primeira análise. Embora vários estudos demonstrem os benefícios da amamentação na saúde da mãe e do bebé – e a Organização Mundial de Saúde recomendar a amamentação exclusiva durante, pelo menos seis meses – o médico Bernardo Lessa Horta, da Universidade Federal de Pelotas, no Brasil, quis perceber se o aumento ligeiro da capacidade cognitiva causado pela amamentação era suficiente para alterar as perspectivas do bebé quando chegava a adulto.

“O nosso estudo fornece a primeira evidência de que o prolongamento da amamentação não só aumenta a inteligência pelo menos até à idade de 30 anos, como também tem um impacto a nível individual e social, melhorando o nível de escolaridade e as capacidades“, explicou Lessa Horta ao jornal britânico Guardian.

Para o médico brasileiro, a investigação oferece uma visão única porque a amamentação está distribuída de igual forma entre a população estudada – tanto as mães mais ricas e de classes mais altas como as menos abastadas e de classes baixas amamentavam em igual número no Brasil, em 1982. A única diferença era que algumas amamentavam apenas durante um mês e outras amamentavam durante um ano inteiro.

Aqueles que beberam leite materno durante 12 meses, tiveram mais quatro pontos do que aqueles que foram amamentados durante menos tempo, tinham pelo menos mais um ano de escolaridade no currículo e ganhavam um ordenado mais elevado.

“Algumas pessoas dizem que não é a amamentação que influencia o desenvolvimento do bebé mas sim a motivação e habilidade de cada mãe em estimular a criança”, disse o médico, citando ainda outros estudos que dizem que bebés com um genótipo em particular têm maior tendência para tirar vantagem da amamentação. Lessa Horta revelou, no entanto, que os resultados do estudo estão em conformidade com as informações conseguidas em análises nutricionais, que mostram que o leite materno é rico em ácidos gordos saturados, responsáveis pelo desenvolvimento cerebral.

Publicado na revista científica The Lancet Global Health, o estudo realça que pode haver outros factores além da amamentação que tenham um impacto directo na inteligência, embora os investigadores responsáveis tenham medido de igual forma a influência da educação da mãe, o rendimento familiar e o peso à nascença.

“É importante notar que a amamentação é um dos muitos factores que podem contribuir para o sucesso de uma criança. Mas o que este estudo mostra é que é necessário uma promoção continuada e melhorada da amamentação”, acrescentou.

 

 

 

 

 

 

Participação de Manuel Coutinho no FÓRUM TSF: Lista de pedófilos

Março 13, 2015 às 3:28 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Participação do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no FÓRUM TSF: Lista de pedófilos do dia 13 de março de 2015.

Ouvir a participação de Manuel Coutinho:

FÓRUM TSF: Lista de pedófilos (2ª parte) minuto 35 – 41,30.

tsf

Concorda com a criação de um registo nacional de condenados por abuso sexual de menores e pornografia infantil? Esta medida pode ajudar a proteger as crianças? Devem ser as polícias a decidir quem tem acesso a esses dados? Como avalia os alertas de que esta lista é inconstitucional e perigosa, podendo ser um rastilho para casos de justiça popular?

 

Base de dados de pedófilos divide opiniões

Março 13, 2015 às 2:05 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 12 de março de 2015.

A notícia contém declarações da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

A Comissão Nacional de Proteção de Dados nunca foi consultada a propósito do regime de consulta das bases de dados de pedófilos condenados. A maioria das opiniões ouvidas pela TSF diz que a proposta do Governo pode não ser constitucional. Já o Instituto de Apoio à Criança apoia a medida.

Contactada pela TSF, a Comissão Nacional de Proteção de Dados diz que desconhece a proposta aprovada hoje em Conselho de Ministros e que pretende criar um registo de identificação criminal de condenados por crimes contra a autodeterminação sexual e a liberdade sexual de menores. Trata-se de uma espécie de base de dados sobre pedófilos, acessível aos familiares de vítimas de abuso sexual.

Isabel Cruz, secretária geral da comissão, diz à TSF que, até ao momento, não foram chamados a emitir um parecer sobre o assunto. «A comissão não conhece o diploma nem lhe foi pedida a sua intervenção nem parecer, que tem de dar sempre que estejam em causa matérias de dados pessoais», afirmou.

Também ouvido pela TSF, o constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia mantém o que já tinha dito, nos últimos meses, e reitera que a proposta é inconstitucional. «Padece de um problema sério de inconstitucionalidade, uma vez que os pedófilos que tenham cumprido pena já pagaram à sociedade pela infração que cometeram, pela ofensa que fizeram às crianças molestadas e, portanto, não podem ser vítimas para toda a vida de uma perseguição, de um registo que ponha em causa a sua reabilitação», defende.

O presidente da Associação Sindical dos Juízes lembra que a proposta do Governo terá de passar ainda pelo Tribunal Constitucional (TC). José Mouraz Lopes, que também tem sido uma das vozes críticas desta medida, sublinha que a lei portuguesa não permite o acesso ilimitado a dados pessoais.

«Julgo importante que um diploma com estas fragilidades e sobretudo com esta ausência de consenso deve, claramente, passar pelo crivo do TC, porque as matérias são demasiado fraturantes para que não possam ou colidir ou beliscar com normas constitucionais», considera Mouraz Lopes.

O presidente da Associação Sindical dos Juízes lembra ainda que a experiência estrangeira tem tido maus resultados neste caso, e dá os exemplos do Reino Unido, França e Estados Unidos.

Do lado da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), Jorge Ascensão considera que à partida a base de dados «pode ter um efeito positivo para prevenir que essas pessoas prevariquem e cometam estes crimes. Não sei qual é, de facto, o fim que vai ser dado a essa base de dados, que terá depois de garantir também alguma segurança para se manter uma estabilidade social necessária».

Já a presidente executiva do Instituto Apoio à Criança concorda com a ideia. Dulce Rocha sublinha que «o facto de não ser um acesso totalmente livre tranquiliza do ponto de vista das reservas que se colocavam, que eram da vingança, da perseguição, etc. Dulce Rocha defende que um pai que desconfie de alguma situação que envolva os filhos «deve ter esse acesso para poder melhor defender a sua criança», desde que a sua suspeita seja «justificada».

A presidente executiva do Instituto Apoio à Criança sublinha ainda outra vantagem, ou seja, a prevenção de um crime que tem muitos agressores, mas muitas mais vítimas.

 

A alimentação a partir dos seis meses

Agosto 16, 2014 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Programa TSF Pais e Filhos de 14 de agosto de 2014.

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ouvir o programa aqui

É a partir dos seis meses que o bebé começa a variar a alimentação, para além do leite materno. Com o crescimento, a nutricionista Helena Canário diz aos pais que não devem exagerar no consumo de carne…

 

 

Participação de Melanie Tavares do IAC no Fórum TSF – Exames em dia de greve geral?

Junho 19, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, participou hoje no Fórum TSF – Exames em dia de greve geral? Pode ouvir a sua intervenção a partir do minuto 18.43 até o minuto 24.25  Aqui

Fórum TSF de 19 de Junho de 2013.

Exames em dia de greve geral?

As associações de pais e de diretores escolares defendem o adiamento dos exames de Matemática do 6º e do 9º anos, que envolvem cerca de duzentos mil alunos. No Fórum TSF queremos ouvir a sua opinião: o Governo deve alterar o dia destes exames e anunciar a nova data rapidamente, ou deve manter tudo na mesma apesar da greve geral convocada pela CGTP e pela UGT?

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