Como ressuscitar o Tio Patinhas, ou de como Duck Tales está de volta

Novembro 29, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Huguinho ganha forma nas mãos de um dos artistas da série Disney

Notícia do https://www.publico.pt/ de 11 de novembro de 2017.

A série de aventuras da Disney do final dos anos 1980 regressa este sábado com novas histórias, vozes de Community ou Parks and Recreation e com velhos estilos de animação — sem 3D. Para os novos pais mostrarem aos filhos os seus velhos heróis. O PÚBLICO visitou as “filmagens”.

Joana Amaral Cardoso em Los Angeles

Duas coisas sobre os bastidores de uma série de animação da Disney: o escritório, embora cheio de adultos que são pagos para pensar como crianças, é esmagadoramente silencioso; mas, em compensação, há doces por todo o lado. No estúdio onde se trabalha no novo Duck Tales, a histórica série que transportou uma família de patos sem calças dos livros de quadradinhos para televisores de todo o mundo há 30 anos, é tudo sobre passar o testemunho. Da infância de quem agora desenha, produz ou escreve para a infância de 2017, tão estimulada que já não se encanta só com um mergulho do Tio Patinhas numa pilha de dinheiro.

Em Glendale, uma das cidades da gigantesca malha urbana de Los Angeles, fica um dos muitos edifícios que a Disney Television Animation ocupa na região. Braço “caseiro” do entretenimento com a marca do Rato Mickey (e dos Jedi, ou da Marvel), é uma malha de cubículos alcatifados. Silenciosa, mas decorada com as mais variadas relíquias e memorabilia, da casa e da concorrência. Os animadores misturam Stan Marsh de Family Guy, Pokémon e luzes de O Estranho Mundo de Jack (estávamos no início de Outubro e as decorações de Halloween tinham saído das caixas). Os gabinetes estão recheados de bicicletas, trotinetes, skates ou vinis dos Specials.

Um livro sobre Toulouse Lautrec encosta-se a uma caixa de DVD da série Smalville, iluminado pela mesa digital de ilustração onde Huguinho ganha forma nas mãos de um dos artistas da série. Zezinho e Luisinho andarão por perto, bem como o tio, Pato Donald, e, claro, a estrela adulta da companhia de aventuras infantis, o Tio Patinhas — agora conhecido como Patinhas McPato. A série original, transmitida nos EUA entre 1987 e 1990 e em Portugal no programa Clube Disney, foi algo marcante. Criou memórias na equipa que agora trabalha no novo Duck Tales (que em Portugal se estreia dia 18 no Disney Channel como PatoAventuras depois de um especial, este sábado, às 11h) e no público que está na casa dos 30 ou 40 anos — nomeadamente auditivas. Traduzindo: Woo-oo!, ou a onomatopeia do genérico da série, bem guardada na mente desde o tempo em que os que agora são crescidos cantavam as músicas do genérico dos desenhos animados.

PatoAventuras é o enésimo reboot de uma era que não pára de olhar para trás e ressuscitar propriedade intelectual, especialmente aquela que foi exibida dos anos 1980 em diante. “O reboot de Duck Tales parecia inevitável”, admite o produtor executivo Matt Youngberg. “Como enormes fãs da série original, queríamos assegurar-nos de que era feito da maneira certa. E de que não parecesse só algo para fazer dinheiro ou para jogar com os fãs nostálgicos, mas sim algo que trouxesse os velhos fãs — e que eles trouxessem os seus filhos.” Youngberg e o seu correligionário Francisco Angones eram fãs. São descritos nos corredores do estúdio como enciclopédias ambulantes de Duck Tales. Angones incluiu versos da antiga canção do genérico nos seus votos de casamento. Na sua sala têm uma mesa de reuniões com dois frascos. Um de doces, claro, e outro de papéis com as más piadas que os argumentistas foram acumulando.

Porquê voltar, porquê agora? “Nunca vamos ser Os Vingadores – Infinity War em termos de âmbito e escala, porque é um filme de mil milhões de dólares e nós temos um monte de patos sem calças”, ri-se o também guionista Angones (Wander Over Yonder, Men at Work). “[Mas] sentimos que tínhamos de ser nós a dar cabo disto”, brinca Youngberg, que trabalhou em Ben 10, Justice League, Transformers: Animated e foi já nomeado para os prémios Annie. O discurso de quem trabalha na série é permeado pelo humor, pela sua própria experiência enquanto crianças que voltavam da escola e viam religiosamente as aventuras dos patinhos e Patinhas, mas também pela mensagem de marketing que querem passar. “Ênfase na família”, “aterrou-nos nas mãos Uma Família Moderna”, diz Angones; “esta versão da série é Indiana Jones e Uma Família Moderna”, solta por seu turno o actor Danny Puddi, que faz a voz de Huguinho.

Pioneira na Disney

“[Em 1987, a série original] era tão adorável e memorável que continua a ser uma espécie de objecto-troféu para muitos de nós que cresceram na Era Bush I”, escreve Jason Rhodes na revista Paste sobre a presidência de George H. Bush. Apesar de algo convencional, nota, a série “marcou o renascer da programação de animação televisiva a sério: estreou-se a 18 de Setembro de 1987, e Os Simpsons a 17 de Dezembro de 1989”. Duck Tales, um dos primeiros desenhos animados da Disney a passar na Polónia após a queda do regime comunista, por exemplo, “foi a primeira verdadeira incursão da Disney na animação televisiva”, confirma Matt Youngberg. Tinham feito séries de algum sucesso, e que também chegaram a Portugal, como Os Wuzzles ou os Gummi Bears, mas DuckTales “pegou nas personagens icónicas dos livros de quadradinhos amados em todo o mundo e pô-las em aventuras semanais”, explica. E com uma qualidade que o produtor defende como sendo a “melhor” da época.

Aliando a acção à comédia, tinha um detalhe, nota Frank Angones. “Os miúdos querem ter aventuras. Quando víamos um miúdo numa série de acção, era sempre o parceiro irritante”, como o Baixote de Indiana Jones e o Templo Perdido, por exemplo. “Estes miúdos estavam taco a taco com o Tio Patinhas e eram as figuras de proa destas aventuras” — uma espécie de Goonies com patos.

“É daquelas séries de que me lembro de forma vívida do tempo de criança”, explica Danny Puddi depois de uma sessão de gravação em Burbank, na zona onde estão concentrados os estúdios da Warner, os parques temáticos de Harry Potter ou a NBC. No estúdio, gravou dezenas de falas de Huguinho, mais ou menos soltas e muitas vezes sem apoio visual do que será a sua personagem na série animada. Youngberg e Angones estão do lado de cá do vidro, com os jornalistas, contextualizando cada frase e escolhendo as melhores versões. Um puzzle de entoações, no fundo, com muito riso à mistura. Puddi, conhecido pelo seu papel na série Community, tem uma almofada de Huguinho sua e que depois o acompanha para casa sentada ao seu lado.

O actor, que sempre quis fazer vozes e tem na nova série o primeiro trabalho como tal, faz parte de um elenco de luxo. Patinhas é David Tennant (Dr. Who), Ben Schwartz (Parks and Recreation) é Zezinho, e, por exemplo, o sr. Hamilton, Lin-Manuel Miranda, é Gizmoduck (o Gizmo Pato) e Alison Janey de Os Homens do Presidente é Goldie O’Gilt (ou Graciosa Dora em português). Está finalmente a fazer uma série que os seus filhos podem ver, diz, mas destaca sobretudo duas coisas: “O estilo de animação é uma homenagem aos livros de BD de Carl Barks e a comédia é um pouco mais individualizada, mais moderna, com tiradas mais rápidas.”

O respeito pelo legado do criador de Tio Patinhas, o milionário avaro desenhado por Barks e multiplicado em livros em todas as línguas, vê-se no estilo 2D de uma nova série que se estreia num mundo cheio de 3D e sua animação volumosa. Sean Jimenez (Gravity Falls, Adventure Time) é o director de arte da série e foi ele que sugeriu que “seria óptimo que parecesse um comic, saído da página”. Isso permitiu-lhe trabalhar com as suas influências – o Hergé de Tintin, Andy Warhol ou Roy Lichtenstein –, com a vantagem de que o estilo 2D “é mais rápido de executar”, explicou no seu gabinete. É que o tempo em animação é dilatado.

Miúdos que já viram tudo

Um ano, ou um ano e meio, passa até que se termine um único episódio de 22 minutos. A animação não é feita ali, mas sim noutros estúdios no estrangeiro, e esse trabalho acumula-se com o de argumentistas, coloristas, ilustradores ou actores. Trabalham vários episódios em simultâneo, claro, histórias passadas no cenário que está na parede do gabinete de Jimenez. Patopólis, ou Duckburg para as crianças de hoje, tem um bocadinho de São Francisco e sua ilha-prisão de Alcatraz, e um pouco do Castelo Hearst, a obra faraónica real erigida na Califórnia pelo magnata dos media William Randolph Hearst. O estilo visual de PatoAventuras, diz aos jornalistas enquanto oferece doces que estão dentro de uma abóbora, é mesmo antigo. Só assim aceitou trabalhar nele. Talvez, além do tempo que poupa, ele facilite a comunhão entre os antigos fãs e os miúdos ou filhos que agora verão aquela nova série chamada PatoAventuras, que representa um novo desafio – o storytelling para a geração Y.

Em 30 anos, o público mudou. As crianças têm muito mais escolhas, convivem com diferentes linguagens e imagens. Como é que isso molda o método de contar histórias? “Falámos muito nisso no início, e ainda falamos”, responde Matt Youngberg, que chefia a equipa que está já a trabalhar na segunda temporada. “Criar uma série para miúdos que já viram tudo é muito difícil. É um público completamente diferente — nós achávamos cool uma perseguição em carros nas minas, hoje…” E encolhe os ombros, rodeado de árvores genealógicas de patos.

O pequeno público “compreende de forma inata o storytelling, estão inundados por storytelling, faz parte da cultura, [e há] o binge watch”, enumera o produtor. “[Por isso mesmo] não podemos ter só um punhado de metáforas numa sala e deixá-las desenvolver”, completa Frank Angones. “Os miúdos querem algo mais das histórias que lhes contam e por isso queremos diferenciar o foco: as dinâmicas famíliares, que são depois elevadas pelas aventuras”, explica o fã-autor. Queremos perceber “o que é que a animação televisiva pode oferecer”.

O PÚBLICO viajou a convite da Disney

 

 

 

Las princesas de Disney incrementan los estereotipos en los niños?

Novembro 13, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site https://www.psyciencia.com/ de 19 de julho de 2016.

Por David Aparicio

“Let it Go, Let it Go…”

Todos hemos escuchado el popular coro de la película de Disney Frozen, y es que con su personaje, Elsa, Disney retomó la popularidad entre grandes y chicos de todo el mundo. Hoy es la película animada que más dinero recaudó en la historia del cine.

Con tanta euforia entorno a las películas de Disney muchos padres e investigadores han mostrado su preocupación en torno al posible efecto que pueden tener sus personajes (en especial las princesas) sobre la autoestima, imagen corporal y el fomento de estereotipos en los más chicos.

Una investigación entrevistó cerca de 200 niños estadounidenses de casi 5 años de edad y a sus padres, para evaluar si realmente las princesas de Disney tenían un efecto negativo en el aprendizaje y desarrollo de los niños.

En concreto, el estudio evaluó qué juguetes preferían los niños y niñas de la investigación y con cuánta frecuencia veían algún programa o pelìcula de Disney que giraba entorno a una princesa. También se pidió a los padres que completarán un reporte de conducta de sus hijos.

Estereotipos y autoestima

Los resultados mostraron que el 96% de las niñas y el 87% de los niños había visto alguna de las películas o series de Disney. A diferencia de los varones, las niñas eran más propensas a adoptar las narrativas de las películas durante los momentos de juego.

Al comparar los resultados, después de un año de seguimiento, se encontró que la frecuente exposición a los juegos y películas de princesas de Disney, se relacionaba con fuertes conductas estereotipadas de género en las niñas. Aquellas niñas evitaban todas las experiencias que no se consideraban como femeninas, por ejemplo: jugar con otros tipos de juguetes o ensuciarse mientras jugaban, porque esa no era la manera en que las princesas se comportaban. Estas niñas eran más propensas a expresar creencias de que las niñas deben tener diferentes oportunidades y objetivos en la vida.

También se exploró si había relación entre la autoestima de las niñas y el uso de los productos y películas de princesas de Disney, y el estudio no encontró que afectara la autoestima y autoimagen de las niñas. Sin embargo, los investigadores explican que quizás, se podría encontrar efectos en la autoestima con un seguimiento más prolongado (recuerden que este estudio sólo hizo un seguimiento de un año). No obstante, esta es una hipótesis que se debe comprobar.

Otro dato que es importante resaltar es que los padres jugaron un rol importante en el aprendizaje de las conductas estereotipadas. Según los hallazgos, los padres reforzaban la cultura de las princesas de Disney, lo cual podría también tener serias consecuencias a largo plazo en el desarrollo de las niñas. Aquellas que han sido criadas como “princesitas consentidas” son más propensas a darse por vencido ante las situaciones difíciles de la vida, se esfuerzan menos y generalmente se concentran cualidades superficiales, como la belleza.

Un efecto positivo en los varones

Uno de los hallazgos que más interés generó fue que los niños varones que jugaban y veían películas semanales relacionadas con las princesas de Disney tenían mejor autoestima y eran más atentos con los otros. Este hallazgo fue bastante pequeño, pero valdría la pena explorarlo aún más.

No podemos terminar el artículo sin antes aclarar que este estudio es correlacional y por tanto no podemos atribuir ninguna responsabilidad causal a los personajes de Disney. Hay una relación importante que necesita más atención por parte de los investigadores. Para los padres es un llamado de atención, hay que ser cuidadosos con los tipos de crianza que se refuerzan en nuestros hijos. Es bonito ver a una hija vestida de princesa, pero lo más importante debe ser poder enseñarle a desenvolverse en distintos roles, que pueda explorar el mundo, esforzarse y no esperar nada regalado por el simple hecho de ser bonita.

La investigación está disponible en la revista Child Development y fue desarrollada por investigadores del Brigham Young University.

Fuente: Quartz

 

Dicas de segurança na internet da Disney

Março 13, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Recursos educativos | Deixe um comentário
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disney

Online Safety Tips For Kids

Be secure when you explore.

7 February is Safer Internet Day.  Here are some tips to help speak to your kids about safety online.

Mum’s The Word

Ensure they keep their password a secret, even from their best friend! No one should need this information, so no one else should be asking for it.

Keep Private

Remind your child to keep their personal information private and to themselves. They shouldn’t share their phone number, address, email address, or even their real name or school.

Delete Viruses

It’s important for them learn to delete any unknown email attachments which aren’t from friends or family, they can often contain destructive viruses. If they’re not sure, they should inform you.

Never Meet Strangers

They should never make plans to meet an online “friend” in person. Not everyone is who they say they are.

Inform A Grown Up

Teach them that when they are in doubt or if anyone makes them feel uncomfortable, they should inform a grown up immediately.

Be Careful With Sharing

Remind them that nothing they write or post on the web is completely private – including instant messages, emails and images so they must always be careful and think about what they type and post.

The internet offers amazing opportunities for entertainment, discovery, learning and communication. Given the right advice and tools, your child can make safe decisions online. Why not read the Online Safety Web Agreement and together sign an agreement on the rules.

A number of services out there give you the ability to set up parental controls. For example, DisneyLife enables you to adjust the settings so that your child can only watch certain content and limit the screen time.

You can find links to more resources, hints and tips on our Internet Safety page or for more advice, please visit the official Safer Internet Day page.

texto publicado no site http://inspired.disney.co.uk/play/

Pesquisa revela efeitos causados pelas princesas da Disney nas crianças

Julho 16, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Noticia do site http://www.diariodepernambuco.com.br de 27 de junho de 2016.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Pretty as a Princess: Longitudinal Effects of Engagement With Disney Princesses on Gender Stereotypes, Body Esteem, and Prosocial Behavior in Children

mais informações na notícia da Brigham Young University:

Disney Princesses: Not Brave Enough

Disney

Estudo foi aplicado em crianças de 3 a 4 anos durante um ano

Por: Viver/Diario – Diario de Pernambuco

Uma pesquisa com crianças em idade pré-escolar estuda como a exposição das princesas da Disney podem afetar o comportamento de meninos e meninas. A iniciativa é da professora Sarah Coyne, da Universidade Brigham Young, em Utah, nos Estados Unidos, que aplicou o estudo em 198 crianças de 3 a 4 anos durante um ano.

Os dados determinaram como cada gênero interagia com a cultura popular das princesas Disney – filmes e brinquedos – e qual a consequência dessa aproximação no comportamento deles.

De acordo com a pesquisa, a professora descobriu que 96% das meninas e 87% dos meninos consumiam algum produto das princesas. Do total, apenas 4% dos garotos brincavam com objetos inspirados nas personagens uma vez por semana, comparado a 61% de meninas.

A partir dos dados, Coyne constatou que as meninas com mais proximidade ao universo das princesas apresentavam maior desenvoltura em trocar roupinha e maquiar bonecas. Ela explicou que meninas e mulheres que se identificam como “princesas” tendem a se importar mais com a aparência e buscar uma beleza ideal inatingível, o que pode levar à infelicidade no futuro.

Por outro lado, o comportamento dos meninos não apresentou grandes disparidades. A maior exposição aos produtos das princesas não fez com que eles trocassem coisas “femininas” por armas de brinquedo. Porém, os garotos que assistiam a Frozen e Cinderela eram mais propensos a ajudar na escola ou dividir brinquedos.

 

Pato Donald faz hoje 80 anos

Junho 10, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 9 de junho de 2014.

Sol

 

Joana Marques Alves

O grande ‘senhor’ da Disney é o Rato Mickey, mas hoje o dia é dedicado a um dos seus companheiros: O famoso Pato Donald faz hoje 80 anos.

Inspirado no jogador de críquete Donald Bradman, o pato mais conhecido no mundo inteiro apareceu pela primeira vez na curta-metragem ‘The Wise Little Hen’ (‘A Galinha Sábia’, em português), que estreou a 9 de Junho de 1934.

Desde os primeiro tempos que o Pato Donald é o que é hoje: Tanto explode e grita com todos, como é o salvador da história e ajuda aqueles que precisam.

Acompanhado pelo seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho, pelo Tio Patinhas e, claro, por Mickey, Pateta e Pluto, o Pato Donald já entrou em milhares de filmes. Entre eles estão ‘O Conto de Natal’, inspirado na obra de Charles Dickens, ‘A Caixinha das Surpresas’, uma aventura pelo México, Brasil e América Central, e imensas curtas-metragens hilariantes.

 


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