Voluntariado Jovem Geração Z

Junho 30, 2018 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Portal da Juventude:

Queres ocupar o teu tempo livre durante as férias grandes, ou mesmo até novembro próximo?

Está a decorrer o período de inscrições para jovens voluntários no âmbito do Programa Voluntariado Jovem Geração Z, cujas atividades decorrem até novembro.

Áreas de intervenção

  • Participação cívica;
  • Prevenção da violência no namoro;
  • Prevenção de comportamentos agressivos (bullying);
  • Igualdade de género;
  • Desporto;
  • Intercâmbio cultural;
  • Solidariedade intergeracional;
  • Emprego e empreendedorismo;
  • Turismo juvenil;
  • Inclusão social, com especial atenção para ações dirigidas a jovens NEET;
  • Combate a extremismo e comportamentos violentos;
  • Saúde juvenil;
  • Ambiente;
  • Associativismo.

Podem inscrever-se:

Jovens com idade dos 16 aos 30 anos (inclusive);

Nota: a participação de menores em projetos está  condicionada à entrega da declaração de autorização de participação, assinada pelo encarregado de educação.

mais informações no link:

https://juventude.gov.pt/Eventos/VoluntariadoJovem/Paginas/VoluntariadoJovem-GeracaoZ-Inscricoes-Jovens.aspx

A Patrycja e o seu estágio no IAC-CEDI

Dezembro 9, 2015 às 3:39 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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patricia_nuno

A Patrycja e o seu estágio no IAC-CEDI

My name is Patrycja, I’m Pole and I have been an intern in the Clube Intercultural Europeu within Erasmus Plus programme since October 2015. Clube is a non-profit organization that operates in the fields of youth, education and training.

I started my internship just after my graduation from University of Warsaw where I studied law. The story why I have chosen Portugal as a place for my internship goes back to June 2014. That was the first time I came to Portugal. Amazed with the beauty of Lisbon, people’s friendliness and food, I realized I wanted to spend more time in this country but not purely as a tourist. A will to rest and relax turned into a will to experience a day–to-day life in Lisbon, to try to understand the complex society living there and have a multicultural experience. I wanted to see other sides of Lisbon besides the touristic one that I had only known. I also believed that Lisbon is a place where I can develop my skills that could later help me in my future work as a lawyer. An internship in Clube has given me that opportunity.

On of the tasks that I have been assigned during my internship involved working within one of the projects run by Instituto de Apoio à Criança (IAC). IAC is a separate institution that Clube helps at several levels on and off. My task is to digitize recordings dealing with topics related to IAC’s sphere of activities. Among those there are conferences organized by IAC as well as documentaries about children from underprivileged backgrounds, including those living in the streets. The cassettes generally deal with children´s rights. IAC has existed since 1983 and during this time there has been done an incredibly valuable work. Most of it has been saved on VHS cassettes as that was the main way of saving documents before. Nowadays, there is a tendency to store everything in a digitized form as that requires less space, is cheaper as well as gives an opportunity to a wider community to have access to the fruits of the work of IAC. The recordings may be uploaded later on the IAC’s website, Facebook fanpage etc. The process of digitizing is a tedious job but is extremely important for IAC as well as for children whom IAC helps most. Only in this way, will the future generation be able to benefit from the activities that IAC has carried out.

During my internship I have also participated in a project Sementes a Crescer E5G. It is a socio-educational project managed by Clube in João Nascimento Costa district near Olaias, parish of Beato. There are various activities carried within this project that are aimed at integrating the people living in the neighborhood, improving chances of finding a job for the unemployed, helping out children with homework as well as organizing their leisure time. Recently a new activity has been added to the offer of Sementes – English classes and my task was to conduct them. Amongst the students there have been people from the neighbourhood – students still attending school, those who dropped out of school, unemployed people – basically anyone who felt like improving their language skills or simply start learning English. Everyone is welcome at the class. The level of English does not matter. The only requirement is a willingness to learn. The classes take place every Friday and there are three groups – two groups for total beginners (in the morning and in the evening) and one group in the evening where the level is a bit more advanced. That group is more popular amongst students who have already a good command of English but want to practice it more, especially through conversations.  The project has turned out to be a very good idea. More and more people wish to attend the classes. And when it comes to students who have participated in the classes since the beginning, I can already tell they have made a progress.

My internship has lasted only 3 months but during this time I have been given an opportunity to work within the fields I had not worked before. I believe this has been a valuable experience for my professional life of a future lawyer as well as for my personal development. I am very glad I have chosen Clube as a place to do my internship.

Alunos fazem voluntariado nas bibliotecas escolares e dão explicações a colegas

Abril 29, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site Educare de 20 de abril de 2015.

Snews

Lusa / EDUCARE

Sentadas atrás da secretária à entrada da biblioteca da Escola Básica Galopim de Carvalho, Raquel e Yara, alunas do 6.º ano, vão registando as requisições de livros e computadores dos colegas e assegurando que as regras da sala são cumpridas.

No ano passado, candidataram-se ao cargo de monitoras, fizeram um curso de formação, estagiaram e foram selecionadas. Agora fazem parte do grupo de 90 alunos monitores (35 são este ano estagiários) que vão garantindo o normal funcionamento do espaço.

“Faço requisições, dou chaves de cacifos para os pertences e faço rondas para saber se está toda a gente a portar-se bem”, resumiu Raquel, que garante querer continuar a fazer estas tarefas.

Quando há distúrbios, os voluntários avançam: “Alguns entram e eu já sei que se vão portar ligeiramente mais mal. Quando se portam mal eu mando calar e, se não me obedecerem, chamo a Dona Teresa ou a professora Fátima”, contou Yara, desdramatizando os casos pontuais de mau comportamento.

Numa escola com 727 alunos, a biblioteca regista mais de três mil entradas por mês, segundo a professora bibliotecária, Fátima Rocha, que mostra orgulhosa a tabuleta de “Lotação Esgotada” que, por vezes, têm de pôr à entrada.

Uma das razões para a elevada afluência prende-se com as mudanças registadas nos últimos anos: as gigantescas estantes de livros trancadas à chave a que só as bibliotecárias tinham acesso deram lugar a móveis de prateleiras baixinhas, acessíveis a todos; agora há também revistas, computadores e tablets, além dos tradicionais livros, e o silêncio deu lugar ao burburinho dos alunos que podem trocar ideias, conversar, ouvir música ou ver um filme.

Esta transformação é o resultado do trabalho desenvolvido pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e pelas obras do programa “Parque Escolar”. Agora, muitos destes espaços enchem-se de alunos, como o Francisco que gosta de ler revistas e jogar: “No recreio brinco e nos tempos livres, quando acabam as aulas, venho para aqui”, contou à Lusa.

“Acredito que ainda há muita gente que tem a ideia daquele espaço antigo, mas os tempos mudaram e as bibliotecas também”, lembrou Isabel Mendinhos, coordenadora interconcelhia das Bibliotecas Escolares, sublinhando que “já não reina um silêncio absoluto”, porque agora é “um local de aprendizagem onde os alunos colaboram entre si e com os professores”.

Uma das tarefas de alguns voluntários é precisamente ajudar os alunos com mais dificuldades nas aulas, como é o caso de João Natário, do 8.º ano, que aderiu a esse programa da RBE que foi este ano aplicado na sua escola.

“Normalmente costumo ajudar os alunos com mais dificuldades nos TPC e a fazer pesquisas nos computadores”, contou à Lusa o aluno, garantindo que alguns colegas já subiram as notas. “Os outros… já se sabe como é que é”, desabafou.

Isabel Mendinhos falou no sucesso do projeto de explicações interpares que começou no agrupamento de escolas de Mem Martins, onde já se registaram “melhorias nas aprendizagens e nos resultados escolares”. A escola do Cacém é apenas uma das muitas onde os alunos são monitores, graças ao projeto da RBE, um organismo criado há 19 anos com o objetivo de instalar e desenvolver as bibliotecas nos estabelecimentos de ensino.

Com um orçamento anual de cerca de 400 mil euros, a coordenadora Nacional da RBE, Manuela Pargana da Silva, diz que existem atualmente 2420 bibliotecas ligadas em rede, o que permite trocar experiências e replicar as melhores práticas, como a dos voluntários e das explicações interpares. João Natário passa as tardes entre os livros e computadores, na biblioteca, e garante estar sempre disponível para os colegas. “Se alguém precisar, pode vir cá pedir ajuda”.

Há crianças a lerem para colegas como gente grande

Bruna descobriu o prazer da leitura aos 8 anos, quando começou a contar histórias aos meninos do jardim de infância pela mão da professora que decidiu que os seus alunos iriam ler para os mais novos, aderindo a um programa da Rede de Bibliotecas Escolares.

Todas as quartas-feiras, à hora do almoço, os mais pequenos dirigem-se à biblioteca da Escola Básica Gomes Ferreira de Andrade, em Oeiras, para ouvir mais uma história contada pelos “meninos crescidos”. Os “meninos crescidos” são alunos do 3.º B e têm apenas 8 anos, mas encaram esta missão como gente grande: são eles que escolhem os livros, que distribuem as personagens entre si e que ensaiam a leitura, garante a professora Carla Fernandes.

O que se passa nesta escola de Oeiras repete-se em muitas outras, onde alunos do 3.º e 4.º anos de escolaridade leem em voz alta para os mais novos, que podem ser meninos do jardim de infância ou alunos do 1.º e 2.º anos, graças a um projeto da biblioteca escolar destinado a conquistar os mais pequeninos para a leitura, desenvolver a expressão oral e partilhar palavras e histórias.

É entre os livros que têm em casa, na sala de aula ou na biblioteca escolar que os mais velhos decidem o que querem dar a conhecer aos colegas. “Depois, no recreio ou na sala preparamos as personagens”, contou à Lusa Afonso Lourenço, aluno da sala de Carla Fernandes.

A professora garante que muitos alunos levam os livros para o intervalo, onde “livremente treinam a leitura” para depois terem sucesso na apresentação aos mais pequenos.

“Eu gosto de ouvir os meninos crescidos, porque eles contam bem e nunca têm vergonha”, diz Lara, que esteve atenta durante as três leituras feitas esta quarta-feira na biblioteca da escola.

Com 6 anos, Lara ainda não domina a leitura, mas diz que o pai já a está a ensinar e que consegue “ler” um livro inteiro: “Sei `Os cães não dançam ballet´ mas só com o livro, sem o livro não consigo”, explica. Matilde Coimbra, aluna do 3.º B, selecionou uma das histórias da semana: “Eu escolhi o Coelhinho Branco porque no 1.º ano já tínhamos lido e gostei.

” A professora, que decidiu avançar com este projeto no âmbito da Rede de Bibliotecas Escolares, garante que os seus alunos “estão praticamente autónomos a fazer este tipo de atividades” e que agora “dão menos erros, fazem melhor os diálogos e são mais imaginativos”.

Porque os livros têm um número limite de personagens, os alunos organizam-se em pequenos grupos e registam-se para conseguir ir ler. “Já tenho inscrições quase até ao fim do ano letivo”, garantiu orgulhosa Carla Fernandes.

Este é um dos muitos projetos da Rede de Bibliotecas Escolares, que pretende estimular o gosto pelos livros e parece estar a resultar. “Antes eu não gostava muito de ler, era um bocado chato, mas agora já comecei a gostar”, desabafou Bruna Roque, que esta semana fez parte do grupo que leu o Coelhinho Branco.

A coordenadora nacional da Rede de Bibliotecas Escolares, Manuela Pargana Silva, diz que é nestas idades que “os alunos começam a criar hábitos de procura de biblioteca que vão continuando nos outros níveis etários” e sabe que, por volta do 7.º ano, muitos alunos abandonam essa rotina “porque aparecem outros interesses”.

“Mas depois há um retorno”, garante Manuela Pargana Silva, que não tem dúvidas que esse regresso se consegue cultivando o gosto pela leitura desde cedo.

 

 

Oito mais-valias do voluntariado nos jovens

Janeiro 20, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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texto do site http://lifestyle.sapo.pt

sapo

Para além de contribuir para o bem-estar da sociedade, o voluntariado ajuda a desenvolver competências úteis para entrar no mercado de trabalho

O voluntariado é uma situação em que todos ganham: tanto as pessoas que são ajudadas, como quem ajuda. As vantagens são muitas, seja em que idade for: Fomenta o enriquecimento pessoal e contribui para o desenvolvimento de muitas competências, como sentido de responsabilidade, espírito de colaboração, relacionamento interpessoal, competências de comunicação, de encontrar estratégias de solução, entre outros. Leia o texto: Geração nem-nem: como dar a volta à situação

Para os jovens, o voluntariado é ainda mais útil, porque pode contribuir para o aumento da autoconfiança e abrir portas para o mercado de trabalho quando sem tem pouca ou nenhuma experiência. Pode ser uma porta para angariar conhecimentos de forma gratuita, como uma língua nova ou um programa de computador. Isto significa que depois de ter sido voluntário, poderá concorrer a propostas de trabalho já com alguma experiência prática. Conheça os oito principais benefícios próprios de fazer voluntariado durante a juventude. Leia o texto 10 ideias para os jovens conseguirem emprego

  1. Conhecer-se melhor

Conhecer-se a si próprio – os seus talentos, interesses, valores e competências – é a base para uma carreira de sucesso. A experiência de voluntariado pode ser uma boa forma de aprender mais sobre si e onde poderá ter melhores oportunidades de crescimento e desenvolvimento, tanto a nível pessoal como profissional. Leia o texto: Conheça o 10 cursos superiores com maior empregabilidade

  1. Adquirir novos conhecimentos

O trabalho de voluntário oferece oportunidades para aprender novas coisas. É uma forma de educação não formal, que contribui para o alargamento dos horizontes. Por exemplo, se está a estudar para educadora de infância, pode voluntariar-se na junta de freguesia para levar crianças à praia ou então em associações que trabalhem com os mais pequenos. O voluntariado providencia também experiência de trabalho válida, o que aumenta as probabilidades de ser escolhido para uma vaga de emprego para a qual não tem experiência. Leia o texto: Sete formas low cost de continuar a estudar

  1. Desenvolver competências sociais

Por colocar as pessoas em contacto com situações com as quais ainda não estão muito habituadas e a resolver problemas fora do comum, o trabalho voluntariado pode ajudar a desenvolver algumas competências sociais, que serão bastante úteis e valorizadas no mercado de trabalho, como por exemplo: compaixão, liderança, confiança, autoestima, capacidade de resolução de problemas e de trabalho em equipa. Leia o texto: 10 passos para transformar o seu estágio num emprego

  1. Ter um primeiro contacto com o mundo do trabalho

Para os jovens que ainda não tiveram uma oportunidade de trabalhar é uma boa forma de entrar no mundo laboral e adquirir experiência. Se fizer alguns trabalhos de voluntariado dentro da sua área poderá colocar essa informação no currículo e isso ser um fator diferenciador em relação a outros candidatos. Leia o texto: Garantia Jovem: Conheça o plano para jovens sem trabalho

  1. Aprender técnicas de trabalho

Para quem ainda não tem experiência no mercado profissional, o voluntariado pode ser uma forma de aprender técnicas básicas de trabalho, uma vez que muitos projetos desta natureza incluem alguma formação. Para além de incutir sentido de responsabilidade e obrigar a rotinas de trabalho, também fomenta a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. Leia o texto: 1o empregos de verão para jovens

  1.         Explorar o mercado

O voluntariado poderá dar-lhe uma hipótese de descobrir diferentes posições ou áreas de trabalho, sem que isso, comprometa a sua carreira numa empresa ou a sua estabilidade financeira. A experiência de voluntariado numa área específica permite-lhe saber que papéis poderá desempenhar nesse campo, quais as competências que precisa de trabalhar melhor e quais as empresas que deverá contactar para trabalhar. Assim, enfrentará o mercado de trabalho de forma mais preparada. Leia o texto: Trabalhador-estudante: como conciliar um emprego com os estudos

  1. Aumentar rede de contactos

O voluntariado é uma boa forma de conhecer novas pessoas e através desses conhecimentos, abrir portas que não se abririam de outra forma, principalmente quando ainda não começou a trabalhar e não conhece ninguém na sua área. Por isso, não se esqueça de guardar os contactos de todas as pessoas com quem se cruza no projeto que decidir abraçar. Nunca se sabe onde poderá estar uma oportunidade. Saiba como utilizar ‘networking’ para encontrar emprego

  1. Aprofundar conhecimentos linguísticos

Pode aproveitar esta fase da vida em que ainda não tem muitas responsabilidades para fazer voluntariado num país estrangeiro. Para além da experiência fora de portas nacionais ser bastante valorizada pelos entrevistadores, esta poderá ainda ser uma forma de melhorar as suas capacidades linguísticas. Estas serão mais-valias bastante apreciadas numa entrevista de emprego. Leia o Guia do primeiro emprego

Onde procurar:

Bolsa de voluntariado

Portal Europeu da juventude

Cruz vermelha portuguesa

Banco Alimentar contra  Fome

Portal da juventude

Volunteer Match

Idealist.org

Hands on Network

 

 

Voluntariado Jovem Cruz Vermelha Portuguesa – Animadores do Projecto Praias Costa de Caparica 2013

Junho 27, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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voluntariado

Mais informações Aqui

(Voluntários a partir dos 16 anos)


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