Unesco: Europa tem de responder à violência nas escolas com base na orientação sexual

Janeiro 10, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 21 de dezembro de 2018.

Relatório do Conselho da Europa e Unesco também avalia violência com base na identidade de género e características sexuais; apenas um quarto dos países europeus tem políticas integradas; Portugal implementou série de medidas nos últimos anos.

A violência nas escolas com base na orientação sexual, identidade ou expressão de género ou características sexuais ocorre em toda a Europa e não tem registos fiáveis.

A conclusão é de um relatório da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, em parceria com o Conselho da Europa. O estudo adianta também que as autoridades educativas europeias devem intensificar esforços para resolver o problema.

Só assim será possível criar um ambiente seguro para as crianças e prevenir o impacto negativo na saúde e nos resultados escolares.

Violência

O estudo adianta que a violência baseada na orientação sexual, identidade ou expressão de género ou características sexuais está enraizada em normas culturais e pode ser psicológica, física ou sexual. Ela pode ocorrer dentro ou ao redor das escolas, bem como através da internet.

Segundo a pesquisa, a violência verbal e o bullying são suas formas mais prevalentes.

A chefe da Unidade da Orientação Sexual e Identidade Género do Conselho da Europa, Eleni Tsetsekou, sublinha que “qualquer estudante que não esteja em conformidade com as normas vigentes, seja aparência física, escolha de roupas, boas maneiras ou atração emocional ou física por outros, pode tornar-se uma vítima”.

Esse tipo de violência afeta a saúde mental e física das crianças, levando a problemas como depressão, ansiedade, esforços para ocultar a identidade, automutilação, pensamentos e tentativas de suicídio.

Há também uma maior probabilidade que os estudantes que se tornaram vítimas tenham menos motivação, menos realizações educacionais, não frequentem as aulas ou abandonem a escola. A longo prazo, estes correm o risco de enfrentar dificuldades económicas e de se envolverem em comportamentos antissociais.

Dados

Este tipo de violência na educação ocorre em todo lugar, mas é subnotificada de forma aguda: no Reino Unido, por exemplo, 45% dos estudantes Lgbti que sofrem bullying no ensino médio nunca contam a ninguém.

Por isso, a responsável avisa que “a escala do problema é muito maior do que as estimativas oficiais sugerem. Isso torna ainda mais urgente que as autoridades do setor educação na Europa desenvolvam respostas abrangentes para o problema”.

De acordo com o relatório, estas respostas não se devem limitar a políticas nacionais e escolares para prevenir e abordar este tipo de violência. A sugestão é incluir currículos e materiais didáticos de apoio à diversidade, à formação de professores, apoio a estudantes e parcerias com a sociedade civil.

A importância deste objetivo foi sublinhada pelo oficial sénior de projetos da Unesco, Christophe Cornu, responsável por esta parceria com o Conselho da Europa. O especialista lembra que “o trabalho da Unesco na prevenção e no combate à violência homofóbica e transfóbica em ambientes educacionais é parte de seu mandato para assegurar que os ambientes de aprendizagem sejam seguros e inclusivos para todos”.

Portugal

Até agora, diz o relatório, foram encontradas respostas abrangentes e completas em seis Estados-membros do Conselho da Europa: Bélgica, Irlanda, Holanda, Noruega, Suécia e Reino Unido. Apesar da evolução positiva na última década, as respostas do sector da educação a este tipo de violência continuam a faltar inteiramente em cerca de um quarto de todos os Estados-membros.

O relatório identifica alguns dos passos dados por Portugal. O país é um dos Estados-membros que proibiu, por lei, a descriminação e a violência  com base na orientação sexual e na identidade de género. Para além disso, o relatório menciona a lei introduzida  que protege a declaração da identidade de género de todos os indivíduos.

O relatório oferece recomendações aos Estados europeus sobre como garantir que todas as crianças possam desfrutar de seu direito à educação, num ambiente seguro. As parcerias das escolas com a sociedade civil, a promoção da formação de professores, a criação de centros de apoio â população Lgbi são outras das medidas identificadas.

 

 

Escolas sinalizaram mais de dois mil casos de maus tratos em 2014/2015

Dezembro 30, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 21 de dezembro de 2016.

o documento citado na notícia é o seguinte:

Relatório Técnico de Avaliação do Programa Nacional de Saúde Escolar do Ano Letivo 2014/2015

Relatório da Direcção-Geral da Saúde tem dados do ensino pré-escolar ao secundário Rui Gaudencio

Relatório da Direcção-Geral da Saúde tem dados do ensino pré-escolar ao secundário Rui Gaudêncio

No último ano lectivo avaliado pelo Programa Nacional de Saúde escolar, um quinto das escolas não respeitava a restrição de fumar.

Alexandra Campos

Mais de dois mil casos de maus tratos e suspeitas de maus tratos a crianças e jovens foram denunciados pelos estabelecimentos de ensino no ano lectivo de 2014/15, no âmbito do Programa Nacional de Saúde Escolar, revela um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

No relatório técnico que faz a síntese das acções levadas a cabo no âmbito deste programa (que nesta última edição incluiu novos indicadores), especifica-se que foram 2060 os casos e as suspeitas de maus tratos identificados por professores ou funcionários ou elementos das equipas de saúde escolar nos estabelecimentos do ensino pré-escolar ao secundário.

O maior número de supostas vítimas foi identificado no ensino básico e a região Norte foi a que mais casos de maus tratos denunciou aos núcleos de apoio a crianças e jovens em risco que estão integrados nos agrupamentos de centros de saúde.

Estes núcleos são constituídos por equipas pluridisciplinares que identificam os autores dos maus tratos, habitualmente familiares das vítimas, e tentam resolver as situações de risco, razão pela qual no relatório da DGS não são adiantados detalhes sobre os casos. “Não nos vamos sobrepor às competências destes núcleos, referenciamos para quem tem a responsabilidade de tratar desta situações”, explica Gregória von Amenn, coordenadora do Programa Nacional de Saúde Escolar da DGS.

São estes núcleos nos centros de saúde que prioritariamente têm a responsabilidade da intervenção junto dos menores em risco, ainda antes das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens e dos próprios tribunais, os quais apenas devem ser chamados a intervir quando não for possível aos primeiros actuar de forma a remover o perigo.

Escolas denunciam um quarto dos casos

No relatório da DGS enfatiza-se que, em 2014, foram sinalizados a nível nacional mais de oito mil casos de maus tratos e suspeitas de maus tratos a crianças e jovens, o que permite concluir que aproximadamente um quarto destas situações são detectadas e denunciadas pelos estabelecimentos de ensino.

Mas o documento destaca ainda que no ano lectivo 2014/2015 ocorreram 50.590 acidentes dos mais variados tipos nos estabecimentos de ensino. Neste ano lectivo, o programa abrangeu 886 mil alunos dos mais de 1,2 milhões que estão matriculados em estabelecimentos de ensino, desde o pré-escolar até ao secundário. Ou seja, 73% do total dos alunos foram alvo de acções de promoção e educação para a saúde.

O que se percebe também é que um quinto dos estabelecimentos avaliados não cumpria então “a restrição de fumar” e que ainda há queixas sobre o desrespeito da legislação do tabaco (sobre consumo em locais inadequados, falta de vigilância, etc), apesar de a situação ter melhorado substancialmente nos últimos ambos. Fica-se a saber que menos de um terço (31%) dos alunos escova os dentes na escola.

O ano lectivo de 2014/2015 foi um ano de mudança no qual “se alterou o paradigma de intervenção da saúde escolar” e se mudou o seu sistema de informação, depois de ter sido assinado um protoclo de cooperação em Fevereiro de 2014 entre directores gerais da saúde e da educação.

 

Criança foi retirada aos pais por causa de videojogos

Agosto 27, 2015 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 25 de agosto de 2015.

Shutterstock

Denúncia foi feita pela escola.

Uma criança cujos pais passavam demasiado tempo a jogar videojogos, foi retirada à família pelos Serviços Sociais. Segundo o The Sun, os assistentes sociais avançaram com o processo depois de entenderem que a obsessão era equiparada a “negligência”. Aconteceu no início deste mês em Walsall, no Reino Unido, e a situação foi inicialmente reportada pela escola da criança.

Claude Knights, chefe da instituição de caridade destinada apoiar crianças que está a tomar conta da ocorrência, disse que “os jogos de computador estavam a ter uma utilização extrema. Os pais estavam a perder demasiadas horas do dia à frente do ecrã”.

“Se a criança estava negligenciada ou com falta de cuidados, as autoridades não tinham outra opção se não intervir”, acrescenta a responsável.

No início deste ano, os directores de algumas escolas primárias no Reino Unido, alertaram os pais de que, caso permitissem que os filhos jogassem videojogos (como Call Of Duty e Grand Theft Auto, por exemplo), isso seria reportado à polícia e aos serviços sociais como caso de negligência. Os directores explicaram, ainda, de acordo com informação avançada pela polícia, que estes jogos podem provocar “comportamentos sexuais precoces”.

A carta enviada pela escola à polícia, no mês passado, disse que “várias crianças relataram jogar ou assistir adultos a jogar jogos que são inadequados para a sua idade, tendo descrito os níveis de violência e conteúdo sexual que testemunharam – como Call of Duty, Grand Theft Auto, Dogs Of War e outros jogos similares que são inadequados para crianças e aos quais não deveriam ter acesso.”

Esta investigação levou ainda a que dez crianças fossem retiradas às famílias por os pais fumarem.

 

 

Los padres que dejen jugar a menores a Call of Duty o GTA serán denunciados en Reino Unido

Abril 21, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.chaval.es

chaval

Los centros escolares de Reino Unido han decidido tomar medidas para limitar el consumo de videojuegos con contenido violento y se han unido para denunciar a los padres que dejen jugar a menores a juegos con PEGI de 18 años como Call of Duty o GTA (Grand Theft Auto).

Hace una semana una madre nos comentaba que ella nunca había adquirido un videojuego con una clasificación PEGI superior a la edad de sus hijos de 9 y 11 años. Pero su hijo de 9 años se fue a casa de un amigo y volvió diciendo que había pasado la tarde jugando a Call of Duty.

Call of Duty es un juego de ordenador de guerra muy realista que tiene clasificación PEGI 18, es decir que sólo pueden jugar a él personas mayores de edad. Y según su PEGI contiene extrema violencia, asesinatos múltiples y lenguaje incorrecto.

Por eso desde Chaval.es alertamos de que hay cosas que se pueden escapar de nuestro control. Hay que imponer normas no sólo en casa, sino en todos los espacios en los que se mueven los hijos. A lo mejor nosotros tenemos unas normas claras en casa acerca del PEGI de edad en los videojuegos, pero luego van a casa de un amigo y juegan a un videojuego de 18 años porque los padres del amigo son más laxos en ese sentido o porque le quitan el juego al padre sin que se entere.

Hay videojuegos para todas las edades y desde luego a los 9 años se debe jugar a juegos de plataformas, deportes, carreras, estrategia o construcción, pero no a videojuegos que incluyen imágenes violentas o de sexo como GTA (Grand Theft Auto).

Esto se lo están tomando muy en serio en Reino Unido donde en 15 centros de educación primaria y en un instituto han enviado una comunicación a los padres para advertirles de que pueden ser denunciados a la policía o a los servicios sociales si permiten que sus hijos jueguen a videojuegos para mayores de edad.

Desde Chaval.es queremos concienciar de este tema. Hay que estar pendiente de los juegos a los que juegan nuestros hijos y también de los vídeos que ven en Youtube de jugadores mayores de edad jugando a esos videojuegos.

 

Laço Humano Azul 2015 Cidades juntam-se contra a violência infantil – Vídeo

Abril 18, 2015 às 4:44 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/cpcjoeiras?fref=nf

Jogos de crianças. A violência não faz falta nesta lição

Janeiro 30, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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getty images
Para o pediatra Mário Cordeiro, os jogos com que as crianças têm contacto moldam a forma como elas vão olhar para a realidade que as rodeia.

O desafio não se apresenta fácil: levar uma criança a trocar a consola e os jogos de sangue por actividades educativas. Os pais estão mais atentos na escolha daquilo que apresentam aos filhos, diz a psicóloga clínica Marta Costa, e essa escolha tem mesmo de ser “consciente” porque traz consequências graves – como a fobia social e o abandono escolar.“Se, num jogo, cortar cabeças vale mais pontos, como vamos explicar que os jihadistas não andam a vencer o campeonato?”, questiona-se o pediatra Mário Cordeiro.

O contacto com jogos de cariz violento até pode ser positivo para as crianças – permite-lhes treinar o raciocínio e a destreza, aprender a trabalhar em equipa e a tomar decisões. Há benefícios, portanto. Mas a questão é que essas capacidades podem ser adquiridas noutras actividades que não obriguem ao contacto dos mais novos com a violência.

As experiências de vida influenciam a formação do carácter da criança ao longo do seu desenvolvimento até chegarem à vida adulta. E isso é válido para o contexto familiar, escolar e, claro, também para o lúdico. “Quando estão expostas a um teor mais violento, as crianças tendem a repetir esses comportamentos”, refere a psicóloga escolar Marta Costa. O pormenor está mesmo no contexto familiar. “Uma criança que lide diariamente com episódios de violência e que prolongue esse contacto para os momentos de diversão tenderá a replicar esses comportamentos”, explica. Pelo contrário, uma criança com uma “estrutura normal” até pode passar por episódios de “desequilíbrio”, mas “tem todo o outro lado que compensa” esse deslize.

Não é que as crianças vão imitar em absoluto aquilo que observaram, até porque os sinais chegam de outra forma. “Nomeadamente na resolução de conflitos.Em vez de lidarem com essas situações de forma construtiva, as crianças adquirem esses comportamentos mais agressivos”, diz Marta Costa. Torna-se “um problema social” quando a criança não consegue ouvir um não, quando não obedece às orientações do professor. “A banalização da violência é sempre má”, resume o pediatra Mário Cordeiro.E a factura a pagar é cara.

Não, porque… Ao gabinete de Pedro Huber começaram a chegar pacientes cada vez mais novos. As pessoas com mais de 50 anos e vício de jogo em casino foram dando a lugar a miúdos com 18 anos com graves problemas de fobia e ansiedade social, instabilidades de humor, tendência para a depressão e, em última análise, abandono escolar. Tudo por causa de um vício em jogos de computador que começou a formar-se a partir dos 11, 12 anos de idade.

À permissividade dos pais, o psicólogo, especialista em adição ao jogo, junta o factor “desconhecimento”, sobretudo entre os casais acima dos 30 anos.

“A tecnologia é formidável, mas foi desenvolvida, desde sempre, pelo ser humano com três objectivos: tornar a vida mais prática e confortável, exigir menos esforço físico e dar mais tempo para outras actividades”, refere Mário Cordeiro. Para o pediatra, a opção é clara: entre os computadores e os jogos didácticos longe do ecrã, os últimos saem a ganhar. “A inteligência emocional e o espírito prático adquirem-se com esse tipo de jogos e não com jogos ou actividades monocórdicas, repetitivas ou em que tudo já está feito e o ser humano é um simples andróide que carrega em botões.”

É notório que a escolha e a última palavra passam sempre pelos pais. Mas como é que se consegue criar na criança o gosto por jogos e brincadeiras que não obriguem a um contacto com cenas de violência, violações e roubos? Dizendo simplesmente que não? Mais ou menos, dizem os especialistas ouvidos pelo i.

O ideal é começar desde cedo a “educar para a escolha”, defende Marta Costa. Negar o acesso das crianças a certo tipo de conteúdos resolve a questão dentro de casa, mas isso só gera “mais curiosidade por aquilo que não se conhece”. Tão importante como dizer que “não”, explica a psicóloga, é “explicar, numa linguagem que esteja de acordo com a idade da criança, as razões por que se opta por outras ofertas”. Isso não significa que, fora de casa, a criança não venha a experimentar o jogo, “mas experimenta por curiosidade e fica por aí”.

Outra hipótese passa por um maior “controlo parental” das crianças. Pedro Huber fala nos casos de crianças com 12 anos que, na internet, facilmente chegam aos jogos que só deveriam conhecer depois dos 16. Menos radical na solução que Mário Cordeiro, o psicólogo considera que “os pais podem sentar-se com os filhos frente ao ecrã, jogar um pouco com eles e perceber como eles reagem a cada tipo de jogo”.

Missão: jogos educativos

Ouvir os professores

Ambiente escolar Os professores e os educadores de infância lidam diariamente com dezenas de crianças. Eles estão, por isso, entre os profissionais mais bem preparados para indicar aos pais os jogos educativos mais aconselhados para os seus filhos. Ou, pelo menos, a explicar onde esses jogos podem ser encontrados e que benefícios cada actividade pode trazer à criança.

O universo da internet

Buscas rápidas Pode sempre procurar sugestões na internet. O mais difícil talvez seja encontrar ideias de jogos que não passem pelo requisito de ter um tablet e fazer o download de uma qualquer aplicação. Se isso não for impedimento, o conselho dos especialistas é que conheça a aplicação antes de apresentá-la aos seus filhos. Para encontrá-las, é simples: busca rápida no Google.

Tirar a poeira dos livros

Biblioteca municipal Talvez não seja a primeira ideia a passar pela cabeça dos pais – pelo menos dos mais novos –, mas a biblioteca municipal ou a livraria do bairro também são uma opção. Na secção de educação poderá encontrar bons livros pedagógicos ou com sugestões de actividades. E vai levar o seu filho a conhecer uma realidade que parece estar em vias de extinção.

Apostar na criatividade

Gerador de brincadeiras A ideia não precisa de ser genial. Mas o facto de perder uns minutos – talvez alguns dias – a pensar em jogos para pôr em prática com os seus filhos poderá ser uma hipótese a experimentar. Sugestão? Simples: um cesto cheio de meias às cores, com os respectivos pares. Ajuda as crianças a aprender a contar, aprender as cores e a juntar objectos iguais.

Aprender fora de portas

Jogos ao fim da rua “No meu tempo, as crianças brincavam na rua umas com as outras.” Os saudosistas têm alguma razão. Fora de portas, há uma série de jogos e actividades que põem os mais novos – e os mais velhos – em movimento e levam a aprendizagem, ao mesmo tempo que as estimula a conhecer a outras realidades que não apenas a da sala fechada.

O dia-a-dia também vale

Aproveitar as rotinas Um dos tormentos para uma criança é ser arrastada para o supermercado enquanto os pais fazem as compras de casa. Mas a necessidade pode servir para aprender, tanto quanto a limpeza de casa, pôr a mesa e uma série de actividades banais do dia-a-dia. O importante é aproveitar o tempo passado com os filhos da forma mais pedagógica possível.
 

 

Seminário Maus Tratos à Criança na Família

Abril 15, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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seminarioalmada

inscrições até 24 de abril no link

https://www.facebook.com/CPCJ.de.Almada

II Congresso Internacional “Crime, Justiça e Sociedade”

Março 3, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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criap

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Videojogos violentos condicionam capacidade de distinguir o bem do mal

Fevereiro 17, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site TEK de 5 de Fevereiro de 2014.

Um estudo que avaliou o comportamento de jovens com idades entre os 13 e os 14 anos conclui que o consumo de videojogos violentos condiciona o desenvolvimento da personalidade.

A pesquisa defende que há uma relação direta entre o tempo, o tipo de videojogos usados por adolescentes e o nível de consciência moral que estes desenvolvem. Detalha-se no documento que há diferenças na capacidade dos jovens para levar em consideração os pontos de vista dos outros, ou para distinguir o bem do mal, consoante as suas experiências e nível de exposição a videojogos violentos.

Da responsabilidade de Mirjana Bajovic, o estudo da Brock University define quatro níveis de consciência moral, que representam estádios de maturidade distintos. Entre os adolescentes com maior nível de exposição àquele tipo de conteúdo, o mais comum é que essa consciência não vá além do segundo nível de maturidade.

Conclusões de outras pesquisas mostraram já que este nível de maturidade social normalmente inibe a capacidade de assumir diferentes papeis na sociedade e levar em consideração as perspetivas de outros.

“Passar demasiado tempo num mundo virtual de violência pode impedir os jogadores de se envolverem noutras experiências sociais da vida real e desenvolverem um sentido positivo do que é certo ou errado”, defende a autora, citada numa nota publicada no site AlphaGalileo.

Estes efeitos são sobretudo notados em quem passa três horas ou mais horas a explorar jogos violentos. O mesmo tipo de questão não foi identificada em quem joga outro tipo de jogos.

No entanto, a autora do estudo não defende a proibição total do uso de videojogos violentos. Sugere antes que os pais tenham um maior controlo sobre o tipo de conteúdos usados pelos filhos e que monitorizem sobretudo o tempo que estes passam a jogar.

 

IV Colóquio A Violência e o Mal

Novembro 8, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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