Apresentação do livro “A viagem de Peludim” 17 Setembro na Biblioteca Municipal Lídia Jorge (Albufeira)

Setembro 8, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Workshop para Pais “Prevenção da Violência Sexual e de Género na Infância” 15 de outubro na Parede

Agosto 22, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/aviagemdepeludim/

www.peludim.com/

Teens who ‘sext’ experience more violence: study

Agosto 16, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site http://medicalxpress.com/ de 5 de agosto de 2016.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Teenage intimate partner violence: Factors associated with victimization among Norwegian youths

Jourden C

Teenagers who exchange digital messages with sexual content, a practice known as sexting, are more likely to experience violence in love relationships, a study has found.

In a survey of more than 1,000 14 to 17-year-olds in Norway, 549 reported having had a romantic partner.

Nearly a third of the young lovers said they had sent explicit sexual messages—pictures and/or text—to their sweethearts.

Compared to teens who had not engaged in sexting with a partner, these adolescents experienced four times more physical violence—acts such as smacking, pushing, strangulation or being beaten with a hard object, the researchers found.

They suffered 2.5 times more sexual abuse, ranging from forced kissing to rape, and 3.5 times more psychological violence.

The findings were reported in the peer-reviewed Scandinavian Journal of Public Health.

For teens, “there is a bigger chance of becoming a victim of intimate partner violence if you send messages with sexual content,” said lead author Per Hellevik, a sociologist at the Norwegian Centre for Violence and Traumatic Stress Studies is Oslo.

More than 40 percent of youngsters with love interests—which did not necessarily include sex—said they had experienced couple violence of some kind. This included sexters and non-sexters.

Girls were far more exposed to violence than boys, the study showed, especially those with older partners.

They also reacted differently.

Both sexes were asked how they felt when subjected to violence in a relationship, with possible answers ranging from “sad” and “frightened” to “loved” and “desired”.

Twice as many girls expressed negative feelings about violence.

At the other extreme, “one percent of the girls and 35 percent of the boys had purely positive experiences”, Hellevik said in a statement.

The study does not conclude that sexting causes violence, noting that children who experience fighting or brutality at home or at school are prone to similar behaviour with their intimate partners.

Sexting, in other words, could be as much symptom as cause.

The findings raise thorny questions about when parents and teachers should intrude in the private digital lives of youngsters.

“We wouldn’t let teenagers hang around in the streets all day without knowing what they are up to or who they were with,” said Hellevik.

“In the same way, they shouldn’t be allowed to hang around online on their own.”

 

UNESCO defende educação sexual e de gênero nas escolas para prevenir violência contra mulheres

Junho 21, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto das https://nacoesunidas.org/ de 7 de junho de 2016.

Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, aprofundar o debate sobre sexualidade e gênero contribui para uma educação mais inclusiva, equitativa e de qualidade, não restando dúvida sobre a necessidade de a legislação brasileira e os planos de educação incorporarem perspectivas de educação em sexualidade e gênero.

Segundo a organização, declarações foram divulgadas diante de fatos recentes ocorridos no país no que se refere à violência sexual.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil reafirmou nesta terça-feira (7) seu compromisso com a garantia dos direitos das mulheres e da população LGBT, posicionando-se de forma contrária a toda forma de discriminação e violação dos diretos humanos em qualquer circunstância e, em especial, em espaços educativos.

“As desigualdades de gênero, muitas vezes evidenciadas pela violência sexual de meninas, expõem a necessidade de salvaguardar marcos legais e políticos nacionais, assim como tratados internacionais, no que se refere à educação em sexualidade e de gênero no sistema de ensino do país”, disse a agência das Nações Unidas em comunicado.

Segundo a organização, as declarações foram divulgadas diante de “recentes fatos ocorridos no país no que se refere à violência sexual”.

Para a UNESCO no Brasil, aprofundar o debate sobre sexualidade e gênero contribui para uma educação mais inclusiva, equitativa e de qualidade, não restando dúvida sobre a necessidade de a legislação brasileira e os planos de educação incorporarem perspectivas de educação em sexualidade e gênero.

“Isso se torna ainda mais importante uma vez que a educação é compreendida como processo de formar cidadãos que respeitem às várias dimensões humanas e sociais sem preconceitos e discriminações”, disse a agência da ONU.

Um dos compromissos dos países-membros das Nações Unidas é garantir o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotada pelo Brasil e todos os outros Estados-membros da ONU em 2015. Entre os 17 objetivos globais da agenda, está a garantia de ambientes de aprendizagem seguros e não violentos, inclusivos e eficazes, e a promoção da educação para a igualdade de gênero e os direitos humanos.

Resultado de amplo debate internacional, o Marco de Ação Educação 2030 joga luz sobre a importância da perspectiva de gênero na educação.

“Esta agenda dedica especial atenção à discriminação baseada em gênero, bem como a grupos vulneráveis, e para assegurar que ninguém seja deixado para trás. Nenhum objetivo de educação deve ser considerado cumprido a menos que seja alcançado por todos”, afirmou trecho do documento da reunião, realizada em novembro do ano passado, paralelamente à 38ª Conferência Geral da UNESCO, com a presença de ministros e especialistas.

A UNESCO ressaltou em todos os seus documentos oficiais que estratégias de educação em sexualidade e o ensino de gênero nas escolas é fundamental para que homens e mulheres, meninos e meninas tenham os mesmos direitos, para prevenir e erradicar toda e qualquer forma de violência, em especial a violência de gênero.

A agência da ONU já possui diversos materiais que podem ajudar os educadores do país a incluírem questões de gêneros nos debates de suas aulas e seus espaços educativos (clique aqui para saber mais).

“A eliminação das desigualdades de gênero é determinante para a construção de uma sociedade inclusiva e equitativa”, disse a UNESCO. “Todos os estudantes têm o direito de viver e aprender em um ambiente livre de discriminação e violência. Com educação e diálogo é possível prevenir a violência de gênero”.

A UNESCO no Brasil lançou também uma campanha nas redes sociais sobre o tema (veja aqui).

 

 

I Congresso Presse “Educação Sexual na Região Norte”

Abril 27, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição gratuita e obrigatória para participar no Congresso e/ou nos Workshops.

mais informações:

http://www.presse.com.pt/

Violência sexual. 176 filhos vítimas de abuso pelos pais em quatro anos

Março 26, 2015 às 10:58 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 25 de março de 2015.

Marko Djurica Reuters

Numa altura em que se discute o acesso por parte dos pais a uma base de dados de pedófilos, quantas vezes serão eles os agressores?

Foi preciso um ano para a mãe perceber que o filho estaria a ser abusado pelo pai. Separada e com a guarda do J., o rapaz ia de quinze em quinze dias passar o fim-de-semana com o pai. A certa altura, quando tinha três anos, começou a ficar mais irrequieto e mais agressivo na escola. Tornou-se carente mas por vezes com comportamentos “desadequados”, como tentar meter a língua na boca da mãe.

O caso, descrito ao i pela técnica da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) Joana Menezes, é um dos 176 relatos de filhos abusados sexualmente pelos pais que a associação registou nos últimos quatro anos, um número sem precedentes. Maior incidência e/ou maior sensibilização – que podem estar a levar a mais denúncias e detecção precoce – são as explicações dos técnicos para o número de casos, que em 2011 chegaram a representar 13,5% das situações de violência sexual contra crianças e adultos que passaram pela associação.

Numa altura em que se prepara a criação de uma base de dados de agressores sexuais de menores, à qual, de acordo com a proposta do governo, os pais teriam acesso, a APAV reserva para o parecer que tenciona remeter ao parlamento uma opinião fundamentada sobre a eficácia desta estratégia. Mas há algo unânime para os peritos: como acontece na violência entre adultos, é em relações de intimidade que ocorrem a maioria dos abusos de menores, o que sugere que uma base em que se pudesse indagar o passado de um desconhecido seria preventivo numa minoria das situações.

Embora não sejam tão detalhados, os dados do último Relatório Nacional de Segurança Interna permitem confirmar o que está descrito na literatura: cerca de 80% dos abusos acontecem em relações de proximidade. Em 2013 foram abertos 1227 inquéritos por indícios de abuso sexual de crianças. Em 48% o agressor era familiar da vítima e em 25% um conhecido. Só em 145 situações se tratava de um desconhecido e apenas 28 casos aconteceram em relações de assistência e formação. Manuela Santos, técnica da APAV do Porto, sublinha que importa desmistificar a noção do autor do crime como desconhecido.“O que os dados indicam é que em muitas situações as agressões ocorrem quando existe um laço familiar e de facto, que acaba por ser aproveitado pelo agressor e gera muita confusão na criança”, explica. “O facto de haver esse laço acaba por perpetuar o abuso, porque é difícil para a criança perceber se os comportamentos serão normais e há uma ambivalência de sentimentos em relação ao agressor.”

Joana Menezes, da APAV de Lisboa, partilha da mesma opinião e explica que por vezes os sinais são subtis, o que exige sensibilização. “As crianças não têm fantasias sexuais, fantasiam com coisas que lhes fazem bem. Por vezes desvaloriza-se pensando que é mentira.” Ou que é normal. Segundo relatou a mãe de J. quando procurou ajuda da associação – porque apesar de decorrer o inquérito-crime o filho tinha de continuar a ir às visitas quinzenais – o rapaz às vezes regressava triste de casa do pai e quando lhe perguntava porquê limitava-se a responder que tinha ficado de castigo, o que a mãe atribuiu ao temperamento “mais frio” do ex-companheiro. Mas noutras vezes regressava contente e apenas uma vez fez birra para não ir, o que a mãe desvalorizou.

Foi num regresso aparentemente normal, contudo, que começou a achar que poderia haver mais alguma coisa, mas mesmo assim não seguiu o seu instinto. Ao dar banho ao filho, este disse-lhe que lhe doía o pénis. A mãe notou vermelhidão mas achou que seria uma infecção semelhante a outra que o pediatra diagnosticara meses antes – que mais tarde veio a pensar se não seria já um primeiro sinal. Ao questionar o filho, este disse-lhe que o pai lhe tinha “mexido na pilinha” e posto creme. Quando confrontou o ex-companheiro, o relato foi natural. Lembra-se de estranhar mas desvalorizou: pensou “estar a fazer filmes.”

Tempos depois, quando as birras começaram a aumentar e num regresso mais calado, a mãe voltou a insistir com J. A criança respondeu-lhe que o pai lhe tinha voltado a mexer e a pedir-lhe para “chupar a pilinha dele”. E disse-lhe que tinha de guardar segredo, se não nunca mais faria as coisas de que gostava. Só aí a mãe caiu em si, fez queixa na PJ e J. foi avaliado pelo Instituto de Medicina Legal. A associação desconhece o desfecho do caso mas diz que é importante reconhecer que o fenómeno existe e não escolhe classes. Os pais de J. têm ambos estudos superiores, empregos estáveis. Uma família de classe “média alta”, diz  a técnica.

Serão os casos da APAV representativos? O i tentou perceber junto do Ministério da Justiça quantos agressores de menores condenados nos últimos anos eram pais das vítimas. Fonte oficial indicou que o “modo de recolha dos dados estatísticos junto dos tribunais judiciais” não permite fornecer essa informação. Também Armando Leandro, presidente da Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco, indicou que as estatísticas deste organismo não detalham essa informação. Sabe-se apenas que em 2013, último ano com dados, foram sinalizadas 2898 potenciais situações de abuso sexual e 180 foram objecto de deliberação de medidas.

 

 

Global status report on violence prevention 2014

Março 11, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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violence

descarregar o relatório no link:

http://www.who.int/violence_injury_prevention/violence/status_report/2014/en/

The Global status report on violence prevention 2014, which reflects data from 133 countries, is the first report of its kind to assess national efforts to address interpersonal violence, namely child maltreatment, youth violence, intimate partner and sexual violence, and elder abuse.

Jointly published by WHO, the United Nations Development Programme, and the United Nations Office on Drugs and Crime, the report reviews the current status of violence prevention efforts in countries, and calls for a scaling up of violence prevention programmes; stronger legislation and enforcement of laws relevant for violence prevention; and enhanced services for victims of violence.

 

Violência Sexual: Avaliação Psicológica e Intervenção com Vítimas e Agressores – Formação na UTAD

Fevereiro 17, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sexual

mais informações:

http://gform.utad.PT

https://www.facebook.com/GabineteDeFormacaoUtad

Manual Crianças e Jovens vítimas de violência: compreender, intervir e prevenir

Fevereiro 15, 2015 às 5:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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manual

descarregar o manual no link:

http://apav.pt/publiproj/images/yootheme/PDF/Manual_Criancas_Jovens_PT.pdf

“A utilidade desta obra é óbvia e essencial, uma vez que permite instruir os diferentes intervenientes no processo de violência e de apoio à vítima e ao agressor, das fases e competências que cada interveniente tem no processo de saúde (e de doença). (…)

De fácil leitura, clara e com boa estruturação pedagógica por assunto, o Manual Crianças e Jovens vítimas de violência: compreender, intervir e prevenir reflecte a complexidade do problema da criança e adolescente que sofre de maus tratos, de violência sexual, de bullying e de violência no namoro, deixando caminhos e finalidades sobre a promoção, a preservação e o restabelecimento da saúde quando esta é alterada pela violência”

João Luís Baptista (MD, MsC, PhD, Prof. de Saúde Pública)

Centro de Investigação em Saúde Comunitária do Departamento Universitário de Saúde Pública, da Faculdade de

Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (CISCOS/DUSP/FCM/UNL)

Vídeo de sensibilização para adolescentes sobre violência sexual do Conselho da Europa

Outubro 2, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Recursos do Conselho da Europa

http://assembly.coe.int/oneinfive/video/default-EN.asp

The ONE in FIVE campaign

 

 

 

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