Muitas vezes, a casa e a família são os lugares mais perigosos do mundo

Junho 17, 2020 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista de Carlos Poiares ao Jornal de Notícias de 15 de junho de 2020.

Valentina: “Já se devia ter ouvido a criança com muita atenção. E a mãe” Entrevista de Dulce Rocha na TVI

Maio 14, 2020 às 9:58 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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A Dra. Dulce Rocha, Presidente do IAC, foi entrevistada na TVI – Jornal das 8, no dia 13 de maio de 2020.

Dulce Rocha, presidente do Instituto de Apoio à Criança explicou esta quarta-feira que os maus tratos acontecem sobretudo dentro do seio familiar e que, muitas vezes, a família não é o porto seguro que se esperava e, pelo contrário, pode ser um dos locais mais perigosos para a criança.

Visualizar a entrevista no link:

https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/valentina-ja-se-devia-ter-ouvido-a-crianca-com-muita-atencao-e-a-mae/5ebc71330cf2cd6069ebef10

O caso Valentina em análise na SIC Notícias com a participação de Dulce Rocha do IAC

Maio 12, 2020 às 5:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Participação da Dra. Dulce Rocha, Presidente do IAC no programa “O caso Valentina em análise” na SIC Notícias de 11 de maio de 2020.

A Dra. Dulce Rocha participou nos minutos 07.08m – 13.50m e  26.54m – 30.05m

Visualizar o programa no link:

https://sicnoticias.pt/pais/2020-05-11-O-caso-Valentina-em-analise?fbclid=IwAR2OOgUYDb5NKNTZBgb-eo7paxceEShTpIrsn4i7-e2jAb9ID7gMOo8-tT8

Por trás de uma fuga há sempre uma história triste de uma criança – Entrevista de Dulce Rocha na RTP

Maio 12, 2020 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do Telejornal da RTP de 11 de maio de 2020, com participação da Dra. Matilde Sirgado, coordenadora do Projecto Rua do IAC e entrevista à Dra. Dulce Rocha, Presidente do IAC.

Link para telejornal completo: https://www.rtp.pt/play/p6559/telejornal

Valentina, a protecção das crianças e os bodes expiatórios

Maio 12, 2020 às 10:13 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Rute Agulhas publicado no Público de 11 de maio de 2020.

Em que medida falhámos todos, enquanto sociedade? Será que sinalizámos todas as situações de risco de que suspeitámos? Qual o investimento que temos feito em termos de prevenção dos maus tratos e em sensibilização da comunidade? E em formação técnica e capacitação das equipas que avaliam e trabalham com as famílias?

O país está mergulhado em choque e indignação com a morte da pequena Valentina, alegadamente cometida pelo pai e pela madrasta, em circunstâncias ainda por apurar. Uma reacção emocional expectável, atendendo a que teimamos ainda em acreditar que a família é o lugar mais seguro para uma criança. Não é, nunca foi, e duvido que alguma vez venha a ser. Na esmagadora maioria das situações, é na família que ocorrem os maus tratos, a negligência e o abuso sexual de crianças e jovens. O indivíduo estranho feio, porco e mau que aparece do nada, rapta, maltrata e viola as crianças é mais um mito do que uma realidade.

Esta morte trágica de uma criança às mãos de um dos pais tem de obrigar-nos a repensar a forma como funcionamos enquanto sociedade. Tem de obrigar-nos a olhar para as fragilidades do nosso sistema de promoção e protecção de crianças e jovens, fragilidades essas que são, afinal de contas, as fragilidades de todos nós. Porque o sistema somos todos nós.

Assim que a situação da criança foi anunciada, logo choveram críticas destrutivas dirigidas à CPCJ que teria tido uma sinalização da criança há cerca de um ano, acabando por arquivar o processo algum tempo depois.

O nosso sistema de protecção está organizado de uma forma piramidal, o que significa que na base temos as chamadas entidades com competência de intervenção em matéria de infância e juventude. São serviços de primeira linha como a escola, os serviços de saúde, as instituições particulares de solidariedade social, a polícia, entre outros. Serviços de proximidade que, como o nome indica, estão mais próximos das crianças e das famílias e a quem compete um olhar atento para a eventual identificação de situações de risco. A meio da pirâmide temos então as CPCJ, a quem compete avaliar as situações de perigo que são sinalizadas. Avaliação esta que exige um contacto com a família e a criança, a sua rede formal e informal (amigos, vizinhos, etc.). O que significa que esta avaliação irá também socorrer-se das informações da primeira linha. Caso a avaliação efectuada permita concluir sobre a existência de uma possível situação de perigo, o processo é aberto e segue o seu curso, podendo, ou não, vir a transitar para tribunal (situado no topo da pirâmide).

Ora, quando um caso é arquivado, significa que, à data em que decorreu essa avaliação, não foram identificados sinais indicadores de uma situação de perigo, sendo certo que, como sabemos, os técnicos não possuem poderes adivinhatórios e têm de trabalhar com os dados que têm disponíveis. Ou seja, não significa que, um ano volvido, essa mesma família não possa apresentar uma dinâmica diferente, eventualmente disfuncional. A família é um sistema dinâmico, convém recordar e sublinhar.

Mais, importa ainda destacar que durante este último ano não terá ocorrido qualquer tipo de sinalização em relação a esta criança. Ou seja, nem a família, os vizinhos, a escola ou as demais entidades da primeira linha identificaram qualquer sinal de risco que justificasse um pedido de ajuda.

É verdade que os diversos serviços que intervêm na área da protecção de crianças e jovens apresentam uma escassez de recursos humanos. Temos de ser honestos e admitir isto. Quantos psicólogos e assistentes sociais existem nos agrupamentos escolares e nos cuidados de saúde primários? São suficientes? E qual o ratio de processos por técnico em cada CPCJ? E são os peritos forenses suficientes para realizar as respectivas perícias? E os tribunais, possuem todos eles equipas multidisciplinares devidamente capazes de dar resposta atempada e rigorosa aos pedidos de avaliação e intervenção?

A resposta a todas estas perguntas é “não”.

Mas, ao invés de corrermos a apontar os dedos, tentando identificar bodes expiatórios, talvez fosse boa ideia repensar o papel que cada um de nós representa neste sistema. Em que medida falhámos todos, enquanto sociedade? Será que sinalizámos todas as situações de risco das quais suspeitámos? Qual o investimento que temos feito em termos de prevenção dos maus tratos e em sensibilização da comunidade? E em formação técnica e capacitação das equipas que avaliam e trabalham com as famílias?

Repensemos o sistema de uma forma construtiva e geradora de mudanças, para que todas as crianças possam ver efectivamente salvaguardados os seus direitos. Não vamos a tempo de proteger a Valentina, é certo, mas podemos ainda proteger tantas outras Valentinas.

Psicóloga especialista em Psicologia Clínica e da Saúde, Psicoterapia e Psicologia da Justiça; docente e investigadora no ISCTE-IUL

Guarda partilhada pode não ser a opção ideal para algumas crianças – Entrevista de Manuel Coutinho à RTP

Maio 11, 2020 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Entrevista do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) à RTP no dia 11 de maio de 2020.

O secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança realça a importância de denunciar os maus tratos a menores e todas as situações de risco.

Manuel Coutinho lembra o perigo que muitas crianças correm no interior das famílias e entende que nem sempre a guarda partilhada de um filho é a melhor opção.

Visualizar a entrevista no link:
https://www.rtp.pt/noticias/pais/guarda-partilhada-pode-nao-ser-a-opcao-ideal-para-algumas-criancas_v1227771

“Maioria dos crimes contra crianças é na família, mas as pessoas não querem acreditar”, diz Dulce Rocha

Maio 11, 2020 às 11:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Rádio Observador de 10 de maio de 2020 com declarações da Presidente do IAC Dra Dulce Rocha.

“As comissões de proteção não têm o dom da adivinhação. Mas se formos treinados para prestar mais atenção à criança talvez algumas coisas destas se evitem”, diz Dulce Rocha, sobre a morte de Valentina.

Ouvir as declarações da Presidente do IAC Dra Dulce Rocha no link:

https://observador.pt/programas/resposta-pronta/as-comissoes-nao-sao-adivinhas-mas-podem-ser-treinadas-para-evitar-casos-destes-diz-dulce-rocha/?fbclid=IwAR1UtV5fNVCXc6YX0-3CyDNXOgTGYj4NGs1yaTbUq0_jHizmmIxJVoAcDIs

Todos os meses 22 crianças e jovens são vítimas de violência sexual

Maio 28, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 28 de maio de 2019.

Entre janeiro de 2016 e maio de 2019, a APAV recebeu 881 pedidos de apoio de crianças e jovens. Verifica-se um aumento crescente de ano para ano. A maioria dos abusadores são familiares ou pessoas conhecidas.

A Rede Care, um projeto especializado da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), apoiou, por mês, 22 crianças e jovens vítimas de violência sexual. Entre janeiro de 2016 e maio de 2019, foram apoiados 881 crianças e jovens, 140 familiares e amigos e foram feitos 10,509 atendimentos, de acordo com o relatório hoje divulgado.

Em 2016, a APAV recebeu 195 novos pedidos de ajuda (uma média de 16 por mês); em 2017 teve 251 novos casos (média de 21 por mês) e em 2018 foram 304 (uma média de 25 por mês), numa tendência que parece ser crescente. Nos primeiros meses de 2019, deram já entrada 131 novos casos, correspondendo a uma média de 32 por mês.

A maioria das vítimas (80,3%) são do sexo feminino, residem no distrito de Lisboa (303), têm entre 14 a 17 anos (37,23%) e sofreram abusos de forma continuada (63,8%). É dentro do lar, em contexto intrafamiliar, que ocorre a maioria dos crime (54,1%), sendo que são os pais/mães os principais abusadores (19,8%). Quando a violência sexual ocorre fora do contexto familiar (39,9%), a maioria dos agressores são pessoas conhecidas (12,1%).

O aumento – que se verifica de ano para ano – pode estar também relacionado com um crescimento das denúncias. A esmagadora maioria das queixas (78,5%) foram igualmente reportadas às polícias e aos tribunais. Em 14,6% dos casos, essas denúncias partiram da própria APAV.

Bullying e maus tratos físicos e psíquicos

No Relatório Estatísticas APAV – Crianças e Jovens Vítimas de Crime e de Violência 2013-2018, também hoje divulgado mas que engloba todos os tipos de crimes, confirma-se o padrão de que os autores dos crimes estão dentro da família. De um total de 5628 crimes, a maioria (3.2 5 ) foi cometido pelos pais.

Da globalidade de crimes cometidos contra crianças e jovens, entre 2013 e 108, o destaque vai para o bullying com um total de 301 crimes. Nos casos de violência doméstica, sobressaem os maus tratos psíquicos (3570) e físicos (1442).

mais informações no link:

https://apav.pt/apav_v3/index.php/pt/2028-estatisticas-apav-criancas-e-jovens-vitimas-de-crime-e-de-violencia-2013-2018

 

 

 

Mães idosas já ligam para a APAV para tentarem evitar agressões dos filhos

Dezembro 10, 2018 às 11:35 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site Delas

O número de mulheres assassinadas em Portugal, em 2018, voltou a aumentar. Ainda novembro não acabou e já são 24 as que perderam a vida. Destas, oito (mais três do em quem 2017) eram mães e deram à luz o seu próprio algoz. Dados que chegam do Observatório de Mulheres Assassinadas, elaborado pela União de Mulheres Alternativa e Resposta.

E se as mais velhas que sucumbem ante a violência dos seus filhos são em menor dimensão do que as que morrem às mãos dos companheiros, certo é que o número de queixas relativas aos idosos crescem e partem de mulheres que estão a viver todos estes dramas em silêncio ao contrário do que é habitual. Quem o relata é a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), a propósito do dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, que se assinala este domingo, 25 de novembro.

“Os números que nos vão chegando, relativamente à violência contra idosos, sobretudo mulheres, indicam uma cifra negra enormíssima. A maioria das mães e dos pais não querem denunciar este tipo de violência, nem apresentar queixa contra os filhos”, refere Daniel Cotrim.

E, sendo pessoas mais velhas e eventualmente menos expeditas a procurarem ajuda, quando o fazem, o psicólogo da APAV revela que tal acontece num esquema invertido: “As vítimas procuraram as organizações ao contrário, perguntam como é que as entidades podem ajudar o filho ou filha agressor ou agressora; como ajudar a mudar comportamentos”, revela. Os dados são claros: falamos sobretudo de mulheres idosas, cujo número tem aumentado, em grande parte dependentes e em que os autores do crime são quase 70% do sexo masculino, e uma maioria que está, geralmente, desempregada.

Cuidadoras em desespero ligam para a APAV para evitar uma loucura

Mas este é apenas um lado da história. Há outro que começa a emergir e para o qual não há números. Existe apenas, reconhece Cotrim, uma “sensibilidade empírica”: “Muitas vezes, os próprios cuidadores informais estão em situação de stress e completo burn out e, não raras vezes, recebemos telefonemas na APAV de mulheres que já não aguentam mais. Há cuidadoras que nos ligam porque sentem que estão no limite de cometer uma asneira”, denuncia.

Realidades que, mais tarde ou mais cedo, podem vir a revelar-se um verdadeiro horror já que o envelhecimento e o número de cuidadores informais continua a aumentar. “Os filhos sentem que são, de alguma forma, intocáveis porque não vão ser denunciados pelos pais”, avisa Cotrim.

Mais informações no link:

Violência Doméstica | Violência Filioparental 2013-2017

Mais de 3300 pais recorreram à APAV por serem vítimas de violência dos filhos

Novembro 22, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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DRO Daniel Rocha

Notícia do Público de 15 de novembro de 2018.

Segundo dados da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, em grande parte dos casos a vítima era mulher e com mais de 65 anos.

Lusa

Mais de 3300 pais ou mães precisaram da ajuda da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) nos últimos cinco anos por terem sofrido agressões por parte dos filhos, entre casos de violação ou tentativa de homicídio.

Segundo dados divulgados esta quinta-feira pela APAV, entre 2013 e 2017, 3369 pessoas pediram ajuda à associação por serem vítimas de violência doméstica por parte dos filhos, registando-se 3387 processos de apoio e 7076 factos criminosos.

Só no ano passado, a APAV recebeu 765 pedidos de ajuda, menos 62 casos do que em 2016, mas mais 208 do que em 2013, o que representa um aumento de 37% em cinco anos. Entre 2013 e 2017, em 2752 casos a vítima era mulher, na maior parte com mais de 65 anos (44,6%), viúva (28,2%), e a viver num tipo de familiar nuclear com filhos (30,5%).

No total dos 7076 crimes registados, 2805 (39,6%) tinham a ver com maus tratos psíquicos, mas houve também 1763 casos de maus tratos físicos, além de 1130 casos de ameaça ou coacção ou 688 de injúrias ou difamação. Entre os números menos expressivos, há registo de 179 casos de roubo, mas também três casos de violação ou três tentativas de homicídio.

“Tendo em conta o tipo de problemáticas existentes, prevalece o tipo de vitimação continuada em cerca de 80% das situações, com uma duração média entre os dois e os seis anos (13,2%)”, refere a APAV, que destaca, por outro lado, que na maior parte dos casos (55,2%) as agressões ocorrem dentro da residência comum, apesar de o número de queixas/denúncias representar apenas 27,3% face ao total de autores de crimes assinalados.

Relativamente ao autor dos crimes, os dados da APAV mostram que em 68,6% dos casos são do sexo masculino e com idades entre os 36 e os 45 anos (17,7%), já que na maior parte das situações (1255) não se conseguiu saber a idade do autor do crime. A APAV ressalva ainda que, no total dos anos, o número de agressores (3579) foi superior ao de vítimas.

Vergonha favorece secretismo

Em comunicado, a associação de apoio à vítima explica que estes actos se inserem dentro da violência filioparental, que se caracteriza por “actos violentos e intencionais de filhos em relação aos pais” e que envolvem ameaça, intimidação e domínio para a obtenção de controlo e poder.

“A vergonha e a manutenção do mito da harmonia familiar favorecem o secretismo em torno do problema, o que tem contribuído para uma intervenção menos desenvolvida neste campo do que noutros tipos de violência intrafamiliar (como o abuso/negligência dos filhos ou a violência entre parceiros íntimos)”, diz a APAV. Por outro lado, salienta que este tipo de violência “não é um problema individual ou uma questão restrita ao contexto familiar”, tratando-se antes de “problema social, de justiça e de saúde pública”, o que tem levado a associação “a alertar a sociedade portuguesa para esta realidade, ainda obscura, da violência doméstica praticada pelos filhos contra os pais”.

“A violência doméstica, também na forma da violência filioparental, é um crime público que não pode ser remetido ao silêncio”, defende.

mais informações no documento:

Estatísticas APAV: Crimes de Violência Doméstica | Violência Filioparental 2013-2017

 

 


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