Videoconferência “Práticas Digitais na Proteção à Criança” 1 de junho

Maio 29, 2020 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.iscte-iul.pt/eventos/2288/praticas-digitais-na-protecao-crianca

Brincar Fora da Caixa – 28 de maio (Dia Mundial do Brincar), 21.30 no Youtube e Facebook com Melanie Tavares do IAC

Maio 27, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da AjudAjudar

No Dia Mundial do Brincar, vamos estar à conversa sobre a importância do brincar em tempos de pré-confinamento, confinamento e pós-confinamento.
Como uma das/os nossas/os convidadas/os temos muito gosto em receber a Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores Actividade Lúdica e Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança.

28 de Maio, às 21h30m, no nosso canal de Youtube, contamos com a vossa colaboração nesta conversa. Em directo através de:
– YouTube: https://youtu.be/d42-Dnk075A

– Facebook: https://www.facebook.com/groups/2706838326213084/permalink/2746730352223881/

 

Conferência digital “Reflexões sobre famílias e crianças” 26 e 27 maio

Maio 24, 2020 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Realiza-se nos próximos dias 26 e 27 de maio a conferência digital “Reflexões sobre famílias e crianças”.
Serão abordados diversos temas como a evolução das famílias em Portugal, as crianças e as novas tecnologias, a audição das crianças e o direito das crianças a ambos os progenitores, e designadamente, a temática da residência alternada e novas tecnologias, em especial durante a pandemia.
O evento que terá como oradores Rute Agulhas, Rui Alves Pereira, Rui Godinho, Joana Salazar Gomes, Maria José Núncio, Maria João Castelo-Branco, Rita Francisco e Susana Atalaia, resulta de uma organização conjunta da b.law – formação jurídica para não juristas, Vida Económica e Inês Caprichoso, contando com o apoio da DGPJ.

Ensino à distância não é fazer videoconferências

Maio 8, 2020 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Educare de 16 de abril de 2020.

Porto Editora tem ferramentas e plataformas que ajudam alunos, professores, pais, encarregados de educação. A Escola Virtual, a maior comunidade educativa virtual do país, disponibiliza conteúdos e recursos digitais de acordo com os planos curriculares.

Cursos de formação contínua para professores numa academia virtual sobre temas relevantes no processo educativo, desde as tecnologias no 1.º Ciclo, à gestão flexível do currículo, à educação para a cidadania. Sugestões e planos específicos para o ensino à distância feitos pelos autores dos manuais escolares. Conteúdos educativos digitais elaborados de acordo com os planos curriculares dos ensinos Básico e Secundário. Maneiras de potenciar o ensino e explorar novos percursos. Vídeos, tutoriais, livros, exercícios. Uma equipa de apoio disponível para ajudar professores e restante comunidade sobre qualquer matéria, da mais básica à mais complexa. A Porto Editora tem um conjunto de ferramentas que facilitam o ensino à distância.

O caminho no mundo virtual e nos recursos educativos digitais não é de agora. Tem um passado. A Escola Virtual (EV) surgiu em 2005 como uma plataforma de estudo para os alunos do século XXI. Hoje é a maior comunidade educativa virtual do país que se diferencia por ter recursos educativos digitais catalogados de acordo com os currículos do Ensino Básico e Secundário e congregar tudo isso numa plataforma que disponibiliza um conjunto de ferramentas que permite o processo de ensino e aprendizagem em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer circunstância.

A EV tem conteúdos para praticamente todas as disciplinas do 1.º ao 12.º ano. Planos complementares ao que está nos manuais escolares. Vídeos. Exercícios para alunos. Turmas em rede. Um perfil pedagógico de cada estudante que o professor pode consultar para perceber dificuldades e melhorias. Com o encerramento das escolas a 16 de março, com alunos e professores em casa, a EV disponibilizou gratuitamente os seus conteúdos, e assim se manterá até ao final do ano letivo. De cerca de 250 mil subscritores há poucas semanas, hoje tem cerca de 800 mil.

Em 2008, a EV já trabalhava numa lógica de ensino colaborativo. A plataforma não é apenas um repositório de conteúdos, permite potenciar a relação entre professores e alunos, descobrir novas ferramentas, usar outras metodologias. E os algoritmos da inteligência artificial dizem como o aluno deve estudar, em que matérias está melhor e pior, onde insistir, o que aprofundar. Há um caminho feito que encaixa no que agora está a acontecer com a aplicação e generalização do regime do ensino à distância. “Não acordamos para isto agora. Na prática, tínhamos a solução para um problema que ainda não existia”, refere Rui Pacheco, diretor do Centro Multimédia da Porto Editora, em declarações ao EDUCARE.PT.

Se anteriormente, a plataforma era sobretudo usada como um complemento e suporte ao ensino presencial, utilizada pela comunidade educativa numa lógica mais expositiva, agora percebe-se todas as possibilidades do ensino relacional e da plataforma e-learning no ensino à distância. A EV não usa a videoconferência. “O ensino à distância não é videoconferência. A videoconferência é uma ferramenta de comunicação, não uma ferramenta de e-learning, que deve ser usada para tirar dúvidas e gerir contactos”. “Neste momento, a EV é a solução que os professores e alunos precisam”, garante Rui Pacheco. E a proteção de dados está garantida. Os termos de serviço foram concebidos em conformidade com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) e, entre outras coisas, exige-se o consentimento explícito e voluntário dos encarregados de educação dos filhos menores.

Personalizar matérias, editar conteúdos
A EV é uma das plataformas de e-learning com maior implementação nas escolas nacionais e que se vai adaptando aos desafios de cada ano letivo. Sempre atenta, sempre atual. Tem mais de 700 mil utilizadores e 40 mil turmas. Cria roteiros de ensino à distância para ajudar escolas e professores a implementar novas metodologias, tem vídeos tutoriais para alunos e encarregados de educação. E está disponível gratuitamente até ao final do ano letivo.

Tem também um curso gratuito em contexto de ensino-aprendizagem para que os professores fiquem munidos das competências necessárias para explorar recursos educativos digitais e funcionalidades de acompanhamento e monitorização das aprendizagens à distância, disponibilizadas pela EV. Há ferramentas de edição de conteúdos que permitem personalizar matérias de acordo com as necessidades específicas dos alunos.

Os professores podem explorar recursos educativos digitais, prolongar os momentos de aprendizagem no tempo e no espaço, criar recursos de avaliação com um banco de questões flexível e adaptado a diversos e diferentes contextos, bem como integrar ferramentas de comunicação e aprendizagem colaborativa. O acesso ao curso é válido a partir do momento da inscrição e durante 10 semanas. Para educadores de infância, professores dos ensinos Básico e Secundário de qualquer grupo de recrutamento.

O acesso gratuito à EV estende-se aos professores portugueses no estrangeiro, de todas as áreas, espalhados pelo mundo. “Independentemente dos livros que utilizarem, as centenas de professores que estão a trabalhar em vários países da Europa, nos Estados Unidos da América e Canadá, Venezuela, África do Sul, Namíbia e Austrália estão já a beneficiar deste acesso, podendo assim implementar e conduzir as aulas em regime de ensino à distância”.

Alunos sem computador são mais do que se pensa. Nas escolas públicas, quase um terço dos alunos do ensino básico não tem equipamento

Maio 4, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 24 de abril de 2020.

Ana Kotowicz

Haverá muitos mais alunos sem computador dos que os 50 mil de que fala o INE, segundo estudo da Nova. No 1.º ciclo, nas escolas públicas, os professores inquiridos dizem que 31% não tem equipamento.

Para os investigadores, foi mais uma confirmação do que uma surpresa. Há muitos mais alunos sem computadores com acesso à internet do que aquilo que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística. Só nas escolas públicas, 28% dos alunos do ensino básico não tem acesso a este equipamento. Esta é uma das conclusões do inquérito que o Centro de Economia da Educação da Universidade Nova de Lisboa está a realizar junto de professores de escolas públicas e privadas, do 1.º ao 12.º ano.

Para além da falta de computadores, os resultados preliminares mostram também que o ensino à distância tem sido feito essencialmente através do envio de fichas (mais de 80%), só com um terço dos professores a fazer, de facto, videoconferências com os seus alunos. Esta segunda conclusão foi a que mais espantou a equipa de investigação cujo objetivo, numa primeira fase do estudo, é perceber quais as soluções de ensino a distância que têm sido adotadas no contexto da atual pandemia.

Ana Balcão Reis, uma das investigadoras da equipa da Nova, não quer, para já, apontar um número exato de quantos alunos do básico e do secundário não terão à sua disposição a ferramenta essencial para o ensino à distância. Apesar de já terem 1.586 respostas, a professora frisa que os resultados ainda são preliminares e que a equipa de investigação está a analisar a amostra para garantir que ela é representativa. Caso não o seja, a equipa irá reforçar o número de inquéritos feitos que, até agora, foram enviados aos professores através das redes sociais.

“A falta de computadores entre os alunos foi mais uma confirmação do que uma surpresa em relação àquilo que já esperávamos. A grande surpresa foi perceber como é que estas aulas à distância estão a acontecer. Quando olhamos para estes resultados preliminares e vemos que só 30% dos professores recorrem à videoconferência percebemos que o ensino online não é nada online”, defende Ana Balcão Reis, argumentando que a imagem que temos de ensino virtual é através de videoconferências ou vídeos de aulas gravados pelos professores.

“Seria sempre qualquer coisa por aí. O que não esperamos é que seja só o envio de fichas por email”, sublinha, frisando que as respostas foram recolhidas antes das férias da Páscoa e que os professores poderão no 3.º período, que arrancou terça-feira, fazer acertos à forma de ensinar. Por outro lado, o inquérito foi feito através das redes sociais, chegando mais rapidamente a quem já está habituado a usar recursos onlines.

Quantos alunos não têm computador com acesso à internet? 

Os dados oficiais são os do INE: em Portugal, cerca de 5,5% dos agregados familiares com crianças até aos 15 anos não têm acesso a computadores com internet em casa. Considerando que do 1.º ao 9.º ano estão inscritos perto de um milhão de alunos (987.704), isto significa que cerca de 50 mil estudantes não têm o equipamento necessário para ter aulas online.

Os números do estudo da Nova são mais dramáticos. Em média, 23% dos alunos até ao 12.º ano não têm acesso a computador com internet em casa, valor que é ainda mais elevado quando se retiram os dados de escolas privadas. Estes números, se pudessem ser diretamente extrapolados, representariam um universo de mais de 300 mil alunos.

A grande diferença em relação aos números do INE de novembro passado é explicada pelo contexto atual. “Esta diferença pode justificar-se uma vez que os dados do INE apenas indicam se existe algum computador com internet no agregado familiar de cada aluno (por exemplo, podem existir situações em que os filhos não podem aceder ao computador por os pais o estarem a utilizar para teletrabalho)”, lê-se no estudo.

Ana Balcão Reis acrescenta um outro cenário: “Mesmo que o computador da casa não esteja a ser usado para teletrabalho poderá haver apenas um para vários estudantes do mesmo agregado familiar.”

A investigadora frisa ainda que há respostas muito diferentes e um abismo entre a realidade da escola pública e da privada. Por exemplo, no 1.º ciclo do ensino público a média da percentagem de alunos sem computador é de 31%, nas escolas privadas este valor cai para 10%.

No 2.º ciclo a diferença é de 29% contra 9% e no 3.º ciclo de 25% contra 17%. A diferença entre público e privado só desaparece no ensino secundário, quando o número de alunos sem acesso à internet desce para 18% em ambos os tipos de ensino. Em Portugal, há 401.050 alunos no ensino secundário, o que significa que puderemos estar a falar de cerca de 72 mil alunos sem equipamento nestes três anos de escolaridade.

“Existe uma grande variabilidade nas respostas dos professores. Temos escolas onde a resposta é que nenhum dos alunos tem, outras em que todos têm computador. Mesmo dentro do distrito de Lisboa há respostas muito díspares”, explica, lembrando que há muitos professores que reportam que mais de metade dos seus alunos não tem este equipamento.

Mais para a frente, quando avançar na investigação, a equipa da Universidade Nova espera poder ter uma noção mais detalhada das falhas, até mesmo por mancha geográfica.

Estratégias de ensino a distância: 85% dos professores envia fichas aos alunos

Quanto às estratégias adotadas pelos professores inquiridos, a mais frequente é o envio de materiais complementares ao estudo, com 85% dos docentes a responder que envia fichas individuais de trabalho e trabalhos de grupo. A maioria, três quartos, também garante que esclarece as dúvidas dos seus alunos à distância, embora no estudo não se especifique como.

Aqueles que seriam os recursos típicos do ensino à distância são os menos utilizados: apenas 30% dá aulas por videoconferência e 12% disponibiliza aos alunos vídeos gravados. Há ainda uma minoria, 2%, que não desenvolveu quaisquer estratégias de ensino a distância.

Entre privadas e públicas as maiores diferenças são aqui: 63% dos professores de escolas privadas dizem dar aulas por videoconferência, valor que desce para 22% no caso de professores de escolas públicas. Por outro lado, nas privadas 27% dos professores disponibilizam vídeos gravados pelos próprios, percentagem de 8% nas escolas públicas.

Quanto à avaliação dos alunos, a grande maioria (cerca de 71%) diz recorrer aos trabalhos de casa enviados aos alunos, embora 19% dos professores assuma não estar a recolher quaisquer elementos de avaliação.

Por último, o estudo da equipa de investigação da Universidade Nova, composto por Ana Balcão Reis, Gonçalo Lima, Luís Catela Nunes, Pedro Freitas e Tiago Alves, dá conta que cerca de 77% dos professores inquiridos não estão a utilizar os recursos para ensino a distância disponibilizados pela Direção Geral de Educação (DGE).

Mais informações na notícia da Universidade Nova:

Resultados preliminares do inquérito sobre ensino a distância no contexto da pandemia

Teletrabalho. Mostramos as casas e os filhos e isso é um perigo, alertam os especialistas

Abril 20, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de abril de 2020.

“Evitar filmar demasiado a casa” e não mostrar “janelas para uma rua identificável” que permita “divulgar o local onde se mora” são algumas das recomendações do Centro Nacional de Cibersegurança.

Daniel Dias

Para muitas empresas, nestas últimas semanas, o teletrabalho transformou-se no “novo normal” – com todos os desafios associados à dificuldade em desligar e ao isolamento profissional. A sala de reuniões migrou para as divisões da casa e deu lugar à videoconferência. Manter a produtividade no meio desta transição é uma tarefa que, asseguram as organizações, se configura como “desafiante, sem, no entanto, ser impossível”. Já as preocupações com a privacidade que daí surgem, por outro lado – sobretudo numa altura em que a plataforma Zoom, por exemplo, está a ser acusada de omitir várias lacunas e deficiências no seu sistema de segurança – nunca foram tão grandes.

“As plataformas de videoconferência são bastante práticas mas, como qualquer peça de software, também podem apresentar vulnerabilidades”, explica ao PÚBLICO fonte do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS). Posto isto, as empresas devem privilegiar aquelas que “possibilitam a configuração de diferentes mecanismos de segurança”. “Por exemplo, as que disponibilizam o uso de uma palavra-passe única e de uma autenticação para se entrar numa reunião em vez de apenas um link; as que fornecem a opção de desfocar o fundo do enquadramento ou ainda as que conseguem impedir a gravação daquilo que está a ser filmado por parte dos outros participantes”, enumera.

No actual quadro de pandemia, que força muitos trabalhadores a improvisar escritórios em casa, estes cuidados – que já devem ser considerados em situações “normais”, frisa o CNCS – ganham contornos particularmente importantes, porque há riscos de “inadvertidamente revelar informação privada, enquadrada numa imagem que pode ser seleccionada e ‘lida’, sem que se tenha intenção de a partilhar”.

“Nem toda a gente tem um espaço exclusivo de trabalho no sítio onde vive. Eu, por exemplo, não tenho escritório em casa. Tenho dividido a mesa da sala com o meu marido, cada um fica com o seu pequeno canto. Nestas circunstâncias, é difícil separar a parte pessoal da profissional”, exemplifica Liliana Flores, coordenadora de recursos humanos do centro de investigação Fraunhofer Portugal.

Cuidados a ter antes de uma videoconferência

  • Escolher uma plataforma que possibilite a “configuração de diferentes mecanismos de segurança” – como impedir a gravação do que está a ser filmado por parte dos outros participantes
  • Escolher um fundo “neutro” que não revele informações pessoais
  • Fazer vistoria à secretária para “esconder” fotografias de família ou documentos com informação intransmissível
  • Tirar do ambiente de trabalho do computador documentos ou ficheiros que possam conter informação sensível
  • Fechar caixas de correio electrónico ou mensagens

 

Cenário neutro ou fictício

Numa videoconferência – que, para reuniões com clientes, pontos regulares de situação entre membros de equipas ou avaliação conjunta de projectos, tem sido uma realidade quase diária para muitos trabalhadores –, Susete Ferreira, directora de marketing da empresa de desenvolvimento de software Critical TechWorks, frisa que devemos ter a certeza de que “estamos num cenário neutro” antes de começarmos qualquer transmissão. É fundamental que “atrás de nós não existam quadros com notas de moradas, passwords ou serviços que usamos”, por exemplo. “Alguns programas permitem criar um cenário fictício, camuflando o contexto real, mas a tecnologia só é fiável até certo ponto”, salvaguarda, pelo que o melhor “será mesmo prevenir”, deixando perto do alcance da câmara apenas aquilo que tem “relevância” para o que vai ser discutido.

“Normalmente, quando faço acções de formação, preciso de partilhar o meu ecrã, e, naturalmente, temos sempre alguma informação confidencial nos nossos computadores. Para me certificar que não corro nenhum risco, faço uma pequena vistoria antes de iniciar cada videoconferência”, esclarece Ricardo Melo, investigador sénior na Fraunhofer. “Em primeiro lugar, ‘escondo’ aquilo que possa estar no ambiente de trabalho e conter informação mais sensível, e da mesma forma, por prevenção, também fecho tudo o que forem caixas de correio electrónico ou mensagens.”

O CNCS também aponta para o “cuidado de não ter palavras-passe ou códigos PIN escritos em papéis visíveis” – até porque essas “devem ser memorizados e nunca escritas” –, e sublinha que é fulcral “evitar filmar demasiado a casa e, sobretudo, paisagens exteriores que, de alguma maneira, ajudem a divulgar o local onde se mora”. Secretárias com cartões de crédito – que “podem ser esquecidos em cima de uma mesa, por exemplo” – ou facturas que possam conter dados intransmissíveis e “janelas para uma rua identificável” estão fora de questão. O ideal é mesmo um fundo “inócuo”. A plataforma Microsoft Teams é a preferida para a comunicação interna na Fraunhofer porque, acima de tudo, assinala Ricardo Melo, “garante alguma encriptação”.

O investigador lamenta, no entanto, que numa videoconferência seja “difícil ter um diálogo orgânico”, em que os intervenientes “sintam que conseguem participar e têm permissão para interromper”. “Uma interrupção numa conversa remota é mais difícil de fazer porque não é natural”, explica. “E isso pode prejudicar a discussão saudável entre colegas.”

Para combater esse problema, a TechWorks tem sempre um “líder de reunião”. Este, conta Susete Ferreira, “assegura o cumprimento da agenda e dá a palavra, de forma ordeira, a quem pretende falar” – para além de, “oportunamente”, apontar para “quem ainda não se manifestou mas poderá ter contributos a dar”.

Cuidados a ter durante uma videoconferência

  • Não ter palavras-passe ou PIN escritos em papéis visíveis
  • Não mostrar facturas ou outros documentos com informação pessoal
  • Não filmar cartões de crédito (é importante certificar que não ficam esquecidos na mesa antes de dar início à videoconferência)
  • Evitar filmar demasiado a casa e paisagens exteriores que denunciem o local onde mora
  • Desfocar o fundo (se a plataforma de videoconferência utilizada o permitir)
  • Desligar microfone do computador quando não está a intervir

 

Reuniões sem interrupções

Esta empresa sugere duas das principais chaves para uma videoconferência produtiva: “não extrapolar o tempo estabelecido” para as reuniões de trabalho e “seguir uma agenda predefinida”. No fim, e como, com “indesejada” frequência, podem ocorrer “cortes na ligação ou outros factores externos, característicos de, nalguns casos, vivermos com várias pessoas em casa”, “documentar as principais intervenções e conclusões” garante que todos ficam a par do que de mais importante foi dito.

“Quando preciso de participar numa reunião, para além de garantir que a Internet está a funcionar correctamente, dou indicações em casa para não me interromperem. O meu marido fica a tomar conta das crianças enquanto estou ocupada. Mas sabemos que alguns dos nossos colaboradores não têm essa facilidade e, por isso, é muito normal os mais pequenos aparecerem nos ecrãs”, reflecte Teresa Carreiro, directora de operações da Critical Manufacturing.

De resto, “há quem tire as fotografias de família de cima da mesa antes de começarmos a falar, para não serem ‘apanhadas’ pela câmara. Não temos indicações directas dentro da empresa para fazer isso, mas é uma questão de prudência”, acrescenta a gestora. “Também temos membros que desligam o microfone quando não estão a falar. É uma boa opção para evitar ruídos e interferências.” E um procedimento que está em linha com as recomendações do CNSC: no final de cada videoconferência, por uma questão de segurança, convém “desligarmos a câmara e o microfone nas configurações de privacidade do computador”.

Texto editado por Bárbara Wong

Os Desafios do YouTube para a Literacia – 3 de setembro, 21.30 h – 22.30 h (Lisboa)

Agosto 28, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/915953342136281/

Happy Kids: Aplicações Seguras e Benéficas Para Crianças Felizes – 22 de agosto

Agosto 14, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/673966203013038/

Webinário gratuito “Direito de Menores e Intervenção das CPCJ” 18 de janeiro

Janeiro 15, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://events.genndi.com/register/169105139238448243/af10fa7ef4

 

A Pedofilia na Atualidade – Webinar gratuito com o Prof. Doutor J. Pinto da Costa, 12 de setembro 15:00 horas

Setembro 11, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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registo gratuito no link:

https://events.genndi.com/register/169105139238448243/0dddd27702?utm_source=phplist446&utm_medium=email&utm_content=HTML&utm_campaign=Dia+12+de+setembro+%7C+Webin%C3%A1rio

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