As Crianças e o uso da Internet, Redes Sociais, Videojogos, Smartphones, Tablets, etc no Reino Unido

Outubro 8, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Imagem retirada daqui

Internet a mais, convívio a menos? conferência em Lisboa, 1 de outubro

Setembro 26, 2019 às 9:18 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.saudecuf.pt/cuf/eventos/internet-a-mais-convivio-a-menos

Cristina Ponte – EU Kids Online: Como é a internet usada pelos jovens e pelas suas famílias?

Agosto 20, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do 90segundos de ciência de 16 de julho de 2019.

Esta investigação tem como objetivo conhecer como as crianças e jovens usam a internet e os meios digitais, e qual o impacto que estas experiências têm no seu bem-estar e no seu desenvolvimento.​

Cristina Ponte, docente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH) e investigadora no Instituto de Comunicação da Nova (ICNOVA), coordena em Portugal o estudo europeu EU Kids Online.

Este estudo tem como base uma rede de inquéritos realizados a crianças e jovens entre os 9 e os 17 anos em vinte países da União Europeia.

“Para recolhermos este conhecimento nós fazemos inquéritos nacionais nos mais de vinte países que participam nesta rede. Nesses inquéritos temos perguntas que crianças e jovens dos 9 aos 17 anos respondem sobre as suas práticas digitais, e também temos perguntas sobre os modos como a sua família, os seus amigos, e a escola que frequentam têm uma intervenção na forma como elas lidam com o digital”, refere.

O EU Kids Online insere-se numa rede de investigação criada em 2006 que já se encontra na sua quarta edição. Entre 2015 e 2018 foram realizados novos inquéritos a crianças e jovens dos países que participam nesta iniciativa.

Alguns dos dados preliminares desta análise apontam para uma maior necessidade dos pais incentivarem os filhos a retirar um maior proveito da informação disponível online.

Os resultados de 2018 indicam que 60% dos jovens portugueses ajudam com frequência os pais a usar a internet. Contudo, apenas um quinto dos pais incentiva os filhos a pesquisar por informação online.

Estes dados também demonstram que as crianças mais novas gostam de fazer atividades online com os seus pais.

Para Cristina Ponte esta oportunidade deve ser usada pelos pais para ensinar os filhos sobre os cuidados a ter com a informação que é lida online.

“Enquanto os adolescentes já prezam a sua privacidade, as crianças mais novas gostam de estar com os pais a fazer atividades. Aí, de uma maneira informal, pode ser dada muita formação sobre formas de pesquisar, cuidados a ter com o que se lê, não acreditar em tudo o que aparece nos ecrãs, entre outros aspetos”, conclui.

Saiba mais sobre a investigadora em: Linkedin | Researchgate | Google Scholar | NOVA FCSH

Ouvir as declarações de Cristina Ponte no link:

Ep. 667 Cristina Ponte – EU Kids Online: Como é a internet usada pelos jovens e pelas suas famílias?

Na UE, quase 9 em 10 pessoas (16-24 anos) participaram em redes sociais (88%) – Em Portugal 95%

Julho 18, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://ec.europa.eu/eurostat/web/products-eurostat-news/-/EDN-20190629-1?inheritRedirect=true&redirect=%2Feurostat%2F&fbclid=IwAR0E2-2kOQe1pcOBangIYr8DTs9P5E8VuhQA1Pra4mDYvJeYLECN5yO7Jj8

Novos dados sobre a relação das crianças com a internet

Março 25, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Snews

Notícia de Educare de 11 de março de 2019.

A EU Kids Online Portugal apresentou recentemente, em conferência na Universidade Nova de Lisboa, a conclusão do inquérito nacional, levado a cabo no biénio 2017-2018, acerca do contexto digital de crianças e jovens portugueses.

A versão 4 da EU Kids Online, o mais novo e recente trabalho coordenado em Portugal por Cristina Ponte, focou-se na caracterização das tendências dos novos ambientes digitais, e pretendeu alargar conhecimentos sobre competências e direitos digitais, bem como identificar fatores e mediações capazes de lidar com riscos digitais.

Portugal participa, desde 2006, na EU Kids online, uma rede europeia que estuda e identifica lacunas na pesquisa sobre crianças e internet na Europa, integrando assim o projeto a nível europeu, com a orientação de Sonia Livingstone, da London School of Economics. O trabalho desenvolvido entre 2006 e 2009 permitiu que investigadores de 21 países europeus caracterizassem os usos da internet, telemóvel e outras tecnologias online por parte das crianças.

Foi graças a essa recolha de informação que em 2010 foi possível publicar o primeiro inquérito europeu com uma amostragem de 1000 crianças e igual número de pais. As primeiras conclusões apontam Portugal como sendo um dos países com menor incidência de riscos online entre crianças e jovens, com idades compreendidas entre os 9 e os 16 anos.

Esta intervenção é assumidamente um projeto em continuidade e constante atualização, capaz de sustentar a rede de pesquisa europeia sobre crianças e jovens e as suas experiências online. Estudos anteriores forneceram dados importantes para novos estudos e, desta feita, permitiram alargar e aprofundar a temática sobretudo quando o acesso à internet passa a ser feito através de novos dispositivos. Com a introdução de smartphones e tablets, verificou-se uma evolução das experiências das crianças e dos seus pais abrindo também novas portas a oportunidades, ameaças, riscos e segurança.

A amostra para este último inquérito considerou a participação de 1974 crianças e jovens com idades compreendidas entre os 9 e os 17 anos, sendo que 62% da amostra pertence ao grupo etário 13-17 anos. O smartphone é, sem dúvida, o equipamento mais utilizado para aceder à internet e cerca de 80% dos jovens assumem a sua frequência diária para ouvir música ou ver vídeos. Há também uma elevada percentagem – cerca de 75% – que a usa para comunicar com familiares e amigos ou aceder às redes sociais.

O bullying continua a ser o que mais incomoda crianças e jovens, onde a percentagem de raparigas incomodadas duplica em relação aos rapazes. O bullying cara a cara assume proporções inferiores ao bullying por meio tecnológico onde a mensagem que magoa assume maior percentagem.

A facilidade em conhecer novas pessoas através da internet continua a ser uma das maiores preocupações dos adultos em relação aos seus filhos, que veem aqui uma oportunidade para alargar laços sociais. Não obstante, a maior parte dos jovens inquiridos ainda assinalam que consideram ser mais divertido encontrarem-se os com amigos cara a cara do que na internet.

28% destes jovens sentem-se incomodados perante a publicação de vídeos, fotos ou textos dos seus pais sem o consentimento deles. Metade terá mesmo pedido aos pais que os conteúdos fossem retirados.

11% da amostra com idades compreendidas entre os 11 e os 17 anos referem que deixam de estudar para passar mais tempo na internet e que chegam a passar menos tempo com a família e com os amigos para estar online. 60% dos inquiridos referem, inclusivamente, que ficam aborrecidos por não poderem estar mais tempo online.

Importa referir que muitas vezes, a exposição a riscos não se traduz necessariamente em danos. 22% das crianças e jovens de 9-17 anos não partilharam com ninguém situações menos agradáveis que os incomodaram ou perturbaram. Perante uma situação de incómodo, 33% optaram por bloquear o contacto da pessoa e apenas 12% mudaram as definições de privacidade. É nas raparigas que se assiste a uma intervenção ativa mais elevada.

Ainda assim, é nos ambientes familiares e nos amigos da mesma idade que é principalmente procurado o apoio em caso de risco. Segundo 90% dos jovens, o local onde vivem é reconhecidamente seguro. No que diz respeito à mediação da internet por parte dos pais, quase metade dos inquiridos refere que esta se baseia nos conselhos para uma utilização segura da internet e para o pedido ajuda em situações de incómodo. O bom relacionamento com colegas e professores também adquire muita importância e coloca a escola como um espaço integrador.

Como usam a Internet as crianças e jovens portugueses?

Março 8, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Eles e elas, entre os 9 e os 17 anos, navegam mais na Internet do que há quatro ou oito anos. A mudança deve-se ao uso de smartphones. Que uso fazem e que riscos correm foram algumas das perguntas do inquérito EU Kids Online, levado a cabo junto de cerca de 2000 alunos por uma equipa da Universidade Nova de Lisboa.

Bárbara Wong, Célia Rodrigues e José Alves 

Visualizar a infografia de 23 de fevereiro do Público no link:

https://www.publico.pt/2019/02/23/infografia/usam-internet-criancas-jovens-portuguesas-303?fbclid=IwAR2FcnoxJ7GASs_vvhRyK37YBmo9YBkaBEt-LrEZq_VceEMbo_JbB0IaGuE#gs.cMLqW8AJ

 

 

Paulo Oom: «Os pais têm de dar o exemplo»

Janeiro 23, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do Notícias Magazine de 20 de maio de 2018.

Vários estudos indicam que a idade média em que uma criança começava a ver TV regularmente em 1970 era 4 anos. Em 2016, essa média era de 4 meses. Que caminho estão as crianças a fazer e que atitude devem os pais adotar? Estas foram algumas das questões a que Paulo Omm, pediatra convidado da conferência da Notícias Magazine, respondeu no auditório do ISCTE, em Lisboa.

Texto de Alexandra Pedro

A criança hoje vive à frente do mundo digital. Tem tudo à sua disposição», começou por dizer o especialista na conferência da Notícias Magazine sobre se «Há tecnologia a mais na vida dos nossos filhos?».

«Para dar uma ideia do impacto que a tecnologia tem, há uma métrica muito fácil de usar. Quanto tempo demora determinada tecnologia, quando aparece, até estar presente na casa de cinquenta milhões de pessoas?», questionou Oom, enumerando dados da televisão e da rádio.

«A rádio demorou 38 anos a existir na habitação de cinquenta milhões de pessoas em todo o mundo. O telefone, vinte anos. E a televisão, 13.» E a internet? «Apenas quatro anos», afirmou o pediatra. E foi ainda mais longe: «A última versão do Google+ nem chegou a três meses.» Hoje, a tecnologia espalha-se a uma «velocidade vertiginosa e não temos mão nela», considerou, perante a plateia esgotada daquele auditório.

Para explicar as suas ideias sobre o tema, Paulo Oom dividiu a intervenção em duas fases. Primeiro falou sobre as crianças dos 0 aos 8 anos. Os dados sobre a utilização tecnológica nestas idades confirmam a rapidez referida acima.

«Em 2011, 38 por cento das crianças tinham usado uma vez o telemóvel, dois anos depois [2013] já 72 por cento das crianças tinham estado em contacto com um telemóvel», diz, com base num estudo americano sobre o tema.

No caso das crianças americanas, dos 0 aos 2 anos, um estudo indica que estas estão cerca de uma hora e quinze minutos por dia a olhar para ecrãs. O problema agrava-se porque, segundo Paulo Oom, até aos 2 anos as crianças têm «níveis muito imaturos de atenção, memória e pensamento simbólico», além de que, nesta idade, as crianças não conseguem «transformar o que estão a ver de 2D para 3D, ou seja, não percebem que o que estão a ver no ecrã é adaptável à sua vida».

É aqui que entra o papel fundamental dos pais. «Se a criança for deixada sozinha com o ecrã aprende zero, não retém nada. É necessário um desenvolvimento por proximidade» e é por isso que os pais «devem estar presentes para lhes explicarem como aplicar o que estão a ver». Além da crescente utilização, outro alerta do pediatra é sobre os conteúdos. «Há um predomínio do entretenimento quando se compara com os programas educacionais.

Podíamos pensar que haveria maior uso das tecnologias porque as crianças tinham muitas aplicações para estudo ou para ensino, mas, pelo contrário, é o entretenimento que domina. E dentro do entretenimento, quer na Europa quer nos EUA, o YouTube é o rei da utilização nos ecrãs», explica Oom.

A partir dos 4 anos, há estudos que confirmam que aplicações tecnológicas podem treinar a persistência, ajudar a controlar impulsos e emoções e aumentar a criatividade. Ainda assim, as crianças com grande utilização de tecnologia podem mostrar atrasos cognitivos, atrasos na linguagem e menor interação social.

O ideal? «Estimular a criança a aprender mas sem que a tecnologia substitua o papel que tem a interação com um adulto ou com outras crianças», explica o especialista com vários livros publicados na área da infância.

Paulo Oom deixa vários conselhos para os pais, «que devem ser o primeiro exemplo», nomeadamente «evitar ecrãs nas refeições, durante brincadeiras e uma hora antes de dormir». É igualmente «importante monitorizar o conteúdo, estabelecer regras em relação ao tempo e ao contexto da utilização dos aparelhos e assegurar que as regras são cumpridas».

Os dados alarmantes espelham-se também na adolescência, a outra fase do discurso de Paulo Oom, que indica que dos 10 aos 18 anos a criança americana está «ligada à tecnologia sete horas e 38 minutos por dia. E 24 por cento destas crianças dizem que vivem permanentemente ligadas», frisou.

Contudo, Paulo Oom não tem dúvidas: «A culpa não é só das crianças.» «A culpa é também dos pais, que dão o exemplo. Um adulto americano, fora do seu emprego, está 33 horas por semana ligado ao seu ecrã, o que significa que em 20 anos está quatro a olhar para um ecrã, fora do trabalho», esclareceu.

No debate moderado por Catarina Carvalho, diretora executiva do Diário de Notícias, Manuel Laia, Head of International Sales da Science4you – empresa de brinquedos tecnológicos e científicos – explicou como esta indústria se tem adaptado a uma nova realidade.

«Inicialmente procurámos ter brinquedos educativos e diferentes e que fossem virados para a coordenação motora e para o desenvolvimento de outro tipo de capacidades. Contudo, ao longo do tempo, percebemos que tínhamos de nos juntar ao digital, mas tentámos que fosse na medida certa», frisou o responsável da empresa. Laia esclarece que atualmente são os brinquedos offline que têm mais procura. «Os pais escolhem-nos para evitar que os filhos se viciem na tecnologia.»

O eurodeputado Carlos Zorrinho, da comissão da Indústria e Investigação, outro dos convidados, lembrou que seria «importante introduzir a componente social» na temática, quando questionado sobre o interesse dos pais.

«Tudo isto tem de ser feito com um propósito. Todos desejamos que os nossos filhos sejam saudáveis, que sejam felizes, que aprendam a pensar e que desenvolvam o seu raciocínio lógico», frisou o eurodeputado português.

Vídeo da conferência de Paulo Oom no link:

https://www.noticiasmagazine.pt/2018/paulo-oom-os-pais-dar-exemplo/

 

BOOM DIGITAL? Crianças (3-8 anos) e ecrãs

Fevereiro 21, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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descarregar o e-book no link:

http://www.erc.pt/documentos/Boomdigital/mobile/index.html#p=1

Conectados e Expostos – Redes Sociais em Portugal

Dezembro 21, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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descarregar  o documento no link:

https://fronteirasxxi.pt/redessociais/?utm_source=facebook&utm_medium=cpc&utm_campaign=FFMS+-+Tr%C3%A1fego+Website

 

Crianças preferem livros ao YouTube na Alemanha

Agosto 26, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://exame.abril.com.br/ de 13 de agosto de 2017.

Mais de 60% das crianças entre 6 e 13 anos alemãs têm a leitura como forma de entretenimento principal no país europeu

Por Daniela Barbosa

São Paulo – Avessas às novas tecnologias, as crianças na Alemanha gostam de passar o tempo lendo livros, revistas e histórias em quadrinhos. Pelo menos foi isso que apontou uma pesquisa publicada recentemente e realizada pelas editoras Panini, Gruner + Jahr, Egmont Ehapa Media, Spiegel e Zeit.

De acordo com o estudo, que ouviu cerca de 2000 famílias, mais de 60% das crianças entre 6 e 13 anos preferem a leitura como forma de entretenimento principal no país europeu. Isso não significa, no entanto, que elas não acessem a internet; mas quando acessam somente 30% delas assistem vídeos no YouTube e outros 28% gostam de jogos online.

Para os pais ouvidos na pesquisa, o gosto pela leitura está relacionado principalmente ao incentivo que as crianças costumam receber em casa e na escola. Eles costumam mostrar que o hábito tem o poder da ativar a criatividade.

Outros dados

A leitura só não aparece como passatempo preferido entre as crianças de 4 e 5 anos que participaram do levantamento. Nesta faixa etária, a televisão acabou sendo o melhor mecanismo de entretenimento dos pequenos, que muitas vezes estão ainda em processo de alfabetização – o que justificaria tal porcentagem.

Já tecnologias que estão caindo em desuso, como o DVD, são apreciadas apenas por 15% das crianças.

Outro dado que chamou atenção foi o uso de celulares entre as crianças por lá. Menos de 40% delas possuem um aparelho na faixa etária entre 6 e 9 anos. Já 84% das crianças maiores, entre 10 e 13 anos, têm celular no país.

 

 

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