Congresso Internacional “Capacitar e Promover os Imigrantes na Turma” 8 e 9 de setembro em Évora

Agosto 21, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Encontro “A apropriação da linguagem escrita nas primeiras idades” 21 de março Évora

Março 19, 2015 às 8:10 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ENCONTRO Apropriação da cultura escrita - dia 21 mar 2015 - Evora PT

A APROPRIAÇÃO DA CULTURA ESCRITA NAS PRIMEIRAS IDADES – Implicações da teoria histórico-cultural 21 de Março |10:30 | Colégio do Espírito Santo A inscrição é gratuita mas sujeita a confirmação através do mail

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Alunos têm muitas horas de aulas, programas longos e turmas grandes

Junho 2, 2014 às 12:05 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 28 de maio de 2014.

A carga horária dos alunos do 10.º ano é muito elevada, alguns programas são muito extensos e o sucesso escolar poderia ser mais facilmente atingido com turmas mais pequenas, revela um estudo divulgado esta quarta-feira.

Estas são algumas das conclusões do estudo “Cursos Científico-Humanísticos e o alargamento da escolaridade obrigatória – medidas educativas de inclusão”, que teve por base respostas de 4676 estudantes portugueses, que no ano letivo passado frequentavam o 10.º ano.

A carga horária excessiva, a extensão dos programas e o elevado número de alunos por turma são alguns dos problemas apontados por alunos, diretores de escolas e pais, também entrevistados para o trabalho coordenado por Marília Cid, do Centro de Investigação em Educação e Psicologia, da Universidade de Évora.

Sobre a carga horária, “dizem que não lhes deixa muito tempo para estudarem ou fazerem outras atividades fora da sala de aula”, contou à agência Lusa Marília Cid.

Os alunos e psicólogos entendem ainda que “a articulação entre o básico e o secundário não está muito bem conseguida” e que as notas tendem a baixar quando chegam ao secundário.

Os estudantes querem exigência e rigor na preparação para o futuro, mas mais de metade admite estar descontente com as notas: “Sentem-se satisfeitos com as escolhas feitas, mas depois sentem uma grande diferença em relação ao ensino básico”, disse.

Os mais insatisfeitos com os resultados escolares são os rapazes da área de Ciências Socioeconómicas (CSE) que nunca reprovaram, não tiveram explicações e têm uma média entre 10 e 13 valores no 2º período do 10º ano. Já as raparigas de Ciências e Tecnologias (CT), que não frequentam explicações e têm classificações médias de “Muito Bom” são as mais concretizadas.

A estabilidade do corpo docente e o clima na escola foram outras das sugestões feitas, sendo que os alunos acrescentaram ainda a “importância de uma boa relação com os professores e a competência pedagógica dos docentes”.

Muitos alunos sentem-se perdidos no momento de decidir o seu futuro e por isso sugerem uma “melhoria na orientação da vocação profissional”.

Em relação ao futuro percurso escolar e profissional, os investigadores também conseguiram traçar o perfil dos que manifestam expectativas mais altas: as raparigas de Ciências e Tecnologias (CT) que nunca tiveram explicações e têm classificações médias de Muito Bom.

Já com menos espectativas quanto ao futuro surgem as raparigas de Línguas e Humanidades, Artes Visuais e Ciências Socioeconómicas (CSE) que já reprovaram e os rapazes de CSE que nunca reprovaram, não têm explicações e têm uma média entre 10 e 13 valores.

Através do estudo é possível perceber que os alunos de CT e CSE estão mais associados a percursos escolares sem reprovações, em relação aos de Artes Visuais e Línguas e Humanidades.

No caso dos alunos de CT, ter explicações foi um “fator decisivo” para garantir o sucesso escolar, acrescentou Marília Cid.

O estudo, que não inquiriu os alunos dos cursos profissionais, mostra que a maioria dos estudantes estaria a estudar mesmo que o ensino não fosse obrigatório até aos 18 anos. No entanto, existe uma pequena franja de estudantes que admite que, se a situação económica fosse diferente, deixariam de estudar.

“Se as oportunidades de trabalho fossem diferentes, alguns alunos dizem que não estariam a estudar”, contou a coordenadora do estudo elaborado através de um protocolo com a Direção Geral da Educação do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

 

Crianças diferentes – Múltiplos olhares sobre como avaliar e intervir

Março 4, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Os trabalhos de reflexão, investigação e aplicação que compõem este livro ilustram como esta abordagem nos pode ajudar a mudar de um conceito tradicional de diferença para um conceito dinâmico e multidimensional da(s) diferenças(s), em que:

1.O foco na “reparação” da criança, se desloque para o foco da formação e da qualificação dos professores e demais técnicos de educação, para promoverem o desenvolvimento do potencial da criança.

2. O foco sobre o que “não funciona” na criança (dificuldades, deficiências, défices), se redirecione para o que funciona na criança (capacidades e potencial)

3.O foco centrado nos problemas e no diagnóstico, ceda lugar ao foco nos recursos e na apreciação da modificabilidade da criança.

4.O foco na avaliação estática do desempenho da criança, mude para o foco na avaliação dinâmica do potencial e da capacidade de modificabilidade da criança.

5.O foco na função do professor que ensina, se transfira para o foco na função do professor mediador de desenvolvimento e de aprendizagem.

6.O foco na sala de aula, se alargue ao foco na relação sala de aula-escola-família-comunidade.

Neste, livro conjugámos oito respostas possíveis para esta mudança. Estas respostas, traduzem múltiplos olhares sobre a assimetria de SER DIFERENTE. Estes múltiplos olhares cruzam perspectivas de investigadores e práticos de formação multidisciplinar de vários países e estão organizados em duas partes, a primeira, mais orientada para a avaliação e, a segunda, mais direccionada para a intervenção. As temáticas seleccionadas não pretendem abarcar todo o espectro da(s) diferença(s), seleccionámos algumas das que mais preocupam a comunidade educativa no nosso país. Em termos globais, abordamos múltiplos olhares sobre a avaliação e intervenção nas dificuldades de aprendizagem e as necessidades educativas especiais. Em torno destas temáticas, incide-se mais directamente sobre os factores de risco e de protecção associados ao sucesso educativo, a importância das percepções dos professores no desempenho dos alunos, a necessidade de olhar os alunos em função dos seus talentos e não só das suas dificuldades, e a necessidade de olhar as altas capacidades/sobredotação e os talentos no espectro da diferença. De seguida, ilustramos brevemente como se desenvolve a apresentação dessas temáticas ao longo do livro.

Conferência: Pedagogias Criativas para Crianças do Novo Milénio Indigo, Cristal, Arco-íris…

Janeiro 2, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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evora

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I Seminário do Projecto RED – Rendimento Escolar e Desenvolvimento

Novembro 14, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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