Arriscar, surpreender, inovar. Um concurso para os alunos do Secundário

Novembro 7, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site Educare do de 22 de outubro de 2018.

Sara R. Oliveira

Um concurso de ideias e planos de negócio anda à procura dos projetos mais inovadores em áreas como o design, engenharia, segurança, saúde, alimentação e ecologia. O desafio é lançado a jovens do Secundário e do Ensino Técnico-Profissional. Há mais de 150 mil euros em prémios.

É uma das mais ambiciosas iniciativas na área do empreendedorismo e da inovação em contexto escolar. O Concurso de Ideias e Planos de Negócio – Arrisca C desafia jovens do Ensino Secundário e Técnico-Profissional a apresentarem as melhores ideias de negócio. Alimentação, ecologia, engenharia, design de produto, são algumas das áreas que os alunos podem explorar para propor ideias. As inscrições decorrem até 4 de novembro.

O concurso está dividido em duas categorias que pretendem premiar, por um lado, as melhores ideias de negócio ainda em fase de conceção e sem plano de negócio desenvolvido e, por outro, os melhores planos de negócio que apresentem um projeto para a constituição de uma empresa. O concurso disponibiliza mais de 150 mil euros para os projetos mais inovadores.

O Prémio Ensino Secundário do Concurso de Ideias e Planos de Negócio – Arrisca C tem vindo a distinguir projetos inovadores em várias áreas. Na última edição, o projeto “Eucalygrape Leather” foi o vencedor com uma proposta de curtimenta da pele economicamente viável e ambientalmente sustentável. A ideia tinha por base a produção de um couro anti alergénico a partir de subprodutos vegetais, como o bagaço de uva e extratos de eucalipto, de forma a substituir a utilização de químicos nocivos à saúde humana.

Em 2016, o Prémio Ensino Secundário foi atribuído a dois projetos. Ao “Urgências SOS” que propôs a colocação de um dispositivo de alerta (chip) no pulso dos utentes das urgências dos hospitais para uma triagem mais rigorosa, com a medição da pressão arterial e temperatura corporal dos doentes. E ao projeto “3D Cake”, uma impressora capaz de imprimir objetos 3D, em vários materiais, para decoração de bolos sem intervenção humana.

O Prémio Ensino Secundário foi atribuído, em 2014, ao projeto “Still Here” que tinha como objetivo prevenir a possibilidade de os bebés serem deixados dentro de viaturas. Ou seja, um sistema para conectar, com tecnologia wireless, uma pulseira usada pelo condutor a um dispositivo de segurança colocado na cadeira da criança. Um sistema que poderá ser também usado em doentes com Alzheimer.

Na primeira edição, o Arrisca C premiou “Frapé”, projeto de um painel rotativo fotovoltaico portátil que propunha o desenvolvimento de um protótipo de frapé com refrigeração autossustentável através do aproveitamento da luz solar, facilitando assim o arrefecimento de garrafas sem gasto de energia.

O Arrisca C apresenta-se como um projeto ambicioso. Ao fim de 10 anos, com cerca de 820 mil euros distribuídos em prémios, mais de 700 projetos candidatos, envolvendo mais de dois mil promotores e mais de 25 empresas criadas, a iniciativa elevou a fasquia e assume que quer transformar esta edição “num marco na propagação de ideias e projetos inovadores”. Na primeira edição, em 2008, o concurso era destinado apenas a estudantes e recém-licenciados do Ensino Superior. A partir de 2013, estendeu-se aos alunos do Ensino Secundário e Técnico-Profissional.

“Nas edições anteriores verificou-se que os estudantes do Ensino Secundário e Técnico-Profissional apresentaram ideias altamente inovadoras, com grande potencial ao nível de aplicabilidade comercial e criação de futuros negócios. Isso foi uma motivação para continuarmos a dinamizar este prémio, de forma a estimular junto dos estudantes mais jovens o aparecimento de ideias empreendedoras e competitivas e possibilitar-lhes ferramentas para a sua concretização”, explica, em comunicado, Jorge Figueira, responsável pela Divisão de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra, líder do consórcio INOV C 2020 que financia o Arrisca C.

Informações:
www.arrisca-c.pt

Estudo mostra relação entre ‘bullying’ e problemas de comportamento alimentar

Julho 12, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.dn.pt/ de 28 de junho de 2017.

Investigação inclui adolescentes e adultos

Uma “relação conflituosa” com a alimentação e com a imagem corporal pode estar relacionada com a ocorrência de ‘bullying’ na adolescência e com “perceções de inferioridade”, conclui um estudo hoje divulgado.

O estudo — que envolveu 609 adolescentes do sexo feminino, 5.475 mulheres adultas e 335 homens – foi realizado entre 2013 e 2017 por investigadores da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e da Faculdade de Medicina e Saúde da Universidade de Leeds, no Reino Unido.

Numa primeira fase, os investigadores quiseram “perceber quais os fatores de risco para o desenvolvimento de problemas de comportamento alimentar na adolescência, acompanhando, ao longo de três anos, 609 adolescentes do sexo feminino de escolas rurais e urbanas da região Centro do país”, explica a Universidade de Coimbra.

“Concluiu-se que adolescentes que passaram por experiências de ‘bullying’ tendem a desenvolver sentimentos de vergonha em relação à sua imagem corporal e a iniciar comportamentos desregulados com a comida”, acrescenta.

Cristiana Duarte, investigadora principal do projeto, referiu que “quando as adolescentes atribuem ao corpo a razão pela qual são vítimas de ‘bullying’ podem começar a adotar comportamentos alimentares desregulados, como forma de corrigir aquilo que percecionam como uma inferioridade e que poderá estar na base dessas interações negativas com pares”.

Os investigadores avaliaram também o problema na população adulta, “a partir da autoavaliação com base em memórias de experiências negativas da infância e da adolescência, bem como em experiências na idade adulta associadas a vergonha e a dificuldades de regulação emocional e do comportamento alimentar”.

Nesse sentido, foram realizados estudos que envolveram 3.125 mulheres e 335 homens da população geral portuguesa com diversos graus em termos de peso, 2.236 inglesas com excesso de peso e obesidade e 114 mulheres diagnosticadas com Perturbação de Ingestão Alimentar Compulsiva.

Segundo Cristiana Duarte, observou-se que “memórias deste tipo de experiências negativas na infância e adolescência se associam também a vergonha corporal na idade adulta”.

A situação agrava-se em mulheres com excesso de peso e obesidade: “A vergonha corporal, o autocriticismo e tentativas de evitamento destes estados internos negativos parecem estar relacionados com uma pior regulação do comportamento alimentar, nomeadamente com sintomas de ingestão alimentar compulsiva, e a dificuldades na perda de peso”.

“Estas dimensões parecem ser também muito importantes na ocorrência de episódios de descontrolo alimentar no sexo masculino”, acrescenta.

Os investigadores desenvolveram um programa de intervenção psicológica de curta duração (quatro semanas) focado no desenvolvimento de competências para fomentar uma gestão equilibrada da alimentação. Depois, foi testado num estudo piloto em 20 mulheres com Perturbação de Ingestão Alimentar Compulsiva, tendo-se revelado eficaz.

No final desta intervenção, “notou-se uma redução significativa de sintomas de ingestão alimentar compulsiva e de outros sintomas de comportamentos alimentares perturbados, de dificuldades relacionadas com a imagem corporal, autocriticismo e indicadores de depressão”.

De acordo com Cristiana Duarte, os vários resultados obtidos no estudo mostram a necessidade de “incluir no Sistema Nacional de Saúde abordagens inovadoras que complementem as terapêuticas convencionais de prevenção e tratamento destes problemas de saúde pública”.

 mais informações no link:

http://noticias.uc.pt/multimedia/videos/estudo-revela-que-ha-relacao-entre-bullying-e-problemas-de-comportamento-alimentar/

 

 

Programa “Neuro-Companheiros” projecto de responsabilidade social dirigido a estudantes do ensino secundário, pertencentes a instituições de integração social da zona centro

Março 25, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cienciaviva.pt/divulgacao/semanacerebro2017/publico.asp

Seminário Internacional Impactos do Terceiro Sector em Contexto de Crise

Novembro 4, 2015 às 11:51 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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seminaro

mais informações no link:

https://mestradoisie.wordpress.com/impactos-do-terceiro-sector-em-contexto-de-crise/

Famílias monoparentais passaram para o dobro

Novembro 4, 2015 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 26 de outubro de 2015.

clicar na imagem

Famílias-monoparentais-pass

UAU! Encontros com a Infância – Palestra Interativa BRINQUEDOS TRADICIONAIS POPULARES – UM PATRIMÓNIO INSPIRADOR!” com João Amado

Abril 5, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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palestra

Palestra Interativa “BRINQUEDOS TRADICIONAIS POPULARES – UM PATRIMÓNIO INSPIRADOR!”, dinamizada por João Amado (FPCE-UC), esta atividade destina-se a pais e filhos

Preço: livre, sujeita a inscrição, para pais e filhos

Local: Centro Cultural D. Dinis

Largo Marquês de Pombal 3000-272 Coimbra

Promotores: SASUC – Serviços de Ação Social da UC

 

Mais eventos da SASUC – Serviços de Ação Social da UC

http://uc725.uc.pt/promotores/sasuc-servicos-de-acao-social-da-uc

 

Serviços de Ação Social da UC

Rua Dr. Guilherme Moreira,12

3000-210 COIMBRA

Tel.  +351 239 855 950

Fax. +351 239 855 958

Email: gabadmin@sas.uc.pt

http://www.uc.pt/sasuc

Manual e materiais de formação sobre direitos humanos do Centro de Direitos Humanos da Universidade de Coimbra disponíveis on-line

Fevereiro 20, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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centro

Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos disponibiliza o Manual de Educação para os Direitos Humanos “Compreender os Direitos Humanos” e materiais para uso em formações sobre direitos humanos, direitos humanos da criança, direitos humanos das mulheres, etc.

 

 

Crianças que vêem muita televisão têm maior risco de obesidade

Julho 10, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 8 de Julho de 2013.

Lusa

Estudo da Universidade de Coimbra envolveu 17.424 mil crianças de jardins-de-infância e escolas de várias regiões do país.

As crianças que passam mais tempo a ver televisão apresentam um maior risco de obesidade e tensão arterial alta, revela um estudo coordenado por Cristina Padez, da Universidade de Coimbra.

O estudo, divulgado esta segunda-feira e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, envolveu 17.424 mil crianças de jardins-de-infância e escolas de várias regiões do país, com idades entre os três e os 11 anos. Já resultou em seis artigos científicos publicados em revistas internacionais.

A investigação pretendia avaliar a alteração dos valores de obesidade infantil da população portuguesa, de 2002 a 2009, e conhecer a associação entre a obesidade infantil e os comportamentos familiares, hábitos sedentários e o ambiente onde vivem.

Cristina Padez, citada num comunicado da Universidade de Coimbra, explica que a televisão tem o maior impacto no excesso de peso e no aumento da tensão arterial, “pelo facto de as crianças estarem mais expostas a publicidade de produtos alimentares, induzindo-as à ingestão de comida normalmente pouco saudáveis”.

“Por outro lado, a televisão é mais passiva. O computador e os jogos electrónicos exigem mais concentração e interacção”, sublinha a investigadora.

O estudo determinou a percentagem de crianças que passam mais de duas horas diárias em frente ao televisor, ultrapassando os limites considerados de referência (da Academia Americana de Pediatria): 28% de meninos e 26% de meninas vêem mais de duas horas de televisão por dia durante a semana. Mas, ao fim de semana, a percentagem dispara: 75% nos meninos e 74% nas meninas.

“É urgente corrigir este e outros hábitos errados para que não se perpetuem e tenham implicações sérias na idade adulta. Os hábitos criados na infância tendem a prolongar-se para a vida adulta. Nos adultos encontramos uma forte associação entre o tempo que eles vêem televisão e valores de obesidade, hipertensão arterial, diabetes tipo II, entre outros problemas”, refere a investigadora.

“O simples facto de uma criança ser obesa apresenta três problemas: em 60% dos casos as crianças obesas apresentam já pelo menos um factor de risco que normalmente apenas se associam aos adultos, como hipertensão, colesterol elevado, triglicéridos; cerca de 40% permanece obesa na vida adulta e, mesmo as crianças que normalizam o seu peso com o crescimento, o simples facto de terem sido obesas é um risco para o aparecimento de algumas doenças principalmente cardiovasculares na vida adulta”, alerta ainda Cristina Padez. “Por isso, os pais devem limitar o tempo de televisão e estimular as brincadeiras activas.”

Segurança perto de casa e da escola

A equipa centrou-se igualmente na relação entre o ambiente onde as crianças vivem e o excesso de peso. O tipo de lojas, supermercados ou centros comerciais da zona de residência foi analisado, bem como a existência, ou não, de locais para a prática de actividades ao ar livre.

Foi também tida em conta a segurança junto à habitação: “A segurança das zonas frequentadas pelas crianças junto à habitação e à escola pode ter influência no peso. Nas sociedades urbanas, por questões de segurança, as crianças têm poucas actividades ao ar livre. Ficam em casa, vêem mais televisão e maior é o risco de serem obesas”, realça Cristina Padez.

Este estudo sócio-demográfico da obesidade infantil confirmou ainda a associação entre o grau de instrução dos pais e o peso das crianças: “Quanto menor é o grau de ensino, maior é o valor de obesidade.”

 

 

 

Lançamento do Livro “As mil cores do Sorriso da Maria”

Outubro 2, 2012 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia da Universidade de Coimbra de 10 de Setembro de 2012.

Este livro, da autoria de Ana Daniela Soares, Ana Luísa Costa e João Carlos Ramos (Médicos dentistas e docentes da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra), com a colaboração de João Pedro Pires e Mariana Escórcio (alunos do Mestrado Integrado em Medicina Dentária) bem como do Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel – Coimbra, visa a promoção da saúde junto do público infanto-juvenil sublinhando, de forma lúdica, aspectos fundamentais particularmente relacionados com a etiologia e prevenção das principais doenças da cavidade oral das crianças.

A 1ª edição, de distribuição gratuita, foi editada pela Imprensa da Universidade de Coimbra, contando com o patrocínio exclusivo do banco Santander Totta e o apoio da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

 


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