Seminário: “Direitos e Bem-estar das Crianças, Acolhimento Familiar & Serviço Social” 12 dezembro em Lisboa

Novembro 1, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/401392400537134/?active_tab=discussion

Pós-Graduação em Sistema de Promoção e Proteção de Crianças e Jovens – Início 22 fevereiro 2019 em Lisboa

Janeiro 24, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://fch.lisboa.ucp.pt/pt-pt/epgfa/pg-sistema-de-promocao-e-protecao-de-criancas-e-jovens

 

Pós-Graduação em Sistema de Promoção e Proteção de Crianças e Jovens – Fevereiro – junho 2019 na Universidade Católica Portuguesa

Dezembro 7, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

 

Seminário: Publicidade, Imagem Corporal e Auto-Estima em Crianças e Adolescentes – 14 outubro em Lisboa

Outubro 9, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições até 13 de outubro no link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScsTfGjPCAds65Bw6rAX54Tfw4Da9OxH1hhkbQLDA0YGfvpUA/viewform

Apresentação do livro “Violência Parental e Intervenção do Estado” pela Vice-presidente do IAC Dulce Rocha, 10 de novembro, 18 horas no Porto

Novembro 10, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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capturar

mais informações:

http://www.direito.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/apresentacao-livro-violencia-parental-e-intervencao-estado

Promoção da Saúde Mental em Contexto Escolar – Formação Avançada em Psicologia

Outubro 7, 2015 às 7:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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porto

16, 23 e 29 de outubro das 17h30 às 20h30
6, 13 e 20 novembro
das 17h30 às 20h30
4 e 18 dezembro das 17h às 21h

Segundo a Organização Mundial de Saúde (2001), 1 em cada 5 jovens irá passar, ao longo da sua vida, pela experiência de um problema da saúde mental. Os professores, enquanto agentes educativos preponderantes, e a escola, como local onde os jovens passam a maioria do seu tempo – assumem-se como elementos de elevada relevância na promoção de conhecimentos sobre saúde mental. Neste sentido, considera-se fundamental dotar os professores de literacia em saúde mental, para que a escola, por seu lado, se assuma como um local promotor do bem estar dos jovens.  

25 h

* Curso acreditado pelo CCPFC com o registo CCPFC/ACC-73425/13. Atribuição de um crédito aos participantes que cumpram os requisitos estipulados ao nível da assiduidade e avaliação.

Professores (ensino básico e secundário) e psicólogos

Católica Porto, campus Foz

mais informações:

http://www.porto.ucp.pt/pt/central-oferta-formativa/formacao-avancada-em-psicologia?esp=3

 

Sobrecarga de processos e pressão de prazos ameaçam protecção das crianças

Janeiro 12, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do Público de 11 de janeiro de 2014.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Condições de trabalho e os efeitos na saúde no núcleo de infância e juventude : uma análise por equipas de intervenção no território Porto-Gaia

 

Daniel Rocha  Arquivo

Ana Cristina Pereira

Três estudos cruzados apoiados em testemunhos de técnicos de infância e juventude apontam para fortes constrangimentos relacionados com elevado volume de processos.

Sentem-se uma espécie de guardiões do superior interesse de cada criança que vai parar aos tribunais de família e menores. Debatem-se com um problema que lhes cria tensão e perturba o sono: como garantir informação atempada e de qualidade, tendo nas mãos 70 ou 80 processos?

Entre Setembro de 2011 e Setembro de 2014, fizeram-se três estudos sobre as condições de trabalho das equipas do Núcleo de Infância e Juventude do Centro Distrital de Segurança Social do Porto. Nesse projecto de investigação, coordenado por Liliana Cunha, então na Universidade Católica, agora na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, foram ouvidos 58 trabalhadores – sete administrativos e 51 técnicos da equipa de apoio/supervisão à prevenção do risco, do sector de promoção e protecção, do sector tutelar cível, do serviço de amas, do serviço de adopções, do sistema nacional de intervenção precoce na infância, das comissões de protecção de crianças e jovens.

Enfrentam uma sobrecarga de trabalho. “Com o volume médio de 70/80 processos, não é possível uma intervenção adequada”, disse à equipa de investigação um técnico do sector de promoção e protecção. Sentem que lhes falta tempo – tempo para falar com pessoas, para verificar os contextos, para discutir, para reflectir. Parece-lhes impossível fazer um “acompanhamento efectivo”, evitar delongas na resposta requerida pelos diversos tribunais.

Por vezes, nem sabem para onde se virar. Até porque a hierarquia das prioridades pode ser revista a qualquer momento. “Isto é urgente, mas isto também é, e isto também”, descreveu um técnico de promoção e protecção. “Depois surgem mais umas coisas. Nós pegámos só em duas das que tínhamos para hoje e nas duas que chegaram. Às vezes, é aquela angústia: não fiz o que queria ter feito hoje. Muita coisa ficou atrasada. E no dia seguinte isso continua…”

A investigação incidiu apenas sobre o distrito do Porto. Depara-se, no entanto, com “questões transversais”, resultantes de opões nacionais que, na opinião de Liliana Cunha, devem ser discutidas, até pela recente decisão de empurrar 697 funcionários do Instituto de Segurança Social, considerados excedentes, para a inactividade, ao abrigo do regime de requalificação – 121 dos quais técnicos, alguns de núcleos de infância e juventude.

Não é só o volume de trabalho, nem o carácter urgente das situações que mói quem trabalha nos núcleos de infância e juventude. Têm, resumiu um dos técnicos, “a cabeça cheia de vidas complicadas”. E têm de ser capazes de as compreender em toda a sua complexidade, na certeza de o que apurarem será determinante na decisão que será tomada.

São vidas de crianças e jovens que estão em jogo. A quem atribuir as responsabilidades parentais? É seguro deixar a criança em casa da família? Não será melhor levá-la para uma instituição? Deve dar-se mais uma oportunidade aos pais ou encaminhar a criança para adopção?

Há, no concreto da vida de cada criança, que perceber o que é melhor para ela. “Há esse peso nos ombros”, disse um membro do apoio técnico. “[Havendo mais tempo] se calhar íamos continuar a cometer erros, isso comete-se sempre, mas se calhar diminuía-se”, declarou outro técnico.

“A complexidade das funções exercidas e o desgaste emocional reforçam a necessidade e acções de formação e acção”, opinou uma técnica do sector da promoção e protecção. Só que, salientou, a pressão resultante do volume processual restringe a disponibilidade para participar nisso.

Ao longo de toda a investigação, Liliana Cunha notou um “forte sentido de responsabilidade”, “um forte compromisso com o trabalho”. Os membros do núcleo sentem-se uma espécie de “guardiões do supremo interesse da criança”. “Quando abordei a questão da saúde, não encontrei patologias reconhecidas, mas, para além do cansaço, aparecem problemas como tensão/nervosismo, dificuldade em adormecer, sono pouco reparador.”

A especialista em psicologia do trabalho, concluiu que os técnicos “fazem uso de si, isto é, constroem alternativas para conseguir dar resposta a todas as solicitações” que lhes são feitas. Para driblar a crónica falta de tempo, por exemplo, muitos ficam mais horas no serviço ou levam trabalho para casa. Na falta de viatura de serviço para se deslocarem, são capazes de pegar no seu próprio carro.

Aquela atitude tornou-se ainda mais evidente aquando da reorganização do mapa judicial. Aumentam as distâncias e alguns perguntavam-se: e agora, como é que eu faço? “Era como como se fosse um problema seu, como se não fosse um problema do serviço”, recorda.

Há quem se sinta desconsiderado, ou pelo menos não reconhecido no seu esforço. Acontece serem convocados pelo tribunal, esperarem durante horas e nem sequer serem chamados para prestar declarações. E, sobretudo os das comissões de promoção e protecção, correm algum risco ao estar em contacto com o público. “Fui retirar uma criança da mãe e essa mãe, quando eu cheguei lá, quase me matava. Ela chorava, ela dizia: eu mato, eu faço isto, eu faço aquilo. Às vezes, é preciso pedir apoio à PSP”, contou um técnico.

Seriam capazes de fazer isto até aos 65 anos? “A maior parte acha que não”, retorque Liliana Cunha. “Não estou a dizer que é um favor que lhes fazem se os mandarem para a requalificação. Isto não é um problema específico destes técnicos, é do contexto. Venha quem vier, se esta realidade de trabalho não for transformada, vai sentir os mesmos constrangimentos.”

 

 

Conferência Olhares sobre a Família

Setembro 29, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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olhares

Realiza-se nos dias 24 e 25 de outubro de 2014, na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, a Conferência Olhares sobre a Família, organizada pelo Instituto de Ciências da Família, em colaboração com os Centros de Investigação da mesma Faculdade.

mais informações:

http://conferenciafamilia2014.wordpress.com/

Participação de Dulce Rocha na Conferência “Os Juristas e a Responsabilidade Social”

Fevereiro 18, 2014 às 2:03 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, irá participar na conferência “Os Juristas e a Responsabilidade Social”, onde irá proferir a comunicação “Voluntariado enquanto magistrada” pelas  17:15 na Universidade Católica Portuguesa – Rua Palma de Cima, Lisboa.
A entrada é livre, mas sujeita a inscrição em formulário online: https://docs.google.com/forms/d/1t_Vg6SfdQNUtDpVnqewfSeLC3E_E9QOBlBaRLBEHbew/viewform

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Manual – Uma escolha de futuro : Empreendedorismo e capacitação dos jovens

Outubro 15, 2013 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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manual

Descarregar o manual Aqui

Encontra-se disponível para consulta e download o Manual “Uma escolha de futuro – Empreendedorismo e capacitação dos jovens”, desenvolvido para o Programa Escolhas pela Universidade Católica Portuguesa.

Como refere a Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural e Coordenadora Nacional do Programa Escolhas, Rosário Farmhouse, noPrefácio desta publicação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu através do POPH ”Esta ferramenta pedagógica que se constitui num manual de aprendizagem é simultaneamente dirigido a técnicos e jovens e visa o desenvolvimento de competências empreendedoras a nível pessoal, social e profissional.

O objetivo da construção desta ferramenta prende-se com a tentativa de incentivar os jovens a estruturar e implementar um projeto de vida, visando a sua autonomia e participação cívica. Tem assim, a dupla utilização, quer pelos técnicos como instrumento formativo, quer pelos jovens, enquanto motor de desenvolvimento das suas competências empreendedoras”.

 Download: Uma Escolha de Futuro. Empreendedorismo e capacitação dos jovens. Manual para os técnicos Novo

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