Falta de rotinas médicas pode matar 1,2 milhões de crianças em 6 meses, diz Unicef

Agosto 11, 2020 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 22 de junho de 2020.

A pandemia também causou um atraso nas campanhas de vacinação e o Unicef estima que, pelo menos, 80 milhões de bebés com menos de um ano de idade correm o risco de contrair doenças.

A Unicef avisou esta segunda-feira que a pandemia de coronavírus pode provocar a morte de 1,2 milhões de menores de 5 anos nos próximos seis meses, devido à cobertura reduzida dos serviços médicos de rotina e ao aumento da desnutrição.

A pandemia global também causou um atraso nas campanhas de vacinação e o Unicef estima que, pelo menos, 80 milhões de bebés com menos de um ano de idade correm o risco de contrair doenças como difteria, sarampo ou poliomielite, 23 milhões dos quais em África.

Num relatório elaborado pela Unicef Espanha e pela ISGlobal, as organizações sublinham que a Covid-19 põe em risco as metas alcançadas nas últimas três décadas na luta contra a mortalidade infantil na Espanha, razão pela qual, sublinham, a cooperação internacional deve ser uma prioridade.

As duas organizações concentraram-se em analisar a luta contra doenças evitáveis, nomeadamente a pneumonia, que é a principal causa de morte de crianças menores de 5 anos, mas que pode ser evitada com muita facilidade através da administração da vacina pneumocócica conjugada (PCV) e de um diagnóstico precoce da doença.

Na Etiópia, entre 1990 e 2018, a taxa de mortalidade infantil foi reduzida em 267% e em Moçambique 400%. “Estes dados demonstram a importância de investir no sistema de saúde para impedir possíveis pandemias e também para poder preveni-las e tratá-las a tempo”, argumentam a Unicef e a ISGlobal.

Antes da pandemia, era estimado que 52 milhões de crianças com menos de cinco anos pudessem morrer até 2030.

A pandemia do novo coronavírus já causou a morte a pelo menos 468.518 pessoas e infetou quase nove milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

O número de casos diagnosticados reflete, no entanto, apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves, outros usam o teste como uma prioridade para rastreamento e muitos países pobres têm apenas capacidade limitada de rastreamento.

Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes e casos, com 119.977 e 2.280.969 casos, respetivamente. Pelo menos 617.460 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 50.617 mortes em 1.085.038 casos, Reino Unido com 42.632 mortes (304.331 casos), Itália com 34.634 mortes (238.499 casos) e França com 29.640 mortos (196.878 casos).

Mais informações na notícia:

COVID19: Debemos redoblar esfuerzos para luchar contra la mortalidad infantil

Cuadernos de actividades para el profesorado sobre los Derechos de la Infancia

Fevereiro 1, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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Este curso se ha celebrado el 25º aniversario de la Convención sobre los Derechos del Niño, una excelente oportunidad educativa para concienciar al alumnado de sus derechos y responsabilidades. Además, se puede fomentar el desarrollo de actitudes solidarias que contribuyan a garantizar los derechos de la infancia en el mundo.

Accede a los documentos (download gratuíto) en la web Enrédate de UNICEF España.
“Derechos de infancia. Yo pido pacto”.
Educación infantil

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Educación primaria

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Educación secundaria

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(Clique nos links para fazer o download das publicações).

La Infancia en España 2012-2013. El Impacto de la crisis en los niños

Setembro 13, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar o documento Aqui

Basándose en los datos disponibles, y haciendo uso también de la experiencia internacional de UNICEF, el informe expone cómo los niños están siendo afectados por la crisis, al tiempo que plantea la necesidad de tenerles en cuenta para poder salir de la misma.  Una parte del informe analiza las consecuencias, no sólo presentes sino también futuras, de esta situación, realizando una serie de propuestas para la presente legislatura.  Además, el informe contiene un capítulo dedicado a dar voz a la opinión de los niños sobre su propio bienestar, extracto de una encuesta realizada a casi 6.000 niños de 1º de ESO desarrollada con el apoyo del Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad y con la colaboración de la Obra Social “la Caixa”. En el anexo final de indicadores sobre bienestar de la infancia en España se actualizan y se desarrollan los presentados en el primer informe de 2010, mostrando su evolución.


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