A maioria das famílias devolveu manuais escolares emprestados

Julho 11, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do site Up to Kids

A maioria das famílias devolveu manuais escolares emprestados

Os directores das escolas constatam o “trabalho escravo” de quem está a avaliar o estado de conservação de milhares de livros. Estes  têm de ser analisados página a página.

A maioria das famílias está a devolver os manuais escolares emprestados. Segundo um balanço dos directores das escolas, que constatam o “trabalho escravo” de quem está a avaliar o estado de conservação de milhares de livros.

Até sexta-feira, as escolas têm de dar por terminado o processo de avaliação do estado de conservação dos manuais escolares que o Ministério da Educação emprestou a mais de 500 mil alunos do 1.º e 2.º ciclos.

No início do ano lectivo, foram distribuídos cerca de 2,8 milhões de manuais que os encarregados de educação tiveram agora de devolver para poder continuar a beneficiar da medida.

“Os professores e funcionários têm estado a receber milhares de manuais. Têm estado a avaliar página a página o estado de conservação. Toda a escola está a trabalhar nisto. É um trabalho escravo”, conta à Lusa Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE).

Também o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, reconhece que este é um trabalho hercúleo, mas considera natural que todos participem no processo de reutilização, caso contrário a medida poderá tornar-se economicamente inviável.

Este ano, a distribuição de manuais aos alunos do 1.º e 2.º ciclos custou cerca de 30 milhões. Para o ano, a iniciativa será alargada a todos os estudantes do ensino obrigatório e custará 145 milhões.

O sucesso da medida está dependente da reutilização dos manuais e este é um processo que só funciona se todos participaram, sublinha Filinto Lima.

Aos alunos foi pedido que estimassem os manuais. Aos encarregados de educação que apagassem o que tinha sido escrito durante o ano lectivo. Às escolas cabe a tarefa de avaliar o estado de conservação e colocar as informações na plataforma MEGA, que depois atribui os vouchers aos alunos.

A três dias do fim do processo, os dois representantes dos directores escolares fazem um balanço positivo do processo de reutilização. Segundo Manuel Pereira, “serão muito escassos os casos em que as famílias não devolveram os manuais, até porque foram todos avisados que não receberiam novos vouchers”.

A ideia é corroborada por Filinto Lima, que acredita que apenas os pais dos alunos mais pequenos poderão optar por ficar com os manuais. “Como recordação dos primeiros livros dos filhos”. Mas também lembrou esses são os manuais mais difíceis de reutilizar. São feitos para os alunos escreverem, desenharem e até colarem autocolantes.

Aumentar a taxa de reutilização

Tirando estes casos, o presidente da ANDAEP diz que já se nota uma maior cultura de reutilização. “Vamos aumentar a taxa de reutilização e de certeza que este é um processo que vai melhorar de ano para ano”, defende, reconhecendo que este ano lectivo apenas 4% dos manuais distribuídos pelo ministério eram em segunda mão.

Também Manuel Pereira fala numa “alta percentagem de reutilização”, mas reconhece que existem livros que “não serão muito estimulantes para quem pega neles pela primeira vez”.

Os professores estão a avaliar caso a caso. A verdade é que nem todos os alunos vivem em apartamentos com todas as mordomias. Há muitos livros com marcas de uso”explica, garantindo que os professores são sensíveis à situação dos alunos e não querem prejudicar quem tentou estimar os manuais durante o ano.

Nas escolas, o processo de carregar os dados dos alunos para o ano lectivo 2019/2020 na plataforma MEGA termina na sexta-feira.

Vouchers

Os vouchers para o próximo ano lectivo serão disponibilizados a partir de 9 de Julho. Para alunos que iniciam um novo ciclo ( 1º, 5º, 7º e 10º anos) estarão disponíveis a partir de 1 Agosto.

Fonte Publico

“Se todos seguissem Setúbal, o problema dos manuais estava resolvido”

Agosto 28, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 14 de agosto de 2017.

Enric Vives Rubio

Distrito tem 30 pontos de recolha e 30 funcionários públicos que mantêm bancos de troca abertos durante todo o Verão.

Bárbara Reis

Henrique Trigueiros Cunha, fundador do Movimento Reutilizar, não tem dúvida: “Se todos os distritos de Portugal seguissem o exemplo de Setúbal, o problema dos manuais escolares estava resolvido.”

No distrito de Setúbal, que tem quase um milhão de habitantes e concelhos grandes como o Seixal, Almada e Barreiro, a associação de municípios regional inspirou-se no Seixal — que em 2005 lançou o projecto “Dar a Volta” na sua biblioteca municipal — e estendeu-o a todo o distrito em 2013, criando uma rede de bancos de troca de manuais nas 30 bibliotecas públicas e respectivos pólos. “É um caso exemplar”, diz Trigueiros Cunha, que desde 2011 é um empenhado activista da troca gratuita de manuais, ano em que abriu o banco-sede do movimento na Avenida da Boavista, no Porto.

“Não conheço nenhum outro distrito a trabalhar em rede”, diz. “Imagine se a Área Metropolitana de Lisboa, que tem [quase três milhões de habitantes] e 44 bancos de troca, funcionasse em rede?” Hoje, “só em Lisboa, há bancos a funcionar em juntas, bibliotecas, paróquias, clubes de futebol, associações religiosas, associações de moradores, casas de juventude…”, diz Trigueiros Cunha. “Como cada banco funciona à sua maneira, há queixas, sobretudo de que não cumprem os horários anunciados.”

Liliana Cunha, que trabalha no projecto coordenado pela Associação de Municípios da Região de Setúbal, explica que 3600 famílias recolheram manuais usados na rede distrital em 2015, num total de 4200 alunos beneficiados. A troca implica gastos, embora não directamente para as famílias, uma vez que há mais de 30 funcionários públicos que trabalham nas bibliotecas durante o Verão, para receber, fazer a triagem e entregar os livros. “É um serviço muito importante para a população, pois envolve poupança, respeito pelo ambiente, combate ao desperdício e solidariedade. Está tudo interligado.”

 

 

Dá p’ra Aproveitar! reutilização de manuais escolares, do 5º ao 12º ano – Entregue-os na Biblioteca Municipal D. Dinis (Odivelas)

Julho 20, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Dá p’ra Aproveitar – 2017

A Biblioteca Municipal D.Dinis leva mais uma vez a cabo o projeto Dá p’ra Aproveitar! promovendo uma campanha de sensibilização para a reutilização de manuais escolares, do 5º ao 12º ano.

Pretende-se com este projeto facilitar a todos o acesso gratuito aos manuais escolares, reutilizá-los, reduzindo o impacto ambiental que a indústria livreira acarreta e incentivar a comunidade local a abraçar esta causa.

Não serão aceites manuais com edições anteriores a 2015.

Horário de entrega/levantamento de Manuais Escolares:
De terça-feira a sexta-feira: 9h30 às 12h00 e das14h00 às 17h00
De 15 a 31 de Agosto de 2014 a BMDD, Pólo da Pontinha e o Pólo de Caneças encontram-se encerrados.

Biblioteca Municipal D. Dinis – CM Odivelas

Passa o Livro – Entregue os manuais que já não precisa e recolha os que lhe fazem falta! em Ponte de Sor

Setembro 2, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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passa

Livros a Rodar – Bolsa de manuais escolares usados em Benavente

Agosto 4, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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LIVROS+A+RODAR+2015_2016

Biblioteca Municipal de Benavente

Rua Fernando de Oliveira n.º 29

2130 Benavente

Telf.: 263 519 655

Biblioteca Odete e Carlos Gaspar

Palácio do Infantado

2135 Samora Correia

Telf. 263 650 510

 

 

Troca do Livro Escolar – ensino básico e secundário, do 1.º ao 12.º ano de escolaridade – CML

Julho 31, 2015 às 9:09 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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troca

A Câmara Municipal de Lisboa está a promover a troca gratuita de livros escolares para o ensino básico e secundário, do 1.º ao 12.º ano de escolaridade.

Os pedidos e reservas de livros podem ser feitos através do emailtroca.livro.escolar@cm-lisboa.pt

ou, presencialmente, no Centro de Documentação do Edifício Central do Município, Campo Grande, n.º 25, 1.º F. O levantamento dos livros deve ser efetuado com um mínimo 24 horas, após a receção do email de confirmação da existência dos manuais pretendidos e cuja lista pode também ser solicitada via e-mail.
Saiba mais em http://bit.ly/1DaPeh8 #lisboa

Livros escolares são gratuitos em muitos países da Europa

Julho 28, 2015 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 25 de julho 2015.

Nelson Garrido

Ao contrário do que acontece em Portugal, na grande maioria dos outros países europeus os manuais escolares são gratuitos para todos os alunos durante a escolaridade obrigatória.

É o que se passa, por exemplo, na Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia, Reino Unido e França, onde os manuais são adquiridos pelos governos, regiões, autarquias ou escolas, e distribuídos depois pelos alunos, que os têm de devolver no final do ano lectivo. O prazo de vigência dos manuais oscila entre os seis e os dez anos.

Esta prática resulta do facto de naqueles países o princípio da obrigatoriedade de frequência escolar ser “entendido como implicando a gratuitidade total dessa frequência, o que inclui todos recursos educativos que a escola entenda necessários”, conforme se resume no último parecer do Conselho Nacional de Educação, datado de 2011, sobre a introdução em Portugal de um sistema de empréstimo de manuais.

“Esta gratuitidade total geralmente toma a forma de empréstimo no caso dos manuais escolares. Embora com modalidades diversas, a tendência é para considerar que a devolução e reutilização dos manuais não só diminui a despesa do Estado como é educativa por ensinar a cuidar dos livros, a partilhá-los com os outros e a evitar o desperdício”, descreve o CNE no seu parecer de 2011, no qual defende que também em Portugal o princípio da gratuitidade da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, já consagrada na lei, implique “que a escola não deva exigir o que não possa disponibilizar gratuitamente aos alunos”. 

 

 

 

Centenas de euros em manuais são um “pesadelo” anual para as famílias

Julho 28, 2015 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 25 de julho de 2015.

grafi

Clara Viana

25/07/2015 – 20:45

É o terceiro ano consecutivo em que há manuais novos obrigatórios por causa da entrada em vigor das metas curriculares.

Um pesadelo. É assim que Joana Quintela descreve esta fase em que, todos os anos, se vê confrontada com os preços dos manuais para os seus sete filhos em idade escolar e em que deita mão a todas as alternativas para aliviar uma factura que facilmente ascende a muitas centenas de euros.

“Guardamos todos os manuais que podemos para passarem de filho para filho, recorremos aos bancos de troca, à família, aos amigos, aos amigos dos amigos, para ver quem tem livros que possam servir, mas muitas vezes não tem sido possível reutilizá-los por causa das mudanças aprovadas pelo Ministério da Educação nos últimos anos”, conta.

É um dilema partilhado por grande parte das famílias com filhos em idade escolar, numa altura em que, para aproveitar o máximo dos descontos propostos pelas editoras, estão a finalizar as encomendas dos manuais em vigor para o ano lectivo de 2015/2016.

Na véspera de falar com o PÚBLICO, Joana Quintela recorreu, precisamente, a um dos maiores bancos de trocas de livros a funcionar em Lisboa, o Dê p’ra troca, da Junta de Freguesia de Belém. Sem grande êxito: “Os manuais para deitar fora, porque já não estão em vigor, são muito mais do que os que estão nas prateleiras para serem reutilizados”.

A partir do 2.º ciclo de escolaridade, o preço dos manuais escolares por aluno ronda em média os 200 euros. No ano passado, quando os filhos de Joana em idade escolar eram seis, a factura em manuais rondou os 700 euros e só não foi bem superior porque conseguiu vários livros usados que ainda podiam ser utilizados. “Todos os anos é esta extorsão”, desabafa.

Dança de manuais

Desde 2006, os manuais passaram a ter um período de vigência de seis anos que, contudo, pode ser reduzido por decisão do Ministério da Educação na sequência da revisão dos programas ou metas curriculares que tenha aprovado. O próximo ano lectivo será, por isso, o terceiro consecutivo com mudanças obrigatória de manuais: em 2015/2016 há novos livros para a maioria das disciplinas do 9.º e 12.º ano; no 10.º também tiveram de ser adoptados novos livros para as disciplinas de Física e Química A, Matemática A, Matemática B e Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Português.

“Já recolhemos milhares de manuais, mas a maior parte não é reutilizável por não serem os adoptados para este ano”, confirma Graça Margarido, da associação de pais do agrupamento de escolas Filipa de Lencastre, em Lisboa, responsável pelo banco de troca de livros que está ali a funcionar pelo quarto ano consecutivo.

“O que está em causa, em Portugal, é o incumprimento da Constituição e de várias leis da República”, alerta Henrique Cunha, do movimento Reutilizar, que está a preparar uma queixa para apresentar na Provedoria da Justiça, com vista a pôr termo à “extorsão” anual que é feita às famílias, aqui denunciada por Joana Quintela.

Henrique Cunha lembra que a Constituição apresenta como incumbências do Estado as de “assegurar o ensino básico universal, obrigatório e gratuito” e “estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino”. “Ora, se um aluno é obrigado a ter livros escolares e eles não são grátis, então o ensino não é gratuito!”, contrapõe, precisando que, na opinião do seu movimento, a inversão desta situação “não significa que deva ser o Estado a comprar livros novos todos os anos, para todos os alunos”.

“A criação de um sistema de partilha de livros em cada escola e acessível a todos os alunos – previsto na lei desde 2006 acabaria com este encargo para as famílias sem custos adicionais para o Estado”, defende, lembrando que já por três vezes, em 1989, 2006 e 2011, o Conselho Nacional da Educação, um órgão consultivo do Governo e da Assembleia da República, se pronunciou também no mesmo sentido, sem quaisquer efeitos práticos porque “todos os seus pareceres foram ignorados”.

“Ou seja, há 25 anos que os livros escolares mais não são do que um imposto encapotado sobre as famílias para financiar a indústria livreira perante a passividade cúmplice de todos os parceiros da educação”, denuncia o líder do Reutilizar.

É para tentar acabar com este estado das coisas que o movimento está a apelar aos pais para que apresentem testemunho das situações com que têm sido confrontados, para serem incluídos na queixa que será entregue na Provedoria da Justiça no dia 15 de Setembro. Para o efeito, foi criado, no início de Julho, um evento no Facebook (http://www.reutilizar.org/REUTILIZAR.ORG/REUTILIZAR.html), em que foram apresentadas, até ao momento, “70 denúncias muito relevantes”, a esmagadora maioria das quais apresentadas por mulheres, informa Henrique Cunha.

Sendo a escolaridade obrigatória até aos 18 anos, “o que é estritamente necessário a um bom trabalho de aprendizagem dos alunos deve ser gratuito”, defende, a propósito, e o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascensão, frisando que há ainda mais soluções que podem ser adoptadas de modo a reduzir os encargos das famílias, nomeadamente por via de alterações do sistema fiscal para garantir que as deduções das despesas com a educação sejam mais benéficas para as famílias. “Todos os intervenientes no sector da educação, onde se incluem as editoras, devem ser chamados a debater a situação e a encontrar soluções que garantam, de facto, a gratuitidade do ensino e a equidade entre os alunos”, acrescenta.

Bolsas para carenciados

A partir do ano lectivo 2013/2014, por decisão do Governo, foram também criadas nas escolas bolsas de manuais escolares destinadas aos alunos com Acção Social Escolar, cujas famílias recebiam até então comparticipações anuais do Estado para a aquisição dos manuais escolares. Só têm direito à Acção Social Escolar os agregados familiares com rendimentos mensais iguais ou inferiores ao salário mínimo nacional.

A comparticipação na compra de manuais passou só a ser garantida no caso de não existirem livros disponíveis naquelas bolsas, cuja constituição é da responsabilidade das escolas e que obedecem a princípios diferentes daqueles que norteiam os bancos de trocas de manuais criados por associações de pais, juntas de freguesia e várias outras organizações.

A criação destas bolsas, só para agregados carenciados, foi criticada pela Confap: é uma medida que irá “aprofundar as diferenças entre alunos”, alertou. Também Henrique Cunha considera que, com esta medida, “o sr. ministro da Educação fez uma infeliz associação da reutilização com a pobreza, reforçando a discriminação daqueles que mais deveria proteger”.

No banco de troca de manuais do agrupamento de escolas Filipa de Lencastre, onde os alunos com Acção Social Escolar não representam mais de 8% do total, Graça Margarido tem constatado que não existem barreiras sociais na procura por livros usados. “Toda a gente vem ao banco de livros e muitos pais fazem-no também com intuitos educativos, para reforçar junto dos filhos a importância de reutilizar e reciclar os materiais usados. Não se trata só de procurar poupar dinheiro, mas sim de uma mudança de mentalidades e esse é um dos traços mais interessantes de projectos como este”, diz.

Joana Quintela fala também de educação ambiental, mas para sublinhar o paradoxo de existir tanto “desperdício” de livros por via da adopção de novos manuais: “Nas escolas estão sempre a falar aos alunos da necessidade de reciclar para depois existirem milhares de livros que não podem ser reutilizados. Não se pode dizer que isto seja educativo para as crianças”.

Já Graça Margarido frisa que o resultado dos bancos de trocas “vai sempre para alguma coisa boa”. Exemplos: muitos dos manuais são reencaminhados para países de língua portuguesa e os que não servem para mais nada acabam por ser encaminhados para os bancos alimentares no âmbito da campanha “Papel por Alimentos”, em que por cada tonelada de papel recolhido é doado o equivalente a 100 euros em produtos alimentares básicos.

 

 

 

“Um Sorriso por Um Livro” Recolha e troca de Manuais Escolares na Biblioteca José Saramago – Loures

Agosto 18, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Bolsa de Manuais Escolares “Um Sorriso por Um Livro”

Agosto 22, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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