“Já não chega o estalo ou o pontapé”

Abril 13, 2015 às 11:45 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem do Público de 13 de abril de 2015.

Rui Gaudêncio

Ana Dias Cordeiro

“Este ano tem sido especialmente dramático” nos bairros onde vivem as crianças e jovens do Agrupamento de Escolas de Carnaxide-Portela. Os confrontos da rua são transportados para dentro da escola. Agora, além das navalhas, com que alguns ameaçam os colegas, muitos passaram a atirar pedras. Em Março, um aluno golpeou um colega mais novo com uma navalha.

No recreio do almoço, um grupo de rapazes, ao fundo do pátio, atira pedras da calçada. Três meninas de 11 e 12 anos relatam o que acabam de ver. Não é uma queixa. É um pedido de ajuda. A situação inquieta-as. E preferem não ser elas a falar com os rapazes: seriam agredidas, dizem. Convencem a mediadora de conflitos da escola a acompanhá-las. Caminham junto a ela, de mão dada, até ao destino.

Nesta escola da freguesia de Carnaxide, concelho de Oeiras – a Escola Sophia de Mello Breyner (2.º e 3.º ciclos) que, com a Escola Amélia Vieira Luís (1.º ciclo) tem 500 alunos do 1.º ano ao 9.º ano – a “agressividade à flor da pele” com que muitos alunos chegam às aulas tem-se reflectido em actos mais violentos.

Agora, além das navalhas, com que alguns ameaçam os colegas, muitos passaram a atirar pedras e tem havido crianças feridas. “Já não chega o estalo ou o pontapé”, diz a psicopedagoga Fernanda Pinto Correia. “O conflito já é mais físico e mais grave.” E isso acontece com alunos cada vez mais novos, completa a directora Teresa Silva. “Esta escola tem uma situação complicada porque mais de 90% dos alunos são residentes nos bairros à volta – Outurela, Portela, São Marçal. São alunos com vivências muito pouco adequadas para a sua idade, e muitas vezes trazem as brigas da rua, das famílias para a escola.”

“Este ano tem sido especialmente dramático” nestes dois estabelecimentos do Agrupamento de Escolas de Carnaxide-Portela, diz a responsável. Um miúdo de oito anos foi apanhado com uma navalha que dizia ter trazido de casa. Um rapaz de 15 anos foi julgado por furto e violência. Muitos pais ou irmãos de alunos foram presos (seguindo a tendência dos últimos três anos). E há miúdos envolvidos, por familiares, no crime organizado, diz uma professora. Mas não só.

Um dia uma menina de 14 anos fugiu de casa, porque a mãe perdeu a cabeça, e refugiou-se na escola a pedir apoio. O caso resolveu-se, mas este ano, seis crianças (entre os sete e os 12 anos) foram retiradas das suas famílias, por negligência grave ou maus-tratos. Nunca acontecera nos últimos 11 anos desde que Teresa Silva integrou a direcção deste agrupamento. E, embora as ameaças com armas brancas sejam frequentes, muitos anos se passaram sem uma agressão de facto – até ao início de Março.

Nesse dia, no recreio, um grupo de rapazes brinca. Pregam-se rasteiras. Aquele que cai tenta agredir o colega. Há uma troca de pontapés e empurrões, e um deles puxa de uma navalha. O mais novo, de 13 anos, é golpeado, fica ferido e a necessitar de assistência no hospital. O agressor fica suspenso preventivamente. Em menos de um mês é transferido, por decisão da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.

Mesmo assim, explica a directora Teresa Silva, “foi preciso um trabalho muito grande de acompanhamento do jovem agredido, para que que continuasse a ir à escola”. Não porque sentisse medo. “Aqui vive-se muito a influência do bairro. Se mostra que tem medo, é inferiorizado”. Mas porque a mãe estava “em pânico”: aquele episódio tinha surgido “sem que houvesse uma razão para aquela agressão tão grave”, diz a directora da escola.

Teresa Silva descreve um cenário de “grande carência” das famílias dos alunos – muitas delas monoparentais – agravado pelos cortes no Rendimento Social de Inserção (RSI) e outros apoios de que depende a maioria dos residentes nos bairros Portela, Outurela ou São Marçal; e muitas situações de desamparo ou violência. Crianças de seis anos, desprotegidas, a caminharem para a escola sozinhas; miúdos de oito, nove e dez anos, na rua à meia-noite; crianças e jovens sobressaltados por rusgas policiais nas suas casas ou na dos vizinhos, e surpreendidos por tiros em ajustes de contas de negócios mal resolvidos. Quando algum episódio desse tipo sucede na véspera, “vê-se logo”. Os alunos chegam agitados. E isso sente-se no recreio ou dentro da sala de aula.

Pedidos de ajuda de alunos inquietos com a violência latente na própria escola surgem quase todos os dias, afirma Fernanda Pinto Correia. A sua função é mediar os conflitos, quase sempre no recreio. É assim nalgumas das mais de 130 escolas do Programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) – como esta – a quem é dada especial atenção mas que também têm sido abrangidas pela redução da presença de assistentes operacionais.

Na Escola Sophia de Mello Breyner, havia 26 assistentes operacionais (contínuos ou vigilantes) em 2004; são hoje 13 funcionários fixos que conhecem a escola e os alunos. Os que se aposentaram não foram substituídos (a não ser de forma pontual) por pessoas com contratos temporários ou de inserção. A presença dos elementos do Gabinete de Segurança Escolar que antes davam apoio nestas questões também passou a ser quase inexistente, diz Teresa Silva. A tendência é a mesma na generalidade das escolas.

Prioridades desviadas com a crise

“Os problemas da indisciplina e da violência têm vindo a aumentar porque as escolas têm cada vez menos recursos e estão sem meios para dar respostas imediatas”, diz Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares e director do agrupamento de escolas de Cinfães, que aponta este como um dos principais problemas. O outro: “A situação económica e social das famílias leva a que as prioridades sejam desviadas da educação dos filhos.”

Estes foram dois dos aspectos salientados por Adelino Calado, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas e director do agrupamento de escolas de Carcavelos, na apresentação que fez ao grupo de trabalho sobre Indisciplina em Meio Escolar da Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República, criado para identificar causas e traçar estratégias numa perspectiva de prevenção, segundo o gabinete desta comissão parlamentar. As audições prosseguem até Maio, e nestas segunda e terça-feira, deputados desta comissão visitam escolas do distrito do Porto e de Lisboa.

Na audição de Fevereiro, Adelino Calado começou por afirmar que “o que se passa na escola corresponde ao que se vive na sociedade” e apresentou situações concretas: “alunos deixados na escola às 7h, onde permanecem até às 20h; alunos que chegam sem pequeno-almoço; pedidos regulares dos pais no sentido de a escola resolver os problemas dos respectivos educandos, por se sentirem impotentes; necessidade de a escola assegurar acompanhamento médico e psicológico aos alunos, face à indisponibilidade dos pais”, lê-se no relatório da audição disponível no site da comissão parlamentar.

“Na generalidade das escolas”, a proporção de assistentes operacionais por aluno “não está a ser cumprida”, disse, apresentando o caso do seu agrupamento, onde “existem nove assistentes operacionais quando deveriam existir 34”.

Com menos funcionários, mas objectivos claros, as escolas do Agrupamento de Carnaxide-Portela tentam chegar aos alunos, talvez mesmo conquistá-los. “Quando nos conhecem, eles procuram-nos e deixam de ter vergonha de contar o que se passa”, conta Fernanda Pinto Correia que só este ano, o terceiro como mediadora nesta escola, sentiu que o seu trabalho começa a dar frutos.

Entre outras iniciativas, está a formar alunos para serem eles próprios mediadores de conflitos e promove uma assembleia todos os meses em que os alunos dão voz aos que os preocupa. Também marcou no calendário um “dia da paz” na escola em que, através da elaboração de um cartaz e outras iniciativas, todos são convidados a participar. “O início de alguma coisa” pode estar a acontecer, diz. Um sinal disso é ver alunos que antes atiravam cadeiras e mesas nas salas de aula, agora levantarem-se e, em silêncio, saírem da sala. Um dia, um miúdo disse-lhe. “Saí para não bater no colega.”

Quando são suspensos, num processo disciplinar, ficam aflitos. Não pelo castigo, mas porque é na escola que comem o pequeno-almoço, o almoço e o lanche. Cerca de 130 alunos estão nessa situação. “A maioria passa fome”, diz Teresa Silva. “Mas quando alguém lhes dá uma maçã ou um pão, partilham entre eles”, acrescenta Fernanda Correia. “Apesar da falta de estrutura familiar, eles são bons miúdos. Conseguem perceber que não têm muito, mas que há quem tenha ainda menos. Têm sensibilidade e ao mesmo tempo uma imensa falta de perspectiva de vida. A escola diz-lhes muito pouco como garantia de futuro.”

 

 

 

 

Encontro Regional de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família

Julho 3, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No próximo dia 5 de julho, pelas 9h00, realiza-se o Encontro Regional de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família de escolas TEIP de Lisboa e Vale do Tejo, na Escola Básica e Secundária Passos Manuel, em Lisboa. O encontro é uma iniciativa conjunta do Agrupamento Vertical de Escolas Baixa-Chiado e do ISCTE-IUL, que contará com diversos especialistas, e onde se pretende criar um espaço de aprendizagem e de partilha entre técnicos que desenvolvem atividade nestes contextos.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança participará com uma comunicação sobre a temática “Os GAAF: O que são, de onde vêm e para onde vão?”

Para mais informações, consulte o PROGRAMA.

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Encontro Regional Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família de Escolas TEIP de Lisboa e Vale do Tejo

Junho 24, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, irá participar como oradora na mesa ” Os GAAF: O que são, de onde vêm e para onde vão?

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Mais informações Aqui

À conversa sobre… Boas Práticas Em Equipas Multidisciplinares TEIP

Junho 17, 2013 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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II Encontro de Técnicos GAAF em Coruche

Maio 1, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No dia 14 de maio de 2013, entre as 9h30 e as 17h00, terá lugar na Escola Secundária de Coruche o II Encontro de Técnicos GAAF  promovido pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) do Agrupamento de Escolas de Coruche em parceria com o Instituto de Apoio à Criança (SOS – Criança/Mediação Escolar e Serviço Jurídico).

Este Encontro, que se destina a técnicos de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (e estruturas similares), assim como a técnicos de intervenção escolar e/ou social, abordará o “Papel da Mediação Escolar na Promoção do Diálogo Intercultural”.

Este encontro irá contar com a presença da Drª Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança (na sessão de abertura) e da Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança com a comunicação “Há sempre um Direito…”.

Consulte o PROGRAMA detalhado e faça a sua INSCRIÇÃO.

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Escolas TEIP são um sucesso, mas algumas poderão sair do programa

Junho 29, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 20 de Junho de 2012.

Relatório TEIP 2010/11 Aqui

Por Bárbara Wong

Menos indisciplina, menos absentismo, mais sucesso escolar. É assim que a Direcção-Geral de Educação (DGES) avalia os 105 agrupamentos de escolas em Territórios de Educação de Intervenção Prioritária (TEIP) e conclui que o trabalho que estes fazem é fundamental mas que alguns poderão sair do programa.

 

Os TEIP conseguiram, quando comparados os resultados entre 2008/2009 e 2010/2011, diminuir o abandono escolar, trazendo-o para números muito semelhantes aos dados nacionais; reduzir a indisciplina e o absentismo. Em termos de sucesso educativo, verificou-se a diminyição, embora os valores continuem a ser superiores aos nacionais.

A DGE, um serviço do Ministério da Educação e Ciência, defende que este programa – que envolve 141.881 alunos, 11% do bolo nacional – deve continuar, mas deve ser revisto. É necessário “reconfigurar o lote de agrupamentos que devem permanecer” e “equacionar a integração de novos agrupamentos”. A DGE defende ainda que estas escolas devem ter “mais liberdade” e autonomia. A tutela deve ainda apostar na formação dos professores em planeamento e avaliação organizacional; e difundir as boas práticas.

Investimento de 20 milhões

Foram investidos nos TEIP mais de 20,5 milhões de euros. Destes 3.853.959 euros foram para aquisição de bens e serviços e 16,7 milhões foram para vencimentos. Entre 1 de Setembro de 2010 e 31 de Agosto de 2011, o número de professores e de técnicos nos TEIP aumentou, mais 965. Foram contratados professores (491), animadores (186), técnicos de serviço social (84), psicólogos (45), mediadores (40), educadores sociais (37), entre outros.

Este investimento teve como resultados directos a diminuição da percentagem de alunos que abandonaram a escola. Esta fez-se sentir em todos os ciclos, mas de forma mais acentuada no 3.º – 99,5% dos alunos no básico regular não interromperam precocemente o seu percurso, valor que fica abaixo do registado a nível nacional em apenas 0,1 pontos percentuais. O que significa que os TEIP apresentam percentagens muito próximas das nacionais. Esta quebra deve-se, segundo as escolas, ao trabalho dos directores de turma e das equipas multidisciplinares.

No ensino básico, 62% dos agrupamentos TEIP diminuiu a percentagem de alunos que não frequentam a escola.

Quanto à indisciplina, e comparando os dados de 2008/2009 com os de 2010/2011, observa-se um decréscimo de 14,4 para 12,4% no número de alunos envolvidos em ocorrências disciplinares; de 19,2% para 12,6 o número de estudantes alvo de medidas correctivas e de 4,2 para 3,3% os que foram alvo de medidas disciplinares sancionatórias. Metade dos TEIP diminuiu o número de ocorrências por aluno.

Também se verificou a diminuição do absentismo, o número de alunos que ultrapassaram o limite legal de faltas injustificadas também baixou.

Menos insucesso

Nos TEIP assiste-se ainda a uma tendência de diminuição da percentagem do insucesso, embora continue a apresentar valores superiores aos registados a nível nacional. Mais de 63% dos agrupamentos aumentaram a percentagem de sucesso em todos os ciclos do básico e nove em cada dez alunos do básico passaram de ano ou concluíram o ciclo de estudos em que estavam inscritos.

A maior parte da população escolar dos agrupamentos TEIP concentra-se no ensino básico, com forte incidência para o 1.º ciclo (36,8%), no 2.º e no 3.º ciclo são 20% e 19,6%, respectivamente. No ensino secundário estão integrados apenas 5,5% de alunos e o pré-escolar abrange 11,9%.

Os objectivo dos projectos das escolas TEIP é melhorar os resultados escolares e promover a qualidade do percurso escolar dos alunos, eliminar a interrupção precoce do percurso escolar e o absentismo, diminuir a indisciplina e reforçar o estabelecimento de relações da escola com as famílias e a comunidade.

No grupo das 105 agrupamentos que integra os TEIP, encontram-se agrupamentos que têm mais de 10% de alunos cujo a língua materna não é o português. Há vários agrupamentos com mais de 100 estudantes nesta situação.

Há agrupamentos cuja percentagem de mães com o 12.º ano ou mais é inferior a 5%. Mais de 10% do total dos alunos são de etnia cigana. Em 12 deles há mais de 100 alunos ciganos e em alguns casos são mais de 200. Em metade dos agrupamentos existe 50 a 75% de alunos com apoio da acção social escolar, atingindo, em alguns casos, os 80%. Metade das famílias dos alunos que frequentam estas escolas é beneficiária do Rendimento Social de Inserção, uma percentagem semelhante no que diz respeito às sinalizações para as comissões de Protecção de Crianças e Jovens.

 

 

V Encontro do CIED – Escola e Comunidade

Novembro 11, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Maria João Malho (Técnica do CEDI do IAC – Centro de estudos, Documentação e Informação Sobre a Criança do Instituto de Apoio à Criança) irá apresentar a comunicação “RECREIO: o espaço eleito para brincar” na sala 302 no dia 19 de Novembro entre as 10h45 e as 12h15.  O Fórum sobre os Direitos das Crianças e dos Jovens de que o Instituto de Apoio à Criança é uma das instituições criadoras vai apresentar o poster “Fórum sobre os Direitos das Crianças : uma possibilidade de cidadania activa”  no dia 18 de novembro de 2011 entre as 19h00-20h00.

Apresentação

A quinta edição do Encontro do Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais – CIED pretende debater a educação no sentido amplo, como forma de intervenção social e comunitária, em múltiplos contextos, com diversas expressões e actores.

A partir de uma análise reflexiva e prospectiva, pretende-se aprofundar o debate em torno de questões fundamentais da educação.

O Encontro destina-se a professores, educadores, técnicos de intervenção social e comunitária, dirigentes associativos, estudantes de pós-graduação e cidadãos interessados nos desafios da educação.

O programa do Encontro desenvolve-se em 2 sessões plenárias, cujos debates serão suscitados pelas intervenções de oradores/as convidados/as, e por sessões abertas à apresentação de comunicações.
 

Objectivos:

– Promover apresentação de trabalhos científicos no âmbito educativo, estimulando o debate sobre as questões actuais que afectam os múltiplos contextos de educação;

– Estimular a formação de parcerias científicas entre Investigadores e Educadores;

– Promover o debate sobre práticas suportadas em evidências empíricas.

 Áreas temáticas:

1. Intervenção em Contextos de Risco

2.Inovação e colaboração em Contextos Sociais e Educativos

3.Educação dos 0 aos 12 anos

4.Educação para a Cidadania 

Mais informações Aqui

 

Falta de psicólogos dificulta ajuda a alunos de risco

Novembro 9, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 25 de Outubro de 2011.

II Jornada de Reflexão sobre os Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP2)

Junho 16, 2011 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A II Jornada de Reflexão sobre os Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP2) vai realizar-se no próximo dia 18 de junho de 2011,no Agrupamento de Escolas do Cerco, no Porto.

Estão convidados para participar neste encontro todos os Diretores e coordenadores de projetos TEIP dos 105 agrupamentos/escolas não agrupadas TEIP, bem como os Peritos Externos que acompanham estes agrupamentos. Os trabalhos irão desenvolver-se, fundamentalmente, em Workshops em torno de temáticas pertinentes (diversificação das ofertas curriculares e das aprendizagens, articulação e sequencialidade, gestão e liderança, participação da família e comunidade, intervenção em situação de risco, monitorização e avaliação e papel do perito externo no programa TEIP). Serão, ainda, apresentados dois estudos de avaliação externa do Programa TEIP2.

Programa Aqui


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