Terapia da fala em crianças: sinais de alerta

Fevereiro 9, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site http://uptokids.pt/ de 27 de janeiro de 2017.

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Hoje em dia, ainda há uma grande tendência para desvalorizar as questões da Comunicação, Linguagem e Fala, colocando-as num patamar inferior ao do desenvolvimento motor e à saúde em geral. No entanto, estas três áreas são da maior importância já que, quando existem dificuldades, podem prejudicar o bem-estar da criança e da família, as relações com os pares e com os adultos, a autoestima e mesmo as aprendizagens escolares (ainda que, à data das dificuldades, a criança ainda não frequente a escola).

É também comum a ideia, disseminada por alguns profissionais de Saúde, de que “fazer Terapia da Fala antes dos 3 anos – por vezes, quando a criança ainda praticamente não fala, não dá resultado”. No entanto, devemos pensar exatamente o oposto – é importante que a intervenção seja precoce, de forma a não agravar, ou mesmo criar novos problemas.

Existem sinais de alerta que podem ser observados a partir do nascimento mas, para efeitos de Terapia da Fala, os pais deverão estar progressivamente mais atentos à Comunicação e à Linguagem do seu filho a partir dos 12 meses. Nessa altura, o bebé já deverá brincar (de forma adequada à sua idade) e reagir quando brincam com ele – sorrindo ou imitando – e produzir alguns monossílabos. A partir dos 18 meses, é esperado que já compreenda instruções simples, que diga palavras simples e que faça alguns pedidos, ainda que de forma rudimentar.

A partir dos 2 anos surge a maioria das capacidades linguísticas logo, nesta idade, os pais deverão procurar um Terapeuta da Fala quando a criança:

  1. tiver um vocabulário muito inferior a 50-200 palavras
  2. usar apenas vogais ou uma sílaba para dizer quase todas as palavras
  3. disser uma palavra uma vez e raramente a repetir
  4. não apontar para partes do corpo
  5. não fazer nem responder a perguntas sim/não
  6. não juntar duas palavras para formar uma pequena frase
  7. tiver dificuldade em imitar gestos simples ou mesmo comunicar maioritariamente por gestos.

É exatamente nesta faixa etária, dos 2 aos 3 anos que, atualmente, surgem mais crianças para intervenção. Por atribuirmos um grande valor à prevenção e à Intervenção Precoce, cada vez mais surgem famílias preocupadas em resolver todas estas questões para que não haja repercussões mais tarde.

Nesta fase, o trabalho é maioritariamente aquilo a que chamamos “de chão”. Utilizando brinquedos adequados à idade, ou mesmo os brinquedos da criança, são feitas pequenas “brincadeiras”, sempre divertidas e muito dinâmicas, com a finalidade de atingir os objetivos que pré-estabelecemos. Para uma maior continuidade do trabalho, e porque este tem de ser feito em equipa, são sempre dadas estratégias aos pais para irem pondo em prática em casa. A família é sempre membro integrante da equipa!

Quando as crianças já são mais velhas, os pais deverão estar sobretudo atentos a dificuldades de Articulação, Linguagem ou Leitura e Escrita. Quando existem queixas na escola relativamente a alguma destas áreas, a forma mais simples de saber se existe algum problema que deva ser trabalhado é através da realização de um rastreio.

A Ipsis Verbis oferece rastreios gratuitos ao domicílio e em escolas, no distrito de Lisboa onde, de forma imediata, diz aos pais se existe necessidade de uma avaliação e posterior intervenção. Todas as sessões são completamente personalizadas, baseadas no gosto da criança e, sempre que possível, realizadas com base na “brincadeira”.

Por Inês Peres Silva Terapeuta da Fala Ipsis Verbis®

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Aplicações (Apps) para Terapia da Fala

Maio 30, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do blog http://ositiodafala.blogspot.pt/ de 2 de março de 2016.

tablet

São inúmeras as aplicações que se podem usar em contexto de Terapia da Fala. As que não são dedicadas às nossas áreas de trabalho, podem bem ser aproveitadas. Em relação a outros países temos consideravelmente menos quantidade, sobretudo porque somos poucos. Ao seleccionarmos uma aplicação devemos ter em atenção se não é em Português do Brasil, uma vez que há variações que os nossos clientes não perceberão e poderão, eventualmente, ser contraproducentes.

Para além disso, as aplicações de comunicação aumentativa e alternativa tinham (e têm) uma grande limitação – muitas não têm uma fala sintetizada para o português europeu e, se têm, é de uma mulher ou homem, ambos adultos. Assim, devemos preferir aquelas que permitem a gravação de clipes de áudio, em detrimento da fala sintetizada – podemos pedira a voz emprestada a alguém!

Na minha prática uso o tablet de três formas diferentes: deixo a criança manipular a aplicação de forma mais ou menos independente; apenas para apresentação de estímulos visuais ou auditivos; com carácter de prescrição – para que o cliente use ou pratique em casa.

Tive o meu primeiro tablet em 2010 – o iPad (1st gen). Inicialmente usei-o com alguma regularidade mas deixou de ser muito prático, sobretudo por causa da limitação da língua; para além disso, em pouco tempo, deixou de ser compatível com novas aplicações. Actualmente tenho um Asus ZenPad 10, que corre o Android 5 (Lollipop). Se comprarem um equipamento com o propósito de ser usado na terapia, aconselho um tamanho de ecrã generoso – 10″ é o ideal. Fica ainda o link para um artigo da ASHA.

Apresento-vos algumas aplicações da minha eleição, organizadas por área de intervenção. Peço aos leitores que conhecerem outras, que as sugiram nos comentários.

Articulação e fonologia
Falar a Brincar (gratuita) –
Android
Palavras aos bocadinhos (versão experimental limitada) – Android | iOS
Sounds of speech (pago) – Android | iOS

Leitura e escrita
Aventura das palavras (gratuito) –
Android

Competências pré-linguísticas
Talking Tom (versão gratuita com publicidade) –
Android | iOS

Comunicação aumentativa e alternativa
TICO4Android (gratuito) –
Android
Vox4All (versão experimental limitada) – Android | iOS
Sono Flex (versão experimental limitada) – iOS
MyTalk (versão experimental limitada) – Android | iOS
Grid Player (gratuito) – iOS
GoTalk Now (versão experimental limitada) – iOS

Fluência
DAF Professional (versão experimental limitada) –
Android | iOS
Metronome Beats (versão gratuita com publicidade) – Android

Voz
OperaVox (versão gratuita limitada) –
iOS

Outras
BabyPlayFace –
Android | iOS
Toca Kitchen – Android | iOS
Toca Hair Salon – Android | iOS

 

Rastreio Gratuito de Terapia da Fala

Fevereiro 23, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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rastreio

O CADIn realiza, no dia 6 de março, nas suas instalações de Cascais e Setúbal, mais um rastreio gratuito de Terapia da Fala para crianças dos 4 aos 6 anos (crianças em idade pré-escolar).

Parte superior do formulário

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Rastreio de Terapia da fala – 2ª edição

O CADIn realiza, no dia 6 de março, nas suas instalações de Cascais e Setúbal, mais um rastreio gratuito de Terapia da Fala para crianças dos 4 aos 6 anos (crianças em idade pré-escolar).

O seu filho:

  • Tem dificuldade em pronunciar alguns sons?
  •  Diz mal alguns sons?
  •  Troca sons?
  •  Não consegue dizer alguns sons?
  •  Parece não entender a diferença entre sons parecidos como o som /s/ e o som /z/, por exemplo?

 

Porquê fazer:

Estas alterações na articulação verbal e dificuldades em discriminar auditivamente os diferentes sons podem prejudicar as futuras aprendizagens da leitura e da escrita. Por exemplo, se o seu filho diz “zogo” em vez de “jogo” como vai saber que se escreve com a letra J e não com um Z? Se diz “caissa” em vez de “caixa”, como vai saber que se escreve com um X e não com dois SS?

Para que serve:

Um Terapeuta da Fala do CADIn observará o seu filho, avaliando a forma com são produzidos todos os sons e a forma com estão ou não a ser discriminados e verificará a necessidade de o seu filho ser acompanhado ou não em Terapia da Fala.

A quem se destina:

Destina-se a crianças entre os 4 e os 6 anos.

Quando:

6 de março, 6ªfeira, das 9h00 às 19h00, por marcação prévia.  Tem a duração de 30 minutos, aproximadamente.

Onde:

CADIn – Cascais

CADIn – Setúbal

 

Marcação:

Cascais: anarita.gonzalez@cadin.net

Setúbal: helia.marques@cadin.net

 

Piadas sobre a gaguez são “bullying inconsciente”

Outubro 22, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do P3 do Público de 21 de outubro de 2014.

Jessica Rinaldi Reuters

A gaguez pode ser tratada de várias formas e quanto mais precoce for o diagnóstico e a intervenção, melhores são as perspectivas do tratamento

Texto de Lusa

A gaguez continua a ser vista em Portugal como piada e, em muitos casos, chega mesmo a ser “bullying inconsciente” contra crianças e jovens, que não encontram nas escolas terapeutas suficientes para responder a esta perturbação da fala.

O diagnóstico foi feito à agência Lusa pela Associação Portuguesa de Gagos (APG) na véspera do Dia Internacional de Consciencialização para a Gaguez, que se assinala no dia 22 de Outubro. “Em Portugal ainda há muito a utilização da gaguez para a piada, para o riso fácil, às vezes sem consciência do impacto que isso tem na pessoa que gagueja”, disse à agência Lusa, o sociólogo Daniel Neves da Costa, da APG.

 Estigma social nos adultos e uma espécie de “bullying inconsciente” sobre as crianças e jovens em idade escolar contam-se entre os principais impactos da gaguez, que se estima atinja cerca de 100 mil portugueses. Existem “formas de bullying e opressão das crianças e jovens que gagejam de uma forma muito inconsciente”, sublinhou, adiantando que o número de terapeutas da fala nas escolas é insuficiente.

 “Nestes últimos anos com todos os cortes e restrições no ensino especial têm surgido dificuldades acrescidas”, no acesso aos terapeutas da fala, disse o sociólogo. A cobertura do Serviço Nacional de Saúde (SNS) não existe em todo o país, o que leva muitos pais a recorreram à associação, criada em 2005, para aconselhamento sobre terapeutas e terapias.

 A gaguez pode ser tratada de várias formas e, segundo Daniel Neves da Costa, quanto mais precoce for o diagnóstico e a intervenção, melhores são as perspectivas do tratamento. O problema é que quando os pais recorrem aos médicos de família existe uma tendência de os aconselhar a deixarem passar algum tempo na expectativa que a gaguez desapareça. “Isso é um dos problemas que a APG está a tentar resolver junto da comunidade médica”, disse.

 Terapia da fala, instrumentos electrónicos e medicação podem ajudar a um discurso mais fluente, mas a APG lembra que não existem “curas milagrosas” para a gaguez. Debater todas estas terapêuticas para disponibilizar melhor informação às famílias é o que se pretende com mais uma edição das jornadas sobre a gaguez, a promover no sábado.

 A gaguez, que atinge cerca 1% da população mundial, é uma perturbação da fluência da fala caracterizada por repetições, prolongamento de letras ou sílabas, pausas inesperadas e bloqueios. As causas da gaguez podem ser genéticas (60% das pessoas com gaguez têm um familiar gago), neurológicas (os gagos usam áreas neuronais distintas) e psicossociais (condições do desenvolvimento linguístico na infância). Em cada cinco pessoas que sofrem de gaguez, quatro são homens e apenas uma é mulher e na maioria das crianças, a gaguez surge entre os 2 os 5 anos.

 Marilyn Monroe, Bruce Willis ou Anthony Quinn (actores), Winston Churchil ou Joe Biden (políticos), Charles Darwin ou Isaac Newton (cientistas) são algumas celebridades com gaguez. Também em Portugal existem vários exemplos, sendo os mais conhecidos os da escritora Maria João Seixas, do músico Mário Lajinha ou do radialista da TSF Mário Dias, que quando se senta ao microfone vê a gaguez desaparecer como por milagre. Para Daniel Neves da Costa, a explicação é simples e encontra-se na neurologia: “Os circuitos neuronais que o ser humano usa para produzir fala expontânea são diferentes daqueles que usa quando está a cantar, a ler ou a dizer um texto memorizado e a gaguez ocorre principalpemnte nos momentos de fala expontânea”.

 

 

 

 

Pós-Graduação em Comunicação Aumentativa e Alternativa e Tecnologias de Apoio – 2ª Edição

Setembro 2, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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pos2

mais informações aqui

De Férias com a Terapia da Fala – Actividades de Linguagem e Fala

Julho 20, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Atelier Didático

Como prometido, aqui vai um folheto com algumas sugestões de atividades para os pais fazerem com os mais pequenos durante as férias
https://www.dropbox.com/s/xdunkb69r3kezxy/folheto_act_ferias.pdf

Terapia e rastreio da Fala para CRIANÇAS DOS 2 AOS 12 ANOS – Avaliação Gratuita

Fevereiro 7, 2014 às 9:58 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No próximo sábado leve o seu filho entre os 2 e os 12 anos de idade ao Espaço EmBranco, em Queluz. Entre as 9h30 e as 13h00 poderá fazer uma avaliação gratuita sobre a fala e a linguagem.

São sinais de alerta se as crianças:
Aos 2/3 anos não compreendem ordens simples e o discurso se limita à produção de palavras isoladas;
Aos 3/4 anos têm dificuldades na produção de frases e tem um vocabulário reduzido;
Aos 4/5 anos não relacionam acontecimentos simples e omitem/trocam sons nas palavras;
Aos 5/6 anos utilizam frases mal estruturadas e têm um discurso incoerente;
Têm mais de 4 anos e gaguejam;
Falam alto e gritam, ficando roucas com frequência;
Têm dificuldades de leitura e escrita;

EMBRANCO – Espaço Saúde
Av. Elias Garcia nª55 A Queluz
Tel.: 916193200 Email: saude@embranco.pt

II Encontro de Terapia da Fala e Educação no âmbito do Dia Europeu da Terapia da Fala

Março 6, 2013 às 11:46 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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fala

Mais informações Aqui

Dia Europeu da Terapia da Fala

European Day of Speech and Language Therapy

 

Seminário Comunicação Alternativa com as TIC

Fevereiro 19, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições

Universidade de Aveiro desenvolve instrumento único na área da terapia da fala

Julho 24, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site da Universidade de Aveiro de 17 de Julho de 2012.

Crianças portuguesas em idade pré-escolar já têm ferramenta validada que analisa capacidades fonético-fonológicas

Acaba de ser desenvolvido pela Universidade de Aveiro (UA) e é o único instrumento testado e validado capaz de analisar a capacidade de produção de sons orais das crianças portuguesas em idade pré-escolar. Trata-se do Teste Fonético-Fonológico – Avaliação de Linguagem Pré-Escolar (TFF-ALPE) e, pelo grande interesse que tem suscitado entre os terapeutas da fala do país, o instrumento já se assume como um teste fundamental no rastreio, avaliação e diagnóstico das perturbações articulatórias e fonológicas das crianças portuguesas. A corrida ao TFF-ALPE tem uma razão de ser: os instrumentos atualmente utilizados não apresentam dados estandardizados relativos às crianças falantes do português europeu.

«É essencial fazer uma avaliação nesta faixa etária porque os problemas que ocorrem nestas idades em termos fonético-fonológicos podem, mais tarde, ter uma repercussão na aprendizagem da leitura e da escrita», explica Marisa Lousada, uma das investigadoras da Escola Superior de Saúde da UA, responsável pela criação do TFF-ALPE. Assim, «quanto mais cedo se identificar uma perturbação na criança, mais cedo se pode iniciar a terapia, evitando com isso repercussões negativas na altura da aprendizagem da leitura e da escrita», diz a docente da UA.

Terapeutas da fala mas também educadores de infância, psicólogos e outros profissionais de saúde e da educação «podem usar esta ferramenta para fazer o despiste das perturbações entre as crianças e, caso seja necessário, encaminharem-nas para os primeiros poderem intervir», diz Marisa Lousada, ela própria terapeuta da fala. Fácil de utilizar – a ferramenta vem acompanhada de um manual de utilização – o TFF-ALPE é constituído por um livro de imagens (que induzem a produção nas crianças) e pelas respetivas folhas de registo dos resultados.

Para além do teste facilitar a identificação de perturbações articulatórias ou fonológicas , ajuda também os terapeutas da fala a estabelecerem um plano de intervenção e a monitorizarem a sua eficácia e eficiência ao longo do tempo.

O ALPE, que aguarda apenas luz verde de uma editora livreira para satisfazer as necessidades dos profissionais portugueses que trabalham com crianças, foi desenvolvido no âmbito de dois projetos de investigação financiados pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e Ministério da Educação.

No grupo de investigadoras que lhe deu forma, para além de Marisa Lousada, estão também Ana Mendes, Elisabete Afonso e Fátima Andrade.

 

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