Crianças em Portugal – Dados estatísticos do INE

Junho 5, 2018 às 11:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Imagem retirada do Facebook do INE

 

Infografia Dia da Criança 1 de junho – INE

Julho 3, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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descarregar o PDF da infografia no link:

https://www.ine.pt/xurl/doc/294859809

 

 

Crise: Nascem mais bebés com baixo peso

Abril 5, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.tsf.pt/ de 24 de março de 2017.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Impact of the global financial crisis on low birth weight in Portugal: a time-trend analysis

Nuno Guedes

Estudo inédito no mundo analisou crise e peso à data do nascimento em Portugal. Investigadores dizem que relação é evidente e afetou filhos de imigrantes.

Há muitos estudos sobre os efeitos das crises económicas, mas nunca nenhum tinha avaliado o impacto sobre o baixo peso dos bebés. Um grupo de cinco investigadores do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto avaliou dados oficiais dos 2 milhões de nascimentos registados em Portugal entre 1995 e 2014 e concluiu que a crise fez aumentar os casos de bebés nascidos com baixo peso.

Contudo, ao analisarem de forma mais detalhada os dados, perceberam que esse aumento, fruto da crise, atingiu apenas as famílias de imigrantes, que apesar de representarem 4% das mulheres a viverem em Portugal, têm cerca de 10% dos bebés nascidos em território nacional, travando a crise demográfica que o país tem vivido.

Um dos autores do estudo explica que a medicina já provou que as crianças que nascem com menos de 2,5 quilos têm uma desvantagem relevante na sua saúde futura, com maior probabilidade de doenças crónicas ao longo da vida.

Razões que levam Henrique Barros, também presidente do instituto, a dizer à TSF que os resultados a que chegaram são muito importantes para a saúde pública. O investigador afirma que os impactos das crises económicas já foram muito estudados, mas nunca no mundo se fez uma análise aos bebés com baixo peso.

Há vários anos que Portugal tem cada vez mais bebés que nascem com o que está definido como pouco peso, em resultado, por exemplo, de mães cada vez mais velhas e do tabaco.

Henrique Barros sublinha, contudo, que os dados que recolheram revelam que essa tendência acelerou nos anos depois da crise financeira de 2007-2008 e de forma muito mais acentuada nas mães imigrantes, algo que segundo o investigador reforça a conclusão a que chegaram sobre o impacto evidente da crise.

Entre 2006 e 2014, a prevalência de nascimentos em Portugal com baixo peso passou de cerca de 6% para 7%, mas os investigadores dizem que a tendência de subida já vinha dos anos antes da crise.
Nas mulheres imigrantes essa tendência é mais notória, não apenas porque subiu 1,5 pontos percentuais, mas também porque na década anterior a tendência era de descida.

Perante estes resultados, o estudo publicado na revista científica BMJ Global Health propõe que o governo reforce as políticas sociais para as grávidas estrangeiras, trabalhadoras, ou noutras situações vulneráveis, mantendo a igualdade, efetiva, na saúde durante a gestação.

Para avaliar a forma como de facto são acompanhadas as grávidas imigrantes em Portugal, o Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto lança esta semana um projeto que pretende estudar 3 mil grávidas em maternidades ou hospitais de todo o país, numa investigação financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

 Declarações à TSF de Henrique Barros no link:

http://www.tsf.pt/sociedade/saude/interior/crise-aumenta-bebes-nascidos-com-baixo-peso-5746297.html?utm_campaign=Echobox&utm_content=TSF&utm_medium=Social&utm_source=Facebook#link_time=1490339598

 

 

Mês da População: Ter ou não ter filhos, quais as questões? 4 grandes debates em maio na Faculdade de Ciências Médicas da UNL

Abril 30, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.ffms.pt/mesdapopulacao/

Menos nascimentos nos últimos anos, com taxas de mortalidade mais altas

Janeiro 7, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site saude.sapo.pt de 30 de dezembro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Estudo comparativo do número de óbitos e causas de morte da mortalidade infantil e suas componentes (2009-2012)

saúde sapo

Houve menos mortes fetais nos hospitais, mas aumentaram nos domicílios, indica estudo

30 de dezembro de 2013 – 20h01

A taxa de natalidade tem vindo a descer nos últimos quatro anos e subiu a mortalidade fetal e pós-neonatal nos últimos dois, indica um estudo comparativo com base nos anos entre 2009 e 2012 hoje divulgado.

O trabalho estatístico, publicado pela Direção Geral da Saúde, analisa em quase 200 páginas a evolução da taxa de nascimentos e da mortalidade e salienta nomeadamente um aumento da mortalidade fetal (antes do nascimento) em 2012, comparando com o 2011. A mortalidade neonatal (crianças com menos de 28 dias) manteve-se idêntica a 2011 mas subiu em relação a 2010.

Aumento também da pós-neonatal (crianças com mais de 28 dias e menos de um ano) no mesmo período de comparação, especialmente no Centro e Algarve (excetuando-se o Alentejo, onde diminuiu).

Houve menos mortes fetais nos hospitais, mas aumentaram nos domicílios, indica o estudo, no qual se lê: “Em 2012 houve aumento da taxa de mortalidade sem que tenha existido uma diferença global (com qualquer significado estatístico) na respetiva mortalidade infantil em comparação com o observado no ano anterior ou para 2009”.

“Na informação disponível dos nascimentos em hospitais públicos observou-se que em 2012 continuam a aumentar os nascimentos de baixo peso apesar da diminuição substancial do número de nascimentos”, diz o estudo, no qual se recomenda uma análise ao “preocupante” aumento da mortalidade fetal tardia.

Na análise dos dados houve menos morte fetal nas regiões Norte e Lisboa mas mais no Centro, Alentejo e Algarve. Também a mortalidade neonatal decresceu em 2012 nas regiões Norte e Lisboa (relativamente a 2009) e subiu nas restantes regiões relativamente a 2010.

Resume o documento que no ano passado o número de nascimentos no Serviço Nacional de Saúde “diminuiu de forma significativa”, uma “tendência que se tem vindo a consolidar”, e tem vindo a aumentar os nascimentos com pesos baixos (menos de 1500 gramas).

E que a mortalidade infantil em 2012 foi globalmente comparável a anos anteriores, ainda que dentro desta tenham aumentado nesse ano os casos de mortalidade fetal e pós-neonatal.

Lusa

 

1 em cada 3 crianças menores de cinco anos não existe oficialmente

Dezembro 11, 2013 às 1:30 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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unicef

Notícia da UNRIC de 11 de Dezembro de 2013.

No dia do seu 67º aniversário, a UNICEF lança um novo relatório que revela que os nascimentos de perto de 230 milhões de crianças menores de 5 anos nunca foram registados; aproximadamente 1 em cada 3 crianças desse grupo etário em todo o mundo.

“O registo de nascimento é mais do que apenas um direito. É o modo como uma sociedade começa por reconhecer a identidade e a existência de uma criança,” afirma Rao Gupta, Director Executivo Adjunto da UNICEF. “O registo de nascimento também é fundamental para garantir que as crianças não são esquecidas, que não são privadas dos seus direitos ou que não ficam à margem do progresso dos seus países.”

O novo relatório ‘O Direito de todas as Crianças à Nascença: Desigualdades e tendências no registo de nascimento’ (Every Child’s Birth Right: Inequities and trends in birth registration) agrega análises estatísticas de 161 países e apresenta os dados e estimativas mais recentes por país em matéria de registo de nascimento.

Ao nível global, em 2012, apenas cerca de 60 por cento de todos os bebés que nasceram foram registados. As taxas variam significativamente de região para região, verificando-se no Sul da Ásia e na África Subsariana os índices mais baixos de registo de nascimento.

Os 10 países com as taxas de registo de nascimentos mais baixas são: Somália (3%), Libéria (4%), Etiópia (7%), Zâmbia (14%), Chade (16%), República Unida da Tanzânia (16%), Iémen (17%), Guiné-Bissau (24%), Paquistão (27%) e República Democrática do Congo (28%).

Mesmo quando as crianças são registadas, muitas não têm uma certidão que o comprove. Na África Austral e Oriental, por exemplo, apenas metade das crianças registadas tem uma certidão de nascimento. Globalmente, apenas 1 em cada 7 crianças registadas possui tal documento. Em alguns países, este problema deve-se aos custos muito elevados do processo. Noutros, as certidões de nascimento não são emitidas e não é disponibilizada prova desse registo às famílias.

As crianças não registadas à nascença ou sem documentos de identificação são, com frequência, excluídas do acesso à educação, cuidados de saúde e apoio social. Se as crianças ficarem separadas das suas famílias numa situação de catástrofe natural, conflito ou devido à exploração, a reunificação será muito mais difícil pela falta de documentação oficial.

“O registo de nascimento e uma certidão de nascimento são imprescindíveis para que uma criança possa desenvolver todo o seu potencial,” disse Rao Gupta. “Todas as crianças nascem com um enorme potencial. Mas se as sociedades não as contam, e nem sequer reconhecem que elas existem, estas crianças tornam-se mais vulneráveis à negligência e abusos. Inevitavelmente, o seu potencial ficará muito diminuído.”

O registo de nascimento, enquanto componente essencial do registo civil de um país, também reforça a qualidade de estatísticas fundamentais, contribuindo para o planeamento e eficácia governamentais.

Segundo a UNICEF, os nascimentos não registados são um sintoma de desigualdades e disparidades numa sociedade. As crianças mais afectas por estas desigualdades são sobretudo as que pertencem a determinados grupos étnicos ou religiosos, as que vivem em zonas rurais remotas e os filhos de famílias pobres ou de mães que não tiveram acesso à educação.

É necessário que os programas respondam aos motivos que levam as famílias a não registar os seus filhos, nomeadamente os custos elevados, o desconhecimento da legislação ou processos relevantes, barreiras culturais e o medo de sofrer ainda mais discriminação ou marginalização.

A UNICEF está a usar métodos inovadores para apoiar os governos e as comunidades a reforçarem os seus sistemas de registo civil e de nascimento. No Kosovo, por exemplo, o Laboratório de Inovação da UNICEF desenvolveu meios eficientes, eficazes e de baixo custo para identificar e reportar nascimentos não registados, baseados numa plataforma de telefones móveis RapidSMS.

No Uganda, o governo – com o apoio da UNICEF e do sector privado – está a implementar uma solução, denominada MobileVRS, que também usa tecnologia móvel para completar os procedimentos de registo de nascimento em minutos, um processo que normalmente demora meses.

“As sociedades nunca serão equitativas e inclusivas enquanto todas as crianças não forem registadas,” acrescentou Rao Gupta. “O registo de nascimento tem consequências duradouras, não apenas para o bem-estar da criança, mas também para o desenvolvimento da sua comunidade e do seu país.”

A UNICEF também lançou hoje a publicação ‘Um Passaporte para a Protecção: Um guia para a programação do registo de nascimento’ (A Passport to Protection: A guide to birth registration programming), um manual para os colaboradores que trabalham em registos de nascimento que faculta informação de contexto, princípios genéricos e um guia para a programação.

NOVA IORQUE/LISBOA, 11 de Dezembro de 2013 | UNICEF

Emigração ‘rouba’ bebés a Portugal

Outubro 4, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 25 de setembro de 2013.

Este ano deverão nascer menos oito mil bebés. A situação agrava-se ano após ano. Investigadora diz que a culpa é da emigração por levar para longe os casais jovens.

Carlos Abreu

Este ano deverão nascer em Portugal menos oito mil bebés do que o ano passado, disse ao Expresso a responsável pela Unidade de Rastreio Neonatal do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).

Laura Vilarinho apresenta esta estimativa com base no número de “testes do pezinho” – rastreio a 25 doenças através de uma amostra de sangue colhida no pé da criança entre o seu terceiro e sexto dia de vida – realizados até agosto deste ano.

Com efeito, nos primeiros oito meses do ano nasceram menos 4833 crianças do que em igual período do ano passado. Acresce que, no segundo semestre do ano nascem, normalmente, menos crianças do que até junho.

“No mês de julho não tivemos uma baixa de natalidade, mas em agosto deste ano realizámos menos 950 testes do que em agosto do ano passado”, contou ao Expresso, estimando que “em 2013 deverão nascer em Portugal menos de 82 mil bebés do que em 2012”.

Esta semana, o Instituto Nacional de Estatística (INE) – com base na informação registada nas Conservatórias do Registo Civil – noticiou o nascimento de 39.913 bebés no primeiro semestre deste ano contra 43.881 no entre janeiro e junho de 2012. Uma diminuição de 3968 nascimentos neste período.

Os números do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce são ligeiramente diferentes. No primeiro semestre de 2012 foram realizados 43.838 “testes do pezinho” e no primeiro semestre deste ano 40.008, ou seja, menos 3830.

Até à vista

Para Laura Vilarinho, a emigração dos jovens portugueses associada ao regresso aos países de origem de muitos imigrantes, ajudará a explicar mais esta redução no número de nascimentos.

“O grande problema é a quantidade de jovens que estão a sair do país. Quem está a emigrar são os casais jovens. Acresce que, muitos jovens casais imigrantes, sobretudo brasileiros e africanos, que equilibraram a natalidade, também estão a regressar aos países de origem”, explica a responsável pela Unidade de Rastreio Neonatal do INSA.

Segundo o relatório anual da OCDE sobre migrações, divulgado em junho, cerca de 44 mil portugueses deixaram o país em 2011, quase o dobro do ano anterior.

Segundo os dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, em 2011, Portugal ficou, pela primeira vez na sua história, abaixo dos 100 mil nascimentos. Nasceram nesse ano 97.100 bebés. Em 2012, a situação voltou a agravar-se. Nasceram 90.026 crianças, menos 7074 do que em 2011.

 

Houve mais 16 mil funerais do que partos só no primeiro semestre

Janeiro 7, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 27 de Dezembro de 2012.

Houve mais 16 mil funerais do que partos só no primeiro semestre

Mais crianças nascidas fora do casamento

Julho 3, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 25 de Junho de 2012.

A publicação mencionada na notícia é a seguinte:

Movimento Fisiológico da População 2011

Somos o segundo país onde se nasce menos

Novembro 8, 2011 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Destak de 27 de Outubro de 2011.

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

The State of World Population 2011

 

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