Incentivo ao suicídio infantil no YouTube chega à “Porquinha Peppa” e “Fortnite”

Março 15, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do MAGG de 27 de fevereiro de 2019.

por Rita Espassandim

O desafio Momo incentiva os jovens a magoarem-se e está presente em séries ou jogos infantis bem conhecidos. Alerta foi dado pelas escolas.

O desafio Momo chegou no ano passado e foi rapidamente associado à Baleia Azul. Tal como o jogo que escondia uma série de desafios de auto-mutilição, e terminava com o suicídio dos participantes, o Momo desafiava os jovens a acabarem com a própria vida. Agora, parece que estes conteúdos estão a ser incluídos discretamente em vídeos infantis do YouTube, como a “Porquinha Peppa” e “Fortnite”.

Depois de uma mãe ter alertado para a presença de incitações ao suicídio em conteúdos infantis no YouTube e YouTube Kids, as escolas de toda a Grã-Bretanha dizem que as crianças estão a ser alvo de imagens assustadoras e clipes da personagem perturbadora Momo. De acordo com o “Daily Mail“, já foram contactadas por centenas de pais assustados. Os educadores dizem que os clipes aparecem no meio de vídeos aparentemente inocentes de desenhos animados, como a “Porquinha Peppa”, ou sobre jogos de computador como o “Fortnite”.

A Escola Primária de Haslingden, em Rossendale, disse em comunicado: “Estamos cada vez mais conscientes de vídeos altamente inapropriados que circulam online e que estão a ser vistos por crianças em toda a escola. Esses estão a aparecer em muitos sites e no YouTube (incluindo o YouTube Kids).”

Um dos vídeos começa de forma inocente com um episódio da “Porquinha Peppa”, por exemplo, mas rapidamente se transforma numa versão alterada, com violência e linguagem ofensiva. Outro vídeo conta com a presença de Momo e mostra uma máscara branca distorcidaa incentivar as crianças a realizar tarefas perigosas, sem contar aos pais.

No comunicado da escola, pode ler-se ainda: “Como podem imaginar, isto é muito angustiante para as crianças verem. Encorajamos todos os pais a ficarem atentos quando o filho estiver a ver qualquer vídeo.” Outros avisos foram emitidos pela Newbridge Junior School, em Portsmouth, e pela escola primária Offley Endowed, perto de Luton, Bedfordshire.

Momo consiste numa mulher assustadora com cabelos escuros, um sorriso diabólico e olhos salientes, que até agora atraia crianças através de uma conta WhatsApp — agora já está no YouTube. Através da plataforma de troca de mensagens, enviava para o telemóvel imagens e instruções sobre como a pessoa se poderia magoar, a si e aos outros. Momo ameaça que, se as crianças não fizerem o que ela diz, ela as “amaldiçoará”.

Esta semana, uma mãe preocupada de Manchester, que pediu para permanecer anónima, disse que ficou “profundamente alarmada” quando a professora do filho de 7 anos lhe disse que a criança estava a fazer ameaças a outros alunos na escola.

Depois de discutir com o filho, acabou por descobrir que ele tinha sido influenciado pelo desafio Momo e revelou as coisas horríveis que a personagem lhe disse para fazer.

Num comunicado publicado na CNN, o YouTube agradeceu a atenção dada a este problema e garantiu que os vídeos reportados são analisados diariamente e são imediatamente removidos caso não estejam de acordo com as regras da plataforma.

 

 

Há vídeos no YouTube e YouTube Kids que apelam ao suicídio infantil

Março 12, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do MAGG de 26 de fevereiro de 2019.

por Sofia Venâncio

A denúncia foi feita por uma mãe que, a meio de um episódio de desenhos animados, viu um homem a incentivar os miúdos a matarem-se.

Free Hess, uma mãe e pediatra da Florida, Estados Unidos, declarou guerra aos vídeos destinados a crianças com conteúdos impróprios no YouTube. Tudo começou em julho do ano passado, quando Hess, alertada por outra mãe, viu na plataforma YouTube Kids um vídeo de desenhos animados que, a meio do episódio, durante alguns segundos, mostrava um homem a incentivar ao suicídio infantil, explicando como é que as crianças se podiam matar.

Após ter pedido ajuda em alguns grupos online para reportar o vídeo, este foi removido da plataforma. Mas seis meses depois o vídeo estava novamente online, desta vez no YouTube. “Isto deixa-me irritada e frustrada. Eu sou pediatra e vejo cada vez mais crianças que se automutilam e se tentam suicidar“, disse Hess em entrevista ao canal norte-americano CNN. “Eu não duvido que sejam as redes sociais e [vídeos] como este que estejam a contribuir para isto.” O vídeo foi entretanto retirado da plataforma, mas é possível ver um trecho no blogue de Free Hess, “Pedi Mom”.

Após ter voltado a encontrar este vídeo, Hess voltou a pesquisar por vídeos na plataforma YouTube Kids e ficou chocada com o que encontrou. A médica descobriu conteúdos que glorificavam o suicídio, abusos sexuais, tráfico humano, violência doméstica e o uso de armas. Pode ver tudo num outro artigo do seu blogue.

Para travar a disseminação deste tipo de conteúdos, a mulher começou a exigir por parte do YouTube Kids um maior cuidado e controlo nos vídeos disponibilizados nesta plataforma. “[Eu compreendo que a Goolgle] possa não ter os mesmos objetivos que eu, mas exijo que melhorem a forma como respondem quando alguém reporta um vídeo ofensivo”, disse ainda Hess na mesma entrevista, pedindo ainda que os vídeos ofensivos sejam retirados logo após terem sido reportados.

No entanto, Hess reconhece também a importância dos pais nesta batalha contra os conteúdos impróprios. Para a pediatra, os pais devem ter uma maior noção dos conteúdos que as crianças veem online bem como devem ter o cuidado acompanharem a evolução tecnológica. “Há uma discrepância entre o que as crianças sabem sobre tecnologia e o que os pais sabem”, disse Hess.

Em comunicado publicado também na CNN, o YouTube agradeceu a atenção dada a este problema e garantiu que os vídeos reportados são analisados diariamente e são imediatamente removidos caso não estejam de acordo com as regras da plataforma.

“Temos também investido em novas formas de controlo parental, incluindo a funcionalidade de serem os próprios pais a escolherem os vídeos e os canais disponíveis [no YouTube Kids]. Estamos continuamente a melhorar os nossos sistemas e reconhecemos que ainda há muito a fazer”, disse ainda o YouTube, no mesmo comunicado.

Mas este não é o único problema que o YouTube (e a Google) têm enfrentado por causa dos conteúdos impróprios. Recentemente, marcas como a Nestlé, McDonalds, Disney, Epic Games (“Fortnite”) ou Dr. Oetker retiraram os anúncios da plataforma após o blogger Matt Watson ter alertado para o facto de haver pedófilos a trocarem informações e a utilizarem vídeos de ioga e ginástica como parte de uma rede de pedofilia. O vídeo tem cerca de 20 minutos e conta já com mais de três milhões de visualizações.

De acordo com a CNN, o YouTube também já emitiu um comunicado sobre este assunto, assegurando que removeu todas as contas e canais associados a este problema e desativou os comentários em milhões de vídeos onde aparecem crianças. O YouTube também já apresentou queixa desta atividade ilegal às autoridades competentes.

O que é o YouTube Kids?

O YouTube Kids é uma aplicação desenvolvida especialmente para crianças. Disponível em Portugal desde setembro de 2018, a aplicação tem um sistema de controlo parental que permite controlar o tempo de visualização, a ferramenta de pesquisa e os tipos de conteúdos que são acedidos através da plataforma.

 

 

Crianças, a “Momo” não existe e não vos vai fazer mal – Notícia do JN com declarações de Melanie Tavares do IAC

Março 1, 2019 às 3:52 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Foto: Pedro Granadeiro/Global Imagens

A notícia contém declarações da Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança.

Notícia do Jornal de Notícias de 1 de março de 2019.

Rita Salcedas

Desafio violento na Internet que tem crianças como alvo está a preocupar os pais, numa altura em que circulam novos relatos de casos. Instituto de Apoio à Criança apela à partilha e diálogo, para evitar consequências graves.

Há alguns meses que o nome “Momo” vai ganhando espaço nas redes sociais, nos jornais, nos alertas da Polícia e, sobretudo, na vida de pais preocupados incapazes de controlar tudo o que os filhos veem na Internet. É uma espécie de desafio, que começou há meses no WhatsApp e que é atribuído como causa de suicídios infantis e ataques violentos, à semelhança da “Baleia Azul”.

Funciona assim: um utilizador desconhecido, que tem como imagem associada a de uma mulher com os olhos esbugalhados e um sorriso que pode assustar os mais vulneráveis, coage menores a cometer atos violentos. Quem envia a mensagem dá indicações à criança para fazer mal a si própria, sob ameaça de que a família sofrerá se as mesmas não forem seguidas, garantindo ter acesso a informações pessoais do destinatário.

De acordo com a BBC, a imagem assustadora em causa pertence a uma escultura que representa uma mulher-pássaro e faz parte de uma exposição sobre fantasmas e espetros de uma galeria de arte em Ginza (Tóquio), de 2016.

Youtube nega “Momo” em vídeos

O fenómeno já não é novo, mas novos casos divulgados nos últimos dias no Facebook trouxeram-no novamente para a atualidade mediática. Pais de crianças – entre os quais uma mãe portuguesa a viver na Alemanha – alertaram, em publicações que se tornaram virais, que a tal figura apareceu em vídeos infantis no Youtube, nomeadamente no jogo Fornite e nos desenhos animados Porquinha Peppa. A plataforma respondeu, num comunicado internacional, não haver nenhuma evidência de vídeos a promover o desafio Momo.

“Contrariamente a relatos da imprensa, não temos recebido qualquer evidência de vídeos que mostrem ou promovam o desafio Momo no Youtube. Conteúdo desse tipo estaria a violar as nossas políticas e seria imediatamente removido quando detetado”, esclareceu ao JN o Youtube.

Instituto de Apoio à Criança não recebeu queixas

No Reino Unido, a divulgação em massa de um novo relato levou especialistas e instituições de apoio à criança, nomeadamente de apoio em situação de risco de suicídio, a alertar que o fenómeno não é mais do que um caso de “pânico moral” criado por adultos.

Em Portugal, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) garante não ter recebido qualquer participação a dar conta do caso, considerando que, a ser verdade, é “muito grave e nefasto para a saúde mental e física das crianças”, podendo provocar perturbações de sono, alimentação e outras.

“Geralmente, acontece numa fase em que a criança se está a construir e não tem ainda uma estrutura de personalidade formada para tomar decisões em consciência, não tendo noção do perigo real”, explicou ao JN Melanie Tavares, coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do IAC.

A responsável disse ainda que este tipo de situação causa “angústia dupla”, uma vez que as crianças sofrem por receberem as mensagens e por acharem que não as podem partilhar com os pais – segundo a indicação que recebem na mensagem.

O que se deve fazer?

Neste ou em qualquer caso que cause medo ou ansiedade, as crianças devem partilhar o que viram ou ouviram com os pais. “Não existe consequências” em fazê-lo, descansa a coordenadora.

Já os pais devem abordar as questões com os filhos, podendo aconselhá-los a falarem, em alternativa, com alguém próximo em quem confiem, “como a professora, a tia, o irmão mais velho”. Ocultar nunca é a solução. “Não há nada pior do que a falta de informação. As crianças vão acabar por ouvir falar disso, mas não sabem decifrar”, disse Melanie.

Um caso detetado em Portugal

O Comando Territorial de Coimbra da GNR registou, no ano passado, uma ocorrência relacionada com o desafio viral protagonizado pela sinistra figura. A informação foi avançada ao JN na altura por fonte oficial da Guarda que, por se tratar de caso único, não quis avançar mais pormenores.

 

 

‘Supernanny’: Presidente do IAC alerta para risco de suicídio

Janeiro 24, 2018 às 4:51 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Dulce Rocha, presidente de direção do Instituto de Apoio à Criança

Notícia da http://www.flash.pt/ de 22 de janeiro de 2018.

O alerta surgiu na noite desta segunda-feira, durante o debate que a SIC fez em redor do programa líder de audiências e de polémicas, com acusações de exposição excessiva das crianças e dos perigos do bullying e respetivas consequências.

O programa de Teresa Paula Marques, na SIC, está a provocar um debate aceso na sociedade portuguesa. ‘Supernanny’ é um programa líder de audiências mas também de polémicas.

Desde a primeira hora, muitas vozes se levantaram contra a exposição mediática das crianças que são “intervencionadas” pelo programa.

Ao longo das oito emissões da primeira edição do programa dos serões de domingo da SIC, passam pelo formato 8 famílias. “Trata-se de famílias com meninos birrentos, com falta de regras. Mas não há patologias, ou seja, não há meninos especiais, só casos comuns. Faltam é regras”, explica Teresa Paula Marques, psicóloga clínica, especialista em psicologia infantil, e rosto do programa.

 Há birras de todos os géneros, em quase todas as casas onde existem crianças. Há miúdos que não querem comer a sopa. Outros fogem na hora do banho. E muitos batem o pé na hora de deitar.

Exibido em mais de 20 países, ‘Supernanny’ tem sido defendido e repudiado onde quer que é transmitido e Portugal não ficou imune à controvérsia. No serão desta segunda-feira, 22, a SIC promoveu o debate. Com moderação de Conceição Lino, o formato ‘Supernanny’ foi defendido por Júlia Pinheiro, diretora de Programas de Carnaxide, e pela psicóloga Cristina Valente. Do outro lado estavam as representantes do Instituto de Apoio à Criança, Dulce Rocha, e da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, Rosário Farmhouse.

E foi precisamente desse aldo da barricada que chegou o alerta mais perturbador. Dulce Rocha, do IAC, refere que esta [do programa] “é a exposição mais negativa que todas as crianças têm. As birras e desobediências. Ela não vai gostar de se ver”. “A criança sofre ao ver-se retratada de forma negativa. Há crianças que se suicidam”, alerta a presidente do IAC.

A psicóloga Cristina Valente contrapõe e congratula-se porque “finalmente há um programa sobre parentalidade”. “O programa [‘Supernanny’] mostra-nos que a responsabilidade da dinâmica familiar é dos pais. A culpa não é das crianças”, defende. “Não posso dizer que daqui a 20 anqos uma criança se suicida ou o que quer que seja”, insiste mais adiante na discussão.

Líder de audiências, ‘Supernanny’ trouxe para a praça pública a discussão de um tema que muitos pretendem que seja resguardado no seio familiar: os desafios, os dramas, as dificuldades e os traumas da parentalidade.

 

Por que o número de crianças hospitalizadas por tentativa de suicídio dobrou nos EUA?

Agosto 19, 2017 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto da http://www.bbc.com/portuguese/ de 7 de agosto de 2017.

Ricardo Senra Da BBC Brasil em Washington

Relatos de mães e pais pedindo ajuda após encontrarem seus filhos à beira da morte após tentativas de suicídio se tornaram comuns em fóruns online e redes sociais nos Estados Unidos.

“Minha filha tomou uma garrafa inteira de Lexapro e meia garrafa de Wellbutrin (ambos antidepressivos). Ela vomitou cinco vezes antes de me contar, quando acordei para trabalhar naquela manhã. Essa é uma visão que nenhum pai deveria ver”, conta Hammer, em um desabafo que deu origem a mais de 15 relatos semelhantes.

Ann diz que não sabe o que fazer para ajudar a filha. “Ela tem 15 anos e tentou se suicidar hoje ingerindo produtos de limpeza. (…) Ela já tinha tentado se matar vários meses atrás com um corte no pulso.”

Claudia fala sobre culpa e vergonha.

“Minha filha, uma criança linda e talentosa, teve uma overdose ontem e eu sinto vergonha por não tê-la ajudado e protegido suficientemente. Sinto culpa, porque meu trabalho é garantir que a vida dela seja boa e segura. Mas no fundo, muito no fundo, também sei que a vida hoje é incrivelmente difícil para as crianças. As cobranças e expectativas parecem se mover muito rápido para que eles acompanhem, e eles sentem que falharam.”

Phyllis fala sobre o filho, um menino de 15 anos. “Encontrei meu filho no meu quarto, em overdose depois de tomar meus remédios. Não consigo parar de pensar no que poderia ter acontecido. Não consigo dormir, não consigo comer, e aquela manhã não sai da minha cabeça. Encontrei-o deitado na minha cama, quase sem respirar.”

As tragédias se refletem nos resultados de dois relatórios divulgados recentemente nos EUA. Eles chamam atenção para um crescimento sem precedentes nas tentativas e mortes consumadas por suicídio entre crianças e adolescentes de todo o país.

As meninas encabeçam o grupo que mais cresce nesse ranking, evidenciando os impactos de problemas geralmente associados a adultos – como depressão, ansiedade, bipolaridade e pressão por padrões de beleza inatingíveis – na saúde mental de quem ainda frequenta a escola.

Recorde

De acordo com dados divulgados na semana passada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças do governo americano, as mortes de meninas entre 15 e 19 anos por suicídio atingiram um recorde em 40 anos – e dobraram entre 2007 e 2015, com 5,1 casos para cada 100 mil.

O fenômeno atinge também crianças e adolescentes do sexo masculino, cujas mortes ainda acontecem em maior número, mas crescem em ritmo menos acelerado: 30% no mesmo período (são 14,2 casos para cada 100 mil), segundo o órgão oficial.

Em números absolutos, em 2015, foram registrados 524 suicídios de meninas e 1.537 de meninos entre 15 e 19 anos.

Outro relatório apresentado recentemente no Encontro Anual de Sociedades Pediátricas dos EUA aponta que as internações de menores de idade por pensamentos ou tentativas de suicídio dobraram entre 2008 e 2015.

O estudo se focou em crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos e, novamente, apontou que o grupo que mais registrou aumento nas internações é o das meninas – que atualmente respondem por 2 em cada 3 dos casos.

O suicídio é hoje a segunda principal causa de mortes de crianças e jovens em idade escolar (12 a 18 anos) nos EUA, ficando atrás apenas de acidentes.

O volume impressiona: a taxa de suicídios infanto-juvenis, segundo o governo americano, é maior que a soma das mortes por câncer, doenças cardíacas e respiratórias, problemas de nascimento, derrame, pneumonia e febre.

Pressão online

Chefe da ala de saúde comportamental do hospital pediátrico Cook Children’s, no Texas, a psicóloga Lisa Elliott diz que os dados recém-revelados “são absolutamente dolorosos, mas não são uma surpresa”.

“Nós precisamos tirar os estigmas da saúde mental”, diz a PhD, alertando para a incidência dos quadros entre menores de idade, e não só entre adultos. “Problemas de saúde mental têm que ser vistos pelos pais como qualquer doença, da mesma maneira que os problemas de coração são.”

Em coro com outros especialistas, ela afirma que o quadro se agrava pelo uso irresponsável de redes sociais, que pode gerar competitividade e uma busca por padrões de beleza e desempenho.

“As redes podem ter impacto negativo sobre a autoestima das meninas e isso aumenta o isolamento delas”, avalia Elliott. “Quando notam que não têm uma vida tão perfeita ou glamourosa quanto a de outros, elas concluem que ‘algo anormal ou errado está acontecendo comigo’.”

Segundo a psicóloga, a sensação de invisibilidade nas redes impulsiona práticas ligadas ao bullying entre jovens de ambos os sexos.

“O anonimato traz uma desumanização, uma perda de empatia pelos outros, especialmente aqueles diferentes de nós. Assim perdemos a capacidade de respeitar as opiniões diferentes, o que infelizmente resulta em mais bullying e mais isolamento.”

À BBC Brasil, Eileen Kennedy-Moore, psicóloga e autora de diversos livros sobre saúde mental infantil, diz que não faz sentido proibir o acesso a redes sociais (“os celulares e tablets estão aí, não há como lutar contra isso”), mas que os pais precisam colocar “limites sensatos” na relação entre seus filhos e aparelhos eletrônicos.

“Adolescentes e crianças sempre tiveram a sensação de uma audiência imaginária, de que todos estão sempre olhando para eles”, conta a especialista, que vive e trabalha em Nova York.

“Com as redes sociais, a experiência de ser vigiado e julgado o tempo todo aumenta”, avalia.

Segundo Kennedy-Moore, os aparelhos eletrônicos “também precisam ser colocados para dormir, já que nada de bom acontece nesses telefones depois da meia-noite”.

“As relações online podem ser uma fonte de apoio e conforto. Pacientes de câncer, por exemplo, encontram grupos de apoio na internet que são maravilhosos”, diz Moore. “Mas amizades online não podem substituir as amizades cara a cara, e os pais precisam prestar atenção nisso.”

Economia e ‘contágio’

Daniel J. Reidenberg, diretor do Conselho Nacional para Prevenção de Suicídios, alerta para outras raízes associadas ao aumento dos suicídios infanto-juvenis.

“Há uma pressão extrema sobre esse grupo por competição, ambições e preocupações com o futuro”, diz.

“Crises econômicas também têm impacto, uma vez que alguns jovens se sentem um fardo para as famílias. Jogos, vídeos, TV e filmes também influenciam muito as mentes dos jovens. Outra chave para a questão são outros suicídios a que esses jovens expostos. O contágio do suicídio é real, e os jovens são particularmente sensíveis a ele”, diz o especialista à BBC Brasil.

Segundo Lisa Elliott, enquanto meninos que tentam cometer suicídio apelam para métodos mais violentos, como o uso de armas, os casos de meninas são normalmente associados ao excesso de substâncias controladas e drogas ilícitas.

“Adolescentes não entendem completamente as drogas que estão ingerindo e suas potenciais consequências. Isso pode resultar em overdoses acidentais”, alerta.

De acordo com os entrevistados, os pais que buscam ajuda profissional normalmente contam que encontraram menções a suicídio nos telefones ou cadernos dos filhos, ou perceberam mudanças de comportamento, como isolamento e afastamento dos amigos, irritabilidade, problemas de sono e em notas escolares e falta de interesse em atividades que antes agradavam.

“A tentativa mostra muitas vezes que as crianças querem dizer que estão muito bravas ou tristes, mas não sabem como articular isso”, avalia Kennedy-Moore. “E muitas pesquisas mostram que a maioria dos que tentam se suicidar acaba se arrependendo do ato.”

Para Elliott, os dados apontados pelas pesquisas não devem ser ignorados pelos pais – cujo maior erro costuma ser achar que histórias como as que abrem esta reportagem nunca acontecerão com pessoas próximas.

As referências a suicídios no noticiário, segundo a especialista, podem servir como oportunidade para conversas sobre o tema entre pais e filhos.

“Pergunte a eles por que acham que isso está acontecendo e se sentem algo semelhante”, diz. “Assim, você pode descobrir muito sobre o que eles ou seus amigos estão vivendo.”

A presença dos pais nas vidas das crianças e jovens é a estratégia mais eficaz, segundo os entrevistados.

“Muitas vezes, nós enchemos a agenda dos nossos filhos com atividades porque pensamos que é saudável, quando seria melhor ter mais tempo com relações humanas saudáveis e realmente gastar tempo em família com qualidade, sem dispositivos eletrônicos”, afirma Elliott.

 

 

Consejos Preventivos para Padres ante la Ideación Suicida de sus Hijo/as

Novembro 6, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.anar.org

anar

Según la OMS (Organización Mundial de la Salud), el suicidio es la segunda causa de muerte entre adolescentes.

No todos/as los/as adolescentes llegan a tener una ideación suicida pero si se da el caso, es bueno tener en cuenta determinadas cuestiones. Y es por eso que queremos ayudar a los padres a identificar determinados comportamientos o señales que puedan indicar que están pasando por un momento difícil y pueden estar teniendo ideación suicida.

Queremos resaltar que no sólo por tener uno de estos comportamientos hay que pensar que el/la adolescente está teniendo ideación suicida, se tienen que dar un conjunto de comportamientos no habituales en él/ella. Tales como:

CAMBIOS DE CONDUCTA Y DE CARÁCTER.

Aunque en el/la adolescentes los altibajos emocionales y del estado de ánimo son normales, cuando hay una ideación suicida estos cambios son mucho más llamativos y distintos a su forma de ser habitual. Así mismo hay que estar atentos ante el consumo de drogas, querer “cerrar temas”, hacer cartas de despedida…

AISLAMIENTO SOCIAL PROLONGADO.

No hablamos aquí del “típico” aislamiento del/la adolescente buscando la intimidad de su dormitorio como algo necesario y habitual en esta etapa, sino del aislamiento en el que no sólo no quiere comunicarse con vosotros, sus padres, sino que tampoco quiere hacerlo con su grupo de iguales.

TRISTEZA.

Si vuestro/a hijo está más triste de lo normal, tiene una visión del mundo o de sí mismo negativa y tiene una perspectiva muy pesimista respecto a su futuro.

PROBLEMAS DE RENDIMIENTO Y ABSENTISMO.

Si está teniendo cambios significativos en cuanto a la concentración a la hora de hacer sus tareas escolares y ha bajado su rendimiento o habéis tenido conocimiento de que se salta clases.

AUTOLESIONES O INTENTOS PREVIOS DE SUICIDIO.

Si os habéis enterado o habéis visto que vuestro/a hijo/a se autolesiona. Las autolesiones son comportamientos que emplean algunos/as adolescentes con el fin de poder dar salida a un malestar emocional que no saben cómo manejar. Los intentos previos también deben tomarse en cuenta.

SI VUESTRO/A HIJO/A SE COMPORTA DE FORMA IMPULSIVA Y/O  AGRESIVA EN SU FORMA DE ACTUAR.

Aunque, por regla general, los/as adolescentes tienden a la impulsividad y no a la reflexión, cuanto más impulsivo/a sea un/a adolescente en su conducta habitual, más posibilidades hay de este tipo de planteamientos suicidas.

Por tanto, y ante todo lo anteriormente expuesto, queremos aportaros algunos CONSEJOS para actuar ante la ideación suicida de vuestro/a hijo/a adolescente o para prevenirla:

  1. SIEMPRE HAY QUE HACER CASO Y DARLE IMPORTANCIA SI OS VERBALIZA O DESCUBRÍS QUE VUESTRO/A HIJO/A TIENE IDEACIÓN SUICIDA.

Es muy importante que ante una ideación suicida o signos de que pudiera haberla, no lo toméis a la ligera o penséis que “son cosas de adolescentes y que ya se le pasará”, ni tampoco reprendáis, ni os enfadéis puesto que su intención no es desafiar.  Tener en cuenta que en este tipo de problemas la detección precoz puede evitar graves consecuencias.

  1. VALIDAR SUS EMOCIONES.

Es necesario que dejéis que se exprese emocionalmente como necesite y que vosotros le deis una respuesta empática y comprensiva. No confrontar con la idea, ni minimizar la situación o el sentimiento. Acompañarle, acogerle y contenerle en estos momentos porque, aunque no lo exprese, necesita que le transmitáis seguridad.

  1. EVITAR MOMENTOS DE TENSIÓN FAMILIAR.

En estos momentos, vuestro/a hijo/a necesita poder estar en un ambiente que le devuelva la estabilidad y tranquilidad que él mismo no tiene. Intentar  evitar peleas familiares o momentos de tensión que puedan afianzarle la idea negativa del mundo que le rodea.

  1. TRATAR DE COMUNICAROS CON VUESTRO/A HIJO/A PARA ENCONTRAR LAS CAUSAS DE ESA IDEACIÓN.

Buscar momentos de tranquilidad para hablar con vuestro/a hijo/a desde la serenidad y haciéndole ver que entendéis que está pasándolo mal y que vais a estar ahí siempre que os necesite. Prestadle atención pero no le interroguéis desde vuestra angustia. Tener presente que detrás de una ideación suicida hay otro problema que hay que solucionar.

  1.      ENSEÑARLE LA TEMPORALIDAD DE LAS SITUACIONES.

Enseñarle que nada es para siempre y que los problemas tienen solución pero que hay que buscarla en el lugar y la forma adecuados. Si para ello, hay que pedir ayuda, no pasa nada. Es de personas inteligentes pedir ayuda cuando se necesita.

  1.      COMPARTIR LOS PROBLEMAS NOS AYUDA A SOLUCIONARLOS.

Los/as adolescentes tienden a pensar que lo que están viviendo no le sucede a nadie más, que nadie les puede comprender y se aíslan. Enseñarle que hablar de nuestros problemas nos aporta posibles soluciones que nosotros no habríamos descubierto solos.

  1.      SI VUESTRO HIJO PASA MUCHO TIEMPO “ENGANCHADO”  A  LAS REDES.

Es necesario que tratéis reducir el tiempo negociando con ella/el, no prohibir. Tenéis que saber que estar en contacto con páginas en las que aparecen chicos/as que han intentado el suicidio como manera de solucionar problemas, es perjudicial y puede aumentar la probabilidad de que lo haga.

  1.      SI ESTÁ AISLADO SOCIALMENTE DE FORMA PROLONGADA.

Fomentar la práctica de aficiones saludables que puedan realizarse en grupo (deporte, música, cine etc.). Cuando los/as hijos/as llegan a la adolescencia, los padres pensamos que ya no nos necesitan tanto y tendemos a dejar de “acercarnos” a ellos/as. Sin embargo, ellos/as necesitan saberse queridos y aceptados por eso importa expresarles que su compañía os agrada y proponerle hacer cosas en común. Esto influirá en una sana autoestima.

  1.      TRATAR QUE ESTÉ ACOMPAÑADO/A EL MAYOR TIEMPO POSIBLE.

Si habéis descubierto señales o comportamientos que indican claramente una posible ideación suicida, tratar que vuestro/a hijo/a esté acompañado y quitar de su alcance cualquier medio lesivo (objeto punzante, medicamentos, etc.) y preservarle de situaciones en la que pueda hacerse daño. Si es necesario, llame o acuda al servicio de Emergencias.

  1.   BUSCAR AYUDA PSICOLÓGICA.

Los padres no podemos hacer de psicólogos con nuestros  hijos, buscar ayuda profesional. Cuando las situaciones nos desbordan o no sabemos cómo solucionarlas, hay que buscar ayuda experta. También es bueno buscarla para vosotros como padres, porque es posible que las emociones derivadas de las circunstancias os superen y os afecten personalmente no dejando que veáis con claridad lo que está sucediendo. De esta manera es difícil poder ayudar bien a vuestro hijo/a.

Em Portugal telefones úteis:

http://www.spsuicidologia.pt/sobre-o-suicidio/telefones-uteis

Bullying among kids tied to suicidal thoughts, suicide attempts

Maio 15, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Reuters de 10 de março de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Relationship Between Peer Victimization, Cyberbullying, and Suicide in Children and Adolescents A Meta-analysis

By Andrew M. Seaman

NEW YORK Mon Mar 10, 2014 4:08pm EDT

(Reuters Health) – School children who are bullied are more than twice as likely to think about killing themselves and to make suicide attempts as their peers who aren’t bullied, according to a new analysis.

Researchers also found that cyberbullying, such as harassment over the Internet, was more closely linked to suicidal thoughts than in-person bullying.

“We found that suicidal thoughts and attempted suicides are significantly related to bullying, a highly prevalent behavior among adolescents,” Mitch van Geel told Reuters Health in an email.

Van Geel is the study’s lead author from the Institute of Education and Child Studies at Leiden University in the Netherlands.

He said it’s estimated that between 15 and 20 percent of children and teens are involved in bullying as the perpetrator, victim or both.

“Thus efforts should continue to reduce bullying among children and adolescents, and to help those adolescents and children involved in bullying,” he wrote.

While previous studies have found links between bullying and suicidal thoughts and attempted suicides, less is known about whether the association differs between boys and girls. Also, fewer studies have examined the role of cyberbullying.

For the new analysis, published in JAMA Pediatrics, the researchers searched databases for previous studies published on bullying.

They found 34 studies that examined bullying and suicidal thoughts among 284,375 participants between nine and 21 years old. They also found nine studies that examined the relationship between bullying and suicide attempts among 70,102 participants of the same age.

Overall, participants who were bullied were more than twice as likely to think about killing themselves. They were also about two and a half times more likely to attempt killing themselves.

In one study included in the analysis, for instance, researchers found that about 3 percent of students from New York State who were not bullied thought about or attempted suicide. That compared to 11 percent of students who were frequently bullied.

The extra risk of suicidal thoughts and suicide attempts tied to bullying was similar among participants of different age groups and among boys and girls.

Suicidal thoughts were more strongly linked to cyberbullying than to traditional bullying, but the researchers caution that this finding is based on data from only a handful of studies.

“At this point, this is speculative and more research is definitely needed on cyberbullying,” van Geel wrote.

It could be, however, that cyberbullying victims feel belittled in front of a wider audience and may relive the attacks because they are stored on the Internet, he added.

“I think it fits with a literature that’s been around for some time that suggests the kids who are worse off are the kids who can’t escape from bullying,” William Copeland told Reuters Health.

Copeland, who was not involved with the new study, has researched bullying at the Duke University School of Medicine in Durham, North Carolina.

He cautioned that the studies included in the analysis can’t prove bullying caused suicidal thoughts or suicide attempts. It could be, for example, that kids who attempt or think about suicide are more likely to be bullied.

Copeland said there are an increasing number of school-based programs aimed at preventing bullying.

“I don’t think we know quite as much about targeting kids who have been bullied and preventing those suicidality behaviors,” he added.

Copeland said parents can ask their kids about how things are going and whether anyone is giving them problems at school or online to help the children open up about bullying.

“Some people have the assumption that bullying is a part of growing up, that bullying is relatively harmless, or even that it may build character,” van Geel wrote.

“There are now meta-analyses that demonstrate that bullying is related to depression, psychosomatic problems and even suicide attempts, and thus we should conclude that bullying is definitely not harmless,” he added.

SOURCE: bit.ly/17hF0sY JAMA Pediatrics, online March 10, 2014.

STUDY: Kids Who Are Cyberbullied Are 3 Times More Likely To Contemplate Suicide

Março 31, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site Think Progress de 11 de Março de 2014.

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By Sy Mukherjee

Children and teenagers who are bullied are twice as likely to contemplate suicide as other children, according to a new review of dozens of previous studies on the psychological tolls of being harassed, taunted, and otherwise ostracized by one’s peers. Strikingly, analysis published in the Journal of the American Medical Association (JAMA) Pediatrics also finds that cyberbullying is even more harmful for young Americans’ mental well-being. Children who have faced online harassment are three times as likely to contemplate suicide.

Cyberbullying has become increasingly problematic in youth culture as schoolyard gossip shifts to online forums and social media platforms, some of which allow users to engage in emotional taunting while maintaining anonymity. Last fall, Florida authorities arrested two girls, aged 12 and 14, on felony charges after their online bullying of 12-year-old Rebecca Sedwick allegedly caused the girl to commit suicide by jumping from an abandoned cement tower. More recently, Daisy Coleman — the 14-year-old girl who was allegedly sexually assaulted by a Maryville high school football player two years ago — tried to kill herself by overdosing on pills after being mocked on Facebook as a “hypocrite” and “slut” for attending a party.

The new JAMA study’s authors say that cyberbullying has unique elements that may make it more harmful than other types of bullying. “With cyberbulling, victims may feel they’ve been denigrated in front of a wider audience,” said lead study author Mitch van Geel in an interview accompanying the analysis. “[And material] can be stored online, which may cause victims to relive the denigrating experience more often.”

Cyberbullying also presents more of a danger to girls and LGBT youth than it does to other young people. While boys in the U.S. are more likely to engage in physical violence and bullying, girls are significantly more likely to be both the perpetrators and the victims of online bullying, according to data from the Cyberbullying Research Center. The Gay, Lesbian, & Straight Education Network (GLSEN) reports that LGBT children are cyberbullied at three times the rate of other kids, and that more than 40 percent of LGBT youth have been bullied online.

States can take action to bolster anti-cyberbullying measures. Although many states consider “electronic harassment” to be bullying, just 18 states specifically mention “cyberbullying” in protective statutes. A mere 12 states impose criminal sanctions on cyberbullies.

Advocacy groups also stress the need for parents to familiarize themselves with their children’s Internet habits and social media interactions while minimizing the stigma associated with being a victim of the harassment.

 

Rússia é o país com maior taxa de suicídio infantil na Europa

Março 12, 2013 às 10:57 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 11 de Março de 2013.

A Rússia ocupa a primeira posição no suicídio infantil entre os países europeus, com um aumento de 37 % nos últimos anos

Lusa – Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico

“A Federação da Rússia ocupa hoje o primeiro lugar da Europa em suicídios entre crianças e adolescentes. Nos últimos anos, o número de suicídios infantis e tentativas de suicídio cresceram 37 %. No total, no período de 1990-2010 registaram-se cerca de 800.000 suicídios na Rússia”, indica a página de internet do Serviço de Defesa do Consumidor (SDC), citada pela agência espanhola Efe.

As autoridades russas lamentam o aumento dos suicídios cometidos por adolescentes, que é referido como sendo três vezes superior à média mundial, escreve a Efe.

“Só em 2009 suicidaram-se 1379 rapazes e 369 raparigas entre os 15 e 19 anos na Rússia. No país registam-se 19-20 suicídios por cada 100 mil adolescentes”, assinala o comunicado, que acrescenta que por cada morte há outras 200 tentativas entre jovens de entre 15 e 35 anos.

 


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