Consumo de álcool na adolescência pode causar problemas no fígado em adulto

Fevereiro 16, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

Notícia do Correio dos Açores de 28 de janeiro de 2018.

O consumo de bebidas alcoólicas na adolescência pode provocar doenças hepáticas, como cirrose, numa idade mais avançada, sugere um estudo recente.

Para o estudo que foi conduzido por uma equipa de investigadores do Hospital Universitário Karolinska, Estocolmo, Suécia, foram analisados dados recolhidos de um estudo populacional sueco, conduzido em 1969 e 1970, que abrangia mais de 49.000 homens, com 18 a 20 anos de idade na altura, e recrutados para o serviço militar obrigatório.

A equipa associou os números pessoais de identidade dos participantes recrutados aos dados do registo nacional de pacientes e ao registo de causas de morte na Suécia até ao fim de 2009, ou seja, durante 39 anos.

Os resultados foram ajustados relativamente ao índice de massa corporal (IMC), capacidade cardiovascular, capacidade cognitiva, hábito de fumar e uso de narcóticos.

Como resultado, foi verificado que 383 homens tinham desenvolvido doenças graves no fígado, durante o período de acompanhamento, como cirrose hepática, encefalopatia hepática, insuficiência renal, ascite e morte por doença renal, sendo que o consumo de álcool na fase do fim da adolescência foi associado a um maior risco de doenças hepáticas graves numa altura posterior.

O risco era dependente da dose de álcool consumido, sem sinais de efeito de limiar, revelando-se mais pronunciado em homens que consumiam duas bebidas por dia (que equivaliam a 20 gramas de álcool) ou mais. Foi observado ainda que o risco era já significativo com o consumo diário de 6 gramas de bebidas alcoólicas.

Estes resultados foram apenas validados para homens e requerem validação para as mulheres.

Alexandre Louvet, especialista em doenças hepáticas observou, num editorial que acompanhou o estudo, que “o presente estudo aumenta o nosso conhecimento sobre o risco do consumo crónico de bebidas alcoólicas numa idade precoce”.

“Deve-se rever os níveis seguros de consumo de álcool na população geral e deve-se adaptar adequadamente as diretrizes de saúde pública”.

o estudo citado na notícia é o seguinte:

Alcohol consumption in late adolescence is associated with an increased risk of severe liver disease later in life

“Passa! Remata! Sr. Árbitro, você é cego?” Na Suécia, há clubes que querem por os pais na linha

Julho 28, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

texto do site http://24.sapo.pt/ de 10 de julho de 2017.

Um inquérito levado a cabo na Suécia revelou que as crianças sentem diretamente o impacto da exigência de alguns pais — que muitas vezes apenas querem o melhor para os filhos, mas que não conseguem evitar o seu espírito combativo. De acordo com o britânico The Guardian, um em cada três jovens pondera abandonar o futebol devido à pressão que sente. Assim, três clubes de Estocolmo resolveram atuar e tomar medidas

A competitividade sempre existiu, a rivalidade entre clubes, também. Mesmo entre miúdos. Mas o mundo não para de girar, a tecnologia evoluiu e o futebol com ela. Em tempos idos, os primeiros toques eram dados na rua, com amigos e à vontade do dono da bola — o rei do bairro. Mais tarde, para alguns, a transição era feita para um campo pelado. Aqui, no verão comia-se pó e apurava-se a técnica; no inverno, treinava-se a força nas possas de água e na lama. Primeiro num campo de 5×5, mais tarde para os 7×7 e, por fim, alguns anos depois, para o futebol de 11×11. Hoje, há academias, treinadores especializados, botas de todas as cores, festejos à Ronaldo e toda uma panóplia de exercícios que visam criar máquinas modernas do beautiful game. No entanto, há algo que parece inerente às eras: os pais e os treinadores de bancada que querem ensinar tudo aquilo que sabem aos mais novos. A gritar.

Zlatan Ibrahimovic, Henrik Larsson, Fredrik Ljungberg, Sven Rydell ou Anders Svensson são filhos da nação da bandeira azul e amarela. A competir em provas internacionais desde 1908, ano em que competiram nos Jogos Olímpicos de Londres, os suecos têm uma longa história crivada no desporto-rei, apesar de não serem uma seleção proliferamente associada a títulos. Contudo, no futebol, seja no norte da Europa, seja em qualquer outra parte do mundo, há algo em comum: nos jogos das camadas jovens, em muitos casos a dar os primeiros toques na bola e nos primeiros ciclos de aprendizagem, existem famílias que assistem às partidas nas bancadas que se esquecem da idade e do ambiente a seu redor.

Quem já assistiu a jogos das camadas jovens, sabe que é uma realidade. E, quanto maior a exigência, maior a dívida a cobrar aos mais novos. Há muito que deixou de ser um jogo a ser disputado por prazer, relegando a diversão própria da idade para contornos menos dignos dum jogo amado por milhões.

Ainda no passado 3 de junho, houve um treinador que foi despedido por incitar a equipa a ganhar por um resultado capaz de tirar a alegria a qualquer jovem — independentemente se esteja a vencer ou não. A equipa B de sub-11 dos Serranos, da cidade de Valência, recebeu e goleou o Benicalap C, também de Valência, por 25-0. A dilatada vantagem num jogo em que o campo era ocupado por meninos de 10 e 11 anos, caiu mal à direção da equipa vencedora que acabou mesmo por demitir o treinador.

Foi precisamente devido a estes moldes, para evitar que crianças deixem de jogar futebol devido a pressões exteriores, que três clubes clubes da capital sueca, suspeitando que estas estavam a ser afetadas, quiseram aprofundar o seu conhecimento sobre o assunto.

Os resultados foram, no mínimo, alarmantes: uma em cada três jovens atletas queria desistir devido ao comportamento daqueles que, de acordo com inquérito, eram catalogados de “pais sobreenvolvidos”. Dos 1.016 adultos que responderam ao questionário, 83% afirmou já ter assistido a pais que exigiam demais dos seus filhos ou que teciam duras criticas aos árbitros — também eles jovens — e juízes de linha, em alto e bom som.

Os clubes — Djurgdarden, AIK e Hammarby — ficaram atónitos com as respostas às perguntas e com os números que estas mostraram. E decidiram atuar — pondo as rivalidades, palmarés e a clubite inerentes às proximidades geográficas, de parte.

Combatendo numa frente em conjunto, partiram num uníssono em prol de uma resolução do problema em mãos. Assim, juntaram-se e elaboraram um “código futebolístico” que, esperam, venha a instar uma mudança de comportamento por parte dos pais que assistem aos jogos dos filhos ou das equipas de formação dos emblemas. O código, citado pelo The Guardian, numa tradução livre, escreve o seguinte:

“Eu, como pai, farei tudo o que estiver ao meu alcance para apoiar o meu filho, as outras crianças, os membros do clube, os árbitros e os [outros] pais nos campos de treino e durante os jogos — através de um ambiente positivo”.

Mais de 1.600 pais já assinaram. E, a cada dia que passa, mais o fazem e seguem os passos daqueles que já subscreveram o intento dos três emblemas de Estocolmo. A intenção, segundo alguns pais, passa por imprimir a mensagem em t-shirts para que o código se estenda e chegue a mais pessoas — algo que parecem ter conseguido, pois já existem outros clubes a quererem associar-se à iniciativa.

Na voz do vice-capitão do AIK, Stefan Ishizaki: “Num ambiente desportivo, para proteger a criança, a felicidade tem de ser a coisa mais importante porque é então que a vão levar para o resto das suas vidas. Os jogos, os torneios e as sessões de treino, é onde vais passar o tempo com os teus amigos e a fazer algo que gostas. Futebol é paixão. É a felicidade, tristeza e todas as emoções entre elas. Futebol é a coisa mais bonita que existe — e é assim que se deve manter.”

O inquérito, levado a cabo pela Survey Sampling Internacional, chamou a atenção dos media nacionais e já se espalhou opiniões pelo país. O The Guardian escreve que “não se trata de um problema apenas da Suécia”, mas que alastra pelo mundo inteiro. No entanto, escreve a publicação que todas as lutas têm de começar nalgum lugar, sendo que o país do “Rei Zlatan” foi o primeiro a dar exemplo. Agora é esperar que outros trilhem o mesmo caminho para que continuem a aparecer novas esperanças como Alexander Isak.

 

 

 

Crianças refugiadas na Suécia estão a cair num estado parecido com o coma e pode ser por medo da deportação

Abril 16, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Notícia da http://visao.sapo.pt/ de 3 de abril de 2017.

LOUISA GOULIAMAKI/ Getty Images

As autoridades suecas estão a tentar perceber o que passa com as crianças no país, aparentemente só as refugiadas, depois de 60, só no ano passado, terem entrado numa espécie de estado de coma

Num momento são crianças saudáveis, no outro caem num estado semelhante ao coma. O que muitas, pelo menos, têm em comum é que entre um instante e o outro receberam a notícia da deportação iminente. As autoridades crêem estar perante a “síndrome da resignação”, que as deixa, na descrição da publicação médica Acta Pædiatrica, “totalmente passivas, imóveis, sem tónus, alheadas, mudas, incapazes de comer ou beber, incontinentes e sem reação a estímulos físicos ou dor”.

As crianças ficam incapazes de se deslocarem e até se de alimentarem, tendo de receber a comida através de uma sonda. Vários testes têm demonstrado, no entanto, que não sofreram qualquer lesão cerebral.

A “uppgivenhetssyndrom” parece só afetar a população refugiada e a New Yorker lembra que um fenómeno semelhante foi observado nos campos de concentração nazi, entre os prisioneiros que tinham perdido toda a esperança.

Os médicos acreditam que o fenómeno se trata de uma manifestação do medo de terem de voltar aos seus países de origem, uma teoria reforçada pelas melhoras registadas meses depois de a família obter autorização para permanecer na Suécia.

O artigo da New Yorker citado na notícia é o seguinte:

The Trauma of Facing Deportation

 

 

A melhor escola do mundo? Vittra School, em Telefonplan (Suécia)

Janeiro 14, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia da TSF de 6 de janeiro de 2015.

Kim Wendt3

A Vittra School, em Telefonplan (Suécia), é muitas vezes apontada como uma das melhores escolas do mundo. As imagens ajudam a perceber porquê.

A Vittra School de Telefonplan foi desenhada pela dinamarquesa Rosan Bosch, a pedido da organização sueca Free School Vittra.

Queriam uma escola sem paredes, na lógica dos open-spaces cada vez mais na moda, colorida e com motivos abstratos na decoração do mobiliário.

Vittra segue um modelo em que não há turmas e os alunos aprendem em grupos de acordo com os princípios pedagógicos definidos. Ou seja, há diferentes níveis e tipos de aprendizagem.

Vistas as imagens, parece tudo menos uma escola, pelo menos das que conhecemos.

Galeria construída a partir das imagens disponibilizadas pelo site de Rosan Bosch (fotos de Kim Wendt).

 

Kim Wendt

Kim Wendt 2

 

Creches noturnas oferecem alternativa para pais na Suécia

Abril 1, 2013 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

Notícia da BBC Brasil de 25 de Março de 2013.

Maddy Savage

da BBC em Estocolmo

Famosa por sua preocupação com o bem-estar de seus cidadãos, a Suécia oferece creches que funcionam durante a noite e finais de semana para atender pais que trabalham em turnos não convencionais.

A maioria das creches funcionam das 6h às 18h.

A pequena cidade de Norrköping, no sudeste do país, é uma das pioneiras no atendimento nestes horários com quatro creches operadas pelo governo local. A primeira destas foi aberta há 20 anos.

“No começo era muito difícil levar meus filhos para dormir em outro lugar e meu coração doía”, disse Maria Klytseroff, 39 anos, que cuida de pessoas com dificuldades de aprendizado.

Os filhos dela passam cerca de duas ou três noites por semana em uma das pré-escolas, que se parece mais com um apartamento residencial do que com um centro de educação.

“Sou mãe solteira e queria voltar para meu emprego, que é durante a noite. As crianças se acostumaram logo, têm amigos e adoram os funcionários”, disse.

A Suécia tem um histórico de bom tratamento para pais que precisam de creches e regularmente está entre os países apontados entre os melhores do mundo para se criar os filhos.

Cada criança tem seu lugar garantido em uma pré-escola pública e nenhum pai paga mais do que 3% do salário para isto. As taxas não ultrapassam 1.260 coroas suecas por mês (quase R$ 390) para os que ganham os salários mais altos do país.

No país, cabe aos governos de cada uma das regiões (municipalidades) a decisão sobre o oferecimento de serviço de creches fora do horário normal.

Atualmente, estas creches existem em 123 das 290 áreas administrativas do país e são frequentadas por quase 5 mil crianças.

Pais e mães solteiros ou casados podem usar estas creches, basta que o empregador forneça provas dos horários de trabalho.

Poucas crianças

A creche onde ficam os filhos de Maria Klytseroff atende 18 crianças, que chegam para o jantar. Depois elas escovam os dentes e um funcionário lê uma história para elas, antes de dormir.

Pela manhã, os funcionários vestem os agasalhos nas crianças e as levam de carrinho para uma creche diurna próxima, enquanto Maria descansa do trabalho noturno.

“Viajei muito então sei que tenho sorte em comparação a pessoas de outros países”, afirmou Maria, que paga um total de 720 coroas suecas (cerca de R$ 220) por mês pela pré-escola dos filhos.

Nos últimos anos na Suécia funcionários de hospitais, restaurantes, do setor de transportes e de lojas precisaram se adaptar aos turnos de trabalho mais longos e eles estão entre os que mais se beneficiam com estas creches.

E, a partir de julho, o governo de centro-direita da Suécia prometeu gastar 108,5 milhões de coroas suecas (mais de R$ 33 milhões) nos próximos quatro anos para ajudar mais áreas do país a melhorarem o serviço.

Mas, os partidos de oposição questionam se a quantia será o bastante.

“A Suécia começou antes de outros países em termos de aumentar (o número de) mulheres na força de trabalho e, para tornar isto possível, nós construímos o sistema de creches”, disse a ministra de Gênero da Suécia, Maria Arnholm.

crianças

Crianças chegam na hora do jantar, são preparadas para dormir e ouve histórias lidas pelos funcionários (Foto: BBC)

“Acreditamos ser importante que as famílias possam combinar a paternidade e maternidade com o trabalho e isto não deveria incluir apenas aqueles que trabalham de 9h às 5h (da tarde), mas também aqueles que trabalham nas horas inconvenientes”, afirmou.

‘Estressante’

Nem todos aprovam este novo modelo de creches.

“Em termos de creche noturna, eu definitivamente não concordo com os planos de expansão”, afirmou Madeleine Wallin, presidente da Federação Europeia de Pais e Cuidadores, que representa seus membros na União Europeia e na ONU.

Ela mandou três dos cinco filhos para creches públicas antes de decidir por criar os outros dois em casa no vilarejo de Hyssna, oeste da Suécia.

“Passar horas e horas longe dos pais pode ser incrivelmente estressante para crianças. Você tem apenas que observar a linguagem corporal delas quando elas são deixadas na pré-escola”, disse.

Wallin, que agora tem uma empresa com o marido, disse que se sentiu obrigada a usar as creches para seus primeiros filhos devido ao “estigma social” contra as mães que ficam em casa.

“A Suécia é um país caro e quando eu parei de trabalhar por um tempo para cuidar das crianças, foi uma luta financeira. Mas eu estava cansada de as pessoas me falarem que era melhor deixá-las com outra pessoa”, afirmou.

Desde 2008 cerca de um terço das municipalidades suecas começaram a oferecer uma ajuda de custo para os pais que escolhem parar de trabalhar até que as crianças completem três anos.

Poucos pais aceitaram o benefício, que é baixo e correspondente a apenas cerca de 8% da média salarial do país.

bbc

Pela manhã, funcionários da creche noturna levam crianças para outra creche, para os pais descansarem (Foto:BBC)

A organização que Madeleine representa acredita que, com o aumento neste subsídio, mais pais decidiriam ficar em casa.

Emprego

Outros afirmam que o alto número de pais trabalhando não vai mudar na Suécia.

“O problema é que, uma vez que você convenceu a maioria das pessoas a colocar os filhos de um e dois anos em creches diurnas ou noturnas, é difícil ter um debate (sobre a questão)”, afirma o analista Jonas Himmelstrand.

Um forte defensor do ensino de crianças em casa, ele também publicou uma pesquisa polêmica sugerindo que pré-escolas podem prejudicar a saúde mental da criança e levar a problemas de disciplina no futuro.

Atualmente ele vive na Finlândia, onde o governo prometeu expandir a educação infantil grátis para dar a mais pais e mães a escolha de voltar ao trabalho.

Na Suécia, pais e mães parecem apoiar totalmente o modelo de pré-escola pública.

“Graças às creches baratas eu pude estudar e treinar novamente para se enfermeira”, afirmou Martina Stenbom, de 44 anos, mãe de um filho, que vive em Estocolmo.

“Na minha área os cuidados são fora do horário tradicional de trabalho, então tive a chance de trabalhar e estudar durante a noite e finais de semana”, afirmou.

Ela também apoia a expansão dos serviços noturnos.

Em Norrköping, Maria Klyteroff lembra que “não importa se você é rico ou pobre, ou no meio, como eu, as creches significam que todos aqui têm a chance de trabalhar”.

Children trafficked for exploitation in begging and criminality

Março 24, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , ,

children

Descarregar o relatório Aqui

Teams of police, prosecutors, child welfare professionals and NGO experts from Lithuania, Norway, Poland and Sweden have made site visits in the four countries looking at the challenges facing law enforcement and child protection when it comes to protecting children suspected of being trafficked for exploitation in begging and/or in criminality.

The four site visits and the final roundtable meeting gave numerous opportunities to analyse obstacles for access to protection for child victims and difficulties in prosecuting the perpetrators.

The attached report looks at the discussions and the good examples encountered in the four countries.

The project was supported by the Swedish Institute Baltic Sea Unit and the Norwegian Ministry of Children, Equality and Social Inclusion.

Report can be accessed here and is also available in printed copies from the secretariat.


Entries e comentários feeds.