Press Release – 25 de Maio – Dia das Crianças Desaparecidas

Maio 25, 2020 às 10:09 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

 

 

 

25 de maio

Dia das Crianças Desaparecidas

 

O Instituto de Apoio à Criança vem assinalando desde 2001 o  Dia das Crianças Desaparecidas, por ser muito importante alertar a comunidade para este fenómeno tão devastador que geralmente conduz a uma maior vulnerabilidade  das crianças e dos jovens.

Muito associado à Exploração Sexual e ao Tráfico de Crianças, é muitas vezes um flagelo escondido, pois grande parte  dos jovens pertencem a grupos de risco em que a família não desempenha o seu papel protetor, como sucede, por exemplo no caso das crianças acolhidas em lares ou outras estruturas residenciais.

Como membro fundador da Missing Children Europe – Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, o IAC tem aderido a um conjunto de iniciativas no âmbito do combate à exploração sexual, nomeadamente aquando da redação das Diretivas Europeias sobre a matéria ou até da aprovação da Convenção de Lanzarote ou das recomendações sobre as coligações financeiras para a prevenção e a luta contra os crimes sexuais através do ciberespaço.

E como é já habitual, decidiu aderir ao tema proposto pela MCE que este ano é mais uma vez dedicado aos jovens em fuga.

O IAC, através do setor “Projeto Rua” tem dedicado a sua atenção a este fenómeno das fugas, podendo dar um contributo relevante, designadamente no que respeita às fugas institucionais, que assumem, como nos demais Países europeus  um número preocupante.

Na impossibilidade de reunir em Conferência presencial, como vem sendo hábito, o IAC decidiu levar a efeito um Webinar que decorrerá entre as 16 e as 18 horas de hoje com vista a partilharmos preocupações e inquietações decorrentes designadamente de casos recentes que requerem um olhar atento e uma reflexão séria que conduza a propostas que possam tornar mais eficaz a proteção devida a estas crianças e jovens.

Desde 2007, foi atribuído ao SOS Criança do Instituto da Criança o nº único Europeu 116 000, vocacionado para esta matéria específica.

O SOS Criança dispõe de uma equipa especializada que escuta a criança ou o jovem, encaminha os seus apelos e presta apoio psicológico em algumas situações, em que é necessário cumprir o direito da criança à sua recuperação psicológica.

A esperança é fundamental para um desenvolvimento saudável, mas a confiança é indispensável para prosseguir nesse sentido, o que só é possível, por vezes com apoio psico-terapêutico.

Todos não somos demais para ajudar!

A Direção

 

Em anexo o Press Release da Missing Children Europe, que o IAC integra desde a sua fundação

©MCE & IAC 2020

Dados e esclarecimentos adicionais disponíveis:

IAC / SOS-Criança

Contacto preferencial – Coordenador, Dr. Manuel Coutinho/Drª Maria João Cosme

21 798 7410/15

PRESS RELEASE MCE 2020

SOS-Criança recebeu no primeiro mês da covid-19 o dobro de chamadas atendidas em tempos normais

Abril 10, 2020 às 11:47 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia com declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Notícia do Público de 9 de abril de 2020.

Sem aulas presenciais e fechadas em casa, crianças recorreram mais à linha SOS Criança no mês de Março para falarem e serem ouvidas. Também os adultos ligaram mais para partilhar a preocupação sobre a covid-19, pedir ajuda ou denunciar situações de risco potencial.

Ana Dias Cordeiro

Agora que o primeiro-ministro António Costa confirmou a realização do 3º período do ano lectivo sem aulas presenciais, o prolongamento do isolamento das crianças e dos jovens, que frequentam a escola para alunos até ao 9º ano, passou a ser uma certeza.

Não irão à escola, estarão mais isolados ou ligados às redes sociais, mas também a viver sem pausas no interior da casa que partilham com os seus cuidadores, pais ou outros familiares. Assim, o tom do apelo lançado por Manuel Coutinho, coordenador da Linha SOS-Criança e secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança (IAC), é agora ainda mais dramático.

“Começam a esboçar-se sinais [de situações relatadas] que já indiciam que tempos um pouco mais duros ainda virão”, diz o responsável e psicólogo clínico e de saúde.

Por isso, para o responsável nunca é demais lembrar que as crianças podem falar ou pedir ajuda, e devem fazê-lo sempre que necessário, para a linha gratuita que existe desde 1988 e foi agora reforçada em número de profissionais e horário de funcionamento e em meios disponíveis como o WhatsApp.

Desde que passou a ser possível ligar por WhatsApp, a partir de Março deste ano, mais crianças tomaram a iniciativa de o fazer. Os dados disponíveis até ao momento mostram que crianças e adultos recorreram duas vezes mais a esta linha em Março do que em igual período do ano passado. O número de contactos telefónicos quase duplicou, ao subir de 103 (em 2019) para 205 (em 2020) nos 31 dias de Março.

Se a este número se juntarem os contactos feitos por email e Chat (soscriança@iacriança.pt ou soscriança.ajudaonline.com.pt) os números sobem para 231 (só em Março deste ano).

Um 112 para a infância

Manuel Coutinho reitera que “conforme existe o 112 para as emergências, existe esta linha gratuita para as crianças” pedirem ajuda ou para adultos que alertarem para uma situação de perigo.

“O Instituto de Apoio à Criança (IAC), no momento em que percebeu que a epidemia da covid-19 iria obrigar ao encerramento das escolas, decidiu disponibilizar a linha para apoio a crianças ou jovens a precisar de ajuda no âmbito das circunstâncias que a epidemia podia trazer às crianças”, diz.

Circunstâncias essas que podem ser agravadas pelo convívio forçado e permanente em famílias onde já existiam problemas ou que agora estão sob maior pressão desde que em 12 de Março o primeiro-ministro anunciou o encerramento das escolas a partir de dia 16.

“O IAC partiu do pressuposto de que o confinamento era susceptível de provocar em todos, adultos e crianças, um desgaste físico, psicológico e emocional e também nas relações que estas pessoas estabelecem entre si”, continua Manuel Coutinho. “E previu que isso iria afectar o equilíbrio social e familiar destas pessoas e provocar momentos de grande tensão, de alguma violência e que, neste contexto, o elo mais fraco ia ser a criança.”

Nas estatísticas reunidas pelo Instituto de Apoio à Criança, a covid-19 entrou na lista dos motivos que levam as crianças ou os adultos a ligar para pedir ajuda ou simplesmente “falar com alguém”. A linha passou a ter 11 técnicos de psicologia clínica e de saúde (em vez dos cinco habituais) e alargou o fim do atendimento das 19h para as 21h.

Têm acolhido queixas relacionadas com a ansiedade e o stress do momento actual, que vêm juntar-se às problemáticas anteriormente existentes.

Nas últimas semanas, surgiu pelo menos uma situação de conflitualidade familiar susceptível e uma situação ligada à exploração sexual já encaminhada para a polícia criminal. Além destes problemas, que podem agudizar-se, os técnicos do IAC estão também atentos a eventuais fugas de casa ou dos lares de acolhimento para crianças em risco.

Com a suspensão de visitas domiciliárias das equipas das comissões de protecção de crianças e jovens (que agora garantem um acompanhamento à distância) e sem contactos presenciais com colegas, professores e auxiliares das escolas, as crianças e os jovens ​estão em situação de maior vulnerabilidade.

Os perigos da Internet

É preciso estar especialmente atento, diz Manuel Coutinho, pois o contexto é particularmente propício à permanência das crianças nas redes sociais e ao aproveitamento dessa situação por adultos envolvidos em crimes de pornografia ou prostituição de menores.

Nas casas e nas famílias, os problemas e as dúvidas que se manifestam do outro lado da linha estão frequentemente relacionadas com o convívio, agora em confinamento, junto de adultos com doenças psiquiátricas, distúrbios anti-sociais, toxicodependência ou dependência do álcool. “Muitas vezes estas situações juntas são muitíssimo explosivas, o que aumenta muito o risco a que estão expostas as crianças”, avisa.

Ainda mais que o habitual, estas situações têm que ser conhecidas, porque, estando confinadas, as crianças não têm formas de alertar para as suas circunstâncias. Por isso apela a toda a comunidade para que pegue no telefone e exponha o caso se pressentir que uma criança, na sua rua, ou no seu prédio, ou sua amiga, possa estar a viver uma situação em que dificilmente será acudida.

Linha telefónica 116111 e WhatsApp 913069404

Coronavírus : Um Guia Prático para os mais pequenos e para os pais – Edição do Instituto de Apoio à Criança

Abril 7, 2020 às 11:51 am | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , , ,

 

COVID_Guia Criancas

 

COVID-Um guia para os pais

Sabia que agora já pode contactar o SOS – Criança através do WhatsApp? O número é o 913069404!

Março 11, 2020 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

“Nos primeiros cinco meses de 2019, o SOS-Criança, do Instituto de Apoio à Criança, interveio em cerca de 1800 situações.”

Junho 19, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Neste dia 1 de junho, em que se assinala o Dia Mundial da Criança, o Instituto de Apoio à Criança, recorda que, desde 1982, presta serviços gratuitos de utilidade pública, relevantes, e acessíveis a toda a comunidade, comprovando cada vez mais a pertinência da sua existência e a qualidade do seu trabalho na defesa e promoção dos Direitos da Criança.

O IAC intervém com especial enfoque na área da criança maltratada, negligenciada, abusada sexualmente, desaparecida ou privada de meio familiar securizante, trabalhando, diariamente com crianças e suas famílias, em diversos contextos e em diferentes áreas.

O SOS-Criança, serviço técnico especializado e único no nosso país, é uma mais-valia a nível nacional e internacional e tem como principal missão ouvir e dar voz à Criança, nas suas diferentes valências.

O SOS-Criança ajuda a Criança, o Jovem e a Família através da linha telefónica gratuita 116111, por E-mail (soscrianca@iacrianca.pt), Chat (http://www.iacrianca.pt) – das 9h às 19h, todos os dias úteis.

As situações de Crianças Desaparecidas e abusadas sexualmente dispõem do número gratuito 116000 (24h/365). Neste âmbito, é de salientar a intervenção incisiva do IAC, que juntamente com os seus parceiros, a nível nacional e internacional, se tem revelado imprescindível.

Para além do Atendimento Psicológico e Jurídico gratuito, o SOS-Criança conta ainda com uma equipa de Mediação Escolar, a nível nacional, que promove, integra e autonomiza Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família, com o objetivo de combater o insucesso, o abandono, o absentismo, o bullying, a violência escolar e os comportamentos aditivos.

Recentemente, o SOS-Criança desenvolveu o projeto da Escola Alfaiate, que se constitui como uma nova forma de olhar o aluno, agindo em benefício de uma educação à medida de cada criança do Ensino Básico. Esta nova ação promove as condições psicológicas, sociais e pedagógicas que contribuem para a consolidação do sucesso escolar e do projeto de vida de cada criança. A Escola Alfaiate pretende ser inclusiva, e à medida de cada aluno. Com o respeito pelas diferenças e com espírito de cooperação é possível humanizar o espaço escolar e a vida de todos os seus intervenientes.

Nos primeiros cinco meses de 2019, o SOS-Criança, do Instituto de Apoio à Criança, interveio em cerca de 1800 situações que direta ou indiretamente envolviam crianças, que precisaram de proteção e apoio.

Manuel Coutinho

Secretário-Geral do IAC

 

Lisboa, 31 de Maio de 2019

Mais de 150 mil crianças apoiadas pelo IAC em 35 anos

Novembro 19, 2018 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Correio da Manhã

Notícia e infografia do Correio da Manhã de 19 de novembro de 2018.

Por Miguel Balança

Mais de mil jovens contactaram a linha SOS Criança de janeiro a setembro deste ano.

De janeiro a setembro deste ano, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) já recebeu mais de mil chamadas com apelos efetivos de apoio a crianças. A maioria dos contactos são anónimos, feitos por adultos, e expõem situações de jovens em risco, desaparecidos ou explorados sexualmente. Quando são os mais novos a oferecer voz à chamada, são comuns os apelos sucessivos com causas difusas e não definidas em que o intuito é “falar com alguém”.

O apoio às crianças é o mote do IAC, que está a festejar 35 anos. Uma efeméride assinalada com um grande concerto solidário, amanhã, na Altice Arena, em Lisboa.

Desde 1983 que a instituição, fundada por Manuela Eanes, já apoiou mais de 150 mil crianças em risco através da linha SOS Criança. “As crianças são um bem cada vez mais raro”, nota Dulce Rocha, presidente do IAC. A resposta da organização, formalmente uma Instituição Privada de Solidariedade Social, não se esgota na atenção do trato. A atividade de iniciativas como o ‘Projeto Rua’ já retirou da rua mais de 600 crianças, devolvendo-as ao lar de onde haviam fugido.

A preocupação de garantir que os menores brincam resultou na criação de mais de 700 espaços lúdicos. Paralelamente, o IAC luta pela humanização dos serviços de atendimento em Pediatria e por garantir apoio jurídico aos menores quando se apela ao Direito. “Portugal esteve na frente na defesa dos direitos da criança”, recorda ao CM Manuela Eanes, fundadora e presidente honorária. Nota que a instituição foi criada em 1983 e que apenas seis anos depois a Convenção Universal dos Direitos da Criança era aprovada pela ONU. “Ninguém falava em crianças maltratadas e abusadas sexualmente. Quando na Europa se falava ‘crianças de rua’ havia reticências. Por essa altura tínhamos em Lisboa, sobretudo na Baixa, crianças a dormir nas grelhas do metropolitano – um problema de pobreza extrema, fome e afeto. Não tinham um amigo, ninguém”.

SAIBA MAIS 69

A Constituição Portuguesa dedica o artigo 69 à infância. O número 1 refere que “as crianças têm direito à proteção da sociedade e do Estado, com vista ao seu desenvolvimento integral, especialmente contra todas as formas de abandono, de discriminação e de opressão e contra o exercício abusivo da autoridade na família e nas demais instituições”.

Estado garante proteção

Segundo a Constituição, é assegurada pelo Estado “especial proteção às crianças órfãs, abandonadas ou por qualquer forma privadas de um ambiente familiar normal”. É proibido o trabalho de menores em idade escolar.

Declaração Universal

A Declaração Universal dos Direitos da Criança foi aprovada pela ONU em 20 de novembro de 1959. Dos vários direitos enumerados, constam o direito à alimentação, moradia e assistência médica, ao amor e à compreensão, à educação gratuita e ao lazer infantil, entre outros.

Direção composta por 5

O Instituto de Apoio à Criança foi constituído como associação sem fins lucrativos em 14 de março de 1983. O registo definitivo dos estatutos do IAC foi feito em 1 de abril de 1992. A direção é composta de cinco elementos: Dulce Rocha (presidente), Luís Vaz das Neves (vice-presidente), Manuel Coutinho (secretário-geral), Vasco Alves (vogal) e Matilde Sirgado (tesoureira).

Reconhecimento internacional

A ação do IAC recebeu o Prémio Direitos Humanos da Assembleia da República e o Prémio de Cidadania Europeia do Parlamento Europeu.

Projetos reunidos numa única casa

Após décadas dispersos pela cidade de Lisboa, os projetos do IAC estão agora instalados no número 21 da avenida da República.

Linha SOS Adoção espera aprovação

“Continua a não ser fácil adotar”, notou Dulce Rocha à CMTV. A criação de uma linha SOS Adoção aguarda aprovação de um programa de apoio.

Contactos para pedir ajuda

O projeto SOS-Criança foi criado em 1988. A linha de apoio está disponível através do 116 111. A linha SOS-Criança Desaparecida está acessível através do número 116 000.

Apoio também chega por email

Através do SOS Criança, o IAC presta apoio por email e chat online. Entre janeiro e setembro foram contabilizados 225 e 243 pedidos, respetivamente.

“Maus-tratos “invisíveis e refinados”

Continua a haver maus-tratos. Às vezes até mais refinados, geralmente no seio da família. Temos de estar atentos aos sinais nas escolas, por exemplo. São invisíveis – causam cicatrizes invisíveis que prolongam o sofrimento durante a vida toda. Há muita perversidade”, afirmou Dulce Rocha, presidente do Instituto de Apoio à Criança, no programa ‘Manhã CM’ da CMTV.

Centro de estudos e documentação

Criado pelo IAC, o Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança dá apoio a técnicos e investigadores na área.

Jovens desaparecidos são preocupação

O IAC é a única organização portuguesa na Federação Europeia para as Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente.

Vários artistas sobem a palco para apoiar IAC

A Altice Arena, em Lisboa, recebe amanhã à noite o concerto solidário que assinala os 35 anos do Instituto de Apoio à Criança (IAC). O concerto ‘Crianças somos todos Nós’ junta, a partir das 21h30, nomes reconhecidos da música portuguesa: Rui Veloso, Amor Electro, Anselmo Ralph, HMB, Matias Damásio, André Sardet, Os Azeitonas, D.A.M.A. e Miguel Araújo, entre outros, atuam com o objetivo de angariar fundos que garantam a sustentabilidade futura do IAC.

A iniciativa conta com o alto patrocínio da Presidência da República, e o apoio da Seleção Nacional de Futebol. “O melhor que poderia acontecer era ter a sala cheia e, porque acontece no Dia Internacional dos Direitos da Criança, que fosse uma grande chamada de atenção para a criança enquanto motor do Mundo”, afirmou Manuela Eanes. O preço dos bilhetes varia entre os 15 e os 40 euros (10€ para pessoas com mobilidade reduzida). O bilhete solidário, para quem não pode ir, é 15€.

 

 

Video IAC – SOS-CRIANÇA

Outubro 31, 2018 às 3:18 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Movimento 1 Euro – Apoie o IAC / SOS-Criança

Novembro 8, 2017 às 4:53 pm | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Tal como é do conhecimento de todos nós que uma das formas mais eficazes de prevenir e de intervir os maus tratos nas crianças e jovens, é sensibilizar esta mesma população para os seus direitos. Neste sentido, através de ações de sensibilização nas escolas, é possível contatar com as crianças e alertar para o que deve e não deve ser encarado como “normal”, no que toca à sua integridade física, emocional e moral.

Deste modo, o IAC, através do SOS-Criança, candidatou-se ao “Movimento 1 Euro”, da Associação Movimento 1 Euro. Com o apoio financeiro do “Movimento 1 Euro”, esperamos obter ajuda para a produção do material de divulgação da Linha SOS-Criança nas escolas, de modo a complementar e a enriquecer as nossas ações de sensibilização, distribuindo-o pelos alunos, por forma a cativá-los e a sensibilizá-los para estarem mais atentos aos sinais indicadores de que algo possa estar a perturbar o seu bem-estar e o bem-estar dos que lhes estão próximos. Assim, é possível intervir, cada vez mais cedo, nas problemáticas e evitar que apenas haja atuação quando as situações indesejáveis já se encontrem em estado avançado.

Para poder votar, deverá preencher o formulário online através deste link, onde se encontram as instruções para tal:

http://movimento1euro.com/inscreva-se-aqui

Mais informações:

http://movimento1euro.com/causas/causas-activas

Relatório Estatístico do SOS-Criança 2016

Maio 17, 2017 às 5:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

Descarregar o relatório no link:

Click to access SOS_Relatorio_Estatistico_2016.pdf

SOS Criança apela à denúncia de situações que possam pôr em risco as crianças

Dezembro 9, 2016 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia da http://www.rtp.pt/noticias/ de 7 de dezembro de 2016.

A notícia contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Lusa

O coordenador do SOS Criança apelou hoje a todos os que conheçam famílias em situação de “maior vulnerabilidade” que apresentem o caso às instituições para ajudar as crianças e evitar que passem por situações de risco e negligência.

Os maus tratos físicos e a negligência a crianças estão a aumentar com as dificuldades das famílias, que não conseguem assegurar necessidades básicas como alimentação, vestuário e uma casa digna, alertou Deolinda Barata, da Sociedade Portuguesa de Pediatria e coordenadora do núcleo de crianças e jovens em risco do Hospital D. Estefânia, onde tem assistido a situações que não surgiam na prática clínica “há 20 ou 30 anos”.

“Sempre que existe uma situação de crise num país ou sempre que a sociedade começa a ver os seus direitos postos em causa, as famílias são as primeiras a sofrer com essas dificuldades”, disse à agência Lusa o coordenador do SOS Criança, do Instituto de Apoio à Criança (IAC).

Como as dificuldades persistem durante um tempo superior à média, as famílias não conseguem suportar tanta pressão e passam essa pressão para cima das crianças que “são, normalmente, as que sofrem duplamente e as que sofrem mais”, explicou Manuel Coutinho.

“Sempre que existem situações de desorganização social e de privação dos bens económicos, as crianças acabam por ser vítimas diretas, porque também ficam privadas de muitas coisas, e indiretas porque os pais não conseguem aguentar tanta pressão” e acabam por as vitimar, sustentou.

Manuel Coutinho alertou que é importante que as famílias percebam o que está efetivamente a acontecer e não se desorganizem em relação às crianças e peçam ajudam.

Por outro lado, as pessoas que conheçam casos de “famílias com maior vulnerabilidade devem apresentar a situação, nomeadamente ao serviço SOS Criança, através do número gratuito 116111, para que os serviços em parceria com a rede de ação social ou com os outros parceiros possam encontrar uma reposta” para que essas crianças sejam ajudadas e “não passem por uma situação efetiva de risco e negligência”.

Manuel Coutinho adiantou que “Portugal tem sido pioneiro e tem feito uma grande caminhada” no que respeita aos direitos das crianças.

Mas, neste momento, está “a viver um momento de grande tensão e devemos ser todos mais solidários uns com os outros”. Essa solidariedade passa por apresentar atempadamente os casos aos serviços: “Portugal tem recursos suficientes para que nenhuma criança venha a estar privada dos meios e direitos fundamentais, nomeadamente o direito à alimentação, educação e saúde”.

“São direitos que têm de prevalecer sempre. Portugal é um país solidário, responsável, que tem de estar organizado para que essas crianças não sejam duplamente vítimas de uma situação que está a atravessar o país”, frisou.

Atualmente existe a cultura de sensibilizar e denunciar os casos de maus tratos físicos e psicológicos, mas “as situações de maus tratos mais próximos da negligência e da pobreza também devem ser apresentados para que os serviços possam ajudar a socorrer estas crianças”.

Alertou ainda que as situações de pobreza e de negligência são sempre traumáticas para as crianças, que crescem com alguns receios e algumas dificuldades.

 

 

 

 

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.