Sonoriza um Livro

Janeiro 31, 2013 às 11:58 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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livro

Formação para Adultos
Sonoriza um livro

das 14H30 às 18H30
Sonoriza um livro do Contalá / Eduardo Amaro

Sabia que com um telemóvel, um computador e muita criatividade é possível sonorizar uma história? Venha aprender “foley-art”, a arte de sonorizar, utilizando objetos do dia-a-dia. Irá aprender a criar diferentes sons e como gravá-los para ilustrar sonoramente o conteúdo de um livro infantil contado no Contalá.

Público-alvo: Professores, Educadores, Bibliotecários e outros interessados
(Nº limite de participantes: entre 6 e 12).

Formação para Adultos
Sonoriza um livro

das 14H30 às 18H30
Sonoriza um livro do Contalá / Eduardo Amaro

Sabia que com um telemóvel, um computador e muita criatividade é possível sonorizar uma história? Venha aprender “foley-art”, a arte de sonorizar, utilizando objetos do dia-a-dia. Irá aprender a criar diferentes sons e como gravá-los para ilustrar sonoramente o conteúdo de um livro infantil contado no Contalá.

Público-alvo: Professores, Educadores, Bibliotecários e outros interessados
(Nº limite de participantes: entre 6 e 12).

Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro

Local: Auditório

Data: 2013-02-02 às 14:30

Contactos: Informações / Inscrições / Pagamentos: contala@contala.net

Observações: Preço: 20€

 

 

Bebés aprendem língua da mãe ainda no útero

Janeiro 11, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 3 de Janeiro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

A new dimension on fetal language learning

Romana Borja-Santos

Nas últimas dez semanas de gravidez os bebés aprendem alguns sons básicos da língua nativa e quando nascem entusiasmam-se mais com sons estrangeiros.

Apenas algumas horas depois de nascerem, os bebés podem ainda não falar mas já são capazes de distinguir muitos sons e são até mais sensíveis a idiomas estrangeiros. As conclusões fazem parte de um estudo prestes a ser publicado no jornal científico Acta Paediatrica.

A nova investigação permitiu perceber que os bebés começam a absorver noções básicas de linguagem ainda no útero, sobretudo a partir das 30 semanas de gestação, sendo que uma gravidez normal tem cerca de 40 semanas. Os mecanismos sensoriais que permitem que o bebé oiça são sobretudo desenvolvidos nestas últimas dez semanas, diz o estudo, e à nascença é possível testar um pouco o que ouviram.

“Os sons das vogais numa conversa são os mais altos e o feto foca-se neles ainda no útero”, explica num comunicado Patricia Kuhl, uma das autoras do estudo do Instituto da Aprendizagem e Ciências do Cérebro da Universidade de Washington, acrescentando que a mãe é a primeira pessoa a ter influência neste campo no cérebro do bebé.

Os investigadores acompanharam 80 bebés de ambos os sexos, 40 dos quais em Washington (Estados Unidos) e outros 40 em Estocolmo (Suécia), que tinham nascido há menos de 75 horas e que ainda se encontravam no berçário. Metade dos participantes ficou a ouvir 17 sons de vogais na sua língua nativa e a outra metade 17 na outra nacionalidade, explicou Patricia Kuhl.

Para medir a reacção dos bebés aos sons, os cientistas utilizaram uma chupeta com um sensor ligado a um computador. Quando os bebés sugavam a chucha era emitido o som de uma vogal. Quando paravam o som também acabava e quando voltavam a chuchar era emitido um novo som. E perceberam que os bebés sugavam a chucha mais vezes e durante mais tempo quando as vogais eram pronunciadas na língua estrangeira, o que, explica Kuhl, demonstra que os fetos apreenderam alguns sons no útero da mãe e ainda nas primeiras horas de vida já revelam mais curiosidade em relação a sonoridades novas.

Algumas outras investigações já davam conta da capacidade do bebé para aprender e começar a distinguir alguns sons nos primeiros meses de vida, mas não existiam muitas provas sobre o facto de a aprendizagem da língua nativa começar ainda no útero. “Este é o primeiro estudo que mostra que os fetos têm uma aprendizagem pré-natal sobre sons particulares da língua da mãe”, acrescenta Christine Moon, outra das autoras do estudo e professora de Psicologia na Pacific Lutheran University.


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